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Logomarca Revista Biografia_Adriano Figueiredo Ferreira_2013

Cuiabano de nascimento, Adriano Figueiredo Ferreira , é um dos artistas plásticos mais proeminentes e criativos do Estado de Mato Grosso. Sua brasilidade, denotada nas cores vibrantes, aliada a sensibilidade estética e traços marcantes, o torna dono de um estilo  inconfundível.  Autodidata, com técnica e estilo próprio, Ferreira destaca-se na capital Matogrossense e tem exposições agendadas em cidades brasileiras. Seu trabalho já roda o mundo, principalmente nos Estados Unidos e Noruega.



[daufen bach.]
Um homem, 100 mil palitos de dente e um trabalho de 35 anos 

Trinta e cinco anos atrás o artista Scott Weaver já tinha começado a trabalhar com esta escultura cinética insanamente complexa, “Rolling through the bay”, que continua a se modificar e expandir ainda hoje. 

A elaborada escultura  é composta de várias “visitas” que se movem através de bolas de pingue-pongue por bairros, locais históricos e símbolos icônicos de San Francisco, todos recriados com cola e palitos de dente. Ele admite no vídeo que há várias esculturas de palito ainda maiores que a dele, mas ninguém tem o exclusivo componente cinético  que ele construiu.

Em seu site, Weaver estima que gastou mais de 3 mil horas no projeto, e os palitos são provenientes de todo o mundo: “Uso marcas diferentes de palitos, dependendo do que estou construindo. Também tenho muitos amigos e familiares que coletam palitos em suas viagens para mim. 

Por exemplo, algumas das árvores no Parque Golden Gate são feitas de palitos de dentes do Quênia, Marrocos, Espanha, Alemanha Ocidental e Itália. O coração dentro do Palácio de Belas Artes é feito de palitos que pessoas atiraram no meu casamento.”
“Tango Underwater”: O lindo e desafiante projeto de Katerina Bodrunova 


A jovem fotógrafa russa Katerina Bodrunova (1985), com o pouco tempo que tem na fotografia profissional, já chegou a diversas finais de concursos fotográficos de seu país e já teve três exposições individuais em Moscou e uma coletiva no “Paris Art 2011 – Grand Galais”.

Suas séries de imagens subaquáticas são a maneira como encontrou para desafiar a física convencional e mostrar aos seus espectadores como objetos e corpos podem “vencer” a lei da gravidade e a capacidade de transcender o tempo e espaço.
Cecelia Webber – fazendo arte com corpos humanos



A princípio parece ser simplesmente uma foto de flores. Ao prestar mais atenção, o observador percebe alguns braços e mãos... e assim começa a diversão: identificar quais partes do corpo formam a imagem.



Pétalas, pistilos e hastes florais podem ser torsos humanos dos mais variados tamanhos. Dezenas de pernas agrupadas simulam brácteas de margaridas. Cinco cabeças ficam perfeitas como o miolo de uma outra flor.
Uma exposição para deixar o público à vontade, como se estivesse em casa.


Galeria Teix, em Curitiba, reúne artistas e designers para aproximar público de obras de arte sem medo

Com o tema Arte e Design, a Galeria Teix promoveu no dia 25 de outubro, às 19h, lançamento da exposição Em Casa, que reúne os designers e artistas em um só lugar. A exposição apresenta vários trabalhos inéditos e dois de acervos.

Robin Eley nasceu em Londres, em 1978,  filho de pai australiano e mãe chinesa.

In 1981, the family returned to Australia where he completed his secondary education.
Em 1981, a família retornou para a Austrália, onde completou o ensino secundário.

In 1997 he travelled to the US to attend Westmont College, earning his BA in Fine Arts and captaining the basketball team.
Em 1997 ele viajou para os EUA para participar de Westmont College, ganhando o seu bacharelado em Belas Artes e capitão do time de basquete.

