Com 8 indicações, 'Azul é a Cor mais Quente' é 'vice' em premiação francesa [Revista Biografia]
Com 8 indicações, 'Azul é a Cor mais Quente' é 'vice'
em premiação francesa
Contrariando expectativas, o filme "Azul é a Cor
mais Quente", de Abdellatif Kechiche, não foi o mais indicado na 39ª
edição do prêmio César, apesar de suas oito indicações, incluindo melhor filme
e melhor diretor.
O vencedor de Cannes de 2013 foi superado pelo longa
"Les garçons et Guillaume, à table!" (meninos e Guillaume, à mesa!),
de Guillaume Gallienne, que levou dez indicações e não tem previsão de estrear
ao Brasil.
As atrizes Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux em cena do
filme 'Azul É a Cor Mais Quente', de Abdellatif Kechiche
Na principal categoria, além do filme de Kechiche e o de Gallienne, competem também "Jimmy P. (Psychothérapie d'un Indien des Plaines)", de Arnaud Desplechin, "9 Mois Ferme", de Albert Dupontel, "O Passado", do iraniano vencedor do Oscar Asghar Farhadi, "La Vénus à la Fourrure", de Roman Polanski e "Um Estranho no Lago", de Alain Guiraudie —e o único a chegar às salas brasileiras até agora.
"9 Mois Ferme" e "O Passado" estreiam no Brasil em abril.
Na categoria de melhor filme estrangeiro, competem o espanhol vencedor do prêmio Goya "Branca de Neves", do diretor Pablo Berger, e o indicado ao Oscar "Gravidade", do mexicano Alfonso Cuarón. Além deles, foram indicados "Blue Jasmine", de Woody Allen, "Django Livre", de Quentin Tarantino, o italiano "A Grande Beleza", de Paolo Sorrentino e os belgas "Dead Man Talking", de Patrick Ridermont e "Alabama Monroe", de Félix Van Froeningen.
A atriz Julie Gayet, a quem é atribuído um romance com o presidente da França, François Hollande, concorrerá ao prêmio de melhor atriz coadjuvante por seu papel na sátira política "Quai d'Orsay", dirigida por Bertrand Tavernier.
Na principal categoria, além do filme de Kechiche e o de Gallienne, competem também "Jimmy P. (Psychothérapie d'un Indien des Plaines)", de Arnaud Desplechin, "9 Mois Ferme", de Albert Dupontel, "O Passado", do iraniano vencedor do Oscar Asghar Farhadi, "La Vénus à la Fourrure", de Roman Polanski e "Um Estranho no Lago", de Alain Guiraudie —e o único a chegar às salas brasileiras até agora.
"9 Mois Ferme" e "O Passado" estreiam no Brasil em abril.
Na categoria de melhor filme estrangeiro, competem o espanhol vencedor do prêmio Goya "Branca de Neves", do diretor Pablo Berger, e o indicado ao Oscar "Gravidade", do mexicano Alfonso Cuarón. Além deles, foram indicados "Blue Jasmine", de Woody Allen, "Django Livre", de Quentin Tarantino, o italiano "A Grande Beleza", de Paolo Sorrentino e os belgas "Dead Man Talking", de Patrick Ridermont e "Alabama Monroe", de Félix Van Froeningen.
A atriz Julie Gayet, a quem é atribuído um romance com o presidente da França, François Hollande, concorrerá ao prêmio de melhor atriz coadjuvante por seu papel na sátira política "Quai d'Orsay", dirigida por Bertrand Tavernier.
A indicação de Gayet acontece justamente quando se completam três semanas desde que uma revista de fofocas noticiou seu suposto romance com Hollande, o que causou a separação do presidente francês com a primeira-dama, Valérie Trierweiler, embora Hollande não tenha confirmado o caso.
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