Esquizofrenia: Rótulos e Nomenclaturas - Esquizofrenia Parte XI [Jorge Guedes]


Esquizofrenia  Parte  XI
“A Conexão Espiritual”

Nas teorias da psicanalise, o rótulo de esquizofrênico, tem gerado constrangimento a milhões de indivíduos, e estes lutam para se libertar do estigma imposto, rejeitando o diagnóstico que os associa a insanidade e peso social.

Cientificamente, foi constatado que esquizofrenia, termo pejorativo, muito utilizado pela psiquiatria, não deveria ser aplicado como diagnóstico padrão, mesmo porque grande parte dos profissionais da área mental, tem o conhecimento que a constituição psicológica, metabólica e genética entre os indivíduos não é padronizada.

Segundo a ciência, a teoria Freudiana, tornou-se redutiva ao abordar a rejeição, o desinteresse, a ausência de afeto, de gratidão e a falta de comunicação verbal durante a gravidez, como mecanismos capaz de provocar poderosa explosão de padronizações comportamentais, que irremediavelmente conduzirá os indivíduos na fase da infância a desenvolver características similares da mãe.

Todas as desordens mentais têm uma origem, e quando excluídos os fatores patológicos que possam produzir sintomas psicóticos, semelhantes aos efeitos de drogas, tumores cerebrais, epilepsia, alterações metabólicas e as más formações genéticas, deve-se referenciar a possibilidade de outras situações, que geram alterações sensoriais como por exemplo as obsessões, provenientes da espiritualidade, que sobrevêm como tendências a desenvolver delírios, e especialmente as ideias sistematizadas de perseguição, de prejuízo, de ódio, de paixões desenfreadas e fatais, de vingança, de automutilação, pensamentos repetitivos, tentativas de suicídio, etc…


Este complexo mosaico, pode e deve ser observado, com atenção, por profissionais desapegados dos preconceitos, e abertos a etiologia multifatorial expansiva como: as possessões indesejadas, os transes catatónicos, a mediunidade mal desenvolvida, a falta de informação quanto a espiritualidade e suas ações, e outras perturbações extra sensoriais, que atrofiam a coordenação motora e emocional, expressando conflitos angustiantes através das depressões, flutuação comportamental, desligamento temporário da realidade, incoercível fuga vegetativa prolongada, representações compulsivas, excitação somática violenta, desejos incontroláveis, defesa contra inimigos imaginários ou extensas conversas com amigos invisíveis.

Em alguns países europeus, principalmente no Reino Unido, a psiquiatria está adotando uma nova nomenclatura para os casos cujos sintomas vão além da conhecida esquizofrenia.

Biopsicossocial é o nome atribuído aos indivíduos que apresentam capacidade sensitiva, e esta pode se apresentar independente da idade, gênero, classe social, religião ou cultura.

Na doutrina espirita, no candomblé e nos rituais de vodú na Jamaica, são popularmente conhecidos como médiuns, e são classificados em tipos; citarei dois:

- Tipo 01: quando é detectada a atividade mental entre o homem e o espírito; a comunicação pode ser oral ou gestual (Psicofônia), através da escrita (Psicografia), quando o espírito se faz visível (Vidência), e no momento que o espírito utiliza o corpo do Biopsicossocial (médium), como instrumento, também podem deixar mensagem escrita (Pneumatografia), e ao se expressar oralmente (Pneumatofonia).

- Tipo 02: é quando esta capacidade se resume a simples sensações.

Atualmente, existem os parapsicólogos forenses (Biopsicossocial), conhecidos como investigadores psíquicos ou sensitivos, que trabalham com a polícia na investigação de crime de difícil solução; eles analisam o local da cena do crime, compilam perfil de suspeitos, auxiliam no interrogatório e passam informações consideradas de grande relevância para os agentes, quando a tecnologia é insuficiente.

Em outras doutrinas ou correntes filosóficas, é comum o termo: clarividente, intuitivo e sensitivo; como podemos ver, nem tudo é esquizofrenia.

A ciência não rejeita a espiritualidade, o que falta é informação e transparência; elementos há muito tempo amputados pelos dogmas implantados na cultura da conveniência.

Os cientistas que investigam esta área, ainda não encontraram brecha para trazer a luz a realidade dos paranormais (Biopsicossocial), rotulados como esquizofrênicos, e recebendo da psiquiatria e da sociedade a immeritum condecoração de tipo ou subtipo.

Jorge Guedes - Brasileiro, nascido em 1959, Iniciou suas pesquisas no Brasil, Reside em Portugal desde 2003, Fundador do EEIJG (Espaço da Espiritualidade Independente Jorge Guedes) Pesquisador, P.h.D. em Neurociências pela Universidade de Tel Aviv – Israel, Psicoterapeuta, filiado ao SINTE (CRT 30610) no ano de 1989, com as pesquisas da Regeneração das Células-Tronco, Criando as Técnicas da Terapia da Eletrogenese e a Terapia Bio Celular In Vivo.
Atendimentos através de: Tratamentos Terapêuticos, Regeneração das Células-Tronco, Terapia da Eletrogênese, Terapia Bio Celular In Vivo, Psicoterapia, Hipnose, Terapia das Vidas Passadas, Acupuntura, Laser Terapia, Terapia da Polaridade, Terapia Xamânica, Cromoterapia, Analise Bioenergética, Reestruturação das Moléculas Extra-Física, Reestruturação Neural. 
Pesquisas - Investigação e Estudos: Na área da Neurociência, da Espiritualidade e da Ciência, Física Quântica, Genética Extra Física, Psicobiofísica e Comportamental, Parapsicologia.
UTDA - Unidade de Tratamentos dos Distúrbios Apresentados: Leucemia, Tumores cerebrais, Tumores Pâncreas, Esquizofrenia, Sindrome de Willians, Alzheimer  Epilepsia, Compulsões, Transtorno Bipolar da Afetividade, Dependência Química, Aconselhamento, Oscilações Emocionais, TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo, Neuropsicoterapia, Distúrbios Extra-Físico,
Palestras- Cursos e Workshop : Debates sobre a Espiritualidade Independente, Desenvolvimento Pessoal, Regressão de Memórias, Terapia Bio Celular In Vivo, Regeneração das Células-Tronco, Hipnose. Página pessoal: Jorge Guedes.

2 comentários:

memórias de um esquizofrênico disse...

Eu, como portador desse transtorno, ficaria mais feliz se o nome fosse trocado, assim como aconteceu com os bipolares, que antes eram chamados de maniacos depressivos. Apesar disso, assumo publicamente que tenho essa patologia. Mas, pensem bem, quantos bipolares não apareceram depois que o nome foi alterado? Dias atrás, a Rita Lee assumiu publicamente no Fantástico que é bipolar. Será que ela iria assumir se o nome ainda fosse o anterior?

Anônimo disse...

eu concordo que deveria mudar o nome de esquizofrenia para um outro, pois as pessoas portadora desta doença são estigmatizados e sofrem preconceitos de uma sociedade ignorante.