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Colunas /
Marlene Pasini /
Pintura /
Sebastián Canovas
La pintura de Sebastián Canovas [Marlene Pasini]
Por: Marlene Pasini
Según John Dewey “la existencia del
arte …es la prueba de que el hombre usa los materiales y las energías de la
naturaleza con la intención de ensanchar su propia vida”. Es por ello que hoy
quiero hablar de Sebastián Canovas, artista de máxima expresión plástica contemporánea
que ha incursionado en una variedad de estilos mostrando su gran gusto
ecléctico en el mundo de la pintura. En el inicio de su profesión como artista,
explora en la acuarela y técnicas mixtas, contrastes entre transparencia y
opacidad; agua y color, obteniendo diferentes premios y reconocimientos dejando
así, un testimonio del paisaje mexicano. Actualmente, su obra muestra un
balance resuelto entre lo espontáneo y lo deliberado, que desboca en
experiencias y emociones naturales. En su más reciente obra utiliza el collage y técnicas mixtas, así
como la superposición de papeles, objetos, pigmentos y texturas, son el medio por
el cual, conquista el interés y la imaginación del espectador.
Robin Eley nasceu em Londres, em 1978, filho de pai australiano e mãe chinesa.
In 1981, the family returned to Australia where he completed his secondary education.
Em 1981, a família retornou para a Austrália, onde completou o ensino secundário.
In 1997 he travelled to the US to attend Westmont College, earning his BA in Fine Arts and captaining the basketball team.
Em 1997 ele viajou para os EUA para participar de Westmont College, ganhando o seu bacharelado em Belas Artes e capitão do time de basquete.
His work was recently recognised in the Doug Moran National Portrait Prize (highly commended runner-up in 2010 and highly commended 3rd place in 2011).
Seu trabalho foi reconhecido recentemente no Moran Doug National Portrait Prize (muito elogiado vice-campeão em 2010 e o 3 º lugar em 2011).
His debut solo exhibition Singularity recently concluded at Hill Smith Gallery in South Australia.
Sua estréia Singularity exposição individual recém-concluído em Hill Smith Gallery no sul da Austrália.
He now lives in Adelaide with his wife, Rachel.
Ele agora vive em Adelaide com sua esposa, Rachel.
In 1981, the family returned to Australia where he completed his secondary education.
Em 1981, a família retornou para a Austrália, onde completou o ensino secundário.
In 1997 he travelled to the US to attend Westmont College, earning his BA in Fine Arts and captaining the basketball team.
Em 1997 ele viajou para os EUA para participar de Westmont College, ganhando o seu bacharelado em Belas Artes e capitão do time de basquete.
His work was recently recognised in the Doug Moran National Portrait Prize (highly commended runner-up in 2010 and highly commended 3rd place in 2011).
Seu trabalho foi reconhecido recentemente no Moran Doug National Portrait Prize (muito elogiado vice-campeão em 2010 e o 3 º lugar em 2011).
His debut solo exhibition Singularity recently concluded at Hill Smith Gallery in South Australia.
Sua estréia Singularity exposição individual recém-concluído em Hill Smith Gallery no sul da Austrália.
He now lives in Adelaide with his wife, Rachel.
Ele agora vive em Adelaide com sua esposa, Rachel.
Thor Lindeneg (1941), dinamarquês, é um pintor surrealista, que cria obras brilhantes,representações notáveis em cenários fantásticos. A sua obra procura encontrar novas abordagens à compreensão do mundo real através da representação não realista desse mesmo mundo.
Os seus quadros são maravilhosos, enigmáticos e especulativos, ao mesmo tempo. A inspiração de Thor Lindeneg vem de sonhos e ideias que constrói com imaginação. Os seus quadros estão cheios de símbolos, tão familiares quanto misteriosos. Juntos, contam uma história que nem sempre é fácil descobrir. ..As pinturas de Thor Lindeneg parecem, às vezes, ser um enigma à espera de solução. As imagens exigem muitas vezes uma descodificação, já que dentro das imagens podem esconder-se outras que precisam de ser encontradas e descodificadas.
Artista pertencente à segunda geração de pintores surrealistas da Dinamarca, Thor Lindeneg tem obras expostas em vários museus do seu país.
Thor Lindeneg hører med blandt ny surrealisterne i den særlige retning, der er blevet kaldt "Fantastisk Figuration".
