A ARTE QUE BROTA DAS ÁGUAS DO PANTANAL PELAS MÃOS DA ARTISTA ADAIELE ALMEIDA
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| Adaiele Almeida apresenta a tela: "Aquilo que também somos" na exposição "Pantanal em Mim", em Cáceres/MT - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista. |
A ARTE QUE BROTA DAS ÁGUAS DO PANTANAL PELAS MÃOS DA ARTISTA ADAIELE ALMEIDA
A artista plástica e pedagoga, Adaiele Almeida, transforma as vivências do território pantaneiro em pontes de conexão entre a comunidade e suas raízes. Nascida e residente em Cáceres (MT), município esculpido pelas curvas do Rio Paraguai, ela traz no DNA artístico uma relação profunda com o bioma, cultivada desde a infância e convertida em combustível para sua pesquisa estética e fazer artístico.
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Autodidata, Adaiele desenvolve uma produção que flutua entre a pintura em óleo sobre tela e a técnica mista, onde a exploração de texturas e materiais alternativos dá corpo às suas narrativas visuais. Seu trabalho vai além da contemplação: trata-se de um manifesto poético sobre preservação ambiental, pertencimento, infância e memória coletiva. Cada imagem criada busca resgatar a sensibilidade e despertar lembranças de um território que pulsa e resiste.
A
potência de sua obra também se alimenta de sua atuação na Educação Infantil.
Como professora, Adaiele promove uma simbiose perfeita entre a arte e as salas
de aula. Para ela, a expressão artística é uma ferramenta viva de engajamento
social, capaz de aproximar crianças e moradores locais da riqueza cultural e
ambiental que os cerca, fortalecendo a identidade com a terra onde vivem.
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| Título: "Memória das Águas", dimensão: 60X80 cm, técnica mista, ano: 2026 - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista. |
Conexão com as Comunidades, Tecnologia e Expressão Digital
O
compromisso social de Adaiele Almeida estende-se para além dos ateliês, salões
e muros dos museus, alcançando as comunidades ribeirinhas de Cáceres. Em uma
busca contínua por democratizar o acesso à cultura, a educadora e artista
desenvolve oficinas artísticas e ações educativas moldadas especificamente para
as crianças que vivem às margens do Rio Paraguai. Essas iniciativas conectam a
juventude local à sua própria realidade por meio da sensibilidade estética.
Expandindo
suas fronteiras de atuação, Adaiele realizou em 2026 um workshop em
parceria com o SENAC intitulado “Arte Expandida: Criatividade, Tecnologia e
Expressão Contemporânea”. O evento foi um marco ao fundir a produção
tradicional com novas ferramentas tecnológicas, ampliando o debate sobre o
papel da arte na educação do século XXI.
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| Cuiabá/MT: Workshop “Arte Expandida: Criatividade, Tecnologia e Expressão Contemporânea” - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista |
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| Wokshop: “Arte Expandida: Criatividade, Tecnologia e Expressão Contemporânea”.Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em Cuiabá - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista |
Um Manifesto Visual do Bioma
Toda
a produção de Adaiele orbita em torno de eixos fundamentais: Pantanal,
natureza, memória, pertencimento, infância, preservação ambiental, território,
cultura e educação. Seus quadros funcionam como um diário coletivo de uma
das regiões mais ricas e ameaçadas do planeta.
Para
a artista, pintar e educar são formas de sobrevivência e celebração da
identidade. Ela resume essa simbiose profunda com uma declaração que ecoa em
cada pincelada:
“O Pantanal não é apenas o lugar onde nasci. É a forma como aprendi a sentir o mundo.”
