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Peças de teatro para download
O site Oficina de Teatro disponibilizou para
download um grande número de peças para teatro. Do famoso dramaturgo inglês
William Shakespeare, por exemplo, estão disponíveis 27 arquivos. Podem ser
encontradas entre eles, “Hamlet”, “Tito Andrônico” e “Romeu e Julieta”. Estão,
também, para download as peças clássicas gregas e a produção dos novos
dramaturgos. São para todos os tipos de público. Ao todo são quase 300 peças
prontas para serem ensaiadas e apresentadas. O site permite, também, o upload
de peças, desde que não fira os direitos autorais.
Alejandra Negrón Marambio /
Ator /
Dança /
Diretor /
Escritor /
Poetas Chilenos /
Teatro
Alejandra Negrón Marambio [Atriz, Dancarina, Diretora Artística, Teatróloga e Escritora Chilena]
Estudios primarios y
secundarios: Colegio Alemán Osorno
Estudios superiores: Actuación
teatral, Escuela Imagen( 1año y medio);
Actuación teatral Escuela “La Mancha”; Comunicación
audiovisual Uniacc ( 4 años , próximo a
terminar en mención guión de cine y TV).
Otros estudios: Coreografía en Danza teatro, U.Bolivariana, 1 año; Talleres varios de
danza butoh , acrobacia, con Amílcar
Borges y Eduardo Bernal durante tres años; Un semestre en la Escuela de danza de Carmen Serna en Madrid, en Chile, danza con
Anita Baquedano en la
Escuela de danza Moderna; Diplomada
en guión de sitcom y teleseries con Daniela Castagno en Canal 13; Talleres de teatro fisico con la
compañía Demencia Praecox; Talleres varios de dramaturgia , con Marco Antonio
de la Parra y
con Benjamin Galemiri.
Trabajos.
* Actualmente formando parte de la compañía de
danza teatro de Vicky Larrain.
* Grabando permanentemente para cortos de
escuelas de cine , como protagonista y
secundario , Uniacc , Sto Tomas , Duocc
, Escuela de cine Chile.
* Bolos para teleseries en Canal 7 para “ Oro
Verde” “Sucupira” y en Canal 13 para diversas recreaciones , como “ El tiempo
es oro”.
* Monitora de teatro y danza en poblaciones
como Cerro Navia y Purranque en la Décima Región.
* Profesora de dramaturgia en Osorno en el
Museo Zurazo.
* Colaboro como cronista en www.poetap.org , en Casa Eolo y Movimiento
poetas del mundo.
Ator /
Diretor /
Ivan de Albuquerque /
Teatro /
Teatrólogo
Ivan de Albuquerque [Diretor de Teatro e Ator Brasileiro]
Ivan de Albuquerque nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, no ano de 1932, seu nome completo é Ivan de Campos Albuquerque, era ator e diretor de teatro, morreu em 2001 no Rio de Janeiro.
Ivan começou como ator no O Tablado e posteriormente formou-se como diretor na FBT (Fundação Brasileira de Teatro),em 1958, formou juntamente com seu amigo Rubens Corrêa, vindo a trabalhar com ele por mais de trinta anos.
Ator /
Diretor /
Espaço Cult. Matogrossense /
J. Astrevo /
Nico e Lau /
Produtor /
Roteirista /
Teatro
J. Astrevo [Ator, Diretor, Produtor e Roteirista Brasileiro]
Nome: JUSTINO ASTREVO DE AGUIAR
Nome artístico: J. ASTREVO
Data Nascimento: 14 de abril 1.965
Natural: Cuiabá – MT.
Professor de Língua Portuguesa.
Formado pela Universidade Federal de Mato Grosso
Ator, Diretor, Produtor e Roteirista.
Foi diretor da Federação Mato-grossense de Teatro
na gestão 85 a 87.
Secretário da Confederação Nacional de Teatro na
gestão 87 a 89.
Como autor escreveu mais de 15 peças
teatrais, tendo encenado parte delas em todo Estado de Mato Grosso e diversos
estados brasileiros.
É autor de diversos artigos para jornais da
capital comentando sobre aspectos da produção cultural e artística do nosso
Estado.
Foi Professor na Universidade Federal de Mato
Grosso e na Universidade de Cuiabá – UNIC da disciplina Língua Portuguesa por
02 anos – 2000 e 2001
Como diretor já encenou mais de 20
espetáculos em grande parte dos estados brasileiros, tendo sido premiado 18
vezes, com prêmios locais e nacionais.