Han debuterede i 1969 i København og var i flere år med på Kunstnernes Efterårsudstilling, Charlottenborgs Forårsudstilling, Galerie Passepartout og Niks Malergård. Han har udstillet i Tyskland, Holland, Italien, Frankrig, Belgien, Sverige og USA
Artista Plástico /
Escultura /
Pintura /
Prestes Brasil /
Professor
Prestes Brasil [Desenhista, Pintor, Professor de Artes Brasileiro]
Prestes Brasil (Wilson Prestes) é desenhista, pintor, escultor, e
professor, no ramo da arte a 16 anos, aluno do Mestre “FRANCISCO CHARNECA”.
"Trabalho
com a temática indígena, pois é uma forma de registro de uma cultura sagrada,
artista sacro, tendo visitado varias aldeias, como forma de pesquisa, em MT,
SC, São Paulo e PARANÁ, pois é uma cultura que está sendo dizimada..." diz
Preste Brasil.
Faço retratos artísticos, em grafite, óleo sobre tela e
escultura armado.
Adegildo Ferreira de Barros /
Artista Plástico /
Pintura
Adegildo Ferreira de Barros [Artista Plástico Brasileiro]
Adegildo Ferreira de Barros, conhecido no meio artístico
como ABarros, nasceu em 19 de abril de 1953 na cidade de São Paulo/SP. De
formação autodidata, inúmeras vezes premiado, ABarros se aprofundou nas mais
diversas técnicas na arte da pintura em tela: Pop-art, Surrealista, Marinhas,
Casarios, Formas Vulcânicas, Natureza Morta, Quadros Épicos, Florais, Arte
Moderna, Abstratos. Residiu nos Estados Unidos por 8 anos, onde trabalhou como
restaurador em uma das maiores galerias do sul da Flórida, a David Morgan – Art
Marketing Place. Suas obras podem ser encontradas em acervos particulares de vários países: Argentina, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Honduras, Inglaterra, Marrocos, México, Peru, Trinidad Y Tobago, entre outros.
Atualmente reside em Brasília, onde realiza exposições de seus trabalhos e dá aulas particulares de Pintura.
"Poesia das cores", livro lançado recentemente durante a Bienal do Livro e da Leitura de Brasília, no qual tive o prazer de catalogar em meu estúdio todas as telas presentes na obra.
O livro foi inteiramente ilustrado com as telas do artista plástico Adegildo Ferreira de Barros com belos poemas escritos por Joilson Portocalvo.
Em cada pagina ilustrada, o leitor encontrará uma amostra de cores parcialmente saturadas com a finalidade de sugerir ao observador opções para compor o ambiente onde o quadro será exposto. O livro conta com dezesseis fotografias de obras compostas pela imaginação de ABarros.
Adriano Figueiredo Ferreira /
Artes Plásticas /
Espaço Cult. Matogrossense /
Pintura
Adriano Figueiredo Ferreira [Artista Plástico Brasileiro]
Adriano Figueiredo Ferreira nasceu na capital Cuiabá em 1979.
Começou a desenhar desde muito criança e aos 15 anos trabalhou pela primeira vez com arte.
Fazia painéis para uma loja de decoração, a partir daí passou a participar de produções de carnavais e fazer projetos artísticos para festas.
Em uma certa etapa da vida se desviou das pinturas, e nesse tempo passou a criar com as próprias técnicas e estilo de pintura.
Foram muitos anos tentando passar seus sentimentos e seu modo de ver o mundo, já que nunca fizera qualquer tipo de curso de desenho ou pintura, por não querer perder seus instintos e pintar com o dom mais puro possível e acreditando que foi um presente de Deus.
Artes Plásticas /
Artesanato /
Escultura /
Espaço Cult. Matogrossense /
Pintura /
Sebastião Veloz
Sebastião Veloz [Artista Plástico Brasileiro]
Sebastião Veloz nasceu em 31 de janeiro de 1961, na cidade
de Governador Valadares, Minas Gerais. Desde 1985, Sebastião Veloz dedica-se a
arte.De 1985 até 1989, Veloz desenvolveu, apresentou e vendeu suas obras no estado de Rondônia.
Em 1990, buscando expandir seu trabalho, mudou-se para Mato Grosso. Rondonópolis foi a cidade escolhida por ele, onde residiu até novembro de 2000.
