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Peças de teatro para download

O site Oficina de Teatro disponibilizou para download um grande número de peças para teatro. Do famoso dramaturgo inglês William Shakespeare, por exemplo, estão disponíveis 27 arquivos. Podem ser encontradas entre eles, “Hamlet”, “Tito Andrônico” e “Romeu e Julieta”. Estão, também, para download as peças clássicas gregas e a produção dos novos dramaturgos. São para todos os tipos de público. Ao todo são quase 300 peças prontas para serem ensaiadas e apresentadas. O site permite, também, o upload de peças, desde que não fira os direitos autorais. 


Alejandra Negrón Marambio. 12-10-1970. Providencia. Chile

Estudios primarios y secundarios: Colegio Alemán Osorno

Estudios superiores: Actuación teatral, Escuela Imagen( 1año y medio);  Actuación  teatral Escuela “La Mancha”; Comunicación audiovisual Uniacc  ( 4 años , próximo a terminar en mención guión de cine y TV).

Otros estudios:   Coreografía en Danza teatro,   U.Bolivariana, 1 año; Talleres varios de danza butoh   , acrobacia, con Amílcar Borges y Eduardo Bernal durante tres años; Un semestre  en la Escuela de danza de Carmen Serna en Madrid,  en Chile, danza  con  Anita Baquedano en la Escuela de danza Moderna; Diplomada en guión de sitcom y teleseries con Daniela Castagno en Canal 13; Talleres de teatro fisico con la compañía Demencia Praecox; Talleres varios de dramaturgia , con Marco Antonio de la Parra y con Benjamin Galemiri.
           
Trabajos.

*  Actualmente formando parte de la compañía de danza teatro de Vicky Larrain.
*  Grabando permanentemente para cortos de escuelas de cine , como  protagonista y secundario , Uniacc , Sto Tomas , Duocc  ,  Escuela de cine Chile.
*  Bolos para teleseries en Canal 7 para “ Oro Verde” “Sucupira” y en Canal 13 para diversas recreaciones , como “ El tiempo es oro”.
*  Monitora de teatro y danza en poblaciones como Cerro Navia y Purranque en la Décima Región.
*  Profesora de dramaturgia en Osorno en el Museo Zurazo.
*  Colaboro como cronista en www.poetap.org , en Casa Eolo y Movimiento poetas del mundo.
Ivan de Albuquerque nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, no ano de 1932, seu nome completo é Ivan de Campos Albuquerque, era ator e diretor de teatro, morreu em 2001 no Rio de Janeiro.
Ivan começou como ator no O Tablado e posteriormente formou-se como diretor na FBT (Fundação Brasileira de Teatro),em 1958, formou juntamente com seu amigo Rubens Corrêa, vindo a trabalhar com ele por mais de trinta anos. 



Nome: JUSTINO ASTREVO DE AGUIAR
Nome artístico: J. ASTREVO
Data Nascimento: 14 de abril 1.965
Natural: Cuiabá – MT.

Professor de Língua Portuguesa.
Formado pela Universidade Federal de Mato Grosso

Ator, Diretor, Produtor e Roteirista.


Foi diretor da Federação Mato-grossense de Teatro na gestão 85 a 87.
Secretário da Confederação Nacional de Teatro na gestão 87 a 89.

Como autor escreveu mais de 15 peças teatrais, tendo encenado parte delas em todo Estado de Mato Grosso e diversos estados brasileiros.

É autor de diversos artigos para jornais da capital comentando sobre aspectos da produção cultural e artística do nosso Estado.

Foi Professor na Universidade Federal de Mato Grosso e na Universidade de Cuiabá – UNIC da disciplina Língua Portuguesa por 02 anos – 2000 e 2001

Como diretor já encenou mais de 20 espetáculos em grande parte dos estados brasileiros, tendo sido premiado 18 vezes, com  prêmios locais e nacionais. Entre elas se destacam:
  • Balada Para Diagnosticar Dementes 90 e 91
  • Procissão das Almas 92
  • Pressão Baixa 93 e 94
  • Homem do Barranco 93, 94 e 95
  • Cuiabá dos Meus Amores 2003 e 2004

Como ator já atuou em 25 produções entre teatro e musicais, tendo alguns deles marcado época na nossa dramaturgia, como a peça Nadim Nadinha Contra o Rei de Fuleiró.

