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"69 rapidinhas"


"69 rapidinhas" apresenta um formato inusitado, tanto quanto as 69 micronarrativas que o compõem.

É uma caixinha de camisinha, e cada uma destas envolve um texto com exatos 69 caracteres.  

Além dos textos, há frases soltas espalhadas ao acaso, mas todas relacionadas com uma relação a dois. São preservativos contra o mau humor, que pode ser fruto da falta de leitura. Então, não perca tempo, previna-se.


O amor no seu carro de prazer

Apresentação de “Estela y Lázaro vertiginosamente” derradeira fabulação de Pedro Sevylla de Juana.

1-Nota bene del autor

Andaba yo en amores literarios con el complejo Brasil, desarrollando el universalismo en poesía, procedente de Portugal, descubridor allí de la lengua portuguesa –minha segunda pátria- y de la escritura en portugués; cuando se me coló en la mente la idea de armar mi última novela. Armar, digo, porque es una novela de amor y de hedonismo, de entrega y solidaridad, que requiere ser armada en sus varias acepciones: caleidoscopio, mosaico.

Al intervenir Sabrina Baccio en la relación amorosa de Estela y Lázaro, cercenándola; lo hizo guiada por sentimientos fuertes: amor, amistad, celos, rabia. Lejos estaba de conocer el alcance y la naturaleza de lo que rompía. Así me lo escribió con una letra menuda inclinada a la izquierda, en carta fechada en la ciudad de Roma. La firma llevaba una rúbrica armónica. Era casi una elipse cercando a la inicial de su nombre seguida de un punto y el antiguo apellido; cognome recibido del padre, natural de Florencia y originario de la provincia di Napoli. Estuve tentado de analizar su escritura, pero lo dejé para más adelante.

Al profundizar en las razones de los amantes, comprendió Sabrina que sería bueno publicar su historia amorosa, en cierto modo, ejemplar. Así que pensó poner las cartas cruzadas en manos de un escritor que les diera forma de novela. Nunca nos habíamos visto, pero conocía parte de mi obra y me consideraba experto en el mundo femenino, capaz de ordenar los diálogos y añadir el contenido más oportuno. Si aceptaba yo el compromiso debía dar a la estampa el resultado final. De ese modo, no solo reparaba el daño infligido, sino que ayudaba a otras personas, mostrándolas lo que el amor puede llegar a conseguir, puesto al servicio de la persona amada. Noble empeño, pensé al leerlo, poniéndome, sin darme cuenta o intencionadamente, de su lado, un lado, en cierto modo, justificable.
Iba a ser una historia de amor y sexualidad, pero también ejemplo de simbiosis vital. Mostraría al lector, la manera en que dos personas disímiles pueden acoplarse saboreando la vida. Escribí a ambos protagonistas: Estela y Lázaro. Hablé con ellos, y me pidieron que la novela no los denunciase en modo alguno. Ciertamente me esforcé; hube de modificar todas y cada una de las circunstancias principales.
Madame Suzette


Autora: Cristina Jacó

Madame Suzette é uma marca, uma pessoa, uma ideia. Ela construiu um império e ninguém pode questionar isso. Representa um estilo de vida. Tirar o dia para visitar Madame Suzette é adiar os problemas. Deixar para trás toda a frustração, o stress, as decepções. Dar um tempo para se revigorar em um ambiente de luxo, sensualidade e poder.

Sarah é a única herdeira desse grande império. Levando uma vida simples no Brasil ela descobre a existência da avó que não conheceu. O império de Madame Suzette é colocado em suas mãos e gera grande impacto sobre sua família. Para assumir o comando dos negócios da avó ela se vê obrigada a se reinventar. Superar suas dificuldades e se transformar em outra mulher. Aos poucos esse processo de transformação acontece e Sarah se descobre dominadora e impiedosa. Começa a levar uma vida sexualmente ativa e usa sua posição para subjugar todos a sua volta. Até acontecer o imprevisto: nasce o amor. Sublime, delicado e afetuoso, vindo de quem ela não esperava. Em um dado momento ela se vê obrigada a escolher entre a devassidão e uma vida a dois, mais calma e familiar. Qual caminho escolher? E quem foi Madame Suzette? Uma herança inesperada poderia mudar a sua vida? Uma herança poderia te transformar em outra pessoa? Mudar até mesmo a forma como você lida com o próprio corpo? É isso o que acontece com Sarah. Descubra o que ela é capaz de fazer para se transformar na nova Madame Suzette.
"Flor do Ingá" de Luiz Renato Souza Pinto

A trilogia do escritor, poeta e professor Luiz Renato de Souza Pinto começou com uma mentira. E a sequência desta mentira será lançada até o mês de abril em Mato Grosso. “Flor do Ingá” é o segundo livro da trilogia que começou com Matrinchã (1998) e será publicado pela editora Tanta Tinta – Carlini & Caniato. A mentira foi por sobrevivência, de um artista que tentava sobreviver no Sul do Brasil para morar em Curitiba. Neste sua empreitada, circulou por mais de 27 Universidades vendendo sua poesia. Mas, para poder entrar nestas escolas teve que contar uma pequena mentira: que estava escrevendo um livro sobre a colonização do Norte de Mato Grosso pelo Sul do país.

