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"69 rapidinhas"
"69 rapidinhas"
apresenta um formato inusitado, tanto quanto as 69 micronarrativas que o
compõem.
É uma caixinha de camisinha, e cada uma destas envolve um texto com
exatos 69 caracteres.
Além dos textos, há frases soltas espalhadas ao acaso,
mas todas relacionadas com uma relação a dois. São preservativos contra o mau
humor, que pode ser fruto da falta de leitura. Então, não perca tempo,
previna-se.
Crítica Literária /
Escritor /
Livraria /
Livro /
Pedro Sevylla de Juana /
Poetas Espanhois /
Renata Bomfim
O amor no seu carro de prazer [Pedro Sevylla de Juana]
O amor no seu
carro de prazer
Apresentação de “Estela y Lázaro vertiginosamente” derradeira
fabulação de Pedro Sevylla de Juana.
1-Nota
bene del autor
Andaba yo en
amores literarios con el complejo Brasil, desarrollando el universalismo en
poesía, procedente de Portugal, descubridor allí de la lengua portuguesa –minha segunda pátria- y de la escritura
en portugués; cuando se me coló en la mente la idea de armar mi última novela.
Armar, digo, porque es una novela de amor y de hedonismo, de entrega y
solidaridad, que requiere ser armada en sus varias acepciones: caleidoscopio,
mosaico.
Al intervenir
Sabrina Baccio en la relación amorosa de Estela y Lázaro, cercenándola; lo hizo
guiada por sentimientos fuertes: amor, amistad, celos, rabia. Lejos estaba de
conocer el alcance y la naturaleza de lo que rompía. Así me lo escribió con una
letra menuda inclinada a la izquierda, en carta fechada en la ciudad de Roma.
La firma llevaba una rúbrica armónica. Era casi una elipse cercando a la
inicial de su nombre seguida de un punto y el antiguo apellido; cognome recibido del padre, natural de
Florencia y originario de la provincia di
Napoli. Estuve tentado de analizar su escritura, pero lo dejé para más
adelante.
Al profundizar
en las razones de los amantes, comprendió Sabrina que sería bueno publicar su
historia amorosa, en cierto modo, ejemplar. Así que pensó poner las cartas
cruzadas en manos de un escritor que les diera forma de novela. Nunca nos
habíamos visto, pero conocía parte de mi obra y me consideraba experto en el
mundo femenino, capaz de ordenar los diálogos y añadir el contenido más
oportuno. Si aceptaba yo el compromiso debía dar a la estampa el resultado
final. De ese modo, no solo reparaba el daño infligido, sino que ayudaba a
otras personas, mostrándolas lo que el amor puede llegar a conseguir, puesto al
servicio de la persona amada. Noble empeño, pensé al leerlo, poniéndome, sin
darme cuenta o intencionadamente, de su lado, un lado, en cierto modo,
justificable.
Iba a ser una
historia de amor y sexualidad, pero también ejemplo de simbiosis vital.
Mostraría al lector, la manera en que dos personas disímiles pueden acoplarse
saboreando la vida. Escribí a ambos protagonistas: Estela y Lázaro. Hablé con
ellos, y me pidieron que la novela no los denunciase en modo alguno.
Ciertamente me esforcé; hube de modificar todas y cada una de las
circunstancias principales.
Autora: Cristina Jacó
Madame Suzette é uma
marca, uma pessoa, uma ideia. Ela construiu um império e ninguém pode
questionar isso. Representa um estilo de vida. Tirar o dia para visitar Madame
Suzette é adiar os problemas. Deixar para trás toda a frustração, o stress, as
decepções. Dar um tempo para se revigorar em um ambiente de luxo, sensualidade
e poder.
Sarah é a única herdeira
desse grande império. Levando uma vida simples no Brasil ela descobre a
existência da avó que não conheceu. O império de Madame Suzette é colocado em suas
mãos e gera grande impacto sobre sua família. Para assumir o comando dos
negócios da avó ela se vê obrigada a se reinventar. Superar suas dificuldades e
se transformar em outra mulher. Aos poucos esse processo de transformação
acontece e Sarah se descobre dominadora e impiedosa. Começa a levar uma vida
sexualmente ativa e usa sua posição para subjugar todos a sua volta. Até
acontecer o imprevisto: nasce o amor. Sublime, delicado e afetuoso, vindo de
quem ela não esperava. Em um dado momento ela se vê obrigada a escolher entre a
devassidão e uma vida a dois, mais calma e familiar. Qual caminho escolher? E
quem foi Madame Suzette? Uma herança inesperada poderia mudar a sua vida? Uma
herança poderia te transformar em outra pessoa? Mudar até mesmo a forma como
você lida com o próprio corpo? É isso o que acontece com Sarah. Descubra o que
ela é capaz de fazer para se transformar na nova Madame Suzette.
