Jonas Ferreira Barros- nasceu em 1967, é cuiabano, pintor, desenhista, objetista e autodidata.

Ele começou a expor suas obras em 1986, quando participou do Salão Jovem Arte Mato-grossense, evento realizado pela Fundação Cultural de Mato Grosso.

Desde então, o artista acumula uma série de prêmios e tem levado a sua arte para diversas partes do Brasil e do mundo.

Autodidata, este cuiabano de 39 anos conta que era atleta antes de começar a pintar sua cuiabanidade por aí. Dentro de seu aprendizado como pintor ele conta que sempre investiu na pesquisa de novos materiais que o levaram a um trabalho sempre inovador. 

Em sua estrada Jonas gosta de inovar. Já utilizou como materiais de criação o desenho, a foto, a pintura em acrílico e objetos. Talvez os objetos entrem em suas obras pela busca constante de uma identidade sempre em movimento, quer seja pela influência das duas vidas que vive a rural (tradição da família), quer seja pela urbana (no meio em que vive).
Aleixo Cortez –(Benedito Aleixo Cortez ) Natural de Poconé,  traça elementos que expressam, provocam, intrigam por suas cores escuras, fortes, entranhadas em outras berrantes, alegres.

Desde a década de 80, Aleixo participa do movimento cultural. Aluno de Dalva de Barros e Nilson Pimenta, foi no Atelier Livre da UFMT que Cortez recebeu noções sobre arte. Surrealista, se considera um artista universal.

Freqüenta o Ateliê Livre da UFMT desde 1982 e, em Cuiabá participou de diversas coletivas do Museu de Arte e de Cultura Popular.

Apesar de ter trabalhado tanto com Dalva e Pimenta sua obra não sofre nenhuma influência destes.Pintor de traços firmes sua grande influência, segundo ele, é o espanhol Salvador Dali.
Nascida e criada em Duque de Caxias, RJ, a 14/02/1970, divorciada, formada em Direito, tem uma filha de doze anos, mora em Niterói, RJ, desde 2009, adora música, dança e cinema. Faz coleção de DVDs e ama filmes de ficção científica, drama e suspense. Dança todos os dias: Zouk e Dança de Salão. Escreve o tempo todo, recebendo inspiração sobre as coisas mais inusitadas.

Beatriz Oliveira cresceu ouvindo seus pais e avô materno tocando violão e cantando serestas. Grandes poemas e melodias antigas embalavam as suas noites, desde muito pequena, e fizeram com que escrevesse seu primeiro poema aos onze anos de idade. Ganhou o primeiro prêmio num concurso de poesias de sua escola primária, por um soneto, na mesma época. E ela vem escrevendo, desde então, poesias, crônicas e contos.

Beatriz Oliveira também é cantora e compositora, tendo cantado na noite carioca há alguns anos, acompanhando um grupo de bossa-nova, e ganho alguns prêmios no Festival de Talentos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e um prêmio de segundo e outro de primeiro lugar em composição no mesmo festival.
Rosana Maria de Barros Caldas- é cuiabana, filha e neta de cuiabanos. Formou-se em Direito, em 17 de agosto de 1991, pelo Instituto Metodista Bennett, no Rio de Janeiro-RJ. É Juíza do Trabalho desde 20 de outubro de 1994.

Concluiu em 2006, pela Universidade Cândido Mendes, o Curso de Especialização Latu Sensu em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho.

Foi agraciada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, em 16 de março de 2007, com a Ordem São José Operário do Mérito Judiciário do Trabalho no grau de Oficial.

Aprendi desde cedo a sentir a poesia, porque minha infância foi por ela regada. Sempre que nos reuníamos, meu pai declamava. Minha mãe nos ajudava a decorar e dramatizar poesias e peças teatrais, que apresentávamos nas férias na nossa casa”, lembra a poeta.