Entre elas se destacam:
- Balada Para Diagnosticar Dementes 90 e 91
- Procissão das Almas 92
- Pressão Baixa 93 e 94
- Homem do Barranco 93, 94 e 95
- Cuiabá dos Meus Amores 2003 e 2004
Como ator já atuou em 25 produções entre
teatro e musicais, tendo alguns deles marcado época na nossa dramaturgia, como
a peça Nadim Nadinha Contra o Rei de
Fuleiró.
É criador e encenador da personagem
Lau da dupla Nico e Lau.
Protagonizou, como ator, por 07 anos consecutivos o Programa Porteira
Aberta na tv Gazeta local, atuando também como roteirista do mesmo.
Foi Criador e Diretor de peças publicitárias
na agência propaganda Gênesis de nos anos de 90 e 91.
Atuou em mais de 100 peças publicitárias com a
personagem Lau para empresas como: Super Mercado Modelo, Unimed, Drogaria
América, Elétrica Bom Preço, Drogaria Aeroporto, Restaurante Verde Vale etc.
Realiza em média 80 shows por ano, entre musicais e
teatrais por todo estado de Mato Grosso.
Protagonizou como ator as campanhas políticas
de 2.000 para o Prefeito Roberto França e de 2002 para o Governador
Blairo Maggi, em 2004 campanhas políticas para prefeito em Sorriso, Campo
Verde, Pontes e Lacerda, Lucas do Rio Verde, Nova Marilândia, Rondonópolis e Cuiabá.
Como ator atuou no Filme A Oitava Cor do Arco-Íris.
Atuou ao lado de Chico Anysio, Nerso da Capitinga,
Filó, Tiririca, Zé Bonitinho, Saulo Laranjeiras, Geraldo Magela e fez abertura
do show de Tom Cavalcante em Cuiabá.
Tem 04 CDs gravados interpretando músicas regionais
com expressiva vendagem no Estado de Mato Grosso e região centro oeste.
Compositor de mais de 30 canções já gravadas tanto
por Nico e Lau e intérpretes como Paulo Resende, Vera Capilé e Banda Verão.
Foi Diretor Executivo da Secretaria Municpal
de Cultura de 2001 a julho de 2003 na gestão do então secretário Francisco
Vuolo.
Foi agraciado pelo Conselho Municipal de
Desenvolvimento Urbano – CMDU com certificado pelos relevantes serviços
prestados ao mesmo.
Foi agraciado pela Câmara Municipal de
Cuiabá através do Vereador Yuri B. Jorge com Moção de Aplausos pelo
trabalho no espetáculo Cuiabá, dos Meus Amores.
Foi agraciado pela Câmara Municipal de Cuiabá
através do Vereador Totó Parente com Moção de Aplausos pelo trabalho
realizado em prol da juventude cuiabana e da difusão cultural.
Foi agraciado com Moção de Aplausos pela
vereadora Chica Nunes pelo sucesso alcançado com o trabalho de resgate do
Linguajar Cuiabano através da personagem Lau.
Foi agraciado com Moção de Aplausos pelo
vereador Francisco Vuolo pelo lançamento da grife Nico e Lau
Foi Secretário Municipal de Cultura de
Cuiabá e Presidente do Conselho Municipal de Cultura de agosto de 2003 a
dezembro de 2004.
Como Secretário de Cultura redimensionou a política
de aplicação dos recursos da Lei Municipal de Incentivo a Cultura.
Em parceria com os grupos tradicionais concebeu e o
organizou as 3 primeiras edições do Festival
de Siriri de Cuiabá.
Em parceria com os rasqueadores criou e realizou o
primeiro Festra - Festival de Rasqueado de Cuiabá.
Revitalizou o Carnaval Cuiabano, definindo a Av.
Beira Rio como a passarela do samba de
Cuiabá.
Transformou o Museu do Rio em ponto de referência
dos acontecimentos culturais em Cuiabá.
Ganhou prêmio de destaque dos anos 2003, 2004 e 2005 pelo trabalho realizado em
prol da cultura e conquista de mercado em Mato Grosso.
Ministra a palestra
para o Sebrae MT como exemplo de empreendedores cujo o título é:
Empreendedores do Riso.
Seu trabalho já foi objeto de estudo e monografia
por parte de estudantes do curso de Comunicação da Faculdade Candido Rondon,
Universidade federal de MT e professores de Mestrado da UFMT inclusive tendo
publicado livro com artigo a esse respeito.