Espaço Cult. Matogrossense /
Livraria /
Livros /
Luiz Renato Souza Pinto /
Marianna Marimon
"Flor do Ingá" de Luiz Renato Souza Pinto [Marianna Marimon]
A trilogia do escritor, poeta e professor Luiz Renato de Souza Pinto começou com uma mentira. E a sequência desta mentira será lançada até o mês de abril em Mato Grosso. “Flor do Ingá” é o segundo livro da trilogia que começou com Matrinchã (1998) e será publicado pela editora Tanta Tinta – Carlini & Caniato. A mentira foi por sobrevivência, de um artista que tentava sobreviver no Sul do Brasil para morar em Curitiba. Neste sua empreitada, circulou por mais de 27 Universidades vendendo sua poesia. Mas, para poder entrar nestas escolas teve que contar uma pequena mentira: que estava escrevendo um livro sobre a colonização do Norte de Mato Grosso pelo Sul do país.
Após três meses
sobrevivendo com o dinheiro das poesias vendidas para os alunos, Luiz Renato
resolveu escrever o livro. “Já menti para muita gente, agora preciso escrever
este livro”. E foi assim que nasceu Matrinchã, dois anos depois da empreitada
pelo Sul.
Por caminhos
diferentes, Luiz Renato experimentou para poder escrever sobre esta
colonização, quando falava nas salas de aula em busca de dinheiro para a
suposta publicação do livro, cujo embrião nascia ali, recorria à memória para
nortear a história através de tudo o que sabia sobre a relação entre Norte de
Mato Grosso e o Sul do Brasil.
O primeiro livro
aborda colonização, o governo Getúlio Vargas, a propriedade, e narra os
encontros e desencontros nos descaminhos de um andarilho e um caminhoneiro.
Mas, agora, no segundo livro, “Flor do Ingá” a história será contada através da
perspectiva de dois personagens secundários em “Matrinchã”: o casal Pedro e
Irene.
“Pedro e Irene se conheceram em Londrina,
Paraná, no campus da Universidade Estadual, onde cursaram suas faculdades. Ele,
história; ela, direito. Casaram-se e foram para o Matrinchã do Teles Pires,
norte do Mato Grosso. Ela passou a advogar para latifundiários enquanto ele
trabalhava com alfabetização de colonos. Mas isso faz muito tempo. Hoje, ela
mora em Sinop-MT, cidade na qual ele espera vê-la e quem sabe compreender melhor
tudo o que aconteceu ao longo deste tempo”, revela a orelha do livro.
A obsessão de Pedro
por Irene é tamanha que após a separação, ele busca encontrá-la através da
Internet, e em todos os rostos só consegue ver o seu. Como o primeiro livro foi
baseado em suas primeiras andanças, “Flor do Ingá” também mescla a realidade do
que foi vivido para dar vida aos personagens. Luiz Renato enveredou sua própria
busca por “encontros” em sites pela Internet, e conheceu diversas mulheres pelo
Brasil.
“Chegava nos encontros
e contava para elas que eu era escritor e estava fazendo uma pesquisa sobre
como funciona esta busca de encontros e pessoas pela Internet para poder trazer
isto para o personagem, o Pedro”, explicou Luiz.
Foram tantas
desventuras para se chegar até “Flor do Ingá” que Luiz considera que com este
livro alcançou a maturidade na escrita. A expectativa com o livro é a formação
de público, e pretende lançá-lo na cidade de Bom Jardim de Goiás, que não
possui biblioteca e nem livraria.
“Depois faremos um lançamento
em Chapada dos Guimarães e outro na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
O livro está na gráfica e deve chegar até o fim do mês, então a expectativa é
que o lançamento seja em abril”, contou.