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| Tela: "Como quem volta para casa". Técnica: Óleo sobre tela, Dimensão: 60X80 cm - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista |
Para Além das Telas: Adaiele Almeida Transforma Objetos Diários em Manifesto Pantaneiro
A
arte viva de Adaiele Almeida
pulsa com as cores, as texturas e os mistérios do bioma pantaneiro. Reconhecida
por sua profunda conexão com a natureza, a artista plástica transforma sua
inspiração artística em um manifesto itinerante, provando que a expressão
cultural não precisa ficar restrita às paredes de uma galeria. Suas temáticas,
que celebram a fauna, a flora e a essência do cerrado e do Pantanal, ganham
novos suportes e utilidades, transbordando para além das telas
tradicionais.
Ao
transpor seus traços para objetos do dia a dia — como jaquetas jeans,
canecas de louça e cadernetas tipo Moleskine —, Adaiele cria pontes
afetivas entre o público e o meio ambiente. Cada peça se torna um fragmento de
história que se move e habita o espaço urbano, transformando quem as usa ou
consome em guardiões da memória pantaneira.
A
própria artista traduz o propósito desse desdobramento de seu trabalho:
"Pantanal em Pele foi uma coleção que fiz, inspirada na fauna pantaneira, realizei 7 intervenções artísticas em Jaquetas jeans, para que a obra fosse para além da tela, uma forma de levar o Pantanal com a gente, onde estivermos. E as canecas e moleskines foram pensadas como uma lembrança das obras, ou da exposição como foi a Pantanal em Mim. Mantendo essa história e memória em seu cotidiano, mesmo que de uma forma mais simples."
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| Projetos: "Pantanal em Pele", "Canecas de Louça" e "Capas de cadernetas tipo Moleskine" - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista |
Com essa abordagem, as jaquetas funcionam como telas vestíveis e dinâmicas, enquanto as canecas e cadernetas inserem a beleza selvagem do Pantanal nos pequenos rituais diários — seja no café da manhã ou nas anotações de uma rotina corrida. A arte de Adaiele Almeida, portanto, democratiza o acesso à sensibilidade estética, permitindo que a força da nossa biodiversidade nos acompanhe em cada passo, traço e momento.
Histórico de exposições e projetos
Desde
2023, a artista desenvolve uma presença contínua no circuito de artes visuais
de Mato Grosso, participando de mostras coletivas, salões e projetos culturais
com foco na identidade territorial e na preservação ambiental.
2023
· 4ª Exposição Coletiva Traços da Terra
A
4ª Exposição Coletiva ‘Traços da Terra’ reuniu arte e sustentabilidade em
Cuiabá.
A
Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso (ARTEMAT)
realizou, entre agosto e setembro de 2023, a 4ª
Exposição Coletiva Traços da Terra. O evento teve como objetivo principal
promover uma reflexão sobre as marcas da passagem humana e a preservação do
meio ambiente. A mostra reuniu pinturas, esculturas e fotografias de dezenas de
criadores regionais, estudantes e coletivos locais, com foco na
descentralização da produção artística do estado.
Entre
os participantes, estava a artista plástica cacerense Adaiele Almeida,
integrante oficial da ARTEMAT. O trabalho apresentado pela pintora esteve
alinhado à proposta ecológica do evento, trazendo narrativas visuais sobre
pertencimento e sustentabilidade baseadas em suas memórias de infância vividas
às margens do Rio Paraguai.
O
circuito expositivo ocorreu em duas etapas na capital mato-grossense:
- Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT):
de 28 a 31 de
agosto de 2023.
- Cine Teatro Cuiabá: de 2 a 8 de setembro de 2023.
A
organização e a curadoria da mostra foram conduzidas pela artista plástica e
diretora da ARTEMAT, Isabel Araújo. O projeto foi viabilizado por meio de
parcerias com a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), a MT
Escola de Teatro e a ALMT, consolidando-se como um dos marcos do
calendário das artes plásticas no estado em 2023.
2024
· Exposição coletiva “Bem-Aventurados – Arte
Cristã”
A
artista plástica cacerense foi um dos nomes da exposição coletiva “Bem-Aventurados
– Arte Cristã”, circuito cultural que movimentou o Museu
de Arte Sacra de Mato Grosso (MAS-MT). A mostra reuniu 33 artistas
locais — em alusão à idade de Cristo — com a proposta
inovadora de recriar a narrativa bíblica por meio da arte contemporânea e do
uso de materiais reciclados.
