PEDRO CHAGAS FREITAS [Redator. Publicitário, Jornalista,Poeta, Cronista,Humorista, Editor e Escritor Português]


PEDRO CHAGAS FREITAS é um palerma. Foi com palermice que escreveu mais de 150 obras de todos os géneros – 21 das quais já publicadas. Foi com palermice que venceu prémios literários desde o início da sua carreira. Foi com palermice que inventou o ilusionismo linguístico – através do qual tem conduzido, por entre jogos e legos e copos partidos, milhares de pessoas pelos caminhos da escrita. Foi com palermice que foi, ou talvez ainda seja, redactor publicitário, jornalista, cronista, guionista, criador de jogos, humorista, editor, chefe de redacção – e também operário fabril, nadador-salvador, barman e porteiro de bar. Acredita que a única coisa que deve ser levada a sério é a brincadeira. E cumpre-o diariamente. Até nesta autobiografia que acabou de escrever.

Ainda antes de ter estudado Linguística na Universidade Nova de Lisboa, entre 1998 e 2002, já se dedicava à escrita. Começou por ser, em 1997, com apenas 18 anos, chefe de redacção da revista vimaranense “Estádio D. Afonso Henriques”. Em 2001 começou a escrever para o jornal “A Bola” e em 2003 também para o jornal “Desportivo de Guimarães”. Publicou crónicas de ficção e reflexão no jornal “Povo de Guimarães” entre 2003 e 2007. Entre 2005 e 2007, foi chefe de redacção e editor do jornal “Global Minho & Porto”. Entre 2003 e 2008 foi também redactor do jornal “Inside ”, nas secções de cultura e desporto.



Durante o ano de 2004, foi contratado pelo grupo editorial “Impala”, onde esteve como redactor de livros genéricos. Em 2005, iniciou o seu percurso no mundo da escrita publicitária, assumindo o cargo de redactor criativo na agência de publicidade “Motive”. Publicou, nesse mesmo ano, a sua primeira obra literária, “Mata-me”, apresentada pelo crítico literário Fernando Venâncio. Seguiu-se, em 2006, a publicação de “O Evangelho da Alucinação ”, com apresentação a cargo do dramaturgo e escritor Teixeira Moita.


Ainda em 2006, venceu o Prémio Bolsa Jovens Criadores, que lhe foi atribuído pelo Centro Nacional de Cultura e pelo Instituto Português da Juventude.Entre 2006 e 2008, escreveu micro-ficções para a revista "Minguante"4 e crónicas de humor para a revista "Rede 2020".5 Entre 2007 e 2009, publicou trabalhos de reportagem, entrevista e crónicas de ficção, humor e reflexão na revista "Plenitude". Em 2007, publicou “Já alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo”, com apresentação do escritor Paulo Kellerman. Nesse mesmo ano, publicou ainda "A Guerra da Secessão: 1981 - 1985", uma obra de cariz histórico sobre a Guerra Cívil Americana. Em 2008, escreveu o tema “Um Bolero e uma Noite de Verão”, para o músico austríaco Michael Kotzian. Ainda em 2008, lançou “Os Dias na Noite”, com apresentações a cargo do jornalista Carlos Castro, do crítico literário Fernando Venâncio e do vocalista dos "Mão Morta", Adolfo Luxúria Canibal.




Escreveu, entre 2006 e 2009, biografias e livros genéricos para a editora “Mediapromo”. Publica, desde 2006, crónicas de reflexão e opinião no jornal “Notícias de Guimarães”. Regressou, entre 2008 e meados de 2010, ao mundo da publicidade, como redactor criativo na agência de publicidade IA&RB, onde concebeu anúncios de imprensa e onde se estreou como argumentista, escrevendo guiões de anúncios de televisão e vídeos institucionais para marcas e empresas como Jerónimo Martins e Pingo Doce. Foi, em 2008, um dos autores convidados a participar na antologia de homenagem a António Ramos Rosa "Um Poema Para Ramos Rosa”. Criou, em 2009, o Campeonato Nacional de Escrita Criativa e, em 2010, o primeiro livro escrito em directo no Facebook , onde tem um clube de fãs que conta com mais de 13 mil pessoas.