Sobre o terceiro
livro, Luiz Renato ressalta que já pensa no título “O poeta de bicicleta” que é
de um poema do amigo e parceiro, o saudoso Antônio Sodré. Mas, explica que não
tem pressa, e a expectativa é que o livro que encerra a trilogia só começará a
ser escrito daqui a cinco anos.
O primeiro livro,
Matrinchã teve grande inserção no meio acadêmico, principalmente na
Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) sendo adotado por professores e
grupos de pesquisa. E a relação com as universidades e a história narrada por
Luiz Renato demonstra que suas obras possuem um diálogo com a realidade que
proporciona um maior entendimento sobre fatos como a colonização de Mato Grosso
e agora em “Flor do Ingá” aprofundar sobre o latifúndio, questão pertinente da
terra que ainda não é amplamente discutida no país.
«A Poesia de Bernardino Guimarães parece concertar, ou
congregar, num único procedimento alguns propósitos temáticos: as janelas, a
cidade, o mar; o problema da presença e da ausência, a expectativa, o tempo, a
espera, o impulso de partida, o peregrinar; a dialética do sento-me ou da
âncora pesada nos rins, e do multiplico-me; o irredutível, o trágico do
definitivo; a suspensão da viagem em forma de onomatopeia ou prece: azul azul
azul e casas; o problema do andamento ritmado pela mastreação e as velas como se
fossem guias; a sucessão: O melro no meio-dia diz: dia. Encontro a palavra,
digo: palavra. E ela nasce. (...) Esta poesia intenta reencontrar-se com a
natureza: o mar, as janelas, a possibilidade de explicação, de replicação, e um
sentimento crescente como experiência pessoal e reatamento de uma ordem de
relações entre a literatura e o mundo, uma espécie de reencantamento, diga-se,
reumanização do mundo face à rasura crescente. E, diante dessa ameaça, o poeta
tenta criar clareiras, possibilidades novas, ainda nem sequer nomeadas.»
Sob os escombros
"Lembrança é vida soterrada. Escondida sob
escombros fundos, onde a dor se acomoda em letargia e desistência por um tempo longo
demais, curto demais. Conveniência? Ou seria medo o que nos faz insistir no
esquecimento? Sofrer é hábito descuidado. E a gente nem percebe há quanto tempo
não sente alegria. Ou paixão. Ou vontade. Ou qualquer coisa que aqueça o
coração. Segundos, anos... Quanto tempo se leva sendo triste? Tornar-se infeliz
é bordado lento. É como poeira nas roupas, que se assenta em camadas finas,
toldando o viço, deturpando os fios da trama. Ser triste leva uma vida. A vida
que depois a gente esconde na memória. E pensa que esqueceu."
(...)
"Memória é vento que se encolhe com frio de si mesmo; tormenta que se guarda para um próximo açoite. É linha que costura na alma, em ponto miúdo, todos os choros, todas as belezas, toda a rebeldia. E repousa, e repousa, e então desperta. Esparrama-se em rajadas. Como um pulmão que expele. Para não sufocar."
"Memória é vento que se encolhe com frio de si mesmo; tormenta que se guarda para um próximo açoite. É linha que costura na alma, em ponto miúdo, todos os choros, todas as belezas, toda a rebeldia. E repousa, e repousa, e então desperta. Esparrama-se em rajadas. Como um pulmão que expele. Para não sufocar."
Jean Marcel /
Livraria /
Simone Pedersen
Cai ou Não Cai? Haicais e Animais [Simone Alves Pedersen / Jean Marcel]
Cai
ou Não Cai? Haicais e Animais
Ilustrador: Ana
Carolina Iabrudi Juste
Autores: Simone
Alves Pedersen / Jean Marcel
Editora: Avis Brasilis
Características:
- ISBN: 978-85-60120-30-7;
- Formato: 20,5cm x 27cm;
- 24 páginas.
- Acabamento: Capa flexível
- Idioma: Português
Cartas
à Ophelia- Fernando Pessoa
Ler a correspondência alheia é, alerta-nos a
autoridade, atividade criminosa. Que o leitor amigo aceite, portanto, o
saboroso convite a um ilícito voyeurismo: trata-se de desvendar as cartas
amorosas de um dos maiores poetas do século passado, o português Fernando
Pessoa.
