1.1. O concurso Quem Conta Um Conto – Erótico será composto de 10 (dez) Etapas Eliminatórias, de caráter classificatório, e 01 (uma) Grande Final na qual serão anunciados os vencedores do concurso.
2º Concurso Quem Conta Um Conto - Erótico 10/Mar
1 – Promovido pela Giostri Editora e Espaço Parlapatões, a segunda edição do Concurso Quem Conta um Conto será temática, de contos eróticos, intitulando-se Quem Conta Um Conto - Erótico.
1.1. O concurso Quem Conta Um Conto – Erótico será composto de 10 (dez) Etapas Eliminatórias, de caráter classificatório, e 01 (uma) Grande Final na qual serão anunciados os vencedores do concurso.
1.1. O concurso Quem Conta Um Conto – Erótico será composto de 10 (dez) Etapas Eliminatórias, de caráter classificatório, e 01 (uma) Grande Final na qual serão anunciados os vencedores do concurso.
1) OBJETIVO DO CONCURSO:
a) Divulgar a BIG TIME EDITORA e seus projetos literários, aumentar seu cadastro de autores e ampliar seu banco de dados de textos, além de buscar novos talentos da literatura nacional e em língua portuguesa. Para isso iremos selecionar 20 POESIAS que serão publicadas no livro POESIAS SELECIONADAS 2013 BIG TIME EDITORA (título provisório), da BIG TIME EDITORA.
a) Divulgar a BIG TIME EDITORA e seus projetos literários, aumentar seu cadastro de autores e ampliar seu banco de dados de textos, além de buscar novos talentos da literatura nacional e em língua portuguesa. Para isso iremos selecionar 20 POESIAS que serão publicadas no livro POESIAS SELECIONADAS 2013 BIG TIME EDITORA (título provisório), da BIG TIME EDITORA.
Concurso Literário Maia 2013
A Câmara Municipal da Maia, através do Pelouro da Juventude, leva a efeito a edição de 2013 do Concurso Literário, destinado a jovens escritores de língua portuguesa, com idades compreendidas entre os 13 e os 30 anos.
O Concurso Literário, que nesta edição conta com o apoio da Porto Editora, tem como principal objetivo promover e incentivar o gosto e a prática pela escrita, particularmente junto da comunidade juvenil do Concelho da Maia, proporcionando aos jovens escritores a oportunidade de divulgarem as suas produções literárias e de se promoverem enquanto artistas.
Mais informações em www.juventude.cm-maia.pt
III CONCURSO LITERATURA DA NATUREZA
OBS.: A atuação do autor e os resultados de concursos literários anteriores é perfeitamente verificável em dezenas de sites através do Google e outros sites de busca. Está tudo exposto de forma transparente, como sempre esteve. Forte abraço a todos. Paulo Roberto de Oliveira Caruso.
1. Da finalidade do concurso
Ademir Antônio Bacca /
Informativo
Congresso Brasileiro de Poesia distribui 500 exemplares de suas antologias no lançamento do projeto “Semeador”, da Prefeitura de Bento Gonçalves [Ademir Antônio Bacca]
Congresso Brasileiro de Poesia distribui 500 exemplares de suas antologias no lançamento do projeto “Semeador”, da Prefeitura de Bento Gonçalves
| Prefeito Guilherme Pasin e Esposa, com Ademir Antonio Bacca e alunos |
Na
noite da última quinta-feira, dia 28, a Prefeitura de Bento Gonçalves, através
da Secretaria Municipal da Cultura e da Fundação Casa das Artes, lançou o
Projeto “Semeador”, que vai nortear os rumos do município na área cultural nos
próximos quatro anos, tendo como objetivo principal resgatar o legado histórico
deixados pelos imigrantes responsáveis pelo surgimento da pequena cidade que se
tornou a Capital Brasileira da Uva e do Vinho e também o maior pólo moveleiro
do país e incentivar os talentos culturais locais em todas as áreas.
O
Auditório Ivo Da Rold, da Casa das Artes recebeu lotação máxima, autoridades,
escritores, músicos, artistas plásticos, atores, dançarinos, produtores
culturais e autoridades que foram recebidos ao som de uma orquestra de sopro na
parte externa do prédio da Fundação.
