ANA PELUSO /
ANGELA LEITE DE SOUZA /
As mulheres poetas na literatura brasileira /
LISBETH LIMA DE OLIVEIRA /
ROSANGELA DARWICH /
Rubens Jardim
AS MULHERES POETAS NA LITERATURA BRASILEIRA (45ª POSTAGEM) [Rubens Jardim]
AS
MULHERES POETAS NA LITERATURA BRASILEIRA (45ª POSTAGEM)
ANGELA LEITE DE
SOUZA(19 ) poeta mineira, trabalhou por
cerca de 30 anos em diversos órgãos da imprensa brasileira. Publicou dezenas de
livros, a maioria na área infanto-juvenil. Com o livro de poemas Estas muitas Minas,
conquistou o prêmio Casa de las Américas de Literatura Brasileira, de Cuba, em
1997. Estreou com Amoras com Açucar (1982). Publicou também Lição das horas, e
Entre linhas, recém-lançados.
TUDO
A paz humana jaz
nesse teu peito sem tréguas.
Amansa a ânsia.
Despe o desejo.
Verga a vaidade.
Sonda a solidão.
Aquieta tuas águas turvas
para ver-lhes o fundo.
Despoja-te de tudo
Até seres só amor.
Até seres tudo.
Colunas /
Marcel Camargo
Coisas a gente compra de novo, pessoas a gente perde para sempre [Marcel Camargo]
Coisas a gente compra de
novo, pessoas a gente perde para sempre
Marcel Camargo
Artigo publicado no site Contioutra
Muita gente se preocupa com
os riscos da calota do carro sem nunca perguntar como a esposa se sente. Muitos
pais verificam o boletim escolar, mas se esquecem de olhar nos olhos dos
filhos. Muitos de nós notamos quando o amigo engordou, porém, nem percebemos o
quanto ele pode estar precisando de nossa ajuda.
Como é difícil balancearmos
com equilíbrio nossas prioridades, dando a devida atenção tanto ao que precisamos
obter quanto ao que precisamos manter junto de nós. Embora a vida nos obrigue a
despendermos a maior parte de nosso tempo trabalhando para conquistar qualidade
e conforto, essa rotina pesada ao mesmo tempo nos distancia mais e mais dos
contatos e interações com as pessoas.
Eu cuido de todos. E quem
cuida de mim?
Bárbara Farias
Artigo publicado no site contioutra
Muitas vezes encontramos
pessoas dispostas a cuidar de tudo e de todos, a qualquer hora, em qualquer
lugar e sob qualquer circunstância. Guarda a dor no bolso e vai cuidar da dor
do outro. Qual ferida esse curador esconde?
Dias e dias passados com aquele
parente no hospital, vive cozinhando para várias pessoas, é sempre o primeiro a
se oferecer para ajudar em um mudança de casa, na organização de uma festa, no
cuidado com as crianças, é “pau pra toda obra”! É aquela mãe que vive só em
função dos filhos; nada de fazer as unhas, arrumar o cabelo, comprar uma roupa
nova. É mãe com dedicação exclusiva aos filhos. Tem também aquele que faz todo
mundo rir, pois se preocupa em manter todos sempre com um alto astral. São
pessoas que dedicam-se ao cuidado do outro. Você conhece alguém assim? Então
esse texto é para você!