É criador e encenador da personagem Lau da dupla Nico e Lau.

Protagonizou, como ator, por  07 anos consecutivos o Programa Porteira Aberta na tv Gazeta local, atuando também como roteirista do mesmo.

Foi Criador e Diretor de peças publicitárias na agência propaganda Gênesis de nos anos de 90 e 91.

Atuou em mais de 100 peças publicitárias com a personagem Lau para empresas como: Super Mercado Modelo, Unimed, Drogaria América, Elétrica Bom Preço, Drogaria Aeroporto, Restaurante Verde Vale etc.
                                                                                                                                            
Realiza em média 80 shows por ano, entre musicais e teatrais por todo estado de Mato Grosso.

Protagonizou como ator as campanhas políticas de 2.000 para o Prefeito Roberto França e de 2002 para o Governador Blairo Maggi, em 2004 campanhas políticas para prefeito em Sorriso, Campo Verde, Pontes e Lacerda, Lucas do Rio Verde, Nova Marilândia, Rondonópolis e Cuiabá.

Como ator atuou no Filme A Oitava Cor do Arco-Íris.

Atuou ao lado de Chico Anysio, Nerso da Capitinga, Filó, Tiririca, Zé Bonitinho, Saulo Laranjeiras, Geraldo Magela e fez abertura do show de Tom Cavalcante em Cuiabá.

Tem 04 CDs gravados interpretando músicas regionais com expressiva vendagem no Estado de Mato Grosso e região centro oeste.

Compositor de mais de 30 canções já gravadas tanto por Nico e Lau e intérpretes como Paulo Resende, Vera Capilé e Banda Verão.

Foi Diretor Executivo da Secretaria Municpal de Cultura de 2001 a julho de 2003 na gestão do então secretário Francisco Vuolo.

Foi agraciado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano – CMDU com certificado pelos relevantes serviços prestados ao mesmo.

Foi agraciado pela Câmara Municipal de Cuiabá através do Vereador Yuri B. Jorge com Moção de Aplausos pelo trabalho no espetáculo Cuiabá, dos Meus Amores.

Foi agraciado pela Câmara Municipal de Cuiabá através do Vereador Totó Parente com Moção de Aplausos pelo trabalho realizado em prol da juventude cuiabana e da difusão cultural.

Foi agraciado com Moção de Aplausos pela vereadora Chica Nunes pelo sucesso alcançado com o trabalho de resgate do Linguajar Cuiabano através da personagem Lau.

Foi agraciado com Moção de Aplausos pelo vereador Francisco Vuolo pelo lançamento da grife Nico e Lau

Foi Secretário Municipal de Cultura de Cuiabá e Presidente do Conselho Municipal de Cultura de agosto de 2003 a dezembro de 2004.

Como Secretário de Cultura redimensionou a política de aplicação dos recursos da Lei Municipal de Incentivo a Cultura.
                                                                                                                                           
Em parceria com os grupos tradicionais concebeu e o organizou as 3 primeiras edições do Festival de Siriri de Cuiabá.

Em parceria com os rasqueadores criou e realizou o primeiro Festra - Festival de Rasqueado de Cuiabá.

Revitalizou o Carnaval Cuiabano, definindo a Av. Beira Rio como a passarela do samba de
Cuiabá.

Transformou o Museu do Rio em ponto de referência dos acontecimentos culturais em Cuiabá.

Ganhou prêmio de destaque dos anos  2003, 2004 e 2005 pelo trabalho realizado em prol da cultura e conquista de mercado em Mato Grosso.

Ministra a palestra  para o Sebrae MT como exemplo de empreendedores cujo o título é:
Empreendedores do Riso.

Seu trabalho já foi objeto de estudo e monografia por parte de estudantes do curso de Comunicação da Faculdade Candido Rondon, Universidade federal de MT e professores de Mestrado da UFMT inclusive tendo publicado livro com artigo a esse respeito.