His work was recently recognised in the Doug Moran National Portrait Prize (highly commended runner-up in 2010 and highly commended 3rd place in 2011).
Seu trabalho foi reconhecido recentemente no Moran Doug National Portrait Prize (muito elogiado vice-campeão em 2010 e o 3 º lugar em 2011).

His debut solo exhibition Singularity recently concluded at Hill Smith Gallery in South Australia.
Sua estréia Singularity exposição individual recém-concluído em Hill Smith Gallery no sul da Austrália.

He now lives in Adelaide with his wife, Rachel.
Ele agora vive em Adelaide com sua esposa, Rachel.
André Komatsu, de 32 anos, mora e trabalha em São Paulo (SP) e é formado em design pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), também localizada na capital paulista. Mostras individuais: Soma Neutra, Galeria Vermelho (2009) e Projeto Bolsa, Museu da Pampulha (2006). Mostras coletivas: Para Ser, (MUSAC, Espanha, 2010), Obsession (University of Leeds, Reino Unido, 2009), After Utopia (Museo Pecci, Prato, Itália, 2009), When Lives (Yerba Buena, Estados Unidos; Museum of Contemporay Art Tokyo, Japão; Hiroshima Museum, Japão).

O artista brasileiro Andre Komatsu recebeu  o Prêmio Illy SustainArt, avaliado em 15 mil euros (US$ 20,5 mil), por seu trabalho "Concreto\Periódico", exposto na Feira Internacional de Arte Contemporânea ARCO 2011. EFE.

ARCOmadrid, a Feira de Arte Contemporânea de Madri, na Espanha, André Komatsu venceu a quarta edição do Prêmio illy SustainArt, concedido a jovens artistas, abaixo de 35 anos, que exibiram seus trabalhos da seção especial chamada Solo Projects: Focus Latin America. O artista brasileiro, representado pela Galeria Vermelho, concorreu com a obra “Concreto Periodico”. 

O Prêmio illy at ARCOmadrid é parte de um grande projeto, dedicado aos talentos emergentes da arte e do design contemporâneo, lançado, há mais de 15 anos, pela illycaffè em parceria com as mais significativas feiras e exposições de Arte Contemporânea de padrão internacional, entre elas: Artissima (Turim, Itália), Art Brussels (Bruxelas, Bélgica) e Art Rotterdam (Roterdã, Holanda).

Thor Lindeneg (1941), dinamarquês, é um pintor surrealista, que cria obras brilhantes,representações notáveis em cenários fantásticos. A sua obra procura encontrar novas abordagens à compreensão do mundo real através da representação não realista desse mesmo mundo.

Os seus quadros são maravilhosos, enigmáticos e especulativos, ao mesmo tempo. A inspiração de Thor Lindeneg vem de sonhos e ideias que constrói com imaginação. Os seus quadros estão cheios de símbolos, tão familiares quanto  misteriosos. Juntos, contam uma história que nem sempre é fácil descobrir. ..As pinturas de Thor Lindeneg parecem, às vezes, ser um enigma à espera de solução. As imagens exigem muitas vezes uma descodificação, já que dentro das imagens podem esconder-se outras que precisam de ser encontradas e descodificadas.

Artista pertencente à segunda geração de pintores surrealistas da Dinamarca, Thor Lindeneg tem obras expostas em vários museus do seu país.

Thor Lindeneg hører med blandt ny surrealisterne i den særlige retning, der er blevet kaldt "Fantastisk Figuration".

Han debuterede i 1969 i København og var i flere år med på Kunstnernes Efterårsudstilling, Charlottenborgs Forårsudstilling, Galerie Passepartout og Niks Malergård. Han har udstillet i Tyskland, Holland, Italien, Frankrig, Belgien, Sverige og USA

Adriano Figueiredo Ferreira nasceu na capital Cuiabá em 1979.