O gosto pela literatura e pela poesia é cercado de um certo mistério. Não se sabe exatamente o que leva uma pessoa a se aventurar pelas lides literárias. Quem faz poesia, normalmente, sabe ou desconfia de alguns fatores que o levaram a isso. A cuiabana Rosana Caldas, que é juíza do Trabalho há 15 anos, lançou seu primeiro livro de poesia, “Alma Feminina”.
Miguel Almeida - escritor e poeta Portugues, nasceu em Rãs, pequena aldeia do concelho de Sátão, distrito de Viseu, em 1970. 

Licenciado em Filosofia (Variante de Filosofia da Ciência) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também fez o Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente, exerce actualmente funções docentes na Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada.

Vive na Costa da Caparica, com a mulher, Carla, e o filho, Gabriel, na proximidade poética da família e do mar.

Rubens de Mendonça. Poeta, historiador e jornalista, nasceu e morreu em Cuiabá (27/07/1915 - 03/04/1983). Teve no pai, Estevão de Mendonça a grande inspiração para as letras. É considerado o maior expoente da historiografia mato-grossense. Escreveu e publicou 38 livros. Como jornalista contribuiu e atuou nos maiores veículos da mídia impressa como Correio da Semana, O Estado de Mato Grosso, Correio da Imprensa e Diário de Cuiabá. Pertenceu ao Instituto Histórico e Geográfico e à Academia Mato-grossense de Letras. 

Exerceu os cargos de Escriturário da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional e Delegacia Regional do Imposto de Rendas, foi Avaliador Judicial da Comarca da Capital, jornalista profissional.

Redator da 2ª Divisão da Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, Chefe do Escritório Regional da SUDAM, em Mato Grosso, professor da disciplina de Português, registrado na Divisão do ensino Industrial. 

Sob. Nº. 3773, do Ministério de Educação e Saúde. Poeta e historiador. Pertenceu à Associação de Imprensa Mato-Grossense.

Fez parte das seguintes sociedades culturais: Academia Mato-Grossense de Letras, Instituto Histórico de Mato Grosso, Sociedade de Geografia de Lisboa, Instituto “Antônio Cabreira”, de Lisboa, Instituto de Cultura Americana, de La Prata, Argentina, Centro Intellectual “Augustin Aspiazu”, de La Paz, Bolívia, Secretário Geral da Comissão Mato-Grossense de Folclore, da Academia Acreana de Letras (correspondente).

Domingo frio em São Paulo, sem marido, sem amigo, sem namorado. O bom e velho cigarro. Fumaça que aquece o peito e se dissolve na boca, café com leite por cima, pão com manteiga, queijo Minas.

A amiga apaixonada no telefone, paixão é doença na alma, desliga com cuidado. A zeladora e as contas do mês, fecha a porta e agradece. Na contracapa de um livro, a foto bonita de um homem, seus mitos sempre tão frágeis. A voz de Ella atrapalha nessa crônica, desliga e o barulho dos carros na Brigadeiro Luis Antônio. Na TV, Ata-me do Almodóvar, Bandeiras de ponta-cabeça, Victoria Abril em suspenso. Quem salva é Vinícius, afro-sambas. Um mês de espera atrás de um desconhecido conectado ao E-Mule. Dança. Gira o corpo. Sua. Taquicardia.

Domingo frio em São Paulo, sem vontade de ler, nem escrever, sem vontade. Um vinho de ontem, uma pizza requentada na frigideira, seus amigos e a defesa de uma literatura que não nasça do próprio umbigo. Parece praga. Contradição imediata. Evita escrever sobre si mesma, olha só o resultado. Procura na janela uma mulher que passe com coturno e casaco vermelhos. São muitas as mulheres que atravessam com sacolas de compras do supermercado. São tantas ofertas e a frase de Don Delillo: aqui não morremos, fazemos compras. Seu salário confuso diante do pequeno pote de palmito. Vontade de plantar alface no banheiro. Manjericão na sala. Viver de aipo.
Guapo ( Milton Pereira de Pinho)nascido em 1951, em Cáceres/MT. Descendente da velha estirpe mato-grossense desde 1725 quando Antonio de Pinho Azevedo, sertanista de Arouca – Lamego – Portugal, chegou em Cuiabá e casou com a cuiabana Doroteia dos Prazeres.