J. Astrevo
Cuiabá/MT, janeiro de 2012.
Artista Plástico /
Ator /
Cenógrafo /
Espaço Cult. Matogrossense /
Lioniê Vitório /
Nico e Lau /
Produtor /
Teatro
Lioniê Vitório - [Ator, Político, Produtor cultural, Cenógrafo e Artista Plástico Brasileiro]
LIONIÊ
VITÓRIO,
nascido em Santo Antônio
de Leverger/MT, filho de Quidauguro Vitório e Marize Ribeiro Teixeira Vitório.
Lioniê é ator, produtor cultural,
cenógrafo, artista plástico e político, onde já exerceu os cargos de Secretário
de Cultura, Turismo e Meio Ambiente, Vereador, vice Prefeito e Prefeito
interino de seu município. Com formação superior em Artes pela UNIC e
Pós-graduação em
Patrimônio Cultural.
TEATRO:
Participação como ator dos grupos e
espetáculos:
Grupo
Anima de Teatro – Cuiabá/MT
- Sinfonia Poética... em Drummond Maior;
- Pode Guardas as Panelas;
- Nesta Rua, Nesta Rua (infantil)
Cia.
Folhas de Teatro – Cuiabá/MT
- Último Baile de Verão;
- Ducatiribute (infantil);
- Balada para diagnosticar demente;
- Pressão Baixa;
- Balada para diagnosticas demente 1 ½;
- Traído;
Teatro
- Nico e Lau Produções Artísticas – Cuiabá/MT
- Nico e Lau - 1996
- O Sortudo - 1997
- O Cobrador - 1997
- Quebra-Gaio - 1998
- O Tantã - 1999
- Casa Assombrada - 2000
- O Freguês - 2001
- Cuiabá dos Meus Amores (Carlina Promoções) -2002
- O Mala - 2002
- Quem Cochica o Rabo Espicha - 2003
- Balaio de Gato - 2004
- Quem Importa o Rabo Entorta - 2005
- Um Programa Bem Bom - 2006
- O Golpe – 2007
- Bico Calado – 2008
- Preto no Branco – 2009
- Pega Inteligência – 2010
- Na Ponta da Língua – 2011
- Abafa o Caso - 2012
Oficinas
Cênicas:
- Pintura Cênica e cenários – Funarte / Mestre Mazinho – Rio de Janeiro/RJ;
- Uma outra TV – Guel Arraes - Rio de Janeiro;
- Interpretação para TV - Sonaira D’ Ávila – Blumenau/SC;
- Técnicas de interpretação para atores – Luiz Marchetti – Cuiabá/MT;
- Oficina de Mímica – David Glass e Peta Lilly – Ingleses – Cuiabá/MT;
- Oficina Cênica – ator Rubens Correa – Cuiabá/MT;
- Projeto Mergulho Teatral – IBAC/Funarte – RJ ;
- Consciência Corporal – Vera Lucia Lopes – SP;
- O encenador e o trabalho de ator – Antônio Mercado Neto – Blumenau/SC;
- Oficina de Voz – Glorinha Beuttenmuller/SC;
- Curso com o diretor Eugênio Barba – Teatro Odin – Dinamarca;
- Palestra interpretação para atores TV e cinema – ator Paulo Betti;
- Oficina de interpretação e leitura teatral – Fernanda Montenegro – Cuiabá/MT;
Programas
de televisão:
- Porteira aberta – TV Record / Cuiabá (1996 à 2001);
- Ser...tão mato-grossense – TV Record / Cuiabá (1998 à 2000);
- Minuto do humor – TV Centro América (Globo) / Cuiabá (2003 e 2004);
- Minuto do Humor – TV Centro América/Globo – MT (2006, 2007 e 2008)
- Minuto do Humor – TV Morena – MS (2006, 2007 e 2008)
Programas de rádio:
- Porteira aberta – 2002 – Industrial AM.
Vídeos:
- O Jogo - J. Astrevo Aguiar – 2007.
- Foram realizados 53 episódios de 1 minuto cada, para Televisão Centro América e TV Morena – Rede Mato-grossense de Televisão.