Mar Me Quer, por Mia Couto
Por Nara Rúbia Ribeiro
Sou feliz só por preguiça. A
infelicidade dá uma trabalheira pior que doença: é preciso entrar e sair dela,
afastar os que nos querem consolar, aceitar pêsames por uma porção da alma que
nem chegou a falecer. – Levanta, ó dono das preguiças. É o mando de minha
vizinha, a mulata Dona Luarmina. Eu respondo: -Preguiçoso? Eu ando é a
embranquecer as palmas das mãos. -Conversa de malandro… – Sabe uma coisa, Dona
Luarmina? O trabalho é que escureceu o pobre do preto. E, afora isso, eu só
presto é para viver… Ela ri com aquele modo apagado dela. A gorda Luarmina
sorri só para dar rosto à tristeza. – Você, Zeca Perpétuo, até parece mulher… –
Mulher, eu? – Sim, mulher é que senta em esteira. Você é o único homem que eu
vi sentar na esteira. – Que quer vizinha? Cadeira não dá jeito para dormir. Ela
se afasta, pesada como pelicano, abanando a cabeça. Minha vizinha reclama não
haver homem com miolo tão miúdo como eu. Diz que nunca viu pescador deixar
escapar tanta maré:
Bloco de Notas
Tomo a vida como um grande bloco de papel. Tenho folhas em branco, um lápis e uma borracha.
Algumas vezes posso apagar os erros. Outras, prefiro só dar um traço por cima e seguir adiante. Não raras são as vezes em que percebo que a falha está lá atrás, de modo que não a posso apagar e sigo.
O fato é que, todas as manhãs tenho novas oportunidades para me reescrever, me reinventar e, disso tudo, sobra-me o direito do uso e do abuso do que tenho em mãos: meus lápis e borracha.
É muito mais simples que eu me permita a fixidez das rotinas e do cotidiano acinzentado do grafite: seguir o fluxo é sempre menos cansativo, menos exigente, menos arriscado e até mais confortável. Lamentável essa comodidade, mas é uma possibilidade.
Ao contrário, posso ser mais. Posso ousar. Posso escrever as minhas linhas e ilustra-las. Posso valer-me de outros tantos lápis, outras tantas cores e formas e deixar tudo muito diferente. Há riscos. Há erros. Há contornos que não são fáceis de se fazer. Há nuances muito sutis que nem sempre percebo, mas são essas possibilidades que mais me encantam diante da vida: o inesperado.
Uso o dia como meu laboratório de criação: escrevo, pinto, bordo, rimo e canto. Falho e apago. Falho e me afago, lambendo feridas, mas orgulhosamente, assumindo os erros em vez de apagá-los. Tudo isso depende muito: da fase da lua, da enchente das marés, das batidas de meu coração.
E faço do coração meu tinteiro preferido: dessa tinta não há voltas. Não há como apagar. Tudo o que se traça marca a pele e a alma. Tudo finda, nada se esquece. É do coração que sai a tinta-inspiração mais forte. É dele que saem meus croquis mais apaixonados, os versos mais encarnados.
Mas ainda reservo-me à tinta-razão, à tinta-planejamento, aquela que queima horas a fio em hipóteses e ensaios vãos. Vãos... justamente aqueles espaços entre o tempo e a ação que não ouso atravessar e perco tudo o que foi pensado. Aqueles traços que esboço e volto apagando por um motivo ou outro. E uso minha ferramenta mais desprezada: a borracha.
Valho-me da borracha só para reparos essenciais. Cabe a ela o alívio dos perdões, o novo suspiro de quem se sufocava com a mágoa. A devolução da tranquilidade, da noite de sono, da paz de espírito. Borracha-alívio, borracha-salvação.
Permito-me erros porque sou humana. Permito-me os erros porque tenho limites que não são intransponíveis e, sendo responsável pela criação do meu roteiro de vida, não posso enganar-me que tocarei a perfeição.
Munida de meus lápis e borracha e tendo a vida como bloco de notas, como bloco de papel à minha disposição, assumo a responsabilidade pela história que escrevo (dessa vida), mas reconheço que se a borracha ameaça a acabar antes do lápis é um sinal de que estou passando dos limites. Que me venham as reflexões!