Com
foco na sustentabilidade e na responsabilidade social, o projeto dividiu a
trajetória de Jesus em salas temáticas. Sob a curadoria de Carlos Bosquê,
Carlos Pina, Isabel Araujo e Micheli Fanalli, o evento foi realizado em
parceria entre a Secel-MT, o MAS-MT, a Ação Cultural e a Artemat.
Coube a Adaiele Almeida a responsabilidade de fechar o circuito na terceira e última sala da exposição, intitulada “O Fim e o Reinício”. Suas obras abordaram os momentos mais dramáticos e significativos da fé cristã: a Crucificação e a Ressurreição. Utilizando técnicas mistas e elementos reciclados, a artista transformou o descarte em poesia visual, provocando no público uma reflexão profunda sobre o sacrifício, o fim de ciclos e o recomeço espiritual.
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| Tela de Adaiele Almeida: "Chamas da Ambição" - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista |
Cultura
e preservação ambiental marcam a participação de Adaiele Almeida em exposição
na capital.
Entre
outubro e novembro de 2024, Cuiabá sediou a
exposição coletiva "Cotidiano Ribeirinho: Representações de
Identidades", um evento gratuito que reuniu o talento de 20 artistas
plásticos mato-grossenses articulados pela Artemat. Dividida em duas fases — a primeira no Shopping Estação Cuiabá e a
segunda no Cine Teatro Cuiabá —, a mostra teve como objetivo central debater a diversidade sociocultural, as belezas e os
desafios enfrentados pelas comunidades tradicionais, além de ressaltar a
importância da fauna e da flora dos biomas locais.
Um
dos destaques do evento foi a participação da artista plástica Adaiele Almeida.
Natural de Cáceres (MT), a pintora levou para as galerias a força de suas
memórias de infância e sua profunda conexão afetiva com o Rio Paraguai e o
bioma pantaneiro. Suas criações, desenvolvidas em tinta acrílica sobre tela,
dialogaram perfeitamente com a proposta da mostra ao retratar cenários
marcantes como canoas atracadas às margens dos rios, paisagens repletas de
piraputangas e a íntima relação das famílias locais com as águas.
Adaiele
apresentou na exposição a obra "Os ribeirinhos amazônicos", tela que
sintetizou a sensibilidade da artista em registrar a vida e a identidade dos
povos que habitam as margens dos rios. Ao lado de nomes como Dayana Trindade —
que assinou a curadoria — e de uma homenagem especial à renomada Marlene
Kirchesch, Adaiele Almeida utilizou seu espaço para celebrar a cultura regional
e promover um importante alerta sobre a necessidade de preservação ambiental,
deixando uma marca sensível na memória do público cuiabano.
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| Tela "Doce Esperança" de Adaiele Almeida. Exposição coletiva "Cotidiano Ribeirinho: Representações de Identidades" - Fotografia: Acervo Pessoal da artista |
· Primeira edição da Exposição “Saberes em Arte”
Em
uma celebração que uniu a identidade cultural e a preservação ambiental do
Pantanal, a cidade de Cáceres sediou, a partir de 5 de junho de 2024, a
primeira edição da Exposição Saberes em Arte. O evento integrou ações
culturais, acadêmicas e de extensão da UNEMAT (Universidade do Estado de
Mato Grosso), em uma parceria com a comunidade local e com a ARTEMAT
(Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso). As atividades
ocuparam espaços públicos e institucionais marcantes,
como a Praça Duque de Caxias e o campus universitário.