Começou a desenhar desde muito criança e aos 15 anos trabalhou pela primeira vez com arte.
Fazia painéis para uma loja de decoração, a partir daí passou a participar de produções de carnavais e fazer projetos artísticos para festas. 
Em uma certa etapa da vida se desviou das pinturas, e nesse tempo passou a criar com as próprias técnicas e estilo de pintura. 
Foram muitos anos tentando passar seus sentimentos e seu modo de ver o mundo, já que nunca fizera qualquer tipo de curso de desenho ou pintura, por não querer perder seus instintos e pintar com o dom mais puro possível e acreditando que foi um presente de Deus.


Carla Dias. Nascida em Santo André, São Paulo, em 1970, assim que aprendeu a ler e a escrever, ingressou no universo da poesia. Os primeiros livros aos quais teve acesso foram publicações vendidas em bancas de jornal, das quais sua mãe era leitora assídua. Apesar de terem colaborado com a sua autodescoberta enquanto leitora, os romances - que eram direcionados ao universo feminino - não definiram o seu caminho pela literatura. A obra que lhe abriu um leque de possibilidades literárias foi “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel Garcia Márquez. A partir daí, época em que descobriu a biblioteca municipal de sua cidade natal, sua escrita foi influenciada pela pluralidade e liberdade criativa.

Em 1986, ingressou no universo da música, iniciando seus estudos como baterista. Em 1989, passou a ministrar aulas de bateria em diversas escolas de música de Santo André, e neste mesmo ano, começou a trabalhar como recepcionista no Espaço Cultural Camerati. No ano seguinte, tornou-se professora de bateria neste mesmo espaço, que contava com cursos de música e artes plásticas, além de estúdio de gravação.

Em 1990, deu continuidade aos seus estudos com a baterista Vera Figueiredo. Em 1993, começou a trabalhar no IBVF - Instituto de Bateria Vera Figueiredo, onde se encontra até hoje, desempenhando a função de produtora de eventos. Um desses eventos é o Batuka! Brasil International Drum Fest, festival direcionado à bateria e à percussão, que vem sendo realizado desde 1996, e figura na lista mundial dos mais importantes do gênero. As três últimas edições foram apresentadas no Auditório Ibirapuera, na capital de São Paulo (2009, 2010 e 2011).

Em 1994, tocou em diversos bares com a banda de blues Entidade Joe. No mesmo ano, foi classificada no V Concurso de Poesias da cidade de São Caetano do Sul (SP), com o poema Transformação. Em 1996, participou dos shows de lançamento do CD da cantora Mona Gadelha, em São Paulo, no Supremo.

Sebastião Veloz nasceu em 31 de janeiro de 1961, na cidade de Governador Valadares, Minas Gerais. Desde 1985, Sebastião Veloz dedica-se a arte.

De 1985 até 1989, Veloz desenvolveu, apresentou e vendeu suas obras no estado de Rondônia.

Em 1990, buscando expandir seu trabalho, mudou-se para Mato Grosso. Rondonópolis foi a cidade escolhida por ele, onde residiu até novembro de 2000.

Neste período foi convidado a participar de várias exposições em Minas Gerais, Espírito Santo e no Sul do país.

No início do ano 2000, Veloz recebeu um convite para expor suas peças nos Estados Unidos. Em novembro de 2000, embarcou para o exterior e lá viveu por 6 anos. No final de 2006 ele retornou ao Brasil e escolheu o Portal da Amazônia para dar seguimento aos seus projetos.
Stella Maris Rezende Mestra em Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília, sou professora, cantora, atriz, artista plástica, dramaturga, mas o que eu mais sou mesmo é escritora, uma contadeira de histórias fascinada pelas palavras e pelas entrelinhas.

Sou uma artista que lida com a magia da linguagem, as imagens, a imaginação, as metáforas, as ambiguidades, a mentira, a verdade, os mistérios, as delicadas e as terríveis perguntas da condição humana.

 
Tenho várias dezenas de livros publicados, entre romances, novelas, crônicas, contos, poemas e uma peça teatral, para o público adulto e o infanto-juvenil.