J. Astrevo
Cuiabá/MT, janeiro  de 2012.

LIONIÊ VITÓRIO, nascido em Santo Antônio de Leverger/MT, filho de Quidauguro Vitório e Marize Ribeiro Teixeira Vitório.
Lioniê é ator, produtor cultural, cenógrafo, artista plástico e político, onde já exerceu os cargos de Secretário de Cultura, Turismo e Meio Ambiente, Vereador, vice Prefeito e Prefeito interino de seu município. Com formação superior em Artes pela UNIC e Pós-graduação em Patrimônio Cultural.


TEATRO:

Participação como ator dos grupos e espetáculos:

Grupo Anima de Teatro – Cuiabá/MT
  1. Sinfonia Poética... em Drummond Maior;
  2. Pode Guardas as Panelas;
  3. Nesta Rua, Nesta Rua (infantil)

Cia. Folhas de Teatro – Cuiabá/MT
  1. Último Baile de Verão;
  2. Ducatiribute (infantil);
  3. Balada para diagnosticar demente;
  4. Pressão Baixa;
  5. Balada para diagnosticas demente 1 ½;
  6. Traído;

Teatro - Nico e Lau Produções Artísticas – Cuiabá/MT
  1. Nico e Lau - 1996
  2. O Sortudo - 1997
  3. O Cobrador - 1997
  4. Quebra-Gaio - 1998
  5. O Tantã - 1999
  6. Casa Assombrada - 2000
  7. O Freguês - 2001
  8. Cuiabá dos Meus Amores (Carlina Promoções) -2002
  9. O Mala - 2002
  10. Quem Cochica o Rabo Espicha - 2003
  11. Balaio de Gato - 2004
  12. Quem Importa o Rabo Entorta - 2005
  13. Um Programa Bem Bom - 2006
  14. O Golpe – 2007
  15. Bico Calado – 2008
  16. Preto no Branco – 2009
  17. Pega Inteligência – 2010
  18. Na Ponta da Língua – 2011
  19. Abafa o Caso - 2012

Oficinas Cênicas:
  1. Pintura Cênica e cenários – Funarte / Mestre Mazinho – Rio de Janeiro/RJ;
  2. Uma outra TV – Guel Arraes - Rio de Janeiro;
  3. Interpretação para TV -  Sonaira D’ Ávila – Blumenau/SC;
  4. Técnicas de interpretação para atores – Luiz Marchetti – Cuiabá/MT;
  5. Oficina de Mímica – David Glass e Peta Lilly – Ingleses – Cuiabá/MT;
  6. Oficina Cênica – ator Rubens Correa – Cuiabá/MT;
  7. Projeto Mergulho Teatral – IBAC/Funarte – RJ ;
  8. Consciência Corporal – Vera Lucia Lopes – SP;
  9. O encenador e o trabalho de ator – Antônio Mercado Neto – Blumenau/SC;
  10. Oficina de Voz – Glorinha Beuttenmuller/SC;
  11. Curso com o diretor Eugênio Barba – Teatro Odin  – Dinamarca;
  12. Palestra interpretação para atores TV e cinema – ator Paulo Betti;
  13. Oficina de interpretação e leitura teatral – Fernanda Montenegro – Cuiabá/MT;

Programas de televisão:
  1. Porteira aberta – TV Record / Cuiabá (1996 à 2001);
  2. Ser...tão mato-grossense – TV Record / Cuiabá (1998 à 2000);
  3. Minuto do humor – TV Centro América (Globo) / Cuiabá (2003 e 2004);
  4. Minuto do Humor – TV Centro América/Globo – MT (2006, 2007 e 2008)
  5. Minuto do Humor – TV Morena – MS (2006, 2007 e 2008)

Programas de rádio:
  1. Porteira aberta – 2002 – Industrial AM.

Vídeos:
  1. O Jogo - J. Astrevo Aguiar – 2007.
  2. Foram realizados 53 episódios de 1 minuto cada, para Televisão Centro América e TV Morena – Rede Mato-grossense de Televisão.
  3. O Golpe  - Gravação do espetáculo de J. Astrevo Aguiar - 2007
  4. Bico Calado – Gravação do espetáculo de J. Astrevo Aguiar - 2008

 

PERÍODOS E ATIVIDADES


1986 à 1988 - Início de carreira teatral no Grupo ÂNIMA de Teatro da ETF - Escola Técnica Federal/MT. Participou de diversos espetáculos, entre eles: "Drumond Maior", "Pode guardar as panelas" de Gilberto Nasser.