O
grande destaque da mostra foi a valorização do patrimônio biocultural da região
através das artes visuais. Entre os nomes consagrados que participaram do
circuito, a artista plástica cacerense Adaiele Almeida teve papel
fundamental ao enriquecer a exposição com suas produções intimamente ligadas à
identidade pantaneira e ribeirinha. Suas obras dialogaram diretamente com as
propostas ecológicas e educacionais do evento, expressando as vivências e a
urgência de salvaguardar o bioma local.
Além
de Adaiele, o público pôde conferir intervenções e pinturas ao vivo de figuras
renomadas do cenário mato-grossense, como Rimaro e Carlos Alberto Bosquê — um
dos idealizadores e curadores da ARTEMAT —, além de trabalhos de educadores e
artistas como Carlos Viana Costa e Clair Birck. A primeira edição do evento
também abriu espaço para novos talentos da fotografia e de instalações
críticas, premiando produções de jovens acadêmicos como Polielson Otil da
Silva, Lourena Araújo Félix e Elisângela de Oliveira Silva, consolidando a
exposição como um marco na integração entre arte, ciência e os saberes
tradicionais do Mato Grosso.
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| Exposição "Saberes em Arte" - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista |
· Exposição Jejé de Oyá
Arte
e ancestralidade: Adaiele Almeida celebrou a identidade mato-grossense na
Exposição Jejé de Oyá
Lançada
na noite de 17 de abril de 2024, na galeria A Casa do Parque, em Cuiabá
(MT), a exposição coletiva "Jejé de Oyá — Em Tributo pela
sua História" homenageou o legado e o nonagenário de José Jacintho
Siqueira de Arruda. Ícone da cultura cuiabana, Jejé foi alfaiate, colunista
social e carnavalesco. O evento gratuito marcou a abertura oficial do Prêmio
Jejé de Oyá, iniciativa dedicada a enaltecer o protagonismo negro na
capital.
Sob
a curadoria de Flávia Salem, Dayana Trindade e Marcela Lopes, a mostra reuniu
31 artistas locais que exploraram telas, esculturas, colagens, poesias e
vestimentas de Carnaval. Entre os nomes que integraram o acervo, a artista
plástica Adaiele Almeida ganhou destaque por sua sensibilidade ao conectar a
memória do homenageado às raízes geográficas e afetivas do estado.
Diferente
de outros criadores, que optaram por retratar as roupas extravagantes ou a
figura física do colunista, Adaiele mergulhou no conceito de território e
ancestralidade. Suas telas, conhecidas pelas cores vibrantes e pela
marcante identidade pantaneira, dialogaram diretamente com o amor que Jejé
nutria por Mato Grosso. A contribuição da artista evidenciou o sentimento de
pertencimento regional defendido pelo alfaiate ao longo de toda a sua
trajetória cultural.
Seguindo
a proposta de acessibilidade e inclusão de toda a mostra coletiva, as criações
apresentadas por Adaiele Almeida também foram adaptadas para proporcionar experiências
táteis e audiodescrição, garantindo uma imersão artística democrática para
todo o público presente.
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| Exposição coletiva "Jejé de Oyá — Em Tributo pela sua História". Tela: "Cores de Jejé", dimensões: 70 X 50cm, técnica: mista - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista |
Das
águas do Rio Paraguai às telas de Adaiele Almeida: a história e a evolução
artística do FIPe em Cáceres
O
Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres (FIPe) consolidou-se ao
longo das décadas como o maior evento turístico de Mato Grosso e uma das
manifestações culturais mais expressivas do Brasil. Nascido da paixão pelas
águas do Rio Paraguai, o festival transformou a identidade do município e, em
suas edições mais recentes, expandiu suas fronteiras para além do esporte,
tornando-se uma vitrine de prestígio para as artes visuais através de nomes
como o da artista plástica Adaiele Almeida.