- O Golpe - Gravação do espetáculo de J. Astrevo Aguiar - 2007
- Bico Calado – Gravação do espetáculo de J. Astrevo Aguiar - 2008
PERÍODOS E ATIVIDADES
1986
à 1988
- Início de carreira teatral no Grupo ÂNIMA de Teatro da ETF - Escola Técnica
Federal/MT. Participou de diversos espetáculos, entre eles: "Drumond
Maior", "Pode guardar as panelas" de Gilberto Nasser.
1989 – É convidado por
J. Astrevo para participar da Cia. Folhas de Teatro e juntos montam diversos
espetáculos: "Último Baile de Verão", "Balada para diagnosticar
demente 1", “Traído” “Balada 1 e 1/2", "Ducatiribute",
"Pressão Baixa" , todos de autoria de J. Astrevo Aguiar;
1990
à 1994
– Participou de diversos Cursos:- Pintura Cênica e cenários / Funarte – Rio de
Janeiro.
- Uma outra TV – Guel Arraes - Rio de
Janeiro / Interpretação para TV -
Sonaira D’ Ávila – Blumenau/SC. /- Técnicas de interpretação para atores
– Luiz Marchetti – Cuiabá - Oficina de Mímica
– David Glass e Peta Lilly – Ingleses – Cuiabá/MT - Oficina Cênica – ator
Rubens Correa – Cuiabá/MT
- Projeto Mergulho Teatral – IBAC/Funarte –
RJ - Consciência Corporal – Vera Lucia Lopes – SP.
- O encenador e o trabalho de ator –
Antônio Mercado Neto – Blumenau/SC.- Oficina de Voz – Glorinha
Beuttenmuller/SC.
- Palestra Interpretação para atores TV e
cinema – ator Paulo Betti;
- Oficina de interpretação e leitura
teatral – Fernanda Montenegro – Cuiabá/MT;
1992 - Foi Presidente
da Federação Mato-grossense de Teatro.
1993 - Forma em Artes
pela UNIC - Universidade de Cuiabá.
1994
–-
Realiza curso com o diretor EUGÊNIO BARBA no Odin Teatro na Dinamarca;
1995 - J. Astrevo e Lioniê criam os personagens NICO e LAU na
TV Gazeta/Record.
1996 - NICO e LAU
estréiam quadro para TV, nos Porteira Aberta e Ser... Tão Mato-grossense este
último, comandado pelo apresentador Carlos Roberto Mortadella;
1997 – Apresenta o
primeiro Show NICO e LAU para teatro;
1997 – É empossado como
Secretário Municipal de Cultura, Turismo e Meio Ambiente de S. Antônio de
Leverger;
1998 – Estréia outro
Show O COBRADOR e começa a realizar várias peças publicitárias para TV, jornal
e rádio do Estado; grava o 1º CD da dupla "Dança do Lambari" e
realizam apresentações pelo interior do Estado;
1999- Apresenta o Show
o SORTUDO e grava o 2º CD "Arripiá".
2000 – Realiza o Show O
TANTÃ e A CASA ASSOMBRADA; grava o 3º CD de NICO e LAU "Acho que tô
apaixonado";
2000 – Participa do
espetáculo “Cuiabá dos Meus Amores” produzido por Carlina Jacob/Cuiabá-MT;
2001 - No primeiro
semestre estréia o Show O FREGUÊS e participam do programa de TV e rádio da
campanha eleitoral do atual governador do Estado Blairo Maggi e do senador
eleito Jonas Pinheiro;
2001 – Eleito Vereador
da Cidade de Santo Antônio de Leverger, cria a Lei Municipal de Incentivo à
Cultura;
2001 – Lança a primeira
revistinha em quadrinhos da dupla Nico e Lau;
2002 - Estréia o
espetáculo QUEM COCHICA O RABO ESPICHA, todos os textos de autoria de J. Astrevo Aguiar; Lançam o seu site pela
Internet. (www.nicoelau.com.br)
2003 – Comemora o 8º
Aniversário com CHICO ANYSIO com show, no Cuiabá Tênis Clube. Apresentam o Show
O MALA no Centro de Eventos Pantanal.
2004 – Estréia o 9º
Show dos humoristas “BALAIO DE GATO”.
2004 – É pós-graduado em Patrimônio Cultural
pelo ICE – Instituto Cuiabano de Educação;
2005 – Apresenta o 10º
Espetáculo “Quem Importa o Rabo Entorta”
texto e direção: J. Astrevo Aguiar, show comemorativo aos 10 anos de
dupla Nico e Lau.