Dy Eiterer - Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. Edylane é Edylane desde 20 de novembro de 1984. Não ia ter esse nome, mas sua mãe, na última hora, escreveu desse jeito, com "y", e disse que assim seria. Foi feito. Essa mocinha que ama História, música e poesia hoje tem um príncipe só seu, seu filho Heitor. Ela canta o dia todo, gosta de dançar - dança do ventre - e escreve pra aliviar a alma. Ama a vida e não gosta de nada morno, porque a vida deve ser intensa. Site:Dy Vagando
Tomo a vida como um grande bloco de papel. Tenho folhas em branco, um lápis e uma borracha.
Algumas vezes posso apagar os erros. Outras, prefiro só dar um traço por cima e seguir adiante. Não raras são as vezes em que percebo que a falha está lá atrás, de modo que não a posso apagar e sigo.
O fato é que, todas as manhãs tenho novas oportunidades para me reescrever, me reinventar e, disso tudo, sobra-me o direito do uso e do abuso do que tenho em mãos: meus lápis e borracha.
É muito mais simples que eu me permita a fixidez das rotinas e do cotidiano acinzentado do grafite: seguir o fluxo é sempre menos cansativo, menos exigente, menos arriscado e até mais confortável. Lamentável essa comodidade, mas é uma possibilidade.
Ao contrário, posso ser mais. Posso ousar. Posso escrever as minhas linhas e ilustra-las. Posso valer-me de outros tantos lápis, outras tantas cores e formas e deixar tudo muito diferente. Há riscos. Há erros. Há contornos que não são fáceis de se fazer. Há nuances muito sutis que nem sempre percebo, mas são essas possibilidades que mais me encantam diante da vida: o inesperado.
Uso o dia como meu laboratório de criação: escrevo, pinto, bordo, rimo e canto. Falho e apago. Falho e me afago, lambendo feridas, mas orgulhosamente, assumindo os erros em vez de apagá-los. Tudo isso depende muito: da fase da lua, da enchente das marés, das batidas de meu coração.
E faço do coração meu tinteiro preferido: dessa tinta não há voltas. Não há como apagar. Tudo o que se traça marca a pele e a alma. Tudo finda, nada se esquece. É do coração que sai a tinta-inspiração mais forte. É dele que saem meus croquis mais apaixonados, os versos mais encarnados.
Mas ainda reservo-me à tinta-razão, à tinta-planejamento, aquela que queima horas a fio em hipóteses e ensaios vãos. Vãos... justamente aqueles espaços entre o tempo e a ação que não ouso atravessar e perco tudo o que foi pensado. Aqueles traços que esboço e volto apagando por um motivo ou outro. E uso minha ferramenta mais desprezada: a borracha.
Valho-me da borracha só para reparos essenciais. Cabe a ela o alívio dos perdões, o novo suspiro de quem se sufocava com a mágoa. A devolução da tranquilidade, da noite de sono, da paz de espírito. Borracha-alívio, borracha-salvação.
Permito-me erros porque sou humana. Permito-me os erros porque tenho limites que não são intransponíveis e, sendo responsável pela criação do meu roteiro de vida, não posso enganar-me que tocarei a perfeição.
Munida de meus lápis e borracha e tendo a vida como bloco de notas, como bloco de papel à minha disposição, assumo a responsabilidade pela história que escrevo (dessa vida), mas reconheço que se a borracha ameaça a acabar antes do lápis é um sinal de que estou passando dos limites. Que me venham as reflexões!
Dy Eiterer - Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. Edylane é Edylane desde 20 de novembro de 1984. Não ia ter esse nome, mas sua mãe, na última hora, escreveu desse jeito, com "y", e disse que assim seria. Foi feito. Essa mocinha que ama História, música e poesia hoje tem um príncipe só seu, seu filho Heitor. Ela canta o dia todo, gosta de dançar - dança do ventre - e escreve pra aliviar a alma. Ama a vida e não gosta de nada morno, porque a vida deve ser intensa. Site:Dy Vagando
VER PARA CRERCelso Sisto
OZ, Amós. De repente, nas
profundezas do bosque. Trad. de Tova Sender. São Paulo, Cia. das Letras, 2007.
