Mick Jagger chega aos 70 com gingado intacto; lembre momentos marcantes [Revista Biografia]

Mick Jagger chega aos 70 com gingado intacto; lembre momentos marcantes

Ao celebrar 70 anos na sexta-feira (26), Mick Jagger pode se vangloriar de requebrar ao som de "Sympathy For The Devil" com o mesmo traquejo de 1968, quando apresentou um dos hinos dos Rolling Stones pela primeira vez.

O vocalista pouco mudou em 50 anos de carreira, período em que a banda vendeu mais de 200 milhões de álbuns. Para a alegria dos fãs, Jagger e os Stones não tentaram se reinventar.

Nas últimas semanas, o cantor celebrou o jubileu de ouro do grupo com uma turnê, "50 & Counting", que incluiu a estreia dos veteranos no tradicional festival de Glastonbury, no fim de junho. Cerca de 100 mil pessoas foram assistir aos remelexos do senhor Jagger.


Nos dias 6 e 13 de julho, a trupe ancorou no Hyde Park, em Londres, onde havia tocado em 1969. Quarenta e quatro anos atrás, o show gratuito The Stones in the Park [os Stones no parque] teve público estimado em 500 mil pessoas.

Naquela ocasião, em homenagem ao guitarrista Brian Jones (1942-1969), morto dois dias antes, Jagger leu um trecho do poema "Adonais", escrito pelo poeta inglês Percy Bysshe Shelley em tributo ao também escritor John Keats (1795-1821).

As apresentações de 2013 não tiveram entrada franca os bilhetes custavam até £330 (R$ 1.140). Mas isso não impediu o evento de atingir sua lotação (65 mil pessoas) em três minutos de vendas.

O entusiasmo chegou à crítica. Em sua resenha, o crítico Paul Sexton, da revista "Billboard", afirmou que poucas vezes a banda pareceu tão feliz no palco.

Depois dos shows, a banda ainda lançou o disco "Hyde Park Live", disponível exclusivamente para usuários do iTunes durante um mês. E Jagger disse, em entrevista à revista inglesa "NME", que gostaria de tocar lá novamente. "Foi uma ótima apresentação. Eu adorei. Acabou sendo maravilhoso, com o sol se ponto atrás do parque. Foi uma perfeita tarde londrina."


Jagger celebrou seu aniversário há dez dias em um clube no bairro de Mayfair, em Londres, mas foi visto saindo cedo da própria festa. Nascido na cidade de Dartford, na Inglaterra, filho de um professor de educação física e de uma cabeleireira australiana, Jagger largou a London School of Economics, prestigiada faculdade britânica, para se dedicar à música. Em 2010, teve seu patrimônio estimado em £190 milhões (cerca de R$ 650 milhões) pelo jornal 
"The Sunday Times".

Apesar de não ter fugido na juventude à tríade rock'n'roll, drogas e álcool --e de ter sido preso em 1967 com Keith Richards, ambos sob a acusação de porte de drogas--, o músico atende em alguns círculos por "Sir Jagger". Ele recebeu o título de cavaleiro da Ordem do Império Britânico em 2003.

Longe da compostura real, os chutes e pulos de Mick Jagger são tão singulares que inspiraram uma canção: "Moves Like Jagger", hit de 2011 da banda pop Maroon 5. Na letra, para impressionar uma mulher, o vocalista diz que sabe dançar como Mick Jagger.

Não é só o gingado do setentão que chama a atenção. A lista de beldades que sucumbiram aos seus gracejos é digna de nota. Lá estão a modelo Chrissie Shrimpton, a cantora Marianne Faithfull, a ativista Bianca De Macias (sua primeira mulher) e a modelo Jerry Hall, além da brasileira Luciana Gimenez. Ecumênico, Jagger também admitiu, na revista britânica "The Face", que havia tido relações homossexuais, inclusive com o músico David Bowie.

Sua namorada atual é a estilista L'Wren Scott. E Jagger é pai de sete filhos, entre eles o brasileiro Lucas, com Luciana.

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