Após três meses sobrevivendo com o dinheiro das poesias vendidas para os alunos, Luiz Renato resolveu escrever o livro. “Já menti para muita gente, agora preciso escrever este livro”. E foi assim que nasceu Matrinchã, dois anos depois da empreitada pelo Sul.
Por caminhos diferentes, Luiz Renato experimentou para poder escrever sobre esta colonização, quando falava nas salas de aula em busca de dinheiro para a suposta publicação do livro, cujo embrião nascia ali, recorria à memória para nortear a história através de tudo o que sabia sobre a relação entre Norte de Mato Grosso e o Sul do Brasil.
O primeiro livro aborda colonização, o governo Getúlio Vargas, a propriedade, e narra os encontros e desencontros nos descaminhos de um andarilho e um caminhoneiro. Mas, agora, no segundo livro, “Flor do Ingá” a história será contada através da perspectiva de dois personagens secundários em “Matrinchã”: o casal Pedro e Irene. 
“Pedro e Irene se conheceram em Londrina, Paraná, no campus da Universidade Estadual, onde cursaram suas faculdades. Ele, história; ela, direito. Casaram-se e foram para o Matrinchã do Teles Pires, norte do Mato Grosso. Ela passou a advogar para latifundiários enquanto ele trabalhava com alfabetização de colonos. Mas isso faz muito tempo. Hoje, ela mora em Sinop-MT, cidade na qual ele espera vê-la e quem sabe compreender melhor tudo o que aconteceu ao longo deste tempo”, revela a orelha do livro.
A obsessão de Pedro por Irene é tamanha que após a separação, ele busca encontrá-la através da Internet, e em todos os rostos só consegue ver o seu. Como o primeiro livro foi baseado em suas primeiras andanças, “Flor do Ingá” também mescla a realidade do que foi vivido para dar vida aos personagens. Luiz Renato enveredou sua própria busca por “encontros” em sites pela Internet, e conheceu diversas mulheres pelo Brasil.
“Chegava nos encontros e contava para elas que eu era escritor e estava fazendo uma pesquisa sobre como funciona esta busca de encontros e pessoas pela Internet para poder trazer isto para o personagem, o Pedro”, explicou Luiz.
Foram tantas desventuras para se chegar até “Flor do Ingá” que Luiz considera que com este livro alcançou a maturidade na escrita. A expectativa com o livro é a formação de público, e pretende lançá-lo na cidade de Bom Jardim de Goiás, que não possui biblioteca e nem livraria.
“Depois faremos um lançamento em Chapada dos Guimarães e outro na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O livro está na gráfica e deve chegar até o fim do mês, então a expectativa é que o lançamento seja em abril”, contou.
Sobre o terceiro livro, Luiz Renato ressalta que já pensa no título “O poeta de bicicleta” que é de um poema do amigo e parceiro, o saudoso Antônio Sodré. Mas, explica que não tem pressa, e a expectativa é que o livro que encerra a trilogia só começará a ser escrito daqui a cinco anos.
O primeiro livro, Matrinchã teve grande inserção no meio acadêmico, principalmente na Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) sendo adotado por professores e grupos de pesquisa. E a relação com as universidades e a história narrada por Luiz Renato demonstra que suas obras possuem um diálogo com a realidade que proporciona um maior entendimento sobre fatos como a colonização de Mato Grosso e agora em “Flor do Ingá” aprofundar sobre o latifúndio, questão pertinente da terra que ainda não é amplamente discutida no país.
O Nome do Mundo é Uma Janela