Guapo é filho de pai violeiro, tio cantor que se expressava em várias línguas: Português, Espanhol e Guarani. Sua avó paterna, Yolanda Widal de Pinho, era pianista, seu avô materno, Zacaria Pereira de Lima, era cururueiro (violeiro folclórico).

Guapo teve uma educação musical bem colocada pelo pai professor, matemático e físico, que considerava educar os ouvidos com todo tipo de música, para distinguir a qualidade. 

A vivência no Pantanal e sua riqueza sonora, sons de pássaros e animais, influenciaram-no decisivamente. Também a vivência no meio popular, bailes, festa de santo e outros festejos populares. De sua mãe, lavadeira ribeirinha, herdou e aprimorou o gosto popular: das lendas e mitos ribeirinhos. A mistura da influência paterna e materna, gerou o vivo interesse pela ciência e pela sensibilidade do conhecimento popular, que lhe suscitou o jeito autodidata de músico e pesquisador. Com 18 anos começou a tocar violão e nunca mais largou. Sempre gostou de pintura, literatura, cinema e poesia.
Eliane Potiguara foi indicada em 2005  ao Projeto Internacional "Mil mulheres ao Prêmio Nobel da Paz", é escritora, poeta, professora, formada em Letras (Português-Literatura) e Educação, ascendência indígena Potiguara, brasileira, fundadora do GRUMIN / Grupo Mulher-Educação Indígena. Membro do Inbrapi, Nearin, Comitê Intertribal, Ashoka (empreendedores sociais), Associação pela Paz, Cônsul de Poetas Del Mundo. Trabalhou pela Declaração Universal dos Direitos Indígenas na ONU em Genebra. Escreveu “METADE CARA, METADE MÁSCARA”, pela Global Editora.E seu último livrp é “O COCO QUE GUARDAVA A NOITE” Ganhou o Prêmio do PEN CLUB da Inglaterra e do Fundo Livre de Expressão, USA.

 Contato:
 Site pessoal: www.elianepotiguara.org.br    
 Site Institucional: www.grumin.org.br
 E-mail: elianepotiguara@uol.com.br
 Tel: 021-2577-5816/Cel: 021-9335-5551
Dalva de Barros - nasceu em Cuiabá no dia 27 de outubro de 1935, fruto do casamento entre o goiano Nabor de Barros e a maranhense Maria José Costa Barros.

Incentivo nunca faltou em sua vida.
No interior filha de pai garimpeiro, aprendeu bem cedo a comprar e a vender diamantes.

Durante muitos anos Dalva morou em uma fazenda em Estivado, localidade próxima ao município de Diamantino. Ali, sua mãe cuidava de um restaurante à beira da estrada.

Nos fundos, seu pai criava gado. E Dalva ministrava aulas em uma escola rural. Nas horas vagas, se dedicava ao desenho. O primeiro curso foi feito pelo Instituto Universal por correspondência aos 23 anos. Os primeiros quadros iam direto para as paredes do restaurante da família.




Em 1961 vai estudar em São Paulo na Fundação Armando Álvares Penteado. Além da pintura trabalhou como artesã durante um bom tempo. Em 1966, Dalva foi convidada pela crítica de arte Aline Figueiredo, para participar de um concurso em Campo Grande, com um quadro que retratava a lida nos garimpos, e acabou conquistando o terceiro lugar. Este quadro foi adquirido pelo diretor do Museu de Arte de São Paulo, Pietro Maria Baldi, a pedido de Assis Chateaubriand, que não pôde ir a Campo Grande porque estava doente.
Simone Moura e Mendes, casada, nascida em 14/10/67, em Maceió/AL. Formou-se em Administração de Empresas e Direito, além de haver cursado metade do curso de Psicologia.

Publicou dois livros de poesias: Incógnita (1997) e Eu mesma... nua (2001).

É Analista Judiciário do TRT da 19ª Região, onde, além de seus misteres institucionais, vem realizando, ao lado dos colegas de Unidade Jurisdicional, e com o apoio da Juíza Titular e da Presidente do Regional, o Projeto “Justiça à poesia”.