PAULINE LE ROY ES MARINA GERMAIN. Las sutilezas del arte en una mujer

Pauline Le Roy responde interesantes preguntas las cuales han reforzado en ella algunos puntos de convergencia en sus obras. Rememora parte de su historia que nunca está demás ya que siempre se retorna al inicio
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 (Entrevista Especial)
Por: Ernesto R. del Valle. (Cuba/EUA)
Poeta del Mundo. Editor Revista Guatiní.

Siempre he dicho que un artista no sirve, se ve desvalido, para declarase como tal. Son muchos los afanes, muchas las noches sin sueño detrás de un proyecto, de una idea, una palabra forma o color. Así las gavetas de nuestro archivo interno andan abarrotadas, sin espacio para enfocarnos en nosotros, y a la hora de enfrentarnos a nuestros propios duendes comienzan las dudas a dibujarnos estereotipos, fantasmas, personalidades ajenas a nuestro yo más próximo, aunque la vitalidad de nuestro Ego esté maximizado y nuestro ‘amor propio' afirmado por las tantas experiencias a lo largo de este hermoso viaje por la vida. En Marina Germain (Poeta) y Pauline Le Roy (Artista Plástica), esta situación converge en las sutilezas con que esta mujer enfrenta el arte de la palabra y el arte de la forma y el color. Tenemos pues, a dos tendencias artísticas debatiéndose -si esa es la palabra, entre dos aproximaciones de la genuina belleza. Para no tentar a los duendes que ya se están frotando sus manos en señal de una expectativa positiva quiero primeramente traer al ruedo a la querida artista plástica para que me hable de sus inicios en el arte del pincel.

Humberto Augusto Miranda Espíndola (Campo Grande, 4 de abril de 1943) é um artista plástico brasileiro, criador e difusor do tema bovinocultura.

Bacharel em jornalismo pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica do Paraná, Curitiba, em 1965, começa a pintar um ano antes. Também atua no meio teatral e literário universitário.

Espíndola foi o primeiro artista do Centro-Oeste a se destacar no cenário da arte contemporânea brasileira.

Um dos fundadores da arte contemporânea na região, ele foi pioneiro no uso de novos suportes e na criação de instalações e de objetos. Sua obra foi mostrada nas Bienais de São Paulo, Veneza, Paris, Medelim.

Nascido em Campo Grande, onde iniciou sua trajetória, formou-se em jornalismo em Londrina e depois residiu em Cuiabá, onde fez grandes contribuições para o circuito de arte local, como a criação do Museu de Arte e Cultura Popular da Universidade Federal do Mato Grosso. Retornou novamente a Campo Grande e veio a assumir a Secretaria Estadual de Cultura e também a Diretoria do Museu de Arte Contemporânea do Mato Grosso do Sul.
Vitória Basaia - Carioca, jornalista, artista plástica e animadora cultural, radicada desde 1981 em Mato Grosso. 