1989 – É convidado por J. Astrevo para participar da Cia. Folhas de Teatro e juntos montam diversos espetáculos: "Último Baile de Verão", "Balada para diagnosticar demente 1", “Traído” “Balada 1 e 1/2", "Ducatiribute", "Pressão Baixa" , todos de autoria de J. Astrevo Aguiar;

1990 à 1994 – Participou de diversos Cursos:- Pintura Cênica e cenários / Funarte – Rio de Janeiro.
- Uma outra TV – Guel Arraes - Rio de Janeiro / Interpretação para TV -  Sonaira D’ Ávila – Blumenau/SC. /- Técnicas de interpretação para atores – Luiz Marchetti – Cuiabá  - Oficina de Mímica – David Glass e Peta Lilly – Ingleses – Cuiabá/MT - Oficina Cênica – ator Rubens Correa – Cuiabá/MT
- Projeto Mergulho Teatral – IBAC/Funarte – RJ - Consciência Corporal – Vera Lucia Lopes – SP.
- O encenador e o trabalho de ator – Antônio Mercado Neto – Blumenau/SC.- Oficina de Voz – Glorinha Beuttenmuller/SC.
- Palestra Interpretação para atores TV e cinema – ator Paulo Betti;
- Oficina de interpretação e leitura teatral – Fernanda Montenegro – Cuiabá/MT;

1992 - Foi Presidente da Federação Mato-grossense de Teatro.

1993 - Forma em Artes pela UNIC - Universidade de Cuiabá.

1994 –- Realiza curso com o diretor EUGÊNIO BARBA no Odin Teatro na Dinamarca;

1995 - J. Astrevo  e Lioniê criam os personagens NICO e LAU na TV Gazeta/Record.

1996 - NICO e LAU estréiam quadro para TV, nos Porteira Aberta e Ser... Tão Mato-grossense este último, comandado pelo apresentador Carlos Roberto Mortadella;

1997 – Apresenta o primeiro Show NICO e LAU para teatro;

1997 – É empossado como Secretário Municipal de Cultura, Turismo e Meio Ambiente de S. Antônio de Leverger;

1998 – Estréia outro Show O COBRADOR e começa a realizar várias peças publicitárias para TV, jornal e rádio do Estado; grava o 1º CD da dupla "Dança do Lambari" e realizam apresentações pelo interior do Estado;

1999- Apresenta o Show o SORTUDO e grava o 2º CD "Arripiá".

2000 – Realiza o Show O TANTÃ e A CASA ASSOMBRADA; grava o 3º CD de NICO e LAU "Acho que tô apaixonado";

2000 – Participa do espetáculo “Cuiabá dos Meus Amores” produzido por Carlina Jacob/Cuiabá-MT;

2001 - No primeiro semestre estréia o Show O FREGUÊS e participam do programa de TV e rádio da campanha eleitoral do atual governador do Estado Blairo Maggi e do senador eleito Jonas Pinheiro;

2001 – Eleito Vereador da Cidade de Santo Antônio de Leverger, cria a Lei Municipal de Incentivo à Cultura;

2001 – Lança a primeira revistinha em quadrinhos da dupla Nico e Lau;

2002 - Estréia o espetáculo QUEM COCHICA O RABO ESPICHA, todos os textos de autoria   de J. Astrevo Aguiar; Lançam o seu site pela Internet. (www.nicoelau.com.br)

2003 – Comemora o 8º Aniversário com CHICO ANYSIO com show, no Cuiabá Tênis Clube. Apresentam o Show O MALA no Centro de Eventos Pantanal.

2004 – Estréia o 9º Show dos humoristas “BALAIO DE GATO”.

2004 – É pós-graduado em Patrimônio Cultural pelo ICE – Instituto Cuiabano de Educação;

2005 – Apresenta o 10º Espetáculo “Quem Importa o Rabo Entorta”  texto e direção: J. Astrevo Aguiar, show comemorativo aos 10 anos de dupla Nico e Lau.

