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QUE ACONTECE COM ESSE PAÍS!?

Por daufen bach.

Não há nada mais tenebroso do que acordar pela manhã e olhar em volta e não ver nenhuma perspectiva, não conseguir visualizar ou perceber uma chance real de melhoria, em curto ou médio prazo, diante do contexto que está instalado. Ter consciência que tua geração está podre e que a geração de teus filhos segue pela mesma trilha, é desanimador. Que horrível isso! Que trágico! A frustração maior é quando tu percebe que faz parte da massa de culpados, pois a culpa disso tudo é do próprio brasileiro... A Constituição Brasileira, no artigo primeiro, parágrafo único afirma: “Todo o poder emana do povo (...)” e é esse povo que constitui a nação, que a dignifica, que a constrói e a caracteriza, mas não se dão conta disso...Que falta de empoderamento tem esse povo fraco, que servilidade estúpida, que ausência de consciência autocrítica!
Gosto de risos fáceis, de abraços sinceros e de gente doida e feliz


Por Prof. Marcel Camargo

Artigo publicado no site ResiliênciaMag

Gosto mesmo é das pessoas doidas pela verdade, loucas para ajudar, malucas pelo bem estar do todo, pelo contentamento natural, sentindo-se bem quando quem caminha junto também está bem, sem inveja, sem mesquinharia alguma.
(Foto: PHILIPPE LOPEZ/AFP)
Leiloado exemplar de 'O Pequeno Príncipe' com desenhos de Saint-Exupéry


Edição original em francês, o exemplar foi arrematado por € 90 mil.


Um exemplar original de "O Pequeno Príncipe", do escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, com quatro desenhos e dedicatória do autor, foi leiloado neste sábado (3) em Paris por quase € 90 mil, informou a casa Cazo.

Edição original em francês, o exemplar, oferecido por Saint-Exupéry ao tenente-coronel e amigo Lionel-Max Chassin, estava avaliado entre € 80 mil e € 100 mil, segundo a Cazo.
Conversar, filosofar e fazer amor… tudo com a mesma pessoa: a trilogia perfeita


Ana Macarini 
Artigo publicado no site Conti Outra

Poder ficar em silêncio na presença de alguém é dessas bonitezas da vida que só a mais delicada intimidade pode trazer. Aquele átimo de tempo suspenso, em que a respiração do outro nos acalma, o calor ou a frescura da sua pele nos apazigua e a presença é inteira, doce, querida. A quietude amorosa entre dois amantes é a comunhão das almas depois do encontro dos corpos.
Elegância é algo que a gente carrega, não veste!


Texto de Anieli Talon 
Artigo publicado na Revista Pazes

Ser elegante vai além de ter bom gosto com roupas e saber se vestir.
Elegância é algo que a gente carrega e não veste.

Regras de etiqueta da vida e não do armário para uma vida onde elegância é sinônimo de educação e bom comportamento.

Sabe o que é mesmo elegante? Ter bom senso e respeito.

Quando a solidão fica mais gostosa do que algumas companhias

Artigo publicado no site EOH

Quem me lê de vez em quando sabe o quanto eu gosto de gente. Sempre fui convicta de que a coisa mais importante da vida são as pessoas que cativamos ao nosso redor e persisto na ideia de que poucas coisas são mais alegradoras do que colo, carinho, comida e conversa. A verdade é que as relações são – e sempre serão – uma prioridade na minha vida, mas devo admitir que hora ou outra, por cansaço ou decepção, a gente acaba percebendo que certas companhias não valem o sossego e a sensatez trazidos por um bom bocadinho de solidão.
Em cada livro há uma frase esperando para ser sua


O livro e as pessoas têm muitas coisas em comum, entre elas o fato de que ambos são infinitos. Por isso, ler não significa somente passar o tempo; este hábito também pode nos ajudar a nos conhecermos através das palavras de outras pessoas.

Ler é uma viagem que pode nos levar a mundos desconhecidos, inclusive para dentro de nós mesmos: atreva-se a viajar, porque quanto mais distante for o destino desta viagem, mais profunda será a personalidade que irá alcançar e mais fácil será para você se afastar do que o machuca.
Namore alguém que emocionalmente te ame e espiritualmente te fortaleça.


Namore alguém que desperte o teu riso fácil, alguém que ame o teu jeito bagunçado e que se importe com o que você sente. Alguém que não dê as costas para a sua dor e que te acolha mesmo não entendendo os seus porquês. Namore alguém que seja teu amigo, que goste da tua risada escandalosa e que veja graça nas suas piadas sem graça.
Não é a distância que separa as pessoas. É o “tanto faz”



Maldita parafernália eletrônica que nos mantêm cativos voluntários de seus atrativos. E alguém quer ficar livre  disso? Meia dúzia, talvez, consiga viver no acrisolamento “sociovirtual”. Mas a maioria dirá que não abre mão das facilidades que elas nos trazem. Ocorre que você envia uma mensagem para alguém e o aplicativo mostra: mensagem enviada, mensagem entregue, mensagem lida… Mas a pessoa, do outro lado da tela, não lhe responde.
10 músicas da Pitty que fizeram parte da nossa adolescência

Artigo publicado no site E0H

As músicas da Pitty fizeram parte da adolescência de muita gente que curtia e ainda curte um bom rock brasileiro, e eu me incluo nessa. Quem nunca se pegou cantando Na sua estante ou Teto de vidro enquanto tomava banho, ou pensou em montar uma banda, ou mesmo começou a se vestir com um estilo inspirado na Pitty?