Inicia-se nas artes plásticas como autodidata. Além de pintora, gravurista, conceitualista e escultora, desenvolve pesquisas com pigmentos naturais e materiais recicláveis desde 1985. A partir de 1990 sua pesquisa tem sido difundida por programas da UFMT, em oficinas que visam a melhoria do ensino no interior. Ministra oficina de liberação criativa para artistas. Em 1992 inicia o projeto Galeria do Povo, fazendo interferências urbanas, com murais em caixa alta, em fachadas de casas, lojas, muros, feiras e clubes, com o propósito de levar a arte às ruas. Desenvolve ainda o projeto “Não dê o peixe, ensine a pescar” que se resume no ensino de crianças, trabalhadores da rua, em reciclar o lixo da cidade, resignificando-o. Começa em 1999 junto a UFMT, Horto-Florestal Tote Garcia e Instituto Pró Ambiência – Embaúba IPA, o Projeto Arte e Ambiência. Em 2000 assume o cargo de conselheira no Conselho de Cultura de Várzea Grande. Sua casa, com um acervo de mais de mil obras, é aberta ao público fazendo parte de vários roteiros para visitação. 
Nino Cais - nasceu em São Paulo (SP), em 1969. Concluiu, em São Paulo, o curso de artes plásticas na Faculdade Santa Marcelina (Fasm), onde, em 2001, apresentou a exposição individual A Trama Refeita. Em 2005, participou da coletiva do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (CCSP) e ganhou o Prêmio Aquisição no 17º Salão de Arte Contemporânea de Praia Grande. Em 2006, apresentou uma individual na Galeria Virgílio e participou da mostra SP Arte, realizada no Pavilhão da Bienal, na capital paulista.  Em 2007, participou da coletiva Pinta, no Metropolitan Pavillon, em Nova York, Estados Unidos.
No ano seguinte, ganhou o Prêmio Aquisição no 33º Salão de Arte de Ribeirão Preto, em São Paulo, e recebeu o Prêmio Destaque, conferido pela Fundação Iberê Camargo.Vive e trabalha na capital paulista.
Logan Mauricio Delgado Miranda. Nació en Bogotá el 23 de octubre de 1979. Vive desde los 9 años en Pamplona. Licenciado en educación artistica. Su obra incluye fotografía, performance e instalaciones. Ha estado en exposiciones colectivas en ápside 2006,2007 y 2008, Universidad de Pamplona y Museo Anzoategui. Participó en la exposición colectiva de artistas Nortesanderianos en la Universidad Libre Cúcuta con su obra Secuencias. En la exposición colectiva Miradas Diversas 2009 de la Corporación cultural Rayuela. Y en la exposición de Autorretratos de Ápside 2009 Universidad de Pamplona. Exposición colectiva Encuentros, Museo Anzoategui 2009-2010. Publico en el libro Súmese a la expedición Botánica 2010 Biblioteca Nacional la investigación sobre las cervecerías de Pamplona. Actualmente es docente de teatro en la Biblioteca Julio Perez Ferrero.

Página na internet: www.loganmauricio.blogspot.com


Texto de Logan Mauricio Delgado Miranda

Entre nubes amarillas y lluvia rosada

Al fondo, el mar. La gente caminando por la playa. Una escalera al cielo, reposa en una nube amarilla, mis primeras cincuenta citas… me persiguen los perros, corro con mis botas negras y llego tarde al concierto, no sé si toca entrar con corbata y traje; o paso por el bar y me tomo una cerveza.

Los carros pasan acelerados como perseguidos por tres ángeles, antes de que lleguen a la misa. Veo esa hoguera gigante, los niños ya crecidos con armas en sus manos y lejos sus familias llorando y corriendo… Me secó el sudor con una toalla gigante y no me acuerdo como me llamo creo que soy ciego o el porrito del parque me hizo daño.

Quiero cantar, volar, saltar, quiero tener el cabello churco y bailar descalzo con mi overol sucio. Yo Romero tú Julieta, con mi mascota Alf acosando todavía al gato.
Pero, no sé dónde dejar mi triciclo, en el parque o cerca a la torre, porque él parece tener alas. Tengo escalofríos, mi cabeza gira de tanto vino y cerveza. Estas ferias de discoteca, en zancos y un celular en la mano, ¡casi toco las nubes! Pero la lluvia rosada destiñe mi ropa.

Me  gane el concurso de carnavales o piratas. No supe si fue en México, Brasil o Argentina. No tomo más cuba libre… me está haciendo daño, veo  a J L… me voy, sí, me voy por un vaso de agua. 
Edmara Barbaresco, brasileira, natural do Paraná trabalha com artesanatos desde o ano de 2010, possuindo habilidadesem  diversas formas  de  artes como Crochêt, Tricô e  pinturas em gesso, mas descobriu uma imensa predileção  pelo artesanatos em E.V.A. Exímia  na confecção  de  bonecas, suas peças tem sido razão de muita apreciação e rendem a artesã muitos elogios. Tudo começou quando  a  sua filha  ao ver algumas bonecas em EVA, lembrou-se imediatamentedo mãe artesã e após ter aprendido a arte, ensinou-a a Edmara Barbaresco, que a partir daí começou a conferir aquelas peças simples, toda a magia da sua criatividade, dando ás bonecas seu toque especial. A primeira boneca da artesã perneçe guardada até os dias de hoje, como prova do seu amor pelo artesanato de bonecas.