Nos idos dos seus 43 anos de idade, resolveu fazer incursões nas crônicas do cotidiano, com vária delas publicadas por jornais de grande circulação do Estado.

É colunista do blog www.luizberto.com (Jornal da Besta Fubana) e publica suas poesias e crônicas em seu blog pessoal: www.simonemouramendes.com , no Recanto das Letras, Escritores Alagoanos e Overmundo.
Esquizofrenia – A Conexão Espiritual
(parte I)

Cientificamente a esquizofrenia não é considerada como doença, no sentido clássico do termo, mas sim como um transtorno funcional do cérebro, devido as alterações químicas, que podem atingir diversos tipos de pessoas, sem exclusão de grupos ou classes sociais.

Segundo pesquisas científicas, os indivíduos acometidos da esquizofrenia, vivem em mundos paralelos, ligados entre o físico e a mente (espiritual).

Na psiquiatria moderna é considerada um sofrimento, por transmitir reflexos severos no comportamento, devido a alterações do pensamento, que geram alucinações visuais, sinestésicas, e sobretudo as auditivas.

As diversas manifestações da esquizofrenia confundem e fragmentam algumas teorias científicas de que a origem deste distúrbio é especificamente do cérebro, e tem como base nos estudos realizados indivíduos que se destacam no meio académico, artístico, político e social.

A classificação da estatística internacional de doenças relacionadas com a saúde mental, publicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), conclui que este distúrbio dirige-se para uma cura completa ou quase completa, a partir do momento em que a ciência ampliar horizontes e estudar a engenharia extra física. 

Membros da comunidade científica de todo o mundo divergem entre a genética hereditária e a genética extra física, e relutantes deixam aos poucos emergir teorias, quanto a real composição humana.
Adir Sodré de Souza. Rondonópolis MT 1962. Pintor e desenhista, mudou-se para Cuiabá com 15 anos de idade onde reside até hoje.

Freqüentou o ateliê livre da Fundação Cultural na UFMT, orientado por Humberto Spíndola e Dalva Maria de Barros, em 1977.


A partir de 1982, o seu trabalho orienta-se para uma temática regionalista, preocupando-se com o problema do índio e a invasão da indústria do turismo, a invasão causada pelo turismo em determinadas regiões do Brasil e ao consumismo.

Benedito Nunes - Pintor  e desenhista. Reside em Várzea Grande. Começou a pintar em 1978, freqüentando o Ateliê Livre da Fundação Cultural.

Com vinte e seis anos de carreira, além de prêmios e participação em importantes exposições como a do MAM SP/RJ em 1981, MASP 1980 e 1991, Nunes tem obras em importantes coleções, a exemplo, a de Gilberto Chateaubriand, cujo o acervo, maior da América Latina, está consignado ao MAM Rio de Janeiro.


Carlos López Dzur es un narrador, poeta y filósofo, nacido el 1 de septiembre y residente en Orange County, California, desde hace más de 30 años. Caribeño, nprincano, con visión hostosiana y bolivariana, Ph .D.  en Filosofía Contemporanea en la Universidad de California, Irvine. Cursó sus estudios de B.A. en Humanidades  e Historia Latinoamericana en la Universidad de Puerto Rico; obtuvo dos M. A. 'Summa Cum Laude' en Montana State y San Diego State University. En sus  estudios graduados en Filosofía Contemporánea, fue discípulo de los filósofos Dr. Alfred Stern y la Dra. Martha Nussbaum.

Su libro, «El Hombre Extendido», fue laureado en el Certamen Literario Chicano de la Universidad de California, Irvine, en 1986. Anteriormente, fue premiado su libro de ensayos y poemas «Cuaderno de Amor a Haití» en  Los Angeles; y  por la Casa de la Cultura de Long Beach en 1996 y 1998. Fundó y dirigió en San Diego la revista multicultural «Sequoyah», junto a los profesores César A. González, Dr. Juan Manuel Bernal Becerra y la Dra. Ivon Gordon-Vailakis.