Desde 2001 que é coordenador de sessões de escrita criativa um pouco por todo o país, concebendo e realizando cursos em Caminha, Cascais, Aveiro, Famalicão, Amarante, Guimarães, Lisboa, Porto e Ponta Delgada, contabilizando já mais de mil horas de formação na área.



É o criador do Ilusionismo Linguístico, uma metodologia inovadora que desenvolve a escrita de quem a experimenta de forma lúdica e lógica.

Ainda neste domínio de trabalho, tem vindo a coordenar e a levar ao terreno seminários e workshops sobre metodologias criativas para professores e formadores.

Assina, desde 2010, crónicas para o jornal desportivo "Academia de Talentos". Nesse mesmo ano, iniciou-se em rádio, sendo o criador e o apresentador de "Ensaios sobre a Imbecilidade”, um programa de entrevista humorística da Rádio Fundação.

Ainda em 2010, de forma surpreendente, publicou 10 obras da sua autoria em simultâneo: “A Pele do Medo”, “As Incongruências da Sorte”, “Porque Ris Sabendo que Vais Morrer”, “Gotas de Dor“, “Espasmos de Pânico”, “Espasmos d'Alma”, “Só os Feios é Que São Fiéis”, “Chãos Pisados”, “Separação de Males” e “Envelhenescer” - com apresentação a cargo da jornalista Alberta Marques Fernandes, do músico Carlos Alberto Moniz, da apresentadora televisiva Paula Castelar e prefácios assinados por nomes como a escritora e jornalista Ana Cristina Pereira, o jornalista Paulo Catarro e o escritor Paulo Kellerman.



Em 2011, começou o ano com mais uma iniciativa inédita e que fez história: "Livro (em) Directo"19 , em que escreveu, em directo e sem parar, durante 24 horas no âmbito da Porto Book Stock Fair, no Porto. Para a criação da obra - que, ao final das 24 horas, tinha já mais de uma centena de páginas -, contribuíram nomes bem conhecidos de várias áreas, como o médico Fernando Póvoas, a cantora e compositora Mafalda Arnauth e a jornalista Alberta Marques Fernandes.Em Maio do mesmo ano, lançou o projecto "Uma Obra, Mil Autores"20 , através do qual pretende criar o romance com mais (1000) autores da História da Literatura. No final do ano, em mais uma inovadora opção, publicou "Os Fragmentos de Chagas , uma agenda onde se podem encontrar dezenas de pequenos textos de sua autoria.

Em 2012, estreou-se como apresentador de televisão, sendo o autor e o apresentador da rubrica de literatura do programa MVMagazine, no canal MVM (158 da ZON e 17 da Cabovisão). Em paralelo, criou e apresentou o programa de Rádio "Só Te Quero Pelo Teu Corpo", da Rádio Fundação.



Ainda em 2012, concebeu e colocou no terreno o primeiro curso de escrita criativa realizado 100% através do Facebook (onde tem mais de 30 mil fãs)- através de uma metodologia pioneira em todo o mundo.

A 12 de Abril do mesmo ano, lançou "Eu Sou Deus", a sua 17ª obra (um livro de crónica e auto-desenvolvimento), no BBC - Belém Bar Café, com apresentação a cargo da bióloga e escritora Clara Pinto Correia, do jornalista e crítico de televisão Francisco Penim e do actor e apresentador Gustavo Santos.
Foi, a 19 de Abril de 2012, um dos speakers de referência 24 da ICSC European Conference, uma das mais importantes conferências mundiais a nível do retalho. Pouco mais de uma semana depois foi também um dos principais oradores da Grande Conferência "A Criatividade e o Ensino", que decorreu na Exponor, no Porto.

Lançou, em Novembro de 2012, "Ou é Tudo ou Não Vale Nada" , uma obra escrita em directo e ao vivo ao longo de 2012 minutos, com a ajuda de nomes como os de Pedro Boucherie Mendes, Rui Sinel de Cordes, Jorge Mourato e muitos outros.