Neste período foi convidado a participar de várias exposições em Minas Gerais, Espírito Santo e no Sul do país.
No início do ano 2000, Veloz recebeu um convite para expor suas peças nos Estados Unidos. Em novembro de 2000, embarcou para o exterior e lá viveu por 6 anos. No final de 2006 ele retornou ao Brasil e escolheu o Portal da Amazônia para dar seguimento aos seus projetos.
Artes Plásticas /
Entrevistas /
Ernesto R. del Valle /
Escritor /
Marina Germain /
Pauline le Roy /
Pintura /
Poetas Chilenos
Pauline le Roy es Marina Germain [Escritora e Artista Plástica Chilena]
PAULINE LE ROY ES MARINA GERMAIN. Las sutilezas del arte en una mujer
Pauline
Le Roy responde interesantes preguntas las cuales han reforzado en ella algunos
puntos de convergencia en sus obras. Rememora parte de su historia que nunca
está demás ya que siempre se retorna al inicio
==============================================
(Entrevista Especial)
Por: Ernesto R. del Valle. (Cuba/EUA)
Poeta del Mundo. Editor Revista Guatiní.
Siempre he dicho que un artista no sirve, se ve
desvalido, para declarase como tal. Son muchos los afanes, muchas las noches
sin sueño detrás de un proyecto, de una idea, una palabra forma o color. Así
las gavetas de nuestro archivo interno andan abarrotadas, sin espacio para
enfocarnos en nosotros, y a la hora de enfrentarnos a nuestros propios duendes
comienzan las dudas a dibujarnos estereotipos, fantasmas, personalidades ajenas
a nuestro yo más próximo, aunque la vitalidad de nuestro Ego esté maximizado y
nuestro ‘amor propio' afirmado por las tantas experiencias a lo largo de este
hermoso viaje por la vida. En Marina Germain (Poeta) y Pauline Le Roy (Artista Plástica), esta
situación converge en las sutilezas con que esta mujer enfrenta el arte de la
palabra y el arte de la forma y el color. Tenemos pues, a dos tendencias
artísticas debatiéndose -si esa es la palabra, entre dos aproximaciones de la
genuina belleza. Para no tentar a los duendes que ya se están frotando sus
manos en señal de una expectativa positiva quiero primeramente traer al ruedo a
la querida artista plástica para que me hable de sus inicios en el arte del
pincel.
Artista Plástico /
Espaço Cult. Matogrossense /
Francisco Charneca /
Pintura
Francisco Charneca [Artista Plástico Português]
Francisco Charneca é natural de Portugal. Nasceu em
Évora em 11 de setembro de 1959 e imigrou com os pais para Moçambique onde
morou até aos 15 anos. Aos dois anos de vida começou a desenhar. Lápis e papel
eram seus brinquedos preferidos na infância. Com nove anos realiza sua primeira
exposição. Mais tarde, dedica-se ao estudo dos grandes mestres da pintura
mundial, em especial aos clássicos Michelângelo, Leonardo da Vinci, Carravagio,
Pedro Paulo Rubens, Rembrandt Van Rijn. Entre os contemporâneos a principal
influência foi de Salvador Dalí.
Em Moçambique, Charneca estuda no Colégio Marista Pio XII, dirigido e ensinado
por professores brasileiros, e conhece a cultura brasileira. Em 1975 regressa a
Portugal, e ensaia uma nova expressão da arte: a banda desenhada e a
caricatura. Em 1979 ingressa na Universidade de Évora no Curso de Arquitetura
Paisagista. Sua primeira exposição individual foi realizada no Museu Nacional
de Évora em maio de 1984. Todas as obras foram vendidas no primeiro dia do
evento, registrando o início de uma carreira de sucesso.
Em 1996 faz sua primeira exposição em Mato Grosso e fixa raízes no Estado. A inesperada
mudança deve-se, em especial, à paixão pela mato-grossense Eva Helena Arruda
Gomes. Charneca rende-se aos encantos da bela morena pantaneira, nascida em Várzea Grande, com
quem se casa e vive desde 1996. Em seguida, inicia em sua casa uma Escola de
Arte onde realiza trabalhos em aquarela, carvão, pastel, óleo e escultura. Em
97 é premiado pela capa da Listel, uma importante publicação anual nacional, de
circulação no Estado.