A
rica trajetória do evento teve início em 1979. Naquele ano, os
entusiastas Aderbal Michels, seu pai Bertolino Michels e o jornalista Luizmar
Faquini viajaram para uma gincana de pesca em Barra do Bugres. Inspirados pelo
coordenador da prova, Adelino Ferreira (conhecido como "Pirangueiro"),
os idealizadores decidiram trazer o conceito para Cáceres. Com o apoio imediato
do então prefeito Ivo Scaff, irmão do médico, escritor e membro da
Academia Mato-grossense de Letras (AML), Ivens Cuiabano Scaff, a primeira edição — originalmente chamada
de Festival do Peixe — foi realizada em 1980 com apenas doze equipes
locais. O crescimento foi meteórico: em 1992, o FIPe entrou oficialmente
para o Guinness Book como o maior festival de pesca embarcada em água
doce do mundo, acumulando posteriormente recordes nacionais nas categorias
infantojuvenil e sênior.
Nesses
46 anos de história, o festival não ocorreu em três anos específicos: em 2013, quando foi cancelado
por falta de orçamento e indisponibilidade de repasses financeiros públicos
necessários para a sua estrutura; em 2020, devido à suspensão decorrente
das restrições sanitárias mundiais causadas pela pandemia da Covid-19; e em 2021,
permanecendo sem ser realizado pelo segundo ano consecutivo em razão da
continuidade das medidas de segurança e controle da crise sanitária.
Se
no século XX o foco do festival esteve concentrado na consolidada competição
náutica e de barranco, a retomada e as edições mais recentes integraram de
forma definitiva a riqueza da economia criativa pantaneira. Embora os artistas
plásticos locais e regionais sempre tenham participado de forma orgânica das
festividades da cidade, as artes visuais ganharam um espaço oficial,
estruturado e de grande destaque no festival a partir de 2023, durante a
histórica 40ª edição do FIPe. Nesse ano, foi firmada uma parceria
inédita e formal entre a Secretaria Municipal de Turismo e Cultura de
Cáceres e a Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso
(ARTEMAT).
Atualmente
presidida pelo artista plástico Carlos Alberto Bosquê, a entidade sempre
confirmou a participação de diversos criadores no FIPe com o objetivo de
fortalecer as artes visuais na programação. De acordo com Bosquê, a proposta
buscou ampliar o acesso da população à produção local. "Queremos que o
público tenha a oportunidade de conhecer a riqueza das artes plásticas
produzidas em nosso Estado. Essa parceria fortalece a cultura e valoriza nossos
artistas", destacou o presidente.
Entre
os nomes que consolidaram essa união, a participação de Adaiele Almeida
foi um dos grandes destaques, marcando presença de forma consecutiva nas
últimas quatro edições do festival. Filha de ribeirinhos e profundamente
conectada às suas raízes, a artista e professora cacerense utilizou o pavilhão
da ARTEMAT no circuito do evento para eternizar o cotidiano, a fauna e a
flora do ecossistema que inspirou os fundadores do FIPe na década de 1980. Suas
telas, carregadas de cores vibrantes e mensagens focadas na preservação
ambiental, atraíram a atenção de turistas e moradores locais. Além de expor, a
artista promoveu oficinas públicas voltadas à nova geração, unindo o legado
histórico de proteção ao Rio Paraguai com a educação artística. Ao resgatar a
memória dos pioneiros e abrir espaço para a identidade visual de Adaiele, o
FIPe provou que sua verdadeira força reside na capacidade de celebrar e salvaguardar
a alma do Pantanal.
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| Exposição Coletiva: FIPE (Festival Internacional de Pesca Esportiva - 2025) - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista |
·Exposição Coletiva "Raízes Vivas - Arte e Cultura dos Povos Indígenas
Arte
mato-grossense em destaque: Adaiele Almeida celebrou ancestralidade na
exposição "Raízes Vivas"
Entre
os meses de abril e maio de 2024, o Várzea Grande Shopping, em Mato Grosso,
transformou-se em um polo de exaltação à identidade originária com a realização
da Exposição Coletiva "Raízes Vivas - Arte e Cultura dos Povos
Indígenas". O evento, que permaneceu aberto à visitação pública até o dia
18 de maio daquele ano, nasceu de uma parceria entre a Secretaria Municipal de
Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo de Várzea Grande e a Associação
dos Artistas Plásticos de Mato Grosso (ARTEMAT). Com produção cultural de
Angélica Schimidt e curadoria de Bia Pinheiro e Isabel Araujo, a mostra prestou
uma sensível homenagem ao Dia dos Povos Indígenas, celebrando as manifestações
nativas e a força da ancestralidade regional.