Su primer libro fue Sarna de la ira parda (Editorial QeAser, 1980), cuentos; al que siguieron «La casa» (1988), poemas y dos ediciones de  El Hombre Extendido. Publicó las novelas «Simposio de Tlacuilos» (Editorial Nuevo Espacio, New Jersey, 2000) y «Las máscaras del tabú» (Great Unpublished, South Carolina, 2001). Sus libros más importantes están inéditos en papel, pero se han compartido extensamente en sus bitácoras y en innumerables revistas electrónicas, i.e., Inventario Social, ArgenPress, Isla Negra, KoolTourActiva, Muestrarario de Palabras, Letras Under, Letras Kiltra, Letras Salvajes, u otras. Textos suyos han sido traducidos al inglés, el francés y el portugués.

Entre sus poemarios y escritos, están «Teth, mi serpiente», «Rayos por celo de tu cuerpo». «El Libro de Anarquisras», «La revoluciónprofunda», «Tantralia», «Heideggerianas», «El libro de la guerra», «Hostosianas», «Leyendas históricas y cuentos coloraos», «Epoca de San Sebastián del Pepino», «Canto al hermetismo», «Sidur: Libro de Prasciones», «El ladrón bajo el abrigo», «Memorias de la contracultura», «Teoría de la sustentabilidad», y las novelas «El pueblo en sombras», «Diario de Simón Güeldres»,«Berkeley y yo», «Las juderías» y otros. Se ha dedicado a la enseñanza y el periodismo.

website:
Rayos por celo de tu cuerpo
Ivens Cuiabano Scaff. Clinico Geral, Infectologista, escritor, professor, verseiro e poeta. 

Ivens conta que o gosto pela literatura vem de infância, quando os pais lhe ofereciam livros a todo instante. “Isso me fez tão bem que quero passar adiante através dos livros que escrevo”, explica.
Criado no bairro do Porto, entre partidas e chegadas de lanchas que iam para lugares tão longe como Corumbá e Montevidéu, e corriam o risco de se perder entre os meandros do Pantanal, boiadas que estouravam em frente à sua casa e tios que chegavam, de repente, dos céus em pequenos teco-tecos, Ivens, apesar de sua formação como médica, guarda muita história, ouvida ou inventada, para contar. Elas vão surgindo devagar, porque ele ainda continua escutando, pois como dizem os cuiabanos:
 “Quer ver? Escuta!”

Gervane de Paula. Nasceu a 21 de Janeiro de 1961 em Cuiabá. Curador Independente, Animador Cultural, Artista Plástico e Objetista.

Começou a pintar em 1976, freqüentando o Ateliê Livre da Fundação Cultural de Mato Grosso. Escritor de poucas palavras, crítico social e humor refinado,Gervane de Paula, um dos mais conhecidos artistas plásticos de Mato Grosso.

São quase 30 anos de ofício, e muita história. Artista inquieto, ele não tem medo de expressar para a sociedade os  dilemas, a hipocrisia, a violência, a saúde... e também, de falar da infância e adolescência. Artista engajado, ele já ocupou alguns cargos burocráticos na área cultural. Suas telas sempre despertam algo, não é pintura certinha. São telas de quem vê o mundo sem receitas ou pieguice.


JORGE CASTAÑEDA.Poeta, escritor y periodista argentino nacido de padres rionegrinos en la ciudad de Bahía Blanca y radicado en Valcheta, provincia de Río Negro.

Ha publicado los siguientes libros: “La ciudad y otros poemas”, “Poemas breves”, “30 poemas”, “Poemas sureños”, “Sentir patagónico”, “Los atabales del tiempo”, “Valcheta, un pueblo con historia” y “Suma Patagónica”, “Pilquiniyeu es un chancho que vuela” edición digital “Que de libros” Ediciones, “Por la vida y por la Patria” Poemas edición digital “Que de libros” ediciones.

Tiene inéditos: “El lirio de los valles”, “Crónicas & Crónicas”, “Donde llora el ornitorrinco”.

Figura en varias antologías tanto nacionales como extranjeras, habiendo recibido numerosos premios por su obra literaria. Es conferencista sobre temas patagónicos.