Se todo homem é um universo de percepções, sonhos e
experiências, a alma multiforme de Pessoa cindiu-se numa miríade de galáxias,
desveladas pela esquizofrenia literária da heteronímia. O poeta são poetas, e é
esse parnaso pessoal, composto por filósofos panteístas, médicos
aristocráticos, engenheiros futuristas, escrivães misantropos, que constitui um
dos maiores desafios ao entendimento desse pequeno funcionário português, desse
cultor da astrologia e do ocultismo, do homem metódico dado ao vício do álcool,
da carne que se fez verbo, coerente com a troca de sinal da mensagem do
evangelho que representou seu projeto de existência.
Nas cartas a seguir, endereçadas por Fernando Pessoa a
sua amada Ophélia, é impossível não reconhecer os ecos de outra célebre
epistolografia literária, aquela trocada por Franz Kafka e sua noiva, Felice
Bauer; ambos, Kafka e Pessoa, foram burocratas medíocres, que consumiram a vida
no processo monomaníaco de encontrar o sumo da existência, transmutada na obra
(talvez não fosse de todo incorreto afirmar que, para Pessoa e Kafka,
parodiando os versos do primeiro, escrever é preciso, viver não é preciso),
ambos vivendo paixões fadadas ao fracasso, repletas de extremado apego e de obsessões
neuróticas.
A
magia da infância em versos …
Um livro para fazer a poesia brotar no coração das
crianças. Este é “Jardim de Versos”, titulo da Coleção Grandes Clássicos para
Jovens da Editora FTD. A publicação apresenta em 72 páginas, 30 textos do
original “Jardim de Versos de Uma Criança” (1885), clássico da poesia para
crianças de Robert Louis Stevenson, autor escocês mais conhecido pelas obras “A
ilha do tesouro” (1881) e “O estranho caso do Dr. Jekyll e o sr. Hyde” ou “O
médico e o monstro” (1886).
Noites de vento, A saia da tia, A viagem do sol, Terra
dos sonhos, O amigo invisível, poemas que, para a organizadora e tradutora
Ligia Cademartori, representam uma “passagem para um mundo mágico”, um
“universo poético que toda criança tem o direito de conhecer”. De geração em
geração, os versos de Stevenson são populares especialmente entre as crianças,
educadores e críticos ingleses e norte-americanos.
Nevralgias
Sobre a Obra
Eduardo Mahon ressignifica as palavras e as letras são
instrumentos, artefatos polivalentes na estruturação e construção sólida da
fragmentação constituinte dos seus tecidos escriturais.
Ressignifica porque, ao atravessar as palavras que
povoam e desenham as imagens dos seus textos/parcelas, dos seus
tecidos/lavrados, propõe que o imaginário-vida aqui lançado seja laçado pelo
leitor. O escritor recupera a função do estimado leitor e este passa para o papel
de intérprete do texto de Mahon.
Cada ementa literária ou Alma de artista ou Silêncio e
a importante Notícias de mim revelam as possibilidades instrumentais criativas
do autor. Em Notícias de mim, há algo que resvala na beleza da eternidade no
plus espiritual do lirismo filial. Encontrei aqui momento de singularidade
sígnica, esbarrei na mansuetude da falta maternal e postei contrida em busca de
mais notícias. Escritura de puro sabor de um saber amar, do tempo admirável
vivido com a figura da mãe. O intérprete/leitor necessita competência e
sentimento apurado para adentrar nas Notícias.
Diversos /
Informativo /
Livraria /
Variedades
Biografia do guitarrista da banda The Who chega ao Brasil [Revista Biografia]
Biografia
do guitarrista da banda The Who chega ao Brasil
Publicado em O Repórter
Pete Townshend traz à tona episódios de infância,
polêmicas e a formação da lendária banda
RIO DE JANEIRO (O REPÓRTER) - Guitarrista da lendária
banda inglesa The Who, Pete Townshend traz a obra que conta a sua própria
história. "Pete Townshend - a biografia" faz um corajoso mergulho em
suas memórias, trazendo à tona episódios de infância, as polêmicas de sua
carreira e a história do grupo de rock, onde é o principal compositor.