2005 – Empossado como
Presidente do IHG-SAL (Instituto Histórico e Geográfico de S. Antônio de
Leverger)
2006 – Lança o 4º CD
Nico e Lau – Agitano na Balada;
2006 – Monta o 11º show
“Um Programa Bem Bom” com texto e direção de J. Astrevo e participação especial
dos músicos: Albanir Silva e Gabriel Jr.
2006 – Estréia o novo
show musical “Nico e Lau, Comeno Pelas Beirada – junto com a Banda Cabeça de
Bagre” .
2007 – Realiza o novo espetáculo “ O GOLPE” ,
apresentado em Mato Grosso
e Mato Grosso do Sul.
2007 – Grava o seu primeiro cruta-metragem “O
JOGO” de J. Astrevo Aguiar, interpretado por
Nico e Lau.
2007 – Participa como ator, junto da
Orquestra de Câmara do Estado de Mato Grosso do espetáculo “O Baile do Senhor
Deus”.
2008 – Estréia o show de Nico e Lau –
Bico Calado.
– Participa como ator, junto da
Orquestra de Câmara do Estado de Mato Grosso do espetáculo “Natal das Crianças 2009”.
- Participa do filme ,
curta-metragem “A morte do Toureador” de João Antônio.
2009 – Estréia o show de Nico e Lau –
Preto no Branco de J. Astrevo Aguiar.
- Lançamento dos DVDs: Bico Calado e O Golpe.
- Participação do Show Natal da Criança – Nico e Lau e a Orquestra do
Estado de Mato Grosso.
2010 – Apresentação do
show “Pega Inteligência” com 16 temporadas incluindo cidades de MT e MS.
- Comemoração de 05 anos do Programa de Televisão Minuto do Humor – TV
Centro América/MT e TV Morena/MS (afiliadas Globo).
- Lançamento do Livro “Humor do Mato – Um picadeiro a céu aberto para a
obra de Nico e Lau – Obra comemorativa aos 15 anos da dupla.
2011 – Estreia o show
“Na Ponta da Língua” – J. Astrevo Aguiar
2012 – Novo espetáculo
da dupla Nico e Lau “Abafa o Caso” – de J. Astrevo Aguiar.
Contatos: (65) 3627.1244 / nicoelau@nicoelau.com.br / lionievitorio@blogspot.com

HISTÓRICO DE NICO E LAU
Nico e Lau foram criados em 1995 pelos atores
Lioniê Vitório e J. Astrevo
após mais de uma década de carreira artística atuando em teatro.
Lioniê Vitório (Nico) 42 anos, mato-grossense de Santo Antônio de
Leverger. Formado em Artes pela Unic e Pós–Graduado em Patrimônio Cultural. Foi Secretário de Cultura, Vereador, Vice
Prefeito e Prefeito interino do seu município. Como ator começou em 1986 no
Grupo Ânima de Teatro na antiga Escola Técnica, hoje IF-MT.
Justino Astrevo de Aguiar (Lau)
47 anos, cuiabano. Formado em Letras pela UFMT, Pós Graduado em Planejamento e
Gestão Cultural pela UNIC. Autor, Diretor e Ator, foi Secretário de Cultura de
Cuiabá e Professor Universitário. Começou sua carreira artística em 1980 quando
fundou a Cia Folhas Produções.
Em 1989 Vitório recebeu convite do diretor J.
Astrevo para participar do espetáculo ÚLTIMO BAILE DE VERÃO de sua autoria. A
parceria deu certa e desde então Lioniê e Astrevo passaram a atuar juntos em
diversos espetáculos teatrais.
Em 1995 os atores receberem convite da TV Record
(Grupo Gazeta de Comunicação) para participarem do programa “REVISTA DA MANHÔ.
Lá criaram as personagens NICO e LAU comandando o quadro PORTEIRA ABERTA. Com o sucesso
do quadro a dupla foi convidada para participar do Programa dominical
“SER...TÃO MATO-GROSSENSE”, apresentado pelo radialista Carlos Roberto
“Mortadella”, oportunidade que fez crescer a popularidade da dupla.
Em 1996 levaram pela primeira vez as personagens
para o palco com o show humorístico que levava o nome da dupla: NICO E LAU - O
Show. O trabalho teve ótima repercussão e deu início a carreira de espetáculos
teatrais dos comediantes que assim sucederam-se:
O COBRADOR em 1997, O SORTUDO em 1998, O TANTÃ em 1999, A CASA ASSOMBRADA em
2000, O FREGUÊS em 2001, O MALA em 2002. QUEM COCHICHA O RABO ESPICHA em 2003,
BALAIO DE GATO em 2004, QUEM IMPORTA O RABO ENTORTA em 2005, UM PROGRAMA BEM
BOM em 2006, O GOLPE em 2007, BICO CALADO em 2008 e PRETO NO BRANCO em 2009.