Ana UNHOLD /
Artista Plástico /
Entrevistas /
Ernesto R. del Valle /
Pintura /
Poetas Argentinos
Ana UNHOLD, [Artista Plástica, Escritora e Poeta Agentina]
Ana UNHOLD: Una bióloga entre
el verso y el pincel.
Nació en Bella Vista, Buenos
Aires. Profesora en Ciencias Naturales. Artista plástica y escritora.
Ha realizado estudios y
exposiciones individuales y colectivas en: argentina (Neuquén, Río Negro, Entre
Ríos, La Plata
y Buenos Aires); Paraguay, Colombia, China, EEUU y México.
Su obra aparece en el Anuario
de Artistas Argentinos 2008 y 2009 y en “100 Contemporary Internacional Artist”
2008.
Sus pinturas han sido
editadas en “Le Monde Diplomatique”
(Colombia, donde residió cuatro años) y pertenecen a colecciones privadas de
numerosos embajadores europeos y latinoamericanos. “Quiebrapatas” fue adquirido por el Chateaux des Reaux. París.
Entrevista:
ERdelValle.- Dime, ¿qué es Bella Vista? ¿Cómo
recuerdas el rinconcito donde naciste? ¿Tienes alguna anécdota de tu infancia?
A M Unhold.-Bella Vista es una población
a unos 30 km
de Buenos Aires Capital. Tiene una zona urbana, en la que yo viví hasta los 40
años más o menos y una zona muy extensa de casas quinta, algunas con
construcciones antiguas y muy arbolado.
Tuve una infancia feliz, normal, siendo
la mayor de cinco hermanos. Anécdotas infinitas, travesuras escolares y, tal
vez las más notables y arraigadas en mi memoria sean las que tienen que ver con
el delta del Paraná.
ERdelV.-¿Puedes contar una de esas anécdotas, de
manera sucinta?
AMU.- Más que una anécdota, te contaré el
por qué nombré el Delta del Paraná. Es este un paraíso que está entre Buenos
aires y Entre Ríos. Allí mis padres tuvieron 100 hectáreas de bosques a orillas
de un río de 1000 m
de ancho, donde pasé los primeros cuatro años de mi vida y luego todos los
veranos hasta la adultez.
Estas vivencias dieron lugar a un largo
relato y, tengo pensado hacer una novela.
El contacto con la naturaleza te marca
fuertemente. No por casualidad terminé siendo bióloga. Esa es mi primera vida.
Artes Plásticas /
Compositor /
Humberto Espíndola /
Músico /
Pintura
Humberto Espíndola [Compositor, Músico e Artista Plástico Brasileiro]
Humberto Augusto Miranda Espíndola (Campo Grande, 4 de abril de 1943) é um artista plástico brasileiro, criador e difusor do tema bovinocultura.
Bacharel em jornalismo pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica do Paraná, Curitiba, em 1965, começa a pintar um ano antes. Também atua no meio teatral e literário universitário.
Espíndola foi o primeiro artista do Centro-Oeste a se destacar no cenário da arte contemporânea brasileira.
Um dos fundadores da arte contemporânea na região, ele foi pioneiro no uso de novos suportes e na criação de instalações e de objetos. Sua obra foi mostrada nas Bienais de São Paulo, Veneza, Paris, Medelim.
Nascido em Campo Grande, onde iniciou sua trajetória, formou-se em jornalismo em Londrina e depois residiu em Cuiabá, onde fez grandes contribuições para o circuito de arte local, como a criação do Museu de Arte e Cultura Popular da Universidade Federal do Mato Grosso. Retornou novamente a Campo Grande e veio a assumir a Secretaria Estadual de Cultura e também a Diretoria do Museu de Arte Contemporânea do Mato Grosso do Sul.
Um dos fundadores da arte contemporânea na região, ele foi pioneiro no uso de novos suportes e na criação de instalações e de objetos. Sua obra foi mostrada nas Bienais de São Paulo, Veneza, Paris, Medelim.
Nascido em Campo Grande, onde iniciou sua trajetória, formou-se em jornalismo em Londrina e depois residiu em Cuiabá, onde fez grandes contribuições para o circuito de arte local, como a criação do Museu de Arte e Cultura Popular da Universidade Federal do Mato Grosso. Retornou novamente a Campo Grande e veio a assumir a Secretaria Estadual de Cultura e também a Diretoria do Museu de Arte Contemporânea do Mato Grosso do Sul.
