Artigos /
Eduarda Costa
Quando a solidão fica mais gostosa do que algumas companhias [Eduarda Costa]
Quando a solidão fica mais
gostosa do que algumas companhias
por:Eduarda Costa
Artigo publicado no site EOH
Quem me lê de vez em quando
sabe o quanto eu gosto de gente. Sempre fui convicta de que a coisa mais
importante da vida são as pessoas que cativamos ao nosso redor e persisto na
ideia de que poucas coisas são mais alegradoras do que colo, carinho, comida e
conversa. A verdade é que as relações são – e sempre serão – uma prioridade na
minha vida, mas devo admitir que hora ou outra, por cansaço ou decepção, a
gente acaba percebendo que certas companhias não valem o sossego e a sensatez
trazidos por um bom bocadinho de solidão.
Em cada livro há uma frase
esperando para ser sua
Por: Cristina Trilce
O livro e as pessoas têm
muitas coisas em comum, entre elas o fato de que ambos são infinitos. Por isso,
ler não significa somente passar o tempo; este hábito também pode nos ajudar a
nos conhecermos através das palavras de outras pessoas.
Ler é uma viagem que pode
nos levar a mundos desconhecidos, inclusive para dentro de nós mesmos:
atreva-se a viajar, porque quanto mais distante for o destino desta viagem,
mais profunda será a personalidade que irá alcançar e mais fácil será para você
se afastar do que o machuca.
Artigos /
Thamilly Rozendo
Namore alguém que emocionalmente te ame e espiritualmente te fortaleça. [Thamilly Rozendo]
Namore alguém que
emocionalmente te ame e espiritualmente te fortaleça.
Namore alguém que desperte o
teu riso fácil, alguém que ame o teu jeito bagunçado e que se importe com o que
você sente. Alguém que não dê as costas para a sua dor e que te acolha mesmo
não entendendo os seus porquês. Namore alguém que seja teu amigo, que goste da
tua risada escandalosa e que veja graça nas suas piadas sem graça.
Uma carta para o homem que
eu espero amar um dia
Um texto de Din Cuenca.
Quem sabe eu posso já ter te conhecido, ou talvez ainda não. Nós podemos estar respirando o mesmo ar, nessa cidade pequeninha, ou talvez ainda estamos a milhares de quilômetros de distância nesse momento.
Pode ser que eu fique com você amanhã, ou talvez no dia seguinte, ou talvez daqui à alguns anos…
Artigos /
Israel de Sá /
Revista Pazes
Não é a distância que separa as pessoas. É o “tanto faz” [Revista Pazes]
Não é a distância que separa
as pessoas. É o “tanto faz”
Por Revista Pazes
Maldita parafernália
eletrônica que nos mantêm cativos voluntários de seus atrativos. E alguém quer
ficar livre disso? Meia dúzia, talvez, consiga viver no acrisolamento
“sociovirtual”. Mas a maioria dirá que não abre mão das facilidades que elas nos
trazem. Ocorre que você envia uma mensagem para alguém e o aplicativo mostra:
mensagem enviada, mensagem entregue, mensagem lida… Mas a pessoa, do outro lado
da tela, não lhe responde.
Artigos /
Charlene Peruchi /
Música
10 músicas da Pitty que fizeram parte da nossa adolescência [Charlene Peruchi]
10 músicas da Pitty que
fizeram parte da nossa adolescência
por Charlene Peruchi
Artigo publicado no site E0H
As músicas da Pitty fizeram
parte da adolescência de muita gente que curtia e ainda curte um bom rock
brasileiro, e eu me incluo nessa. Quem nunca se pegou cantando Na sua estante
ou Teto de vidro enquanto tomava banho, ou pensou em montar uma banda, ou mesmo
começou a se vestir com um estilo inspirado na Pitty?
Além de ser uma ótima
cantora, ela tem personalidade forte. Esse é outro ponto que me fez admirá-la
ainda mais. Ela é uma mulher que luta pelo que acredita e que é dona do próprio
nariz. Essa semana me bateu uma saudade dessa época de adolescente que curtia
uns rocks dessa baiana e resolvi montar uma listinha com as músicas que mais
tocavam nas rádio da época.