Todas com textos e direção de J. Astrevo Aguiar.
Em 2003, comemorando 08 anos de carreira, trouxe a
Cuiabá CHICO ANYSIO. Evento que superlotou o Cuiabá Tênis Clube e agregou
imensurável valor mercadológico para a dupla. Esse acontecimento deu origem ao
projeto Festival Nacional do Humor realizado anualmente pela Nico e Lau
Produções. Este Festival já trouxe à Cuiabá os comediantes
Saulo Laranjeiras, Jorge Loredo, Geraldo Magela, Claudia Rodrigues, Paulo
Silvino e o cantor cearense Falcão.
A dupla já lançou 4 CDs musicais. Em 1998 o
primeiro: A DANÇA DO LAMBARI, em 2000 o segundo: ARRIPIÁ, o terceiro em 2003
ACHO QUE TÔ APAIXONADO e em 2006 o quarto - AGITANO NA BALADA.
Em 2007 a dupla lançou seu primeiro DVD – o curta metragem O JOGO e 10 episódios do MINUTO DO HUMOR de bônus.
Em 2009 os atores criaram o Projeto ATAQUE DE
RISOS, um grande encontro com humoristas de Mato Grosso. O evento já esta na
sua terceira edição, onde tiveram as participações dos personagens: Totó
Bodega, Comadre Pitu, Comadre Odilza,
Chico Bagre e Zé Cimburé, André D’ Lucca, Banga, João Kuiudo, Bastiana
Cacerense, Palhaço Lambada, Creonice e João Montanha.
No ano de 2010 em comemoração aos 15 anos de dupla,
foi lançado dois DVDs: BICO CALADO, O GOLPE, o show PEGA INTELIGÊNCIA e
aproveitaram para lançar o livro “HUMOR DO MATO – Um picadeiro a céu aberto
para a obra de Nico e Lau”, que faz uma
análise da carreira artística dos atores e também das personagens.
Desde 2005 veicula o programa MINUTO DO HUMOR na TV
Centro América e a partir de 2007 na TV Morena em Mato Grosso do Sul,
parceria com a Rede Mato-grossense de Televisão, em 2011 outro programete que
foi lançado recentemente, PAPO CABEÇA veiculado nos intervalos das emissoras.
Já atuaram em mais de 300 peças publicitárias para
empresas privadas como: Supermercado Modelo, Unimed, Grupo City Lar, Drogaria
América, Drogaria Aeroporto entre outras e no setor público para o Governo do
Estado e diversas Prefeituras.
NICO E LAU PRODUÇÕES
(65) 3627.1244 / 9975.5513
(65) 3627.1244 / 9975.5513
Imagens da dupla
(clique na imagem para ampliar)
Imagens: Fablício Rodrigues
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| Nico |
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| Lau |
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| Nico e Lau |
| Nico e Lau |
Nico e Lau
Todos os direitos autorais reservados aos autores.
Ator /
Carlos Sérgio Bittencourt /
Poetas Brasileiros /
Teatro
Carlos Sérgio Bittencourt [Autor teatral, Diretor, Ator, Professor de teatro, Contista e Poeta Brasileiro]
Carlos Sérgio Bittencourt.
Nascido em Cataguases, participa da área cultural
da cidade, destacando-se como autor teatral, diretor, ator, professor de teatro,
contista e poeta.
Sua primeira
peça, “Apaguem os Lampiões”, foi
encenada em Cataguases no ano de 1977. Um ano depois, sua segunda peça, “Sorri Periferia”, foi dirigida pelo ator
e diretor Nelson Xavier, do Rio de Janeiro.
Em seguida,
escreveu o musical infantil “O Condomínio
da Floresta Encantada”, encenado no Teatro Princesa Isabel e no Teatro da Praia,
ambos no Rio de Janeiro. Além das peças citadas, escreveu várias outras, no Rio
de Janeiro, destacando-se “Um Visionário
na Noite”, encenada no Teatro da Praia, no Rio, em 1995.
Entre 1998 e 2011,
escreveu e dirigiu os espetáculos anuais apresentados por seus alunos de
teatro, das turmas de adultos, adolescentes e crianças, da Escola de Música Lila
Carneiro Gonçalves.
