IRON JUNQUEIRA [Escritor Brasileiro]


IRON JUNQUEIRA nasceu em Brazabrantes, então distrito de Anápolis, aos 22 de dezembro de 1938. Filho de Sebastião Pedro Junqueira e Dona Benedita Cordeiro de Toledo. Fez o fundamental nos colégios Santana, Santo Antônio e o ensino médio no Ginásio Anchieta e Estadual de Anápolis, onde não o concluiu, deixando os estudos para trabalhar, o que faz desde os oito anos até hoje. É casado com Maria de Jesus dos Santos e teve com ela oito filhos, duas faleceram (acidente e encefalite). São eles: Éden, Iron Junior, Juliano, Giovanni, Maximiliano e Marion. Iron trabalhou em jornais e rádio difusão por mais de trinta anos, fez jornais, teatro, e se tornou escritor, tendo escrito até o momento CEM obras, incluindo as que se acham no prelo. Em l966 fundou o Lar da Criança Humberto de Campos, inaugurado em 25/12/68. Recolheu e amparou centenas de crianças ao longo de sua existência. Foi o primeiro classificado em concurso literário com seu livro de sonetos “Murmúrios da Noite” e recebeu “Menção Honrosa” pelo romance “Meu Filho Triste Querido”. Ainda hoje escreve para jornais da cidade e do Estado. É autor de “Há Tantas Flores pelos Caminhos”, “Lições da Vida”, do romance “O Nonô de Naná” e vários outros de contos, crônicas, poesias e críticas. É impetrante de academias e agremiações literárias.


OBRAS DE IRON JUNQUEIRA 

1 – Há tantas flores pelos caminhos...
2 – Lições da vida.
3 – No palco da vida.
4 – Quando brilhar de novo o sol.
5 – O lado pitoresco da vida.
6 – Páginas recreativas.
7 – Raio de sol.
8 - Canção do amanhecer.
9 – Caminheiros.
10 – Canção da esperança.
11 – Vereda de Luz.
12 – O nonô de naná. (segunda edição).
13 – Primavera ao longe.
14 – Nas paragens dos homens.
15 – Pelo clarão da janela.
16 – Toda poesia de amor.
17 – Na trilha da esperança.
18 – Por aí...
19 – Ontem...
20 – Um punhado de versos.
21 – As cigarras estão cantando.
22 – O pombinho dourado.
23 – Agora!
24 – Uma voz ao crepúsculo.
25 – Este rosto não me parece estranho...
26 – Água doce.
27 – Rir – piadas da vida real.
28 – Há um aroma de rosas.
29 – À um aroma de rosas.
30 – Uma verdadeira escola de vida.
31 – Palavras de conforto.
32 – Cenas da cidade.
33 – A poesia da noite.
34 – Muito além do azul.
35 – Poesia em três faces.
36 – Sonho azul.
37 – Páginas esmaecidas.
38 – Mocidade e morte (diário do cárcere).
39 – Outono...
40 – O homem dos caminhos áridos.
41 – Palavras de conforto.
42 – Folhas que se vão.
43 – Sonho Azul.
44 – Muito além do azul.
45 – Porque tinha que ser.
46 – 100 sonetos.
47 – Sob o olhar dos céus.
48 – A crônica de Anápolis.
49 – Murmúrios da noite. (1º lugar no concurso literário da Bolsa J.L. de Oliveira)
49 – E isso aí, gente!
50 – O vento e a saudade. 

OS LIVROS SÃO ENCONTRADOS EM BANCAS DE REVISTA DE ANÁPOLIS, E NO LAR DA CRIANÇA HUMBERTO DE CAMPOS.



PRÓXIMOS LANÇAMENTOS 

51 – De novo, o amanhã.
52 – Águias feridas.
53 – Dramas e comédias.
54 – Recados.
55 – Naquele tempo.
56 – Uma candeia aos simples.
57 – Rumos.
58 – Histórias de um ET...
59 – Argamassa para edificação da personalidade.
60 – Como sofrer menos.
61 – Meu filho triste querido
62 – Cenas da cidade II.
63 – Cenas da cidade III.
64 – Aljôfar de luz.
65 – Crônicas esparsas.
66 – Calma... pense...
67 – Contos que encantam...
68 – Uma loucura de vida... (traços biográficos).
69 – Provérbios irônicos.
70 – Provérbios de sabedoria.
71 – Inverno.
72 – Palavras de conforto II.
73 – Palavras de conforto III. 
 O SONETO 

Soneto faz bem à alma. É qual uma melodia nova, diferente, que nos surpreende, que nos emociona pelo ineditismo inesperado. Não importa se o leitor não gostou deste ou daquele verso. Prossiga lendo, haverá um entre tantos que lhe tocará o espírito e lhe trará gosto, prazer como se fosse tudo o que sonhava dizer para alguém ou ouvir de outro. Quem sabe lhe aparecerá o recado que mudará sua vida para sempre e para melhor.

O soneto é um “pequeno som” que lhe alentará a vida. O real significado das duas quadras e dois tercetos é esse mesmo – “pequeno som”, mas tão bom de se sentir ou ouvir ou recitar que passa a fazer parte do seu ego. Há trechos melódicos que ouvi quando criança que propulsionam minha vida para frente e me despertam inusitado  contentamento. Passei cinco anos ouvindo uma só música dia e noite, ininterruptamente, no carro, no trabalho, até que outra veio me trazer novo alento à alma.

Foram alguns trechos de Mozart, o “Classical” de Nana Mouskouri, “Tristesse” de Chopin”, “Le lac de Coma”, “O Mio Babbino Caro”, “Mio Tesoro”, “La Romanina”, “Will”, “Largo”, Bolero de Ravel “Heaven” e , com Sarita Montiel, “No volvere”, “Nabuco” (de Verdi), “Nessun Dorma”, “Casta Diva”, etc. E os sonetos “Duas almas”, de Alceu Wamosy; “Voltei”, de Panzek, “Tercetos”, “Maldição” e “Benedictus”, de Olavo Bilac. Nunca,  jamais, essas peças literárias e sonoras sairão de minha memória. Para felicidade minha. Assim é a arte da poesia, a poesia da arte. A alma do poeta.

Tal como o homem precisa do ar, do alimento, do trabalho, sua alma tem uma insaciável necessidade do transcendental para ser feliz e evoluir, alimentando o espírito daquela essência emocional que lhe dá sentido à mente, ao ego, como uma espécie de alimento à vida, ao sonho, à esperança.

Mesmo que alguns sonetos lhe pareçam complexos, passe para outros e volte aos “refutados”; vá se familiarizando com os que caíram no seu gosto — e muitos deles serão seus amigos e bússolas para o resto da  vida. Adoro as mulheres, as crianças, a natureza, com toda a sua exuberância, mas tudo isto,  sem a poesia, é vida sem vida, corpo sem alma, treva sem luz.

IRON JUNQUEIRA
Todos os direitos autorais reservados ao autor.

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