«A Poesia de Bernardino Guimarães parece concertar, ou congregar, num único procedimento alguns propósitos temáticos: as janelas, a cidade, o mar; o problema da presença e da ausência, a expectativa, o tempo, a espera, o impulso de partida, o peregrinar; a dialética do sento-me ou da âncora pesada nos rins, e do multiplico-me; o irredutível, o trágico do definitivo; a suspensão da viagem em forma de onomatopeia ou prece: azul azul azul e casas; o problema do andamento ritmado pela mastreação e as velas como se fossem guias; a sucessão: O melro no meio-dia diz: dia. Encontro a palavra, digo: palavra. E ela nasce. (...) Esta poesia intenta reencontrar-se com a natureza: o mar, as janelas, a possibilidade de explicação, de replicação, e um sentimento crescente como experiência pessoal e reatamento de uma ordem de relações entre a literatura e o mundo, uma espécie de reencantamento, diga-se, reumanização do mundo face à rasura crescente. E, diante dessa ameaça, o poeta tenta criar clareiras, possibilidades novas, ainda nem sequer nomeadas.»
Sob os escombros


"Lembrança é vida soterrada. Escondida sob escombros fundos, onde a dor se acomoda em letargia e desistência por um tempo longo demais, curto demais. Conveniência? Ou seria medo o que nos faz insistir no esquecimento? Sofrer é hábito descuidado. E a gente nem percebe há quanto tempo não sente alegria. Ou paixão. Ou vontade. Ou qualquer coisa que aqueça o coração. Segundos, anos... Quanto tempo se leva sendo triste? Tornar-se infeliz é bordado lento. É como poeira nas roupas, que se assenta em camadas finas, toldando o viço, deturpando os fios da trama. Ser triste leva uma vida. A vida que depois a gente esconde na memória. E pensa que esqueceu."

(...)

"Memória é vento que se encolhe com frio de si mesmo; tormenta que se guarda para um próximo açoite. É linha que costura na alma, em ponto miúdo, todos os choros, todas as belezas, toda a rebeldia. E repousa, e repousa, e então desperta. Esparrama-se em rajadas. Como um pulmão que expele. Para não sufocar."

Cai ou Não Cai? Haicais e Animais

Ilustrador: Ana Carolina Iabrudi Juste


Autores: Simone Alves Pedersen / Jean Marcel




Características:


- ISBN: 978-85-60120-30-7;


- Formato: 20,5cm x 27cm;


- 24 páginas.


- Acabamento: Capa flexível


- Idioma: Português

Cartas à Ophelia- Fernando Pessoa

Ler a correspondência alheia é, alerta-nos a autoridade, atividade criminosa. Que o leitor amigo aceite, portanto, o saboroso convite a um ilícito voyeurismo: trata-se de desvendar as cartas amorosas de um dos maiores poetas do século passado, o português Fernando Pessoa.

Se todo homem é um universo de percepções, sonhos e experiências, a alma multiforme de Pessoa cindiu-se numa miríade de galáxias, desveladas pela esquizofrenia literária da heteronímia. O poeta são poetas, e é esse parnaso pessoal, composto por filósofos panteístas, médicos aristocráticos, engenheiros futuristas, escrivães misantropos, que constitui um dos maiores desafios ao entendimento desse pequeno funcionário português, desse cultor da astrologia e do ocultismo, do homem metódico dado ao vício do álcool, da carne que se fez verbo, coerente com a troca de sinal da mensagem do evangelho que representou seu projeto de existência.

Nas cartas a seguir, endereçadas por Fernando Pessoa a sua amada Ophélia, é impossível não reconhecer os ecos de outra célebre epistolografia literária, aquela trocada por Franz Kafka e sua noiva, Felice Bauer; ambos, Kafka e Pessoa, foram burocratas medíocres, que consumiram a vida no processo monomaníaco de encontrar o sumo da existência, transmutada na obra (talvez não fosse de todo incorreto afirmar que, para Pessoa e Kafka, parodiando os versos do primeiro, escrever é preciso, viver não é preciso), ambos vivendo paixões fadadas ao fracasso, repletas de extremado apego e de obsessões neuróticas.
A magia da infância em versos …


Um livro para fazer a poesia brotar no coração das crianças. Este é “Jardim de Versos”, titulo da Coleção Grandes Clássicos para Jovens da Editora FTD. A publicação apresenta em 72 páginas, 30 textos do original “Jardim de Versos de Uma Criança” (1885), clássico da poesia para crianças de Robert Louis Stevenson, autor escocês mais conhecido pelas obras “A ilha do tesouro” (1881) e “O estranho caso do Dr. Jekyll e o sr. Hyde” ou “O médico e o monstro” (1886).

Noites de vento, A saia da tia, A viagem do sol, Terra dos sonhos, O amigo invisível, poemas que, para a organizadora e tradutora Ligia Cademartori, representam uma “passagem para um mundo mágico”, um “universo poético que toda criança tem o direito de conhecer”. De geração em geração, os versos de Stevenson são populares especialmente entre as crianças, educadores e críticos ingleses e norte-americanos.