Nesse mesmo
período, escreveu e dirigiu os seguintes espetáculos: “Ato Final”, “Nunca Sem Poesia”, “Onde Está Minha Poesia?”, “Um Homem Chamado Simão”, “Verdades & Mentiras”, “A Herança” e “O
Segredo do Espelho Mágico”; foi professor convidado de Teatro e Literatura
da Faculdade Integrada de Cataguases – FIC; coordenador do projeto “Caminho das Águas”, evento patrocinado
pela Secretaria Estadual de Cultura de Minas Gerais; e escreveu as peças “De Profundis”, “Parabéns Pra Você”, “Espíritos Não Choram”, “A Cantora e o
Seresteiro”, “A História de João
Tertuliano” e “Quer Dançar Comigo?”.
Em 2011, conquistou os troféus de “Melhor
Diretor” e de “Melhor Espetáculo”
no VI Nepopó Festivao, Festival de Teatro de São João Nepomuceno (MG), com o
espetáculo “A Herança”, além de
outros prêmios concedidos à montagem da peça.
Como ator,
participou de diversos espetáculos teatrais, filmes e novelas.
Como contista e
poeta, tem trabalhos publicados em livros, suplementos literários e jornais.
CONTO DE CARLOS SÉRGIO BITTENCOURT
A
Boca de Rosa Piston
Rosa Piston. Ninguém sabia por que este
nome. Talvez por causa da boca redonda, de lábios em bico, boquinha de Brigitte
Bardot. Boca de lábios vermelhos e língua lasciva. Disputada por todos, a todos
comprazia por uma noite na pequena casa da rua retirada. Escolhia um e depois
relatava com minúcias os momentos vividos, feliz em destacar a voracidade do
parceiro. E cada um se envaidecia e morria de rir ouvindo suas proezas na cama.
Rosa Piston não era dali. Conquistou a
cidadezinha aos poucos, assustando de início com seu jeito despachado, tipo
insólito naquela região doméstica, asséptica, de noites de conversas amenas.
Nós, da turma de 13 a
17 anos, olhávamos fascinados para Rosa Piston e invejávamos os amigos mais
velhos que nos revelavam cenas incríveis. Sim, Rosa Piston era proibida para
menores de 18 anos. Os poucos que se atreveram a se aproximar foram rechaçados
com a frase: “Não corrompo menores, volte quando completar 18 anos” e ouviram
sua enorme gargalhada sacudindo o farto corpo cobiçado.
Aquilo aguçava nossa curiosidade e nunca,
em lugar nenhum, houve garotos que mais esperaram completar a maioridade do que
os de nossa terra. Eu, que tinha 17 anos, contava os meses e os dias para o
momento da iniciação, quando segredos de alcova seriam revelados em horas
excitantes e voluptuosas.
Um dia, na praça vazia, vi Rosa Piston
chegar, eu abrindo-lhe espaço como um súdito, olhos fixos no cálido andar do
vulto sensual. Súbito, Rosa Piston cambaleou e se largou num banco de pedra. E
foi então que percebi seus olhos rútilos e a face crispada. Ela bradava
palavras que eu não entendia e as lágrimas desfaziam sua maquiagem.
Acalmou-se aos poucos, mas permaneceu
chorando, os olhos perdidos num ponto qualquer. E eu ali, constrangido, olhando
sua boca redonda, seu rosto sofrido, vincado e vermelho. A praça permanecia
vazia, o tempo parara naquele espaço do mundo, só eu e Rosa Piston como
personagens naquele cenário lúgubre, quando o silêncio foi quebrado pelas
badaladas das seis horas da tarde. Súbito, Rosa Piston me encarou e pude
distinguir um leve sorriso naquela boca de lábios especiais. E disse: “Vai lá
em casa às oito horas. Espero você hoje sem falta”.
Levantou-se e se foi. Eu era um rapazote
reprimido, ávido na imaginação e parco na prática. O que me animava era a
certeza de que um dia teria Rosa Piston. Aquela mulher nua na cama a me ensinar
os segredos do amor era a imagem que me deleitava nos prazeres solitários. E
naquela noite, eu, menor ainda, iria à sua casa, convidado por ela.