Na
oportunidade, uma representação do Ministério da Cultura fez rápida explanação
sobre o Encontro Nacional de Incentivo à Cultura, que será realizado em Bento
Gonçalves, no mês de maio vindouro.
| Alunos da Escola Lóris Reali |
No
hall de entrada, estudantes da Escola Municipal Lóris Reali receberam os
convidados brindando-os com um pacote de sementes de videira e um exemplar de
uma das antologias oficiais do Congresso Brasileiro de Poesia, simbolizando o
produto símbolo do município e o maior projeto de leitura de poesia em
desenvolvimento no estado gaúcho.
A
distribuição das antologias é uma tradição do Congresso Brasileiro de Poesia ao
longo dos últimos sete anos, dentro do evento e também na Feira Municipal do
Livro, totalizando até o momento mais de 15 mil exemplares disponibilizados às
escolas, estudantes e público em geral.
Ademir Antônio
Bacca
Presidente
do Proyecto Cultural Sur Brasil
Coordenador
Geral do Congresso Brasileiro de Poesia
Trailer: “Tá Chovendo Hambúrguer 2″
A sequência de “Tá Chovendo Hambúrguer” acaba de ganhar trailer oficial. O longa que deve estrear no Brasil em outubro de 2013, tem as vozes de Anna Faris, Andy Samberg e Neil Patrick Harris (famoso pelo personagem Barney, da série “How I Met Your Mother“).
Na história, Flint Lockwood trabalha para a The Live Corp Company, mas se vê forçado a abandonar seu emprego quando percebe que sua invenção, a máquina de criar comidas, continua funcionando e criando híbridos de animais com comidas.
Assista ao trailer abaixo.
Fonte:
Colunas /
Humberto Pinedo Mendoza
“Los limeños: Realidades y compensaciones”[Humberto Pinedo Mendoza]
“Los limeños: Realidades y compensaciones”
En el 2013 los limeños en la capital son eso "los limeños". Es decir esa pluralidad cultural, social, económica Estos limeños de nacimiento, de accidente, de migración, o de una nacionalidad comprada no saben hacia dónde van. Es cierto que la mayoría de los "limeños " ahora son de la costa, de la sierra o de la selva. Cada una con su realidad cultural o sus compensaciones de identidad. Por frustración, por falta de recursos o por una decepción. Ahora en Lima el problema ya no es racial, étnico, sino es una lucha fratricida entre la barbarie contra civilización.
La Lima de Ricardo Palma, de José Galvez, de Valdelomar, de Sebastián Salazar Bondy ya no es. José Matos Mar nos habla de dos tipos de peruanos y de dos sociedades. La oficial y la informal. Para él está triunfando la migrante. De acuerdo a nuestro antropólogo social los cerca de 18 millones de habitantes que viven en la capital han logrado en diferentes formas desarrollarse en los conos. Es esta población que practica una economía de salvataje económico. Es decir una economía próspera ahora. Pero después que cambie la situación económica mundial no se sabe en qué posición van a quedar. Es decir una "burbuja" social que nos puede reventar en la cara.
Expliquémonos. Estos "provincianos limeños" se encuentran entre la economía legal e informal. La mayoría se dedican a la segunda. Es cierto que es el sector socioeconómico que está colaborando con los sectores modernos para crear una nueva clase media. Cierto que esta nueva burguesía se dedica a la venta de materia prima, o productos manufactureros primarios, o de comercio de chatarra, o de servicios. En todos estos sectores no existe estabilidad laboral para sus trabajadores o poseen sueldos y salarios bajos. Muy atinada Magaly Solier cuando critica la hipocresía de los "provincianos limeños" en nuestra capital. Que auténtica se le siente a esta huantina de corazón.
Tener el orgullo de ser peruano en este Perú del 2013 tiene que ver con el éxito del chef Gastón Acurio. Es decir que como cocineros somos los mejores. Pero a nivel espiritual o cultural eso no les entra a estos peruanos. Como socarronamente e irónicamente diría Iván Thays en España… También somos primeros en tráfico de drogas, en pandillaje. Esa es la Lima que tenemos ahora y que los diarios basura como "El Trome" o "El Chino" todos los días nos recuerdan, con sus crímenes, violaciones y la falta de moral en la población. Hemos progresado. Ahora los pandilleros tienen armas, se drogan, hay más adolescentes sicarios.