Es miembro de la Sociedad Argentina de Escritores, de la Academia Virtual Sala de Poetas y Escritores de Brasil, Socio del Círculo de Poetas de la ciudad de Morón, de la Asociación Cultural Bilakabide de España, del Club de Amigos “El Paisaje” de Vizcaya, España, Socio de Honor del Ateneo Cultural de Buenos Aires, del Ateneo Cultural “El Hornero” de José C. Paz, miembro adherente del Fondo Editorial Bonaerense y del Editor Interamericano de Buenos Aires, Titular Académico del Centro Cultural Literario y Artístico “Agustín García Alonso” de España, Académico Benemérito del Centro Cultura “Gazeta de Felgueiras” de Portugal, Miembro de Honor del “Club de Intelectuales Franceses” de París, Socio de la Unión de Poetas y Escritores Argentinos de Buenos Aires, Miembro de Número de la Fraternidad Internacional de Escritores con sede en Estados Unidos, Académico de Mérito de la Academia Internacional de Pontzen  de Milán, Italia, de la Asociación Cultural “Amigos del Teatro” de España, destacado como personalidad de la cultura año 2000 por la Extensión Cultural de la Compañía General de Inversiones, Miembro del Comité de Honor de la Academia “Padre Pío de Pietralcina, de Italia, Miembro Numerario de la Asociación Mundial de Escritores con sede en León, España, Miembro del Centro Literario “Bartolomé Mitre” de la ciudad de Azul, República Argentina, Diploma de Honor extendido por la Municipalidad de la ciudad de Quilmes, R. Argentina, Miembro Correspondiente de la Unión Cultural Americana con sede en Buenos Aires, Certificado de Excelencia en Letras otorgado por la Universidad de Colorado (EEUU), Certificado de Honor otorgado por la Embajada de la República del Líbano en Buenos Aires, Cónsul para la provincia de Río Negro de “Poetas del Mundo” con sede en Chile, Miembro Asociado al Colectivo Internacional “Sane Society” y de “Talen Seekers de EEUU, Miembro de la Unión Mundial de Poetas Laureados, Asociado del grupo de Poetas y Escritores Bilingües “Pensarte” de Seattle (EEUU), Miembro de la “Red Mundial de Escritores en Español (España), Poeta Asociado a la World Poets Society “Asociación Mundial de Poetas con sede en Grecia, integrante del colectivo ComunicArte, del grupo internacional de poetas “Antonio Miranda” de Brasil, representante en Argentina de “Abrace” entidad cultural de Montevideo, Uruguay, Socio de “La Voz de la Palabra Escrita” de España, Miembro de la Sociedad de Escritores Latinoamericanos y Europeos (Selae) con sede Milán, Italia, Miembro de la Asociación Latinoamericana de Poetas, Escritores y Artistas (Asolapo) con sede en Cuzco, Perú, integrante de Personalidades del Arte Mundial (EEUU), Colaborador de la Asociación Artística y Literaria “Palabra Siglo XXI” de Brasil, Delegado Honorario de la Sección Argentina del Foro Internacional de Cultura y Literatura por la Paz, Miembro del Congreso de la Sociedad de la Cultura Latina con sede en Brasil, Miembro de la Unión Hispanoamericana de Escritores con sede en Perú, Embajador Universal por la Paz designado por el Circulo Universal de la Paz con sede en Ginebra, Suiza; miembro del Colectivo Cultural “Hía Tahuikatzi” de Sonora, México; Miembro Fundador de Naciones Unidas por las Letras, con sede en Colombia; Miembro del Colectivo “Ave Viajera” de Colombia, figura en la Antología Poética Nacional por la provincia de Río Negro, editorial “Gazeta Virtual”. También han sido publicados textos en la prestigiosa revista Carta Lírica y en la antología literaria “Rostros y voces” figura con una nota bibliográfica y currículum y textos.



Jorge Guedes - Pesquisador, Cientista e Psicoterapeuta, é o primeiro a dedicar-se a Investigação e Pesquisa da Regeneração e Reativação das Células-Tronco, tendo no momento como Excelência a: "Terapia Bio-Celular IN VIVO". Página pessoal: Jorge Guedes


Abel Santos Anjos Filho, ou "Habel Dy Anjos", mineiro de Uberaba, especialista em Semiótica é Professor e Coordenador de Ensino de Graduação do Curso de Licenciatura em Música do Departamento de Artes da Universidade Federal de Mato Grosso.