O
grande destaque da mostra residiu na reunião de importantes nomes das artes
plásticas do estado, com especial ênfase para a participação da artista Adaiele
Almeida. Conhecida por um trabalho profundamente conectado às suas vivências em
Cáceres (MT), a pintora levou para o espaço cultural sua assinatura marcante,
que utiliza elementos da fauna, da flora e das águas para dialogar sobre
pertencimento e preservação ambiental. Embora os registros oficiais e a
divulgação institucional tenham focado no conjunto coletivo e no tema geral da
valorização identitária — sem detalhar os nomes individuais das telas expostas
— a sensibilidade e a forte identidade pantaneira de Adaiele integraram
harmonicamente o propósito do evento.
Ao
lado de criadores como Carlos Bosque, Micheli Fanalli, Reinaldo D’Arruda,
Thelma P. F. C., Deuseni Felix, Bia Pinheiro e Bel Beo, Adaiele Almeida ajudou
a consolidar a exposição como um marco efêmero, mas persistente, na memória
cultural de Várzea Grande. O ecossistema de Mato Grosso e a cosmologia dos
povos originários ganharam vida nas pinceladas do grupo, reafirmando o papel da
arte regional como ferramenta de denúncia, afeto e salvaguarda da história
brasileira.
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| Exposição Coletiva "Raízes Vivas - Arte e Cultura dos Povos Indígenas" - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista |
2025
· Exposição coletiva “Biomas de Mato Grosso”
As
Cores das Águas e das Matas: Adaiele Almeida Leva a Essência do Pantanal à
Assembleia Legislativa
O
saguão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso
(ALMT) transformou-se em um poderoso manifesto visual em defesa do meio
ambiente durante o mês de outubro de 2025.
Integrando a agenda oficial de discussões da Pré-COP 30, a exposição
coletiva “Biomas de Mato Grosso” reuniu a potência criativa de seis
artistas plásticos da terra. No centro dessa celebração cultural e ecológica,
os olhos do público, também, se voltaram para a sensibilidade e o realismo das
telas da artista cacerense Adaiele Almeida.
Criada
às margens do Rio Paraguai e vinda de uma tradicional família de pescadores,
Adaiele trouxe para a Capital a força de suas raízes. Suas pinturas,
desenvolvidas em óleo, acrílica e técnica mista, funcionam como janelas vivas
para o cotidiano das comunidades tradicionais. Ao retratar a rotina de
pescadores, a fauna, a flora e as ricas paisagens que dividem espaço entre a
Amazônia e o Pantanal, a artista plástica converteu memórias de infância em um
chamado urgente pela preservação ambiental e pela valorização da identidade
regional.
Sob
a curadoria minuciosa da também artista e pesquisadora Dayana Trindade, a
mostra propôs um diálogo profundo sobre sustentabilidade e cultura. Ao
lado de Adaiele, o coletivo de expositores contou com os artistas Carlos
Bosquê, Valdir Ricardo, Victor Hugo, Thelma “Além dos Olhos” e a própria
Dayana. Juntos, o grupo utilizou a arte para retratar a vivência de comunidades
ribeirinhas e indígenas, mapeando os contrastes e as belezas do Cerrado, da
Amazônia e do Pantanal mato-grossenses.
Para
Adaiele Almeida, a oportunidade de expor em um espaço de grande
circulação política e social reforça o papel da arte como ferramenta de
transformação. Mais do que contemplação, suas telas deixaram em Cuiabá um