2005 – Empossado como Presidente do IHG-SAL (Instituto Histórico e Geográfico de S. Antônio de Leverger)

2006 – Lança o 4º CD Nico e Lau – Agitano na Balada;

2006 – Monta o 11º show “Um Programa Bem Bom” com texto e direção de J. Astrevo e participação especial dos músicos: Albanir Silva e Gabriel Jr.
2006 – Estréia o novo show musical “Nico e Lau, Comeno Pelas Beirada – junto com a Banda Cabeça de Bagre” .

2007 – Realiza o novo espetáculo “ O GOLPE” , apresentado em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
2007 – Grava o seu primeiro cruta-metragem “O JOGO” de J. Astrevo Aguiar, interpretado por
Nico e Lau.
2007 – Participa como ator, junto da Orquestra de Câmara do Estado de Mato Grosso do espetáculo “O Baile do Senhor Deus”.
2008 – Estréia o show de Nico e Lau – Bico Calado.
         – Participa como ator, junto da Orquestra de Câmara do Estado de Mato Grosso do espetáculo “Natal das Crianças 2009”.
          - Participa do filme ,  curta-metragem “A morte do Toureador” de João Antônio.
2009 – Estréia o show de Nico e Lau – Preto no Branco de J. Astrevo Aguiar.
          - Lançamento dos DVDs: Bico Calado e O Golpe.
          - Participação do Show Natal da Criança – Nico e Lau e a Orquestra do Estado de Mato Grosso.
2010 – Apresentação do show “Pega Inteligência” com 16 temporadas incluindo cidades de MT e MS.
         - Comemoração de 05 anos do Programa de Televisão Minuto do Humor – TV Centro América/MT e TV Morena/MS (afiliadas Globo).
         - Lançamento do Livro “Humor do Mato – Um picadeiro a céu aberto para a obra de Nico e Lau – Obra comemorativa aos 15 anos da dupla.
2011 – Estreia o show “Na Ponta da Língua” – J. Astrevo Aguiar
2012 – Novo espetáculo da dupla Nico e Lau “Abafa o Caso” – de J. Astrevo Aguiar.




HISTÓRICO DE NICO E LAU

Nico e Lau foram criados em 1995 pelos atores Lioniê Vitório e J. Astrevo após mais de uma década de carreira artística atuando em teatro.

Lioniê Vitório (Nico) 42 anos, mato-grossense de Santo Antônio de Leverger. Formado em Artes pela Unic e Pós–Graduado em Patrimônio Cultural. Foi  Secretário de Cultura, Vereador, Vice Prefeito e Prefeito interino do seu município. Como ator começou em 1986 no Grupo Ânima de Teatro na antiga Escola Técnica, hoje IF-MT.

Justino Astrevo de Aguiar (Lau) 47 anos, cuiabano. Formado em Letras pela UFMT, Pós Graduado em Planejamento e Gestão Cultural pela UNIC. Autor, Diretor e Ator, foi Secretário de Cultura de Cuiabá e Professor Universitário. Começou sua carreira artística em 1980 quando fundou a Cia Folhas Produções.

Em 1989 Vitório recebeu convite do diretor J. Astrevo para participar do espetáculo ÚLTIMO BAILE DE VERÃO de sua autoria. A parceria deu certa e desde então Lioniê e Astrevo passaram a atuar juntos em diversos espetáculos teatrais.

Em 1995 os atores receberem convite da TV Record (Grupo Gazeta de Comunicação) para participarem do programa “REVISTA DA MANHÔ. Lá criaram as personagens NICO e LAU comandando o quadro PORTEIRA ABERTA. Com o sucesso do quadro a dupla foi convidada para participar do Programa dominical “SER...TÃO MATO-GROSSENSE”, apresentado pelo radialista Carlos Roberto “Mortadella”, oportunidade que fez crescer a popularidade da dupla.

Em 1996 levaram pela primeira vez as personagens para o palco com o show humorístico que levava o nome da dupla: NICO E LAU - O Show. O trabalho teve ótima repercussão e deu início a carreira de espetáculos teatrais dos comediantes que assim sucederam-se:

O COBRADOR em 1997, O SORTUDO em 1998, O TANTÃ em 1999, A CASA ASSOMBRADA em 2000, O FREGUÊS em 2001, O MALA em 2002. QUEM COCHICHA O RABO ESPICHA em 2003, BALAIO DE GATO em 2004, QUEM IMPORTA O RABO ENTORTA em 2005, UM PROGRAMA BEM BOM em 2006, O GOLPE em 2007, BICO CALADO em 2008 e PRETO NO BRANCO em 2009. Todas com textos e direção de J. Astrevo Aguiar.