Renomado pesquisador e divulgador da Viola-de-cocho no Brasil e  no exterior, foi escolhido em 1995 como um dos personagens do Programa “Gente que Faz” da Rede Globo em parceria com o Bamerindus.

Escritor com três livros publicados é Compositor de diversas obras musicais de caráter erudito, sacro e popular. Dentre elas, destaca-se o “Hino à Bandeira de Mato Grosso”, a  “Sinfonia Pantaneira” (primeira Obra do mundo para Viola-de-cocho e orquestra), a música dos Hinos dos municípios de Campo Verde, Mirassol D’Oeste e Santa Terezinha.

Produtor e arranjador musical de 14 CD’s  sobre a cultura regional – Cururu e Siriri e de artistas regionais, tais como Dr. Moisés Mendes Martins, Maestro China, Vera Capilé. Foi também produtor dos CD’s das Corporações do Exército brasileiro e da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso.

Recebeu, em 1996, o título de “Cidadão Cuiabano”, a “Comenda Rondon” por Santo Antônio de Leverger. Agraciado pela Assembléia Legislativa de Mato Grosso com a “Moção de Louvor” e com o título de "Cidadão Mato-Grossense",  por seus relevantes serviços prestados à cultura de Mato Grosso.
João Sebastião Francisco da Costa (Cuiabá MT 1949) ou simplesmente João Sebastião - Desenhista, pintor, figurinista e professor.

Foi com sua mãe, a artista Alexandra Barros da Costa,  que João Sebastião descobriu o seu talento para a arte. Aos 7 anos de idade João via sua mãe modelar o barro, e fazer suas peças em cerâmica, e encantado com isso ele começou a ajudá-la a pintar as peças, “aos 12 anos já tinha meu próprio atelier” conta João. 

Inicia seus estudos de pintura com Bartira de Mendonça em 1965.

Entre 1966 e 1967, trava contato com artistas representativos de tendências modernas, no Rio de Janeiro.

Por volta de 1969, começa a freqüentar o ateliê de Humberto Espíndola, Campo Grande (Mato Grosso do Sul). A partir de 1973, desenvolve atividades artísticas no Museu de Arte e Cultura Popular na UFMT, em Cuiabá (Mato Grosso).
Clóvis Rezende Matos - De São Gonçalo Do Abaeté, Minas Gerais, nasceu a 10 de Maio de 1955, historiador, produtor cultural e criador do Projeto Inclusão Literária e, como ele mesmo diz:  "sempre de bem com a vida, qualquer que seja a situação."

Foi Presidente da Fundação Cultural, hoje, Secretaria de Cultura do Estado de Mato Grosso no período de 1990-1991 e hoje, além do projeto que desenvolve, também é funcionário da Universidade Federal do Estado de Mato Grosso (UFMT).

Com o desejo de levar para a sociedade, um pouco mais de leitura e cultura para o desenvolvimento do saber de crianças, jovens e adultos, elaborou e desenvolve o Projeto Inclusão Literária que atua nas ruas, vilas e comunidades rurais, periferias, escolas, assentamentos, quilombolas, shoppings, feiras livres da capital e interior, contribuindo para o acesso gratuito à leitura de livros, revista, jornais, além das atividades lúdicas como teatro e música.

Jim Carbonera, nasceu no dia de 27 de fevereiro de 1982 em  Porto Alegre-RS, Brasil e reside ainda hoje nessa cidade que serve de inspiração para suas escritas. Educado em uma família de descendência italiana, teve uma criação católica e com valores morais rígidos.
 
Na juventude, esforçou-se para livrar-se desses dogmas sociais e familiares que guiaram sua infância.

Começou a realizar esse desejo quando se integrou na cena rock and roll da cidade. Frequentando bares e a boêmia local, conheceu artistas errantes que despertaram sua veia artística.