Nevralgias 

Sobre a Obra 

Eduardo Mahon ressignifica as palavras e as letras são instrumentos, artefatos polivalentes na estruturação e construção sólida da fragmentação constituinte dos seus tecidos escriturais.

Ressignifica porque, ao atravessar as palavras que povoam e desenham as imagens dos seus textos/parcelas, dos seus tecidos/lavrados, propõe que o imaginário-vida aqui lançado seja laçado pelo leitor. O escritor recupera a função do estimado leitor e este passa para o papel de intérprete do texto de Mahon.

Cada ementa literária ou Alma de artista ou Silêncio e a importante Notícias de mim revelam as possibilidades instrumentais criativas do autor. Em Notícias de mim, há algo que resvala na beleza da eternidade no plus espiritual do lirismo filial. Encontrei aqui momento de singularidade sígnica, esbarrei na mansuetude da falta maternal e postei contrida em busca de mais notícias. Escritura de puro sabor de um saber amar, do tempo admirável vivido com a figura da mãe. O intérprete/leitor necessita competência e sentimento apurado para adentrar nas Notícias.

Biografia do guitarrista da banda The Who chega ao Brasil 

Publicado em O Repórter 

Pete Townshend traz à tona episódios de infância, polêmicas e a formação da lendária banda

RIO DE JANEIRO (O REPÓRTER) - Guitarrista da lendária banda inglesa The Who, Pete Townshend traz a obra que conta a sua própria história. "Pete Townshend - a biografia" faz um corajoso mergulho em suas memórias, trazendo à tona episódios de infância, as polêmicas de sua carreira e a história do grupo de rock, onde é o principal compositor.

Entre as hitórias contadas no livro está sua própria prisão em 2003 quando foi acusado de ter acessado um site de pornografia infantil na internet. Townshend admite que o fez - não por ser pedófilo, mas como pesquisa sobre abuso infantil, tema para o qual sempre foi sensível, graças à própria história de vida.

Editora Rocco lançará Deixe a Neve Cair

A Editora Rocco anunciou no encontro de livreiros que aconteceu no dia 24/09 que irão lançar o livro Deixe a neve cair, tradução de Let It Snow, o livro une três contos escritos por três autores: John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle, abordando o tema do Natal. O lançamento está previsto para o fim deste ano, nas proximidades do Natal.

Eu me diverti muito escrevendo "O milagre da torcida de Natal". Maureen me inspirou a torná-lo o mais louco possível e Lauren, a colocar todo meu coração ali. 
 - John Green
 
Na noite de Natal, uma tempestade de neve tranforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para encontros românticos. Em Deixe a neve cair, bem-sucedida parceria entre três autores de grande sucesso entre os jovens, John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle escrevem três hilários e encantadores contos de amor, com direito a surpreendentes armadilhas do destino e beijos de tirar o fôlego. Comédia romântica com a assinatura de um dos maiores bestsellers da atualidade, o livro é uma excelente opção de presente de fim de ano.
“A perigosa vida dos passarinhos pequenos”: novo livro de Miriam Leitão

“A perigosa vida dos passarinhos pequenos”. Com maravilhosas ilustrações de Rubens Matuck, a obra conta de uma maneira muito sensível como os pássaros de pequeno porte têm sofrido com a falta da floresta – no caso a Mata Atlântica.
Miriam mostra o resultado do trabalho em equipe para conseguir reverter a perda das árvores e passa o recado para as pessoas: devemos ouvir mais os pássaros. Indicada para crianças de 7 a 12 anos, a história é interessante independentemente da idade. “É uma fábula que um adulto pode ler, pois ele verá com outros olhos”, afirma a autora. 
Para quem aprecia a Mata Atlântica, é leitura obrigatória, principalmente por ser baseada em fatos reais, ocorridos na fazenda Brejo Novo, em Minas Gerais.

Will Eisner: um sonhador nos quadrinhos

Livro Will Eisner – Um Sonhador nos Quadrinhos, de Michael Schumacher, a biografia de um dos maiores artistas dos quadrinhos de todos os tempos, o inventor da chamada arte sequencial e do termo graphic novel (romance gráfico).