Em 2003, comemorando 08 anos de carreira, trouxe a Cuiabá CHICO ANYSIO. Evento que superlotou o Cuiabá Tênis Clube e agregou imensurável valor mercadológico para a dupla. Esse acontecimento deu origem ao projeto Festival Nacional do Humor realizado anualmente pela Nico e Lau Produções. Este Festival já trouxe à Cuiabá os comediantes Saulo Laranjeiras, Jorge Loredo, Geraldo Magela, Claudia Rodrigues, Paulo Silvino e o cantor cearense Falcão. 

A dupla já lançou 4 CDs musicais. Em 1998 o primeiro: A DANÇA DO LAMBARI, em 2000 o segundo: ARRIPIÁ, o terceiro em 2003 ACHO QUE TÔ APAIXONADO e em 2006 o quarto - AGITANO NA BALADA.

Em 2007 a dupla lançou seu primeiro DVD – o curta metragem O JOGO e 10 episódios do MINUTO DO HUMOR de bônus.

Em 2009 os atores criaram o Projeto ATAQUE DE RISOS, um grande encontro com humoristas de Mato Grosso. O evento já esta na sua terceira edição, onde tiveram as participações dos personagens: Totó Bodega,  Comadre Pitu, Comadre Odilza, Chico Bagre e Zé Cimburé, André D’ Lucca, Banga, João Kuiudo, Bastiana Cacerense, Palhaço Lambada, Creonice e João Montanha. 

No ano de 2010 em comemoração aos 15 anos de dupla, foi lançado dois DVDs: BICO CALADO, O GOLPE, o show PEGA INTELIGÊNCIA e aproveitaram para lançar o livro “HUMOR DO MATO – Um picadeiro a céu aberto para a obra de Nico e Lau”,  que faz uma análise da carreira artística dos atores e também das personagens.

Desde 2005 veicula o programa MINUTO DO HUMOR na TV Centro América e a partir de 2007 na TV Morena em Mato Grosso do Sul, parceria com a Rede Mato-grossense de Televisão, em 2011 outro programete que foi lançado recentemente, PAPO CABEÇA veiculado nos intervalos das emissoras.

Já atuaram em mais de 300 peças publicitárias para empresas privadas como: Supermercado Modelo, Unimed, Grupo City Lar, Drogaria América, Drogaria Aeroporto entre outras e no setor público para o Governo do Estado e diversas Prefeituras.

NICO E LAU PRODUÇÕES
(65) 3627.1244 / 9975.5513

Imagens da dupla
(clique na imagem para ampliar)
Imagens: Fablício Rodrigues

Nico
Lau
Nico e Lau

Nico e Lau


Nico e Lau

Todos os direitos autorais reservados aos autores.

Carlos Sérgio Bittencourt.
Nascido em Cataguases, participa da área cultural da cidade, destacando-se como autor teatral, diretor, ator, professor de teatro, contista e poeta.

Sua primeira peça, “Apaguem os Lampiões”, foi encenada em Cataguases no ano de 1977. Um ano depois, sua segunda peça, “Sorri Periferia”, foi dirigida pelo ator e diretor Nelson Xavier, do Rio de Janeiro.

Em seguida, escreveu o musical infantil “O Condomínio da Floresta Encantada”, encenado no Teatro Princesa Isabel e no Teatro da Praia, ambos no Rio de Janeiro. Além das peças citadas, escreveu várias outras, no Rio de Janeiro, destacando-se “Um Visionário na Noite”, encenada no Teatro da Praia, no Rio, em 1995.
    
Entre 1998 e 2011, escreveu e dirigiu os espetáculos anuais apresentados por seus alunos de teatro, das turmas de adultos, adolescentes e crianças, da Escola de Música Lila Carneiro Gonçalves.