Mis padres fueron provincianos pero eran reflexivos. Me decían que por qué en los pueblos jóvenes, barrios marginales o de la periferia de Lima los provincianos “la tenían sucia”. En cambio uno viaja a sus pueblos y “las tienen limpia”. Es decir la conciencia nueva de ser un limeño mestizo para amar su pueblo todavía no la tienen la mayoría de estos migrantes. Y eso es por falta de formación cívica y por la corrupción imperante que existe en la mayoría de las instituciones democráticas y de sus representantes. Las leyes para elegir a sus autoridades debe de ser más selectiva y rigurosa como ocurre con las sanciones.
También me he percatado que cientos de parlamentarios, alcaldes o presidentes regionales dan mucho que desear. Acaso no es cierto que en la mayoría de los pueblos estas mismas autoridades se dedican a negocios turbios, al nepotismo. Ahora ya no son los “blanquitos”, los oligarcas, los gamonales. No, ahora son los mismos peruanos del lugar que se dedican a dilapidar los fondos de sus pueblos…
COMPENSACIONES
Esta Lima progresa a nivel macroeconómico, pero que en la población no se vea este adelanto es preocupante. La mayoría de los delincuentes en las cárceles son gente provinciana. Y son los más avezados. Los pandilleros en los pueblos son los llamados “cholos informales”. Son agresivos, destructores, violentos. Su prototipo sería el músico delincuente "Chacalón”. Casi la mayoría de los subversivos pertenecían a este sector de resentidos sociales. Me preocupa que no exista una política cultural coordinada con la del Ministerio de Educación para formar un nuevo hombre con valores. Sino más bien se conforman con crear hombres insensibles, consumidores o comerciantes informales. Y los que logran una profesión viajan al extranjero para quedarse. El Estado les regaló la educación primaria, secundaria y hasta universidad. Para que después fuguen a otros países y no paguen ni un centavo como agradecimiento a su inversión social. El costo beneficio es negativo para nosotros.
Compensaciones o hipocresía social. Vemos a los hijos de este sector social en las mejores universidades del Perú como del extranjero. En las mejores instituciones públicas. La relación social con los otros grupos sociales ya no es vertical sino horizontal. Viven creyendo que con el dinero se consigue todo. Esta nueva escala social los blanquea y con su nueva posición social cholean a sus paisanos que no tienen recursos económicos. Perversa ilusión discriminativa de sus pares que nos lleva a una sociedad chicha que no tiene identidad de pueblo desarrollado. Qué tipo de estudiantes estamos formando en las escuelas. Jamás los veremos protestando en las calles para buscar una educación más eficiente como los estudiantes de secundaria de Chile. Es verdad aunque nos duela que esa es la diferencia.
Los medios de comunicación, diarios y televisión juegan un papel negativo importantísimo para estupidizar más a la población. Para que exista una televisión basura es necesario que exista un pueblo basura que los alimenta. Cuando esta población cree que nacionalidad es un golazo de Guerrero nos damos cuenta que somos un pueblo precario, subdesarrollado, mediocre y que no sabe que es lo que quiere. Un país frustrado o traumado socialmente. Algunos dirán que esta se produjo con la captura del Inca Atahualpa por los españoles. Mario Vargas Llosa diría: en qué momento se jadió el Perú. Diría yo que somos los mismos peruanos con nuestras frustraciones, ignorancia y prejuicios que no logramos conseguir que este pueblo reflote moralmente, ni tenga una personalidad cívica decente. En Lima el 60% por ciento de la gente no sabe por qué vota. Y si lo hacen manipulados por las encuestas o los medios de comunicación interesados...
Los partidos políticos no crean cuadros con personas eficientes. Sino cuadros políticos con personas que están agazapados para tener un cargo público y después dilapidar de los fondos del pueblo. Hay cerca de tres mil juicios de empleados públicos del anterior régimen. Fujimori destruyó la conciencia moral de nuestro pueblo. El sector más esclarecido de personas conscientes y progresistas están luchando para reflotar esta moral, pero la clase política actual de nuestro país confunden política con politiquería, de chismografía, de confrontación estéril, de dichos y diretes, escándalos intrascendentes o cuestiones coyunturales sin importancia. No son las proposiciones, las ideas, los planteamientos. Observen a nuestros representantes.