Artes Plásticas /
Artesanato /
Espaço Cult. Matogrossense /
Jornalista /
Pintura /
Produtora /
Professora /
Vitória Basaia
Vitória Basaia [Jornalista, Artista Plástica, Educadora e Produtora Cultural Brasileira]
Vitória Basaia - Carioca, jornalista, artista plástica e animadora cultural, radicada desde 1981 em Mato Grosso.
Inicia-se nas artes plásticas como autodidata. Além de pintora, gravurista, conceitualista e escultora, desenvolve pesquisas com pigmentos naturais e materiais recicláveis desde 1985. A partir de 1990 sua pesquisa tem sido difundida por programas da UFMT, em oficinas que visam a melhoria do ensino no interior. Ministra oficina de liberação criativa para artistas. Em 1992 inicia o projeto Galeria do Povo, fazendo interferências urbanas, com murais em caixa alta, em fachadas de casas, lojas, muros, feiras e clubes, com o propósito de levar a arte às ruas. Desenvolve ainda o projeto “Não dê o peixe, ensine a pescar” que se resume no ensino de crianças, trabalhadores da rua, em reciclar o lixo da cidade, resignificando-o. Começa em 1999 junto a UFMT, Horto-Florestal Tote Garcia e Instituto Pró Ambiência – Embaúba IPA, o Projeto Arte e Ambiência. Em 2000 assume o cargo de conselheira no Conselho de Cultura de Várzea Grande. Sua casa, com um acervo de mais de mil obras, é aberta ao público fazendo parte de vários roteiros para visitação.
Inicia-se nas artes plásticas como autodidata. Além de pintora, gravurista, conceitualista e escultora, desenvolve pesquisas com pigmentos naturais e materiais recicláveis desde 1985. A partir de 1990 sua pesquisa tem sido difundida por programas da UFMT, em oficinas que visam a melhoria do ensino no interior. Ministra oficina de liberação criativa para artistas. Em 1992 inicia o projeto Galeria do Povo, fazendo interferências urbanas, com murais em caixa alta, em fachadas de casas, lojas, muros, feiras e clubes, com o propósito de levar a arte às ruas. Desenvolve ainda o projeto “Não dê o peixe, ensine a pescar” que se resume no ensino de crianças, trabalhadores da rua, em reciclar o lixo da cidade, resignificando-o. Começa em 1999 junto a UFMT, Horto-Florestal Tote Garcia e Instituto Pró Ambiência – Embaúba IPA, o Projeto Arte e Ambiência. Em 2000 assume o cargo de conselheira no Conselho de Cultura de Várzea Grande. Sua casa, com um acervo de mais de mil obras, é aberta ao público fazendo parte de vários roteiros para visitação.
Artes Plásticas /
Artesanato /
Edmara Barbaresco /
Escultura /
Pintura /
Tony Casanova
Edmara Barbaresco [Pintora, Escultora e Artesã Brasileira]
Edmara Barbaresco, brasileira, natural do Paraná trabalha com artesanatos desde o ano de 2010, possuindo habilidadesem diversas formas de artes como Crochêt, Tricô e pinturas em gesso, mas descobriu uma imensa predileção pelo artesanatos em E.V.A. Exímia na confecção de bonecas, suas peças tem sido razão de muita apreciação e rendem a artesã muitos elogios. Tudo começou quando a sua filha ao ver algumas bonecas em EVA, lembrou-se imediatamentedo mãe artesã e após ter aprendido a arte, ensinou-a a Edmara Barbaresco, que a partir daí começou a conferir aquelas peças simples, toda a magia da sua criatividade, dando ás bonecas seu toque especial. A primeira boneca da artesã perneçe guardada até os dias de hoje, como prova do seu amor pelo artesanato de bonecas.
Dina Garcia - Natural de Cruz das Almas,autodidata nas artes plásticas com estilo próprio, tendo influências fovistas, cubistas e expressionistas.
Começou a pintar com lápis de cera com o incentivo dos colegas de cursinho, os quais ajudaram a organizar a primeira exposição individual em 1992, começou como uma brincadeira.