Nesse mesmo período, escreveu e dirigiu os seguintes espetáculos: “Ato Final”, “Nunca Sem Poesia”, “Onde Está Minha Poesia?”, “Um Homem Chamado Simão”, Verdades & Mentiras”, “A Herança” e “O Segredo do Espelho Mágico”; foi professor convidado de Teatro e Literatura da Faculdade Integrada de Cataguases – FIC; coordenador do projeto “Caminho das Águas”, evento patrocinado pela Secretaria Estadual de Cultura de Minas Gerais; e escreveu as peças “De Profundis”, “Parabéns Pra Você”, “Espíritos Não Choram”, “A Cantora e o Seresteiro”, “A História de João Tertuliano” e “Quer Dançar Comigo?”.

 Em 2011, conquistou os troféus de “Melhor Diretor” e de “Melhor Espetáculo” no VI Nepopó Festivao, Festival de Teatro de São João Nepomuceno (MG), com o espetáculo “A Herança”, além de outros prêmios concedidos à montagem da peça.
      
Como ator, participou de diversos espetáculos teatrais, filmes e novelas.

Como contista e poeta, tem trabalhos publicados em livros, suplementos literários e jornais.




CONTO DE CARLOS SÉRGIO BITTENCOURT


A Boca de Rosa Piston

Rosa Piston. Ninguém sabia por que este nome. Talvez por causa da boca redonda, de lábios em bico, boquinha de Brigitte Bardot. Boca de lábios vermelhos e língua lasciva. Disputada por todos, a todos comprazia por uma noite na pequena casa da rua retirada. Escolhia um e depois relatava com minúcias os momentos vividos, feliz em destacar a voracidade do parceiro. E cada um se envaidecia e morria de rir ouvindo suas proezas na cama.

Rosa Piston não era dali. Conquistou a cidadezinha aos poucos, assustando de início com seu jeito despachado, tipo insólito naquela região doméstica, asséptica, de noites de conversas amenas. Nós, da turma de 13 a 17 anos, olhávamos fascinados para Rosa Piston e invejávamos os amigos mais velhos que nos revelavam cenas incríveis. Sim, Rosa Piston era proibida para menores de 18 anos. Os poucos que se atreveram a se aproximar foram rechaçados com a frase: “Não corrompo menores, volte quando completar 18 anos” e ouviram sua enorme gargalhada sacudindo o farto corpo cobiçado.

Aquilo aguçava nossa curiosidade e nunca, em lugar nenhum, houve garotos que mais esperaram completar a maioridade do que os de nossa terra. Eu, que tinha 17 anos, contava os meses e os dias para o momento da iniciação, quando segredos de alcova seriam revelados em horas excitantes e voluptuosas.

Um dia, na praça vazia, vi Rosa Piston chegar, eu abrindo-lhe espaço como um súdito, olhos fixos no cálido andar do vulto sensual. Súbito, Rosa Piston cambaleou e se largou num banco de pedra. E foi então que percebi seus olhos rútilos e a face crispada. Ela bradava palavras que eu não entendia e as lágrimas desfaziam sua maquiagem.

Acalmou-se aos poucos, mas permaneceu chorando, os olhos perdidos num ponto qualquer. E eu ali, constrangido, olhando sua boca redonda, seu rosto sofrido, vincado e vermelho. A praça permanecia vazia, o tempo parara naquele espaço do mundo, só eu e Rosa Piston como personagens naquele cenário lúgubre, quando o silêncio foi quebrado pelas badaladas das seis horas da tarde. Súbito, Rosa Piston me encarou e pude distinguir um leve sorriso naquela boca de lábios especiais. E disse: “Vai lá em casa às oito horas. Espero você hoje sem falta”.

Levantou-se e se foi. Eu era um rapazote reprimido, ávido na imaginação e parco na prática. O que me animava era a certeza de que um dia teria Rosa Piston. Aquela mulher nua na cama a me ensinar os segredos do amor era a imagem que me deleitava nos prazeres solitários. E naquela noite, eu, menor ainda, iria à sua casa, convidado por ela.

Às dez para as oito andava na calçada de sua rua, de um lado para o outro, aguardando o momento. Curiosidade, excitação, receio, tudo aflorava em minha mente. Sabia que dali a minutos iria viver um instante decisivo. Receber a iniciação antes do tempo no templo de Rosa Piston, minha sacerdotisa do sexo. Às oito em ponto, timidamente, bati palma frente ao portão de madeira.