Além de ser uma ótima cantora, ela tem personalidade forte. Esse é outro ponto que me fez admirá-la ainda mais. Ela é uma mulher que luta pelo que acredita e que é dona do próprio nariz. Essa semana me bateu uma saudade dessa época de adolescente que curtia uns rocks dessa baiana e resolvi montar uma listinha com as músicas que mais tocavam nas rádio da época.
14 músicas do Nando Reis para ouvir em todos os momentos


Artigo publicado no site E0H


Comecei esse post pensando em fazer uma lista de músicas do ruivo para ouvirmos antes de dormir, que por sinal é uma delícia, mas lá pelo meio da lista percebi que é impossível direcionar para apenas um momento, Nando Reis é um amorzinho para todos.

Para mim ele é trilha de várias lembranças, abraços, cheiros e momentos. Para cantar junto é sem dúvidas “All Star”, para trazer boas vibrações escolho “Mantra”, para se declarar, “Para você guardei o amor” e para sonhar, todas .

Então pega seus fones, aumenta o volume e se prepara para ouvir essa listinha que foi feita para você curtir um amor ou uma solidão, para curtir com quem ama ou para se curtir também, porque não? Vem: 
Alice no País das Maravilhas e o limiar entre loucura sã e sanidade patológica



A loucura só existe em uma sociedade, já afirmava Foucault (1961). A questão dos limites saudáveis entre loucura e sanidade, não é algo fácil de se encontrar, precisamos entender que essa é uma compreensão relativa, que leva em conta a cultura e a época. Considerando cada ser humano único, entendemos que não é possível identificar um único padrão, sendo muito tênue a separação entre normal e anormal, entre saudável e patológico.

Para ilustrar essa questão utilizaremos a trajetória da personagem Alice no filme Alice no país das maravilhas, de 2010, dirigido por Tim Burton. O filme mostra a Alice depois de 13 anos, como uma jovem tendo que tomar a decisão de viver conforme a sociedade afirma ser adequado para uma garota, aceitando um casamento arranjado, ou ouvir seu “eu interior” e seguir os passos do pai, saindo totalmente dos padrões pré-estabelecidos da época. Antes da resposta ao pedido de casamento, Alice retorna ao “país das maravilhas” e trilha uma jornada pelo seu mundo interior descobrindo-se, e assim fortalecendo o seu self tendo, portanto, condições de tomar a decisão mais adequada para si, mesmo correndo o risco de ser tachada de “louca”.
14 filmes especiais com grandes mulheres da literatura


Artigo publicado no site NotaTerapia

Histórias reais quase sempre emocionam e quando elas dizem de escritoras e poetisas, as quais admiramos, parece que o fascínio se torna ainda maior. Em comum nessa lista de 14 filmes biográficos estão grandes mulheres que com poesia e prosa mudaram o mundo. Cada filme, com sua peculiaridade, é capaz de despertar em nós interesse, fascinação e até mesmo desapontamento, pois como leitores não cansamos de idealizar aquelas que um dia nos sussurraram aos ouvidos as mais belas palavras. Espero que gostem da seleção!
O livro que surgiu de um encontro entre Guimarães Rosa e Manoel de Barros



Em 1952, João Guimarães Rosa, em pleno trabalho de “elaboração” de Grande Sertão: Veredas, visitou o Pantanal do Mato Grosso em busca de subsídios e para observar o comportamento dos bois. Na ocasião, Manoel de Barros foi uma espécie de guia pantaneiro de Rosa. Embora o fluxo da linguagem do sertão fosse diferente do refluxo da linguagem do pantanal, embora ambos, sertão e pantanal, pertençam à mesma categoria de terra-de-sem-fim, Manoel, então com dois livros publicados — Poemas concebidos sem pecados (1937) e Faca Imóvel (1942) — acabou subvertendo Rosa. Note-se que Rosa já era autor consagrado pela excelente repercussão de Sagarana. Mas essa subversão se deu a tal ponto, que Manoel acabaria se transformando no personagem de um livro raríssimo, tão raro que nem consta mesmo na Bibliografia oficial de Guimarães Rosa: Um certo vaqueiro Mariano. A edição foi de apenas 116 exemplares, numerados, e todos eles assinalados pelo próprio punho do autor.1
Por que será que há muros tão altissonantes e muros tão mudos? 