Começou a pintar com lápis de cera com o incentivo dos colegas de cursinho, os quais ajudaram a organizar a primeira exposição individual em 1992, começou como uma brincadeira.
De 1996 a 97 fez curso livre no Palácio da Aclamação com Tony Sampaio e oficinas de desenho, Zau Pimentel, e pintura, Caetano Dias, no MAM, Solar do Unhão, e participou de sua primeira coletiva em Salvador em 1997, Paletas do Pelô.
São 34 coletivas em Salvador e cidades do Recôncavo, 13 individuais em Salvador, Cruz das Almas e Cachoeira, selecionada na IX Bienal do Recôncavo em São Félix, uma coletiva internacional na França, quatro exposições permanentes em Cachoeira, localizadas no Pouso da Palavra, Café com Arte, e Pousada do Convento do Carmo, um cenário no evento ‘Operária das Artes’ em 2010, na Casa da Cultura, Cruz das Almas, onde foi retratada a trajetória das trabalhadoras da agroindústria do fumo.
Aleixo Cortez /
Artes Plásticas /
Espaço Cult. Matogrossense /
Pintura
Aleixo Cortez [Artista Plástico Brasileiro]
Aleixo Cortez –(Benedito Aleixo Cortez ) Natural de Poconé, traça elementos que expressam, provocam, intrigam por suas cores escuras, fortes, entranhadas em outras berrantes, alegres.
Desde a década de 80, Aleixo participa do movimento cultural. Aluno de Dalva de Barros e Nilson Pimenta, foi no Atelier Livre da UFMT que Cortez recebeu noções sobre arte. Surrealista, se considera um artista universal.
Freqüenta o Ateliê Livre da UFMT desde 1982 e, em Cuiabá participou de diversas coletivas do Museu de Arte e de Cultura Popular.
Apesar de ter trabalhado tanto com Dalva e Pimenta sua obra não sofre nenhuma influência destes.Pintor de traços firmes sua grande influência, segundo ele, é o espanhol Salvador Dali.
Desde a década de 80, Aleixo participa do movimento cultural. Aluno de Dalva de Barros e Nilson Pimenta, foi no Atelier Livre da UFMT que Cortez recebeu noções sobre arte. Surrealista, se considera um artista universal.
Freqüenta o Ateliê Livre da UFMT desde 1982 e, em Cuiabá participou de diversas coletivas do Museu de Arte e de Cultura Popular.
Apesar de ter trabalhado tanto com Dalva e Pimenta sua obra não sofre nenhuma influência destes.Pintor de traços firmes sua grande influência, segundo ele, é o espanhol Salvador Dali.
Artes Plásticas /
Dalva de Barros /
Espaço Cult. Matogrossense /
Pintura
Dalva de Barros [Artista Plástica Brasileira]
Dalva de Barros - nasceu em Cuiabá no dia 27 de outubro de 1935, fruto do casamento entre o goiano Nabor de Barros e a maranhense Maria José Costa Barros.
Incentivo nunca faltou em sua vida.
No interior filha de pai garimpeiro, aprendeu bem cedo a comprar e a vender diamantes.
Durante muitos anos Dalva morou em uma fazenda em Estivado, localidade próxima ao município de Diamantino. Ali, sua mãe cuidava de um restaurante à beira da estrada.
Nos fundos, seu pai criava gado. E Dalva ministrava aulas em uma escola rural. Nas horas vagas, se dedicava ao desenho. O primeiro curso foi feito pelo Instituto Universal por correspondência aos 23 anos. Os primeiros quadros iam direto para as paredes do restaurante da família.
Em 1961 vai estudar em São Paulo na Fundação Armando Álvares Penteado. Além da pintura trabalhou como artesã durante um bom tempo. Em 1966, Dalva foi convidada pela crítica de arte Aline Figueiredo, para participar de um concurso em Campo Grande , com um quadro que retratava a lida nos garimpos, e acabou conquistando o terceiro lugar. Este quadro foi adquirido pelo diretor do Museu de Arte de São Paulo, Pietro Maria Baldi, a pedido de Assis Chateaubriand, que não pôde ir a Campo Grande porque estava doente.
Adir Sodré /
Desenhista /
Espaço Cult. Matogrossense /
Pintura
Adir Sodré [Pintor e Desenhista Brasileiro]
Adir Sodré de Souza. Rondonópolis MT 1962. Pintor e desenhista, mudou-se para Cuiabá com 15 anos de idade onde reside até hoje.
