Além da Curva


O que me espera atrás daquela curva? Quisera eu saber!

Por enquanto basta-me saber que tenho pernas e pés para construir o caminho. 

Por ora tenho olhos atentos para a paisagem e ouvidos abertos para toda canção que o vento me sussurra.

E, depois de ter caminhado tantos desertos – os que me atravessam, os que invento e os que me foram destinados – tenho desejos de que ali, em algum lugar, haja um poço de água fresca. Ou um poço de sonhos: os que já realizei, meus alentos, e os que ainda acalento, minhas esperanças. 

Quando a solidão fica mais gostosa do que algumas companhias

Artigo publicado no site EOH

Quem me lê de vez em quando sabe o quanto eu gosto de gente. Sempre fui convicta de que a coisa mais importante da vida são as pessoas que cativamos ao nosso redor e persisto na ideia de que poucas coisas são mais alegradoras do que colo, carinho, comida e conversa. A verdade é que as relações são – e sempre serão – uma prioridade na minha vida, mas devo admitir que hora ou outra, por cansaço ou decepção, a gente acaba percebendo que certas companhias não valem o sossego e a sensatez trazidos por um bom bocadinho de solidão.
Em cada livro há uma frase esperando para ser sua


O livro e as pessoas têm muitas coisas em comum, entre elas o fato de que ambos são infinitos. Por isso, ler não significa somente passar o tempo; este hábito também pode nos ajudar a nos conhecermos através das palavras de outras pessoas.

Ler é uma viagem que pode nos levar a mundos desconhecidos, inclusive para dentro de nós mesmos: atreva-se a viajar, porque quanto mais distante for o destino desta viagem, mais profunda será a personalidade que irá alcançar e mais fácil será para você se afastar do que o machuca.
Namore alguém que emocionalmente te ame e espiritualmente te fortaleça.


Namore alguém que desperte o teu riso fácil, alguém que ame o teu jeito bagunçado e que se importe com o que você sente. Alguém que não dê as costas para a sua dor e que te acolha mesmo não entendendo os seus porquês. Namore alguém que seja teu amigo, que goste da tua risada escandalosa e que veja graça nas suas piadas sem graça.
Uma carta para o homem que eu espero amar um dia

Um texto de Din Cuenca.

Quem sabe eu posso já ter te conhecido, ou talvez ainda não. Nós podemos estar respirando o mesmo ar, nessa cidade pequeninha, ou talvez ainda estamos a milhares de quilômetros de distância nesse momento.

Pode ser que eu fique com você amanhã, ou talvez no dia seguinte, ou talvez daqui à alguns anos…
Não é a distância que separa as pessoas. É o “tanto faz”



Maldita parafernália eletrônica que nos mantêm cativos voluntários de seus atrativos. E alguém quer ficar livre  disso? Meia dúzia, talvez, consiga viver no acrisolamento “sociovirtual”. Mas a maioria dirá que não abre mão das facilidades que elas nos trazem. Ocorre que você envia uma mensagem para alguém e o aplicativo mostra: mensagem enviada, mensagem entregue, mensagem lida… Mas a pessoa, do outro lado da tela, não lhe responde.
10 músicas da Pitty que fizeram parte da nossa adolescência

Artigo publicado no site E0H

As músicas da Pitty fizeram parte da adolescência de muita gente que curtia e ainda curte um bom rock brasileiro, e eu me incluo nessa. Quem nunca se pegou cantando Na sua estante ou Teto de vidro enquanto tomava banho, ou pensou em montar uma banda, ou mesmo começou a se vestir com um estilo inspirado na Pitty?

Além de ser uma ótima cantora, ela tem personalidade forte. Esse é outro ponto que me fez admirá-la ainda mais. Ela é uma mulher que luta pelo que acredita e que é dona do próprio nariz. Essa semana me bateu uma saudade dessa época de adolescente que curtia uns rocks dessa baiana e resolvi montar uma listinha com as músicas que mais tocavam nas rádio da época.
La escritora chilena Jacqueline Lagos Maragaño nació en Osorno, Región de Los Lagos. Ha integrado y participado activamente en numerosos y diferentes encuentros relacionados con la prevención de la violencia de género, la cultura, educación ambiental, eco crítica y ecofeminismo. Ha manifestado una defensa por la capacidad creativa del ser humano, los derechos de la mujeres y el respeto por salvaguardar las tradiciones y cultura de los pueblos originarios. 
Ha publicado; Mis primeros años,(2003) Una Bruja Emplumada en el Tzolkin,(2005) Conjuros, lo importante es el ritual,(2011). Una memoria inconclusa, (2013). Mujer, no sé si contarte,(2016)
“Lo que el Hombre hace a una Mujer, a la Tierra se lo provoca”