(...)O Muro de Berlim era notícia a cada dia. Da manhã à noite líamos, víamos, escutávamos: o Muro da Vergonha, o Muro da Infâmia, a Cortina de Ferro…
Por fim, esse muro que merecia cair, caiu. Mas outros muros brotaram, e seguem brotando, no mundo. Apesar de ser bem maiores que o de Berlim, deles se fala pouco ou nada.
Pouco se fala do muro que os Estados Unidos estão construindo na fronteira mexicana, e pouco se fala do alambrado de Ceuta e Melila.

El doble y los sueños en la poesia de Gabriel Jiménez Emán
Julio Borromé

Conocí a Gabriel Jiménez Emán en una casa antigua de Carora. Una casa de altas paredes y grandes boquetes. Una casa antigua pintada de color mostaza o quizás recubierta de un soliviantado color naranja. Esa casa me recordó las casas marroquíes perfumadas de canela, mirra y aceites, descritas con fascinación por Elías Canetti. Esas casas también las vemos distraídamente en esas revistas solariegas que nos llegan de España. No recuerdo si la casa pertenecía al papá de Luis Alberto Crespo o a la familia del músico Alirio Díaz, quien por cierto fue homenajeado en aquella cálida noche, entre cocuy y poesía. Para sorpresa de los invitados, el maestro Alirio colmó la estancia de una música indescriptible. Recuerdo que perseguí a Gabriel por toda la casa, obsequiaba a sus amigos y poetas el libro Aldea sumergida del poeta Elisio Jiménez Sierra, y por supuesto, yo quería uno para mí. Después de entregarme el último libro que le quedaba en las manos, lo vi adentrarse en uno de los espacios laberínticos de la casa, y se perdió con los últimos colores de la tarde.


Era uma vez... nos tempos da escrita mecânica...
Publicado originalmente no blog: Pensados a Tinta.
”(...) me assediam de improviso, irreverentes e importunos, cinco agentes de clubs.
Offerecem, risonhos e palradores, perfeições e vantagens de apparelhos modernos que, a se lhes crer nas affirmações, vêm dar ao cerebro e á emoção o desvalor de inutilidades por não terem mais de funccionar!
As cellulas se fossilisarão e o grande sympathico torna-se-à uma surfluidadeenigmatica, como appendice! O coração, esse censor sensitivo restrictamente um musculo! Insiste, um delles, porque me inscreva em um club de sorteios seriados para a acquisição de um apparelho de calculos e de uma machina, a seu dizer, no seu bojo indecifravel de pequenas engrenagens dentadas e de fios correntes.
Oh! A machina de escrever!
Decididamente a mecanica se alonga da limitação nobre em que se mantivera até bem pouco, da pura utilidade industrial, ao campo abstrato das especies emotivas!
"Minha terra é o Amazonas, meu escritório Cuiabá 
e minha casa é o universo!!! Artista Anônimo

Foto: Adriano Figueiredo Ferreira
E o Morro acendeu
QUALQUER CIDADE É DE TODOS

Andamos por ela. Sentimos o chão, buscamos horizontes atrás dos edifícios, acompanhamos as obras, vemos transformações, passamos pelas últimas casas na fronteira, periférica, cartográfica, na janela em velocidade que divide espaços

Luis Segadas

A cidade tem cores, sons, aromas, trajetos, entradas, saídas, promove encontros, esbarrões nos fluxos que buscam a retidão. A cidade é das motos, escavadeiras, dos cães que precisam atravessar e dos cadeirantes com suas rodas. A cidade gera e integra diferentes necessidades humanas e não humanas. A cidade precisa funcionar é a nossa casa, nos abriga e alimenta. O morador de rua apreende o espaço para si. O parque é o seu jardim, o beco é o seu banheiro. Sua casa espalha-se em terrenos segmentados pela ação inventiva humana.



Teatro da Crueldade
Antonin Artaud (1896 – 1948) foi considerado um louco visionário do teatro surrealista, que apesar de ter morrido sem ver muito suas teorias realizadas na prática, influenciou vários teatrólogos que o sucederam, entre eles, Jerzy Grotowski, cujas teorias deram origem ao Teatro Pobre e Peter Brook.

Até o surgimento do mito Artaud, eram considerados pilares de sustentação teatral, o russo Stanislavski e o alemão Brecht, que propuseram formas diferenciadas de atuar. Já o francês Artaud possuía grandes pretensões a respeito de sua arte. Junto com Roger Aron, foi um dos primeiros diretores surrealistas, com a proposta de contestar o teatro naturalista, principalmente o francês, que se mostrava muito retórico e paradigmático. Artaud pregava o uso de elementos mágicos que hipnotizassem o espectador, sem que fosse necessária a utilização de diálogos entre os personagens, e sim muita música, danças, gritos, sombras, iluminação forte e expressão corporal, que comunicariam ao público a mensagem, reproduzindo no palco os sonhos e os mistérios da alma humana.