Por eso considero que estos limeños todavía no tienen una formación cívica suficiente para considerarse ciudadanos. Son simplemente personas que habitan en un lugar y buscan sacarle el mejor provecho o partido a las cosas. No hay conciencia de respetar a sus semejantes y sus diferencias. Sino más bien un aprovechamiento del presente. Con este comentario no quiero generalizar que la mayoría de estos "limeños" tengan todos estos vicios. Yo amo a mi país y espero que cambie pronto esta situación por una sociedad que se respeta y en donde se cultiven valores importantes de justicia, libertad, amor y belleza.
Encontrávamo-nos, se é que se pode dizer tal, regularmente alguns minutos antes das oito horas da manhã no elevador de um prédio de escritórios. Verdadeiramente, não tinha nada de singular ou extraordinário. O rosto era bonito e comum. Os cabelos talvez merecessem menção honrosa. Compridos, bastos e muito brilhantes. Também tinha um sorriso maroto, cativante. Era mais alta do que baixa, mais magra do que gorda, os seios eram fartos, embora nem tanto. A roupa um pouco mais justa do que provavelmente o ambiente recomendava. Contudo, o conjunto da obra era muito... vá lá, apelativo. Era como se ela exalasse um não sei o que – feromônio ou feitiço, talvez - que atraia a atenção. Um magnetismo de fêmea.
Fazer um filme não é fácil, mas assistir é uma moleza…; sabe aquela vinheta que passa nas sessões do Cinemark antes do início de cada sessão (estou falando da atual – 2012/2013)? pois é, nem sempre esse dito faz sentido. Pelo menos é o caso de ‘Tainá – A Origem’, filme da diretora Rosane Svartman (Desenrola). No longa infantil que conta a origem da índia mais famosa do cinema brasileiro, acompanhamos seus primeiros e desastrosos passos rumo a proteção de seu lar – a floresta amazônica. Trata-se de Um filme que dispensa atenção por seu roteiro falho, direção meia-boca e efeitos ruins.
Em ‘Tainá – A origem’, piratas da biodiversidade invadem a área da floresta amazônica onde vive Maya, jovem índia que é vítima do ataque predatório, deixando órfã a bebê Tainá. Abrigada entre as raízes da Grande Árvore (sapopema), a criança é salva e criada pelo velho e solitário pajé Tigê. Cinco anos depois, ele leva Tainá à aldeia do seu povo, onde está para ser escolhido o novo líder defensor da natureza. Por ser menina, Tainá é impedida de se apresentar ao combate, mas pela herança de Maya, a última das amazonas guerreiras, e com apoio de Laurinha, esperta menina da cidade, e do índio nerd Gobi, a indiazinha parte para derrotar os malfeitores, desvendando o mistério da sua própria origem.
Fazer um filme não é fácil, mas assistir é uma moleza…; sabe aquela vinheta que passa nas sessões do Cinemark antes do início de cada sessão (estou falando da atual – 2012/2013)? pois é, nem sempre esse dito faz sentido. Pelo menos é o caso de ‘Tainá – A Origem’, filme da diretora Rosane Svartman (Desenrola). No longa infantil que conta a origem da índia mais famosa do cinema brasileiro, acompanhamos seus primeiros e desastrosos passos rumo a proteção de seu lar – a floresta amazônica. Trata-se de Um filme que dispensa atenção por seu roteiro falho, direção meia-boca e efeitos ruins.
Em ‘Tainá – A origem’, piratas da biodiversidade invadem a área da floresta amazônica onde vive Maya, jovem índia que é vítima do ataque predatório, deixando órfã a bebê Tainá. Abrigada entre as raízes da Grande Árvore (sapopema), a criança é salva e criada pelo velho e solitário pajé Tigê. Cinco anos depois, ele leva Tainá à aldeia do seu povo, onde está para ser escolhido o novo líder defensor da natureza. Por ser menina, Tainá é impedida de se apresentar ao combate, mas pela herança de Maya, a última das amazonas guerreiras, e com apoio de Laurinha, esperta menina da cidade, e do índio nerd Gobi, a indiazinha parte para derrotar os malfeitores, desvendando o mistério da sua própria origem.
Produzido nas coxas, pelo menos é o que deixa transparecer, ‘Tainá – A Origem’ é um filme que desrespeita a inteligência dos pequenos a todo momento. Repleto de piadas prontas e arcaicas, o longa desperdiça todo seu potencial com personagens antagonistas e secundários que não trazem qualquer relevância à trama. Se existe uma tentativa de passar uma mensagem para o espectador sobre a importância de se preservar o meio ambiente, ela passa despercebida. Não basta colocar belas imagens em tela e criar vilões super poderosos e maldosos prontos para atacar, o roteiro tem de ser consistente e criar um vínculo seguro com seus personagens. Infelizmente, isso não acontece.