Freqüentou o ateliê livre da Fundação Cultural na UFMT, orientado por Humberto Spíndola e Dalva Maria de Barros, em 1977.
A partir de 1982, o seu trabalho orienta-se para uma temática regionalista, preocupando-se com o problema do índio e a invasão da indústria do turismo, a invasão causada pelo turismo em determinadas regiões do Brasil e ao consumismo.
Freqüentou o ateliê livre da Fundação Cultural na UFMT, orientado por Humberto Spíndola e Dalva Maria de Barros, em 1977.
A partir de 1982, o seu trabalho orienta-se para uma temática regionalista, preocupando-se com o problema do índio e a invasão da indústria do turismo, a invasão causada pelo turismo em determinadas regiões do Brasil e ao consumismo.
Benedito Nunes /
Desenhista /
Espaço Cult. Matogrossense /
Pintura
Benedito Nunes [Pintor e Desenhista Brasileiro]
Benedito Nunes - Pintor e desenhista. Reside em Várzea Grande. Começou a pintar em 1978, freqüentando o Ateliê Livre da Fundação Cultural.
Com vinte e seis anos de carreira, além de prêmios e participação em importantes exposições como a do MAM SP/RJ em 1981, MASP 1980 e 1991, Nunes tem obras em importantes coleções, a exemplo, a de Gilberto Chateaubriand, cujo o acervo, maior da América Latina, está consignado ao MAM Rio de Janeiro.
Animador Cultural /
Artes Plásticas /
Curador Independente /
Espaço Cult. Matogrossense /
Gervane de Paula /
Objetista /
Pintura
Gervane de Paula [Curador Independente, Animador Cultural, Artista Plástico e Objetista Brasileiro]
Gervane de Paula. Nasceu a 21 de Janeiro de 1961 em Cuiabá. Curador Independente, Animador Cultural, Artista Plástico e Objetista.
Começou a pintar em 1976, freqüentando o Ateliê Livre da Fundação Cultural de Mato Grosso. Escritor de poucas palavras, crítico social e humor refinado,Gervane de Paula, um dos mais conhecidos artistas plásticos de Mato Grosso.
São quase 30 anos de ofício, e muita história. Artista inquieto, ele não tem medo de expressar para a sociedade os
dilemas, a hipocrisia, a violência, a saúde... e também, de falar da infância e
adolescência. Artista engajado, ele já ocupou alguns cargos burocráticos
na área cultural. Suas telas sempre despertam algo, não é pintura certinha. São telas de quem vê o mundo sem receitas ou pieguice.
Desenhista /
Espaço Cult. Matogrossense /
Figurinista /
João Sebastião da Costa /
Pintura /
Professor
João Sebastião da Costa [Desenhista, Pintor, Figurinista e Professor Brasileiro]
João Sebastião Francisco da Costa (Cuiabá MT 1949) ou simplesmente João Sebastião - Desenhista, pintor, figurinista e professor.
Foi com sua mãe, a artista Alexandra Barros da Costa, que João Sebastião descobriu o seu talento para a arte. Aos 7 anos de idade João via sua mãe modelar o barro, e fazer suas peças em cerâmica, e encantado com isso ele começou a ajudá-la a pintar as peças, “aos 12 anos já tinha meu próprio atelier” conta João.
Inicia seus estudos de pintura com Bartira de Mendonça em 1965.
Foi com sua mãe, a artista Alexandra Barros da Costa, que João Sebastião descobriu o seu talento para a arte. Aos 7 anos de idade João via sua mãe modelar o barro, e fazer suas peças em cerâmica, e encantado com isso ele começou a ajudá-la a pintar as peças, “aos 12 anos já tinha meu próprio atelier” conta João.
Inicia seus estudos de pintura com Bartira de Mendonça em 1965.
Entre 1966 e 1967, trava contato com artistas representativos de tendências modernas, no Rio de Janeiro.
Por volta de 1969, começa a freqüentar o ateliê de Humberto Espíndola, Campo Grande (Mato Grosso do Sul). A partir de 1973, desenvolve atividades artísticas no Museu de Arte e Cultura Popular na UFMT, em Cuiabá (Mato Grosso).
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