Escritora /
Jacqueline Lagos Maragaño /
Livros /
Poetas Chilenos
Jacqueline Lagos Maragaño [Poeta e Escritora Chilena]
La escritora chilena
Jacqueline Lagos Maragaño nació en Osorno, Región de Los Lagos. Ha integrado y
participado activamente en numerosos y diferentes encuentros relacionados con
la prevención de la violencia de género, la cultura, educación ambiental, eco crítica
y ecofeminismo. Ha manifestado una defensa por la capacidad creativa del ser
humano, los derechos de la mujeres y el respeto por salvaguardar las
tradiciones y cultura de los pueblos originarios.
Ha publicado; Mis primeros
años,(2003) Una Bruja Emplumada en el Tzolkin,(2005) Conjuros, lo importante es
el ritual,(2011). Una memoria inconclusa, (2013). Mujer, no sé si
contarte,(2016)
“Lo que el Hombre hace a una
Mujer, a la Tierra se lo provoca”
Entrevistas /
Fabrício Carpinejar /
Jocê Rodrigues
Fabrício Carpinejar: ‘A lealdade é amar quando o outro não está nos enxergando’ [Jocê Rodrigues]
![]() |
| Fotografia: Rodrigo Rocha |
Fabrício Carpinejar: ‘A
lealdade é amar quando o outro não está nos enxergando’.
Jocê Rodrigues –Conti outra
Foram algumas tentativas até
conseguir me encontrar com ele. Telefonemas, e-mails e uma dose de
perseverança. Culpa da agenda sempre lotada com compromissos que variam entre
gravações, palestras e lançamentos. Depois de uma verdadeira maratona de
trabalho, finalmente conseguimos marcar um almoço num restaurante mexicano em
São Paulo, em plena segunda-feira. Uma pequena pausa antes de pegar o voo de
volta à Porto Alegre, depois de inúmeros e incansáveis compromissos
profissionais. Foi nesse clima de decatlo que o poeta, apresentador, cronista e
provocador sentimental Fabrício Carpinejar (43 anos) concedeu entrevista
exclusiva à CONTI outra.
Aline Nicoleli /
Artigos /
Música
14 músicas do Nando Reis para ouvir em todos os momentos [Aline Nicoleli]
14 músicas do Nando Reis para
ouvir em todos os momentos
por Aline Nicoleli
Artigo publicado no site E0H
Comecei esse post pensando
em fazer uma lista de músicas do ruivo para ouvirmos antes de dormir, que por
sinal é uma delícia, mas lá pelo meio da lista percebi que é impossível
direcionar para apenas um momento, Nando Reis é um amorzinho para todos.
Para mim ele é trilha de
várias lembranças, abraços, cheiros e momentos. Para cantar junto é sem dúvidas
“All Star”, para trazer boas vibrações escolho “Mantra”, para se declarar,
“Para você guardei o amor” e para sonhar, todas ❤.
Então pega seus fones, aumenta
o volume e se prepara para ouvir essa listinha que foi feita para você curtir
um amor ou uma solidão, para curtir com quem ama ou para se curtir também,
porque não? Vem:
Artigos /
Juliana Monteiro do Nascimento Araújo
Alice no País das Maravilhas e o limiar entre loucura sã e sanidade patológica [Juliana Monteiro do Nascimento Araújo]
Alice no País das Maravilhas
e o limiar entre loucura sã e sanidade patológica
A loucura só existe em uma
sociedade, já afirmava Foucault (1961). A questão dos limites saudáveis entre
loucura e sanidade, não é algo fácil de se encontrar, precisamos entender que
essa é uma compreensão relativa, que leva em conta a cultura e a época. Considerando
cada ser humano único, entendemos que não é possível identificar um único
padrão, sendo muito tênue a separação entre normal e anormal, entre saudável e
patológico.
Para ilustrar essa questão
utilizaremos a trajetória da personagem Alice no filme Alice no país das
maravilhas, de 2010, dirigido por Tim Burton. O filme mostra a Alice depois de
13 anos, como uma jovem tendo que tomar a decisão de viver conforme a sociedade
afirma ser adequado para uma garota, aceitando um casamento arranjado, ou ouvir
seu “eu interior” e seguir os passos do pai, saindo totalmente dos padrões
pré-estabelecidos da época. Antes da resposta ao pedido de casamento, Alice
retorna ao “país das maravilhas” e trilha uma jornada pelo seu mundo interior
descobrindo-se, e assim fortalecendo o seu self tendo, portanto, condições de
tomar a decisão mais adequada para si, mesmo correndo o risco de ser tachada de
“louca”.
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