Às dez para as oito andava na calçada de
sua rua, de um lado para o outro, aguardando o momento. Curiosidade, excitação,
receio, tudo aflorava em minha mente. Sabia que dali a minutos iria viver um
instante decisivo. Receber a iniciação antes do tempo no templo de Rosa Piston,
minha sacerdotisa do sexo. Às oito em ponto, timidamente, bati palma frente ao
portão de madeira.
Comecei a tremer no instante mesmo que Rosa
Piston apareceu na pequena varanda. Vestida com um quimono vermelho
entreaberto, cabelos ouriçados, cheirando a leite de rosas, ela abriu o portão.
Sem maquiagem, apenas a boca pintada de vermelho vivo, sem cintas, carnes
balofas, seu tipo me lembraria mais tarde a estranha e fascinante Saraghina,
felliniana putana da infância de Rimini, com seu rosto grotesco, amargo e seu
corpo de banhas convulsas. Seria cômico chamar aquela boca com lábios grossos e
borrados de boquinha tipo Brigitte Bardot.
Rosa Piston me colocou sentado num sofá e
sentou-se numa poltrona em frente, criando para ela uma platéia que aguardava
atenta o início do espetáculo. Meu coração batia forte e confesso que estava
com medo. Não tinha ideia do que podia acontecer. Rosa Piston estava toda
escarrapachada, com as coxas gordas aparecendo na abertura do quimono, deixando
à vista veias e sulcos roxos descendo pelas pernas.
Não podia acreditar no que via, era como se
ali à minha frente estivesse uma outra mulher e não a minha sonhada deusa. Os
peitos fartos de matrona pareciam querer saltar do decote e o corpo mole,
desleixado e banhudo, pousava plácido e aliviado na poltrona depois da prisão
imposta pelas cintas e vestes apertadas e não sei mais que milagres ou amarras
que desenhavam aquelas banhas e transformavam aquele bucho inchado em curvas
amplas, desejadas e sensuais.
Ela acendeu um cigarro e começou a falar
num inusitado tom baixo. Falou do passado célebre, vedete famosa, idolatrada
nas capitais do país. Aplausos, adulações, contratos milionários, tudo no
rodamoinho da fama e das noites festivas. Depois se levantou com esforço e
colocou um disco na velha vitrola. Uma música roufenha escorreu pelo ambiente
fazendo fundo a suas palavras.
Falou do declínio, da bebida, do vazio
súbito a machucar suas ânsias de estrela. Depois a fuga para as cidades
pequenas, a criação de um tipo, a mulher voraz dos espetáculos de boulevard que fazia as delícias dos
homens. A necessidade de se oferecer a todos, num show particular naquele palco
insólito de sua sala. Espetáculos proibidos para menores de 18 anos, exatamente
como nas suas apresentações nos tempos áureos. Mas aquele dia era seu
aniversário. Sessenta anos.
Patética, Rosa Piston me encarou. “Você
será o último. Um virgem desta cidade imbecil deixará aqui a infância. Um
presente para mim no dia do meu aniversário”. E soltou uma gargalhada abafada
no instante mesmo em que deixou o quimono cair, as carnes caindo aos rolos,
exibindo-se totalmente nua.
O silêncio era total, agora que o disco de
vinil girava acabado no prato da vitrola. Rosa Piston virou o disco e se
rebolando toda acompanhou a introdução da música, uma velha ária italiana.
Gesticulando sensualmente, convidou-me a tirar a roupa. Esbocei timidamente
vagas recusas. Rosa Piston dançou, sacudindo o corpo oferecido, enroscando-se em mim. Envolvido pela
cena insolente provocada pela nudez decadente de Rosa Piston, tirei minha
roupa.
Novamente o disco acabou, mas Rosa Piston
cantou, ou parecia que cantava uma ária, para mim aquilo era um gemido sem fim.
E me abraçava, mergulhando seus seios inflados e tenros na minha cara. Havia
perdido toda a timidez e o medo. Excitado, louco, tentava sem vergonha alisar
cada vez mais aquelas carnes expostas, suas nádegas imensas e quentes. Até que
lhe penetrei o sexo e me sufoquei aos gritos de gozo entre suas coxas roliças,
esvaindo-me atado nos seus braços. Depois a música italiana, a voz de um tenor
contrapondo-se ao bailado lento da mulher nua, suada e suja.
Calado, assistia com náuseas o que me
parecia o epílogo. Até o som explosivo, seco. Rosa Piston jazia no chão. Um
revólver na mão, sangue escorrendo da boca. Daquela boca. Gran finale.
Carlos
Sérgio
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