Em 2013 lançou "In Sexus Veritas"", um romance com 1500 páginas e que foi apresentado pelo jornalista Rui Miguel Mendonça e pelo também jornalista Álvaro Costa.






Obras Publicadas

Mata-me (Corpos Editora, 2005)
O Evangelho da Alucinação (Corpos Editora, 2006)
Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)
A Guerra da Secessão: 1861 – 1865 (MediaPromo, 2007)
Os Dias na Noite (Indiebooks, 2008)
A Pele do Medo (Sinapis Editores, 2010)
As Incongruências da Sorte (Sinapis Editores, 2010)
Porque Ris Sabendo que Vais Morrer (Sinapis Editores, 2010)
Gotas de Dor (Sinapis Editores, 2010)
Espasmos de Pânico (Sinapis Editores, 2010)
Espasmos d’Alma (Sinapis Editores, 2010)
Só os Feios é Que São Fiéis (Sinapis Editores, 2010)
Chãos Pisados (Sinapis Editores, 2010)
Separação de Males (Sinapis Editores, 2010)
Envelhenescer (Sinapis Editores, 2010)
Os Fragmentos de Chagas (Sinapis Editores, 2011)
Eu Sou Deus (Chiado Editora, 2012)
Ou é Tudo ou Não Vale Nada (Chiado Editora, 2012)
In Sexus Veritas (Chiado Editora, 2013)



Participação em Colectâneas

Um Poema para Ramos Rosa (Editora Labirinto, 2008)



Obras Coordenadas

Os Filhos da Escrita (produzida por um grupo de crianças e adolescentes de Guimarães) (Corpos Editora, 2008)
Amo-te, Escrita (produzida por alunos do 1º Ciclo de 4 escolas de Famalicão) (Câmara Municipal de Famalicão, 2010)
Se Eu Fosse Maria Moisés (produzida por alunos do 1º Ciclo de 4 escolas de Famalicão) (Câmara Municipal de Famalicão, 2011)



Pensamentos de Chagas

“É por causa dos que vivem na Lua – só por eles – que vale a pena viver na Terra.”

“Há dois caminhos para veres o que procuras: procurares o que procuras; ou: encontrares o que procuras.”

“Divertires-te até à puta da loucura: eis a tua maior prova de sanidade.”

“É quem ouve, e não quem diz, que decide o que é dito. E está tudo dito.”

“Sempre que não souberes o que dizer, limita-te a dizer aquilo que sabes.”

“Quando caíres em tentação, procura levantar-te ainda com respiração.”

“Tentar viver sem errar: eis o maior erro que podes cometer.”

 “A essência humana é , no fundo, bastante simples de entender. Quer-se o que não se tem. E, quando se tem, continua a querer-se o que não se tem.”
 
“Manda o chefe à merda, a rotina pentear macacos, o mais-ou-menos ao bilhar grande. Quando fizeres, faz em grande.”


A Pele

Que nunca a pele abdique das rugas, pois é apenas nelas que me assumo sem fugas.
Que só o orgasmo me rasgue a pele, que só o prazer me faça devoto fiel.
E que nada se passe para aquém de mim, e que eu seja o insano que vive sem fim.
E que todos os homens se abracem sem medo, e que beijar e amar jamais sejam segredo.
Que haja grito, gemido e esgar – e que eu nunca me canse de viver e gozar.
Que haja “vem”, “ama” e “sente” – e que todas as pessoas sejam pessoas e gente.
Que não haja quem pense que viver é continuar,  que a euforia seja o mínimo que me possa contentar.
Que não haja o que se deita apenas para vencer, porque é apenas assim que se festeja o perder.
Que nunca da mediocridade se faça lei, que nunca eu esconda toda a verdade que sei.
Que erga a voz por mais que me doa, que eu seja o que sofre e pene – e que ainda assim perdoa.
Que nunca a pele abdique das rugas, pois é apenas nelas que me assumo sem fugas.



  
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PEDRO CHAGAS FREITAS 
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