Fredy Raúl Guzmán Olguin. Seudónimo: Frans Gris, Poeta y artista plástico. Santiago de Chile

Cursos de especialización para poetas: U. Ciencias de la Educación,  C. C. España, C. C. Chileno-Francés de Cultura, Santiago de Chile

Aficiones relacionadas con las artes literarias: Lectura y estudio de idiomas latinos y su literatura.
Estudio, traducción al español moderno y colección de obras poéticas de los siglos IX al XI, llamadas  “Jarchas”.
Estudio de obras de poesía japonesa del siglo XVIII, denominadas “Haikus”

Frans Gris aparece de pronto para publicar en 1988 un artículo, en inglés, en una revista editada por la comunidad femenina norteamericana residente en Santiago de Chile. Luego se editan, bajo el sello de la "Editorial Fértil Provincia", cuentos reunidos a los de otros autores en la antología " Cuentos de cinco estaciones ", bajo su nombre real de Fredy R. Guzmán.

Se hace una autoedición de poemas acopiados en el taller literario de la poetisa Teresa Calderón, en los 92 y 93, publicándose en esa  "Nueve A Ventura" sus primeros poemas.

El Círculo de Escritores de La Cisterna, lo acoge, luego la Unión de Escritores Americanos, junto a otros poetas y poetisas inician El Grupo Poético y Literario Doce de la Cruz del Sur, que da paso al Grupo Literario Letra Fuerte, del que es presidente.

En el intertanto se publican sus poemas en diferentes revistas del país y del exterior. Convoca y organiza encuentros literarios en la zona sur de Santiago y en Melipilla. La televisión le permite, en un canal local de donde vive, crear y dirigir el programa de alternativa cultural “La Metáfora, café”, en donde artistas de todas la manifestaciones tienen durante casi año y medio, una tribuna y una vitrina en donde mostrar sus facetas y sus ansiedades. Hurga en la radio como invitado en varios programas de diferente corte, mientras que ayuda a crear talleres literarios en diferentes ciudades de las regiones al sur de Santiago.

En sus escritos se refleja una vaga inconsciencia del mundo real y así lo muestra: "en el inicio, la Tierra", una serie de poemas y relatos sobre la mágica realidad interna de la Nación Mapuche, que penetra su verso al interior de la universalidad mitológica del Hombre de la Tierra.
Dina Garcia - Natural de Cruz das Almas,autodidata nas artes plásticas com estilo próprio, tendo influências fovistas, cubistas e expressionistas.

Começou a pintar com lápis de cera com o incentivo dos colegas de cursinho, os quais ajudaram a organizar a primeira exposição individual em 1992, começou como uma brincadeira.

De 1996 a 97 fez curso livre no Palácio da Aclamação com Tony Sampaio e oficinas de desenho, Zau Pimentel, e pintura, Caetano Dias, no MAM, Solar do Unhão, e participou de sua primeira coletiva em Salvador em 1997, Paletas do Pelô.

São 34 coletivas em Salvador e cidades do Recôncavo, 13 individuais em Salvador, Cruz das Almas e Cachoeira, selecionada na IX Bienal do Recôncavo em São Félix, uma coletiva internacional na França, quatro exposições permanentes em Cachoeira, localizadas no Pouso da Palavra, Café com Arte,  e Pousada do Convento do Carmo, um cenário no evento ‘Operária das Artes’ em 2010, na Casa da Cultura, Cruz das Almas, onde foi retratada a trajetória das trabalhadoras da agroindústria do fumo.