Entre as hitórias contadas no livro está sua própria
prisão em 2003 quando foi acusado de ter acessado um site de pornografia
infantil na internet. Townshend admite que o fez - não por ser pedófilo, mas
como pesquisa sobre abuso infantil, tema para o qual sempre foi sensível, graças
à própria história de vida.
Editora Rocco /
John Green /
Lauren Myracle /
Livraria /
Maureen Johnson
Editora Rocco lançará Deixe a Neve Cair [John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle]
Editora
Rocco lançará Deixe a Neve Cair
A Editora Rocco anunciou no encontro de livreiros que
aconteceu no dia 24/09 que irão lançar o livro Deixe a neve cair, tradução de
Let It Snow, o livro une três contos escritos por três autores: John Green,
Maureen Johnson e Lauren Myracle, abordando o tema do Natal. O lançamento está
previsto para o fim deste ano, nas proximidades do Natal.
Eu me diverti muito escrevendo "O milagre da
torcida de Natal". Maureen me inspirou a torná-lo o mais louco possível e
Lauren, a colocar todo meu coração ali.
- John Green
Na noite de Natal, uma tempestade de neve tranforma uma
pequena cidade num inusitado refúgio para encontros românticos. Em Deixe a neve
cair, bem-sucedida parceria entre três autores de grande sucesso entre os
jovens, John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle escrevem três hilários e
encantadores contos de amor, com direito a surpreendentes armadilhas do destino
e beijos de tirar o fôlego. Comédia romântica com a assinatura de um dos
maiores bestsellers da atualidade, o livro é uma excelente opção de presente de
fim de ano.
Livraria
“A perigosa vida dos passarinhos pequenos”: novo livro de Miriam Leitão [Revista Biografia]
“A
perigosa vida dos passarinhos pequenos”: novo livro de Miriam Leitão
“A
perigosa vida dos passarinhos pequenos”. Com maravilhosas ilustrações
de Rubens Matuck, a obra conta de uma maneira muito sensível como os
pássaros de pequeno porte têm sofrido com a falta da floresta – no caso a
Mata Atlântica.
Miriam
mostra o resultado do trabalho em equipe para conseguir reverter a
perda das árvores e passa o recado para as pessoas: devemos ouvir mais
os pássaros. Indicada para crianças de 7 a 12 anos, a história é
interessante independentemente da idade. “É uma fábula que um adulto
pode ler, pois ele verá com outros olhos”, afirma a autora.
Para
quem aprecia a Mata Atlântica, é leitura obrigatória, principalmente
por ser baseada em fatos reais, ocorridos na fazenda Brejo Novo, em
Minas Gerais.
Will Eisner: um sonhador nos quadrinhos
Livro Will Eisner – Um Sonhador nos Quadrinhos, de
Michael Schumacher, a biografia de um dos maiores artistas dos quadrinhos de
todos os tempos, o inventor da chamada arte sequencial e do termo graphic novel
(romance gráfico).
Schumacher não aliviou para o criador do Spirit: mostra
todos os seus méritos, mas também os vícios. Sempre abriu as portas para os
jovens cartunistas, revelando nomes como Jack Kirby, Lou Fine, Bob Kane e Joe
Kubert (que admitiu primeiro como faxineiro). Mas sentia inveja do sucesso de
Bob Kane, o criador do Batman. E ficou com dor de cotovelo quando Art
Spiegelman ganhou um Pulitzer pelo álbum Maus. Achava que merecia mais.
Diversos /
Download /
Livraria /
Livros /
Variedades
Downloads de 265 livros sobre a vida e a obra de personalidades da cultura brasileira [Revista Biografia]
Downloads de 265
livros sobre a vida e a obra de personalidades da cultura brasileira
Preservar
a memória da cultura nacional e democratizar o acesso ao conhecimento são os
princípios da Coleção Aplauso, lançada pela Imprensa Oficial. Neste site você
encontra biografias de artistas, cineastas e dramaturgos além de roteiros de
cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV. Todo esse
acervo digital pode ser acessado gratuitamente.
Em
um clique, você viaja pela história do cinema, da televisão e do teatro
brasileiro na companhia de seus principais protagonistas. Uma ação para
estudantes, pesquisadores e interessados na história da nossa cultura.