Iniciou escrevendo poemas e poesias sobre o cotidiano, expandindo-se com o tempo para outras áreas literárias. A partir de autores como Jack Kerouac, Charles Bukowski, Hunter S. Thompson, John Fante, Henry Miller, Pedro Juan Gutiérrez e Rubem Fonseca, injetou alma e realismo sujo a sua narrativa.

Formou-se em turismo, exercendo a profissão por quatro anos e abandonando-a para dedicar-se integralmente à literatura. Lançou pelo selo da Editora Multifoco os livros: Divina Sujeira e Insana Loucura – poemas de um cotidiano incerto.

Atualmente o autor trabalha em seu primeiro romance.

O Paradoxo do Vazio
A conexão espiritual


Ao longo de boa parte da história da humanidade houve sempre uma distinção entre aqueles que pesquisavam a Espiritualidade e as pessoas que parecem ter interesses por fenômenos  relacionados com a Espiritualidade,  mas nos últimos anos esse tipo de divisão cada vez foi ficando mais tênue. Não só foram surgindo casos em que os investigadores e cientistas passaram a ter suas próprias experiências,  como muitos desses foram percebendo de que, de uma maneira ou outra, o envolvimento com a Espiritualidade no dia a dia, o conceito do refutável parece ser uma integração direta com o entender e aceitar a conexão corpo, espírito, ação e reação, responsáveis inclusive, pelas más formações genéticas e outros distúrbios  provocados pela estreita ligação entre o poder, a submissão,  a auto-rejeição, as compulsões, o medo, a tendência ao suicídio, aos químicos,  aos envolvimentos obsessivos, ao vazio de sentimentos, as mutilações, as atrações físicas, as causas da pobreza e da miséria, as depressões, a esquizofrenia e as alterações comportamentais sem origem definida. Nessa palestra Jorge Guedes abordará de maneira aprofundada e inédita essas questões, abordando também casos vivenciados  por alguns investigadores do exterior, como revelará particularidades de suas próprias experiências  com o Extra Físico e porque a espiritualidade voltada para a consciencialização da humanidade, para uma melhor compreensão, interação e conexão se auto denomina Espiritualidade Independente.
Rafael Duarte nasceu em 17 de outubro de 1978, na cidade de São Paulo. 
Iniciou, em 1999, nas artes como escultor de carros alegóricos para o carnaval, como parte das pesquisas para sua graduação em Desenho Industrial
  
Em 2001, viajou para Estocolmo com objetivo de aperfeiçoar-se no cenário do design internacional.
Em 2003 ingressou no universo de agências e escritórios de design como assistente de arte do renomado designer Ivan Nóbrega.
A sua produção artística, por meio da técnica da colagem, começou em 2008 após cursos e workshops, entre eles, ministrado pelo designer Rico Lins. 
Participou de exposições de posteres digitais, como o Coletivo Underground. Mais tarde se especializou em Direção de Arte pela Faculdade Belas Artes. Atualmente Diretor Criativo da agência MissLily.
Suas obras são vendidas diretamente para colecionadores de destaque no cenário da arte em São Paulo e Minas Gerais. 
Reúne um acervo de colagem com mais de 40 obras. 
Assina seus trabalhos sob o codinome, Kin Jin.

Ulises Varsovia. Nací el 2 de julio de 1949 en Valparaíso, cuyo mar y sus tempestades marcaron definitivamente mi persona y mi poesía.

Estudié varias asignaturas humanísticas, y trabajé en tres universidades, tanto en historia como en historia del arte, al mismo tiempo que escribía poesía. En 1985 salí a doctorarme a Alemania, y como mi mujer es suiza, pude trabajar y quedar-me en San Gallen, ciudad en cuya universidad hago un par de lecciones.

He publicado 28 títulos de poesía, cinco de ellos en Chile, y tres dedicados aValparaíso, el último: Hermanía: La Hermandad de la Orilla, en Apostrophes de Santiago (www.apos.cl). El libro más antiguo que he publicado es Jinetes Nocturnos, de 1974, pero tengo otros inéditos más antiguos. En 1972 publiqué un cuadernillo, Sueños de Amor, que circuló sólo entre amigos.