141 p. R$ 31,00
Este pequeno livro não é para ser lido uma só vez... Para realmente subirmos a montanha e descobrirmos o que acontece além dos muros de pedra, é necessária a coragem dos que não suportam mais a mesmice e vão de encontro ao desconhecido, mesmo sabendo que para isso terão que romper com o estabelecido.
Em uma indeterminada aldeia, duas crianças, Mati e Maia, são os únicos inconformados com o estado das coisas. Numa noite fatídica, muito antes do nascimento deles, todos os animais do lugar desapareceram: peixes, gatos, cachorros, carneiros, moscas, cupins, absolutamente tudo. Os adultos não foram atrás de uma explicação plausível, e passaram a aceitar a hipótese de que Nehi, o demônio da montanha, engoliu tudo, estendendo seu manto escuro, que envolve e aprisiona toda criatura viva, levando-as para o seu palácio assombrado além dos últimos bosques . Desde então a noite é proibida para os moradores daquele lugar, que se fecham em suas casas, para se defenderem do que acontece do lado de fora.
Entrevistas /
Jane Tutikian /
Marcelo Spalding
“Temos de discutir sobre o que queremos com e dos nossos livros” [Marcelo Spalding]
Marcelo Spalding, entrevista
com Jane Tutikian
Recém eleita vice-reitora da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a professora Jane Tutikian é
antes de mais nada uma escritora de admirável currículo. Autora de dezenas de
livros, tem diversos prêmios, entre eles o Prêmio Jabuti de literatura
infanto-juvenil em 1984. Em 2011, foi escolhida patrona da Feira do Livro de
Porto Alegre em 2011. Nesta entrevista, Jane nos fala sobre o mercado
editorial, as feiras do livro e a relação entre a academia e a criação
literária.
Por trás das palavras
por Cláudia de Villar
artigo pubublicado no site artistasgauchos
Quanto do nosso EU colocamos
no papel? O que revelamos de nós mesmos quando decidimos escrever? Ou um
bilhete, um conto, um poema ouuma narrativa. Muitas vezes, somente o poema é
visto como um desabafo do autor, uma “dor de cotovelo” mal resolvida, um amor
não correspondido e por aí vai. E os leitores pensam... O que o amor não faz.
Entretanto, nem só a poesia se torna reveladora, uma narrativa longa sempre tem
uma marca pessoal do autor. Qual é a sua marca? O que queremos dizer nas
entrelinhas?Quando o autor pega um papel
ou se senta em frente a uma tela ele deixa ali as suas marcas pessoais. Ou na
forma de dizer algo, por entre os diálogos, nos extensos parágrafos, numa
opinião não muito revelada e é aí que se dá o link com o leitor, objeto final
da escrita de todo escritor.
O que acontece entre o que o autor escreve e o que o leitor lê é que se constrói um leitor ”fiel” ou um leitor eventual. Dor, saudade, rancor, ódio ou até lição de moral, todas essas manifestações são “culpadas” por dar a liga entre o leitor e o escritor.
Por isso que uma obra agrada
um e desagrada outro. Depende do estado de espírito do leitor ao ler um
determinado livro. Mas enquanto falamos apenas da conquista do leitor, tudo OK,
mas quando um júri entra em ação? O que faz uma obra ser lida, avaliada e
escolhida para ser premiada? E se a criatura fala de uma paixão mal resolvida e
os jurados não gostam de paixões mal resolvidas? Como deixar de lado o gosto
pessoal e avaliar um texto?
A partir daí é que muitos
escritores se perdem. Ao desejar um prêmio ou serem lidos por muitas pessoas,
há escritores que vão escrevendo na tentativa de adivinhar o que agrada o
leitor ou o jurado e termina por não agradar ninguém. Nem a si próprio. Pois
não há nada tão frustrante do que olhar a própria obras e chegar à conclusão
que aquele livro não te representa.