(Coleção Aplauso)
O Sino do Campanário
Lançado em 2005, quando o escritor contava com apenas
vinte e poucos anos de idade, esta coletânea de contos fez o improvável, desde
o início. Primeiro que livros de narrativas curtas geralmente não são bem
aceitos, ainda mais de autores locais. Segundo que Uili era um completo
desconhecido. E terceiro, que nem autor, editor e nem ninguém depositava muita
esperança no projeto. Contra tudo e contra todos, “O Sino do Campanário”
tornou-se o livro de ficção mais vendido da Feira do Livro de Caxias do Sul daquele
ano, sendo adaptado para o cinema no ano seguinte, adotado por diversas escolas
e esgotando rapidamente as primeiras edições.
O filme foi exibido em diversas cidades e em canais de
TV, ajudando, claro, a projetar o livro. Mas o texto se sustenta, com profundidade
e estilo, algo incomum para um rapaz de pouca idade.
Era uma vez Mariana…
Ficha técnica
Autor: Rosa Graciela de Campos Lopes
Edição: 1ª
Ano de publicação: 2013
ISBN: 978-85-8009-072-7 – Carlini & Caniato
978-9588504-29-5 – Chatedral
Tamanho: 13,8 x 20,8 cm
Número de páginas: 160
Gênero: Romance
Peso: 174 gramas
Editora: Carlini & Caniato Editorial
Preço Capa: R$ 29,90
Trecho do livro
“Desde o início da gravidez, Marcus e Rebeca sonharam
com uma menina e ficaram muito contentes quando, ao fazer o ultrassom com 16
semanas de gestação, puderam constatar que Mariana estava chegando.
''Livro,leve,livre
e solto'' como o próprio poeta diz no poema II.E acrescenta na pagina 52 -
'' A
POESIA É RAÇÃO QUE
MASTIGA TODO SANTO DIA.''Dele analisa o também poeta carioca Vinicius
Bito Trindade - ''Matheus José, mineiro, faz poesia como um sapo coaxa, como um
grilo não se grila, como um pássaro pia. No que ele escreve, parece que é
sempre dia, faz sol e é boa a brisa. Seu verso é fruto da terra e o homem feito
de barro. Porque ao poeta cabe ser natural, não importando o deserto a sua
volta, fazendo valer a pena dar um mergulho nessa Cachoeira do Poema na Fazenda
do Seu Astral''
O poeta de
Niteroi papa goiaba Tomas Paoni acrescenta tambem,''Matheus não fala ,ele
jorra'' nas folhas finais do posfácio.
Autor: Ronald Augusto
Gênero: Poesia
Número de Páginas: 90
Formato: 15x20
Preço: R$ 30,00 + frete (livro em pré-venda, entrega após o lançamento)
Gênero: Poesia
Número de Páginas: 90
Formato: 15x20
Preço: R$ 30,00 + frete (livro em pré-venda, entrega após o lançamento)
Autor do livro Empresto do visitante,
Ronald Augusto nasceu em Rio Grande (RS) a 04 de agosto de 1961. Poeta,
músico, letrista e crítico de poesia. É autor de, entre outros, Homem ao Rubro (1983), Puya (1987), Kânhamo (1987), Vá de Valha (1992), Confissões Aplicadas (2004), No Assoalho Duro (2007), Cair de Costas (2012), Oliveira Silveira: Poesia Reunida (2012) e Decupagens Assim (2012). Dá expediente no blog www.poesia-pau.blgspot.com e é diretor associado do website www.sibila.com.br
DANIELA FREIRE /
Espaço Cult. Matogrossense /
Livraria /
MARCELO VELASCO
BUGRINHO Que menino é esse? [DANIELA FREIRE e MARCELO VELASCO]
BUGRINHO
Que menino é esse?
Biografia do poeta Silva Freire, adaptada para crianças
– inclusive aquelas que moram nos adultos. Escrita por Daniela Freire, filha do
poeta, e ilustrada por Marcelo Velasco, reconstitui lembranças e propõe o
encontro e desvendamento de sentidos para fragmentos da obra do poeta,
impregnada até a alma da identidade mato-grossense.
Benedito Sant’Ana da Silva Freire é o poeta de
vanguarda, mato-grossense nascido em Mimoso, distrito pantaneiro do município
de Santo Antônio do Leverger, em 20 de setembro de 1928. Publicou vários
cadernos e livros de poesias, crônicas, contos...
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