O único e grande destaque do filme talvez seja a pequena Wiranu Tembé, a indiazinha que faz a Tainá. Selecionada pelo preparador de elenco Claudio Borges, a pequena Tembé demonstra seriedade em sua atuação. Seu talento, ainda que também seja pouco aproveitado, chama nossa atenção. A iniciante Mayara Bentes, apesar de aparecer em poucas cenas, também convence com sua atuação.
‘Tainá – A Origem’ pega carona no sucesso dos seus “sucessores”, ‘Tainá – Uma Aventura na Amazônia’ e ‘Tainá 2 – A Aventura Continua’. Com ambos os filmes premiados, fica fácil receber o velho público fiel e curioso sobre a nova narrativa amazônica.
Fonte:
Colunas /
Entrevistas /
Paulo Roberto Bornhofen
Entrevista com Maria de Lourdes Scottini Heiden [Paulo Bornhofen]
Entrevista
com Maria de Lourdes Scottini Heiden
Por:
Paulo Bornhofen.
Maria de Lourdes Scottini Heiden. Filha de Carmelo
Scottini e Olga da Rocha Scottini. Nasceu
em Ilhota no dia 19/03/1962, mas vive em
Blumenau há 25 anos.
Casada com Roberto
Heiden. É mãe de três filhos: Gabrielle, Marina e Matheus. Formada em Letras
pela FURB – Universidade Regional de Blumenau e professora de Português na Escola
Básica Municipal Vidal Ramos há
20 anos.
Escreve poesias,
contos infantis, romances e mensagens desde os onze anos de idade. Procura
desenvolver nos alunos a paixão
pelos livros. Cria espaços para a leitura,
com apresentação de poemas e
textos diversos.
Tem algumas histórias infantis publicadas por
duas editoras da cidade: Eu Amo a
Natureza e A Praia Poluída pela Editora
EKO; Série Grandeza trabalhando as virtudes de Platão: Perseverança - O Menino e o Violão Empoeirado, Humildade - O
Menino e o Vizinho Pianista, e Prudência
- O Menino e o Colega Aventureiro
pela Editora Letra Viva. Publicou, com recursos próprios, o livro de poemas
“Quem sou eu?”, em 2001, o romance “A
Casa do Monte” , em maio de 2004 e Alfavida – Alfabeto da Vida (Livro infantil)
em novembro de 2004. Em 2006
teve um projeto aprovado (livro
infantil História de um Rio) pela ELETROSUL. Lançou também com recursos
próprios o livro de poemas Pedra no Lago em setembro de 2006.
Participou da
Antologia “Um Rio de letras”, Volumes I, II e III da Sociedade de Escritores de Blumenau.
Participou da coleção “Prosa e Verso” e
outras antologias.
Elaborou com os
alunos das 8ª séries da E.B.M. Vidal
Ramos cinco livros de poesias
intitulado “Poeta Aprendiz” . O
primeiro foi lançado em 2005, o segundo em 2006, o terceiro em 2008 , o 4º em 2009 e o 5º em 2011.
Publicou em março
de 2007, pela Editora Cultura em
Movimento, o livro Memórias de uma Caçadora
de Estrelas; em junho, a 2ª edição
revisada e colorida do livro infantil ALFAVIDA – O Alfabeto da Vida patrocinado pela Lei de Incentivo à Cultura
de Santa Catarina , pela editora Odorizzi,
Semeando Versos, livro de poesias em
parceria com as filhas Gabrielle e Marina em julho de 2007, A Carta de
Betina em novembro de 2007, A Tela da
Vida, livro aprovado pela Conselho
Municipal de Cultura de Blumenau em dezembro de 2007, A Menina Camaleoa, aprovado pelo Conselho Municipal de Cultura
em 2008, e Código Sete também aprovado pelo Conselho Municipal de
Cultura em 2009, todos pela Editora
Odorizzi.
Em 2010 inscreveu
pelo MINC o Avental da Professora, que foi aprovado e realizado em 2011.
Além dos livros
publicados desenvolve palestras sobre a importância dos livros nas escolas da Rede de acordo com a disponibilidade de horário.
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