Portanto, melhor optar por
escrevera verdade que existe dentro de nós e “rezar” para que existam muitos
leitores à procura dessa mesma verdade registrada em papel.
Cláudia de Villar é
professora, escritora e colunista. Formada em Letras pela FAPA/RS,
especialista em Pedagogia Gestora e em Supervisão Escolar pelo IERGS/RS,
também atua como colunista de site literário Homo Literatus e Jornal de
Viamão do RS, além de ser pós-graduanda em Docência do Ensino Superior
(IERGS/RS). Escreve para diversos públicos. Desde infantil até o público
adulto. Passeia pela poesia e narrativas. Afinal, escrever faz parte de
seu DNA.
A infância e a adolescência
são parte do território sagrado em que a literatura inglesa está encastelada.
Basta lembrar as fantasias que envolvem Peter Pan (James Barrie) e Alice no
País das Maravilhas (Lewis Carrol). Ou a assustadora crueldade facilmente
encontrável em romances como Oliver Twist (Charles Dickens), O Senhor das
Moscas (William Golding) e Reparação (Ian McEwan). São incontáveis os livros
que relatam questões relacionadas com a iniciação amorosa e sexual.
Normalmente, esses Bildungromans (Romances de Formação) englobam desde algumas
das narrativas escritas por Jane Austen até textos contemporâneos como O Mar e
Luz Antiga (John Banville), Por Acaso (Ali Smith), A Biblioteca da Piscina
(Allan Hollinghurst). A descoberta do mundo, com suas mentiras e decepções,
está descrita em romances de primeira qualidade como Uma Escola para a Vida
(Muriel Sparks), Império do Sol (J. G. Ballard), Dentes Brancos (Zadie Smith),
Bem−vindo ao Clube (Jonathan Coe), Não me Abandone Jamais (Kazuo Ishiguro) e O
Dom de Gabriel (Hanif Kureish).
Colunas /
Valeria Sabater
Gosto dos amigos que respeitam o tempo, o silêncio e o espaço [Valeria Sabater]
Gosto dos amigos que
respeitam o tempo, o silêncio e o espaço
Texto original em espanhol
de Valeria Sabater.
Artigo publicado: A Mente é Maravilhosa
Meus melhores amigos podem
ser contados nos dedos de uma mão. São poucos, mas são grandes, com sentimentos
sinceros e sem duplos sentidos. É uma amizade cúmplice, altruísta, que não sabe
de chantagens, que se oferece com liberdade para incentivar, para fazer minha
vida mais completa…
E você, quantos amigos tem?
Há quem se orgulhe de ter
uma enorme quantidade de amigos, nomes que coleciona nas redes sociais, pessoas
que mal conhece e que, no entanto, são aquelas que sempre lhe oferecem uma
“curtida” em cada uma de suas publicações.
Os bons amigos não são só
nomes e fotografias nas agendas de nossos celulares. São pessoas que atendem
nossas palavras e sabem interpretar nossos gestos.
Diversos /
Redação Hypeness /
Variedades
Artista redesenha paredes de hospital de Campinas para dar mais cor e vida aos dias de crianças doentes [Redação Hypeness]
Artista redesenha paredes de
hospital de Campinas para dar mais cor e vida aos dias de crianças doentes
por Redação Hypeness
O designer e artista
plástico Jason Hulfish, famoso por sua participação na série “Extreme Make Over
Home Edition”, esteve no Brasil no último fim de semana para um trabalho pra lá
de especial. Em parceria com a Smile Train, ONG internacional de caridade infantil,
ele redecorou as paredes da brinquedoteca do Hospital Sobrapar, em Campinas/SP.
A reforma foi um prêmio
ganho no concurso “Juntos com Smile Train”, onde a ONG visa atrair olhares,
apoiadores e divulgadores para a causa fissura labiopalatal, gerando impacto
positivo para as famílias que convivem com este problema.
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