Comecei a tremer no instante mesmo que Rosa Piston apareceu na pequena varanda. Vestida com um quimono vermelho entreaberto, cabelos ouriçados, cheirando a leite de rosas, ela abriu o portão. Sem maquiagem, apenas a boca pintada de vermelho vivo, sem cintas, carnes balofas, seu tipo me lembraria mais tarde a estranha e fascinante Saraghina, felliniana putana da infância de Rimini, com seu rosto grotesco, amargo e seu corpo de banhas convulsas. Seria cômico chamar aquela boca com lábios grossos e borrados de boquinha tipo Brigitte Bardot.

Rosa Piston me colocou sentado num sofá e sentou-se numa poltrona em frente, criando para ela uma platéia que aguardava atenta o início do espetáculo. Meu coração batia forte e confesso que estava com medo. Não tinha ideia do que podia acontecer. Rosa Piston estava toda escarrapachada, com as coxas gordas aparecendo na abertura do quimono, deixando à vista veias e sulcos roxos descendo pelas pernas.

Não podia acreditar no que via, era como se ali à minha frente estivesse uma outra mulher e não a minha sonhada deusa. Os peitos fartos de matrona pareciam querer saltar do decote e o corpo mole, desleixado e banhudo, pousava plácido e aliviado na poltrona depois da prisão imposta pelas cintas e vestes apertadas e não sei mais que milagres ou amarras que desenhavam aquelas banhas e transformavam aquele bucho inchado em curvas amplas, desejadas e sensuais.

Ela acendeu um cigarro e começou a falar num inusitado tom baixo. Falou do passado célebre, vedete famosa, idolatrada nas capitais do país. Aplausos, adulações, contratos milionários, tudo no rodamoinho da fama e das noites festivas. Depois se levantou com esforço e colocou um disco na velha vitrola. Uma música roufenha escorreu pelo ambiente fazendo fundo a suas palavras.

Falou do declínio, da bebida, do vazio súbito a machucar suas ânsias de estrela. Depois a fuga para as cidades pequenas, a criação de um tipo, a mulher voraz dos espetáculos  de boulevard que fazia as delícias dos homens. A necessidade de se oferecer a todos, num show particular naquele palco insólito de sua sala. Espetáculos proibidos para menores de 18 anos, exatamente como nas suas apresentações nos tempos áureos. Mas aquele dia era seu aniversário. Sessenta anos.

Patética, Rosa Piston me encarou. “Você será o último. Um virgem desta cidade imbecil deixará aqui a infância. Um presente para mim no dia do meu aniversário”. E soltou uma gargalhada abafada no instante mesmo em que deixou o quimono cair, as carnes caindo aos rolos, exibindo-se totalmente nua.

O silêncio era total, agora que o disco de vinil girava acabado no prato da vitrola. Rosa Piston virou o disco e se rebolando toda acompanhou a introdução da música, uma velha ária italiana. Gesticulando sensualmente, convidou-me a tirar a roupa. Esbocei timidamente vagas recusas. Rosa Piston dançou, sacudindo o corpo oferecido, enroscando-se em mim. Envolvido pela cena insolente provocada pela nudez decadente de Rosa Piston, tirei minha roupa.

Novamente o disco acabou, mas Rosa Piston cantou, ou parecia que cantava uma ária, para mim aquilo era um gemido sem fim. E me abraçava, mergulhando seus seios inflados e tenros na minha cara. Havia perdido toda a timidez e o medo. Excitado, louco, tentava sem vergonha alisar cada vez mais aquelas carnes expostas, suas nádegas imensas e quentes. Até que lhe penetrei o sexo e me sufoquei aos gritos de gozo entre suas coxas roliças, esvaindo-me atado nos seus braços. Depois a música italiana, a voz de um tenor contrapondo-se ao bailado lento da mulher nua, suada e suja.

Calado, assistia com náuseas o que me parecia o epílogo. Até o som explosivo, seco. Rosa Piston jazia no chão. Um revólver na mão, sangue escorrendo da boca. Daquela boca. Gran finale.

Carlos Sérgio
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