Schumacher não aliviou para o criador do Spirit: mostra todos os seus méritos, mas também os vícios. Sempre abriu as portas para os jovens cartunistas, revelando nomes como Jack Kirby, Lou Fine, Bob Kane e Joe Kubert (que admitiu primeiro como faxineiro). Mas sentia inveja do sucesso de Bob Kane, o criador do Batman. E ficou com dor de cotovelo quando Art Spiegelman ganhou um Pulitzer pelo álbum Maus. Achava que merecia mais.
Downloads de 265 livros sobre a vida e a obra de personalidades da cultura brasileira

Preservar a memória da cultura nacional e democratizar o acesso ao conhecimento são os princípios da Coleção Aplauso, lançada pela Imprensa Oficial. Neste site você encontra biografias de artistas, cineastas e dramaturgos além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV. Todo esse acervo digital pode ser acessado gratuitamente.
Em um clique, você viaja pela história do cinema, da televisão e do teatro brasileiro na companhia de seus principais protagonistas. Uma ação para estudantes, pesquisadores e interessados na história da nossa cultura.
(Coleção Aplauso)


O Sino do Campanário

Lançado em 2005, quando o escritor contava com apenas vinte e poucos anos de idade, esta coletânea de contos fez o improvável, desde o início. Primeiro que livros de narrativas curtas geralmente não são bem aceitos, ainda mais de autores locais. Segundo que Uili era um completo desconhecido. E terceiro, que nem autor, editor e nem ninguém depositava muita esperança no projeto. Contra tudo e contra todos, “O Sino do Campanário” tornou-se o livro de ficção mais vendido da Feira do Livro de Caxias do Sul daquele ano, sendo adaptado para o cinema no ano seguinte, adotado por diversas escolas e esgotando rapidamente as primeiras edições.

O filme foi exibido em diversas cidades e em canais de TV, ajudando, claro, a projetar o livro. Mas o texto se sustenta, com profundidade e estilo, algo incomum para um rapaz de pouca idade.


Era uma vez Mariana…

Ficha técnica
Autor: Rosa Graciela de Campos Lopes
Edição: 1ª
Ano de publicação: 2013
ISBN: 978-85-8009-072-7 – Carlini & Caniato
          978-9588504-29-5 – Chatedral
Tamanho: 13,8 x 20,8 cm
Número de páginas: 160
Gênero: Romance
Peso: 174 gramas
Preço Capa: R$ 29,90

Trecho do livro

“Desde o início da gravidez, Marcus e Rebeca sonharam com uma menina e ficaram muito contentes quando, ao fazer o ultrassom com 16 semanas de gestação, puderam constatar que Mariana estava chegando.

A Cachoeira do Poema na Fazenda do Seu Astral

''Livro,leve,livre e solto'' como o próprio poeta diz no poema II.E acrescenta na pagina 52 -
'' A POESIA É  RAÇÃO  QUE  MASTIGA TODO SANTO DIA.''Dele analisa o também poeta carioca Vinicius Bito Trindade - ''Matheus José, mineiro, faz poesia como um sapo coaxa, como um grilo não se grila, como um pássaro pia. No que ele escreve, parece que é sempre dia, faz sol e é boa a brisa. Seu verso é fruto da terra e o homem feito de barro. Porque ao poeta cabe ser natural, não importando o deserto a sua volta, fazendo valer a pena dar um mergulho nessa Cachoeira do Poema na Fazenda do Seu Astral''

O poeta de Niteroi papa goiaba Tomas Paoni acrescenta tambem,''Matheus não fala ,ele jorra'' nas folhas finais do posfácio.
Livro: Empresto do visitante
Autor: Ronald Augusto
Gênero: Poesia

Número de Páginas: 90

Formato: 15x20

Preço: R$ 30,00 + frete (livro em pré-venda, entrega após o lançamento)


 Autor do livro Empresto do visitante, Ronald Augusto nasceu em Rio Grande (RS) a 04 de agosto de 1961. Poeta, músico, letrista e crítico de poesia. É autor de, entre outros, Homem ao Rubro (1983), Puya (1987), Kânhamo (1987), Vá de Valha (1992), Confissões Aplicadas (2004), No Assoalho Duro (2007), Cair de Costas (2012), Oliveira Silveira: Poesia Reunida (2012) e Decupagens Assim (2012). Dá expediente no blog www.poesia-pau.blgspot.com e é diretor associado do website www.sibila.com.br

BUGRINHO
Que menino é esse?

Biografia do poeta Silva Freire, adaptada para crianças – inclusive aquelas que moram nos adultos. Escrita por Daniela Freire, filha do poeta, e ilustrada por Marcelo Velasco, reconstitui lembranças e propõe o encontro e desvendamento de sentidos para fragmentos da obra do poeta, impregnada até a alma da identidade mato-grossense.

Benedito Sant’Ana da Silva Freire é o poeta de vanguarda, mato-grossense nascido em Mimoso, distrito pantaneiro do município de Santo Antônio do Leverger, em 20 de setembro de 1928. Publicou vários cadernos e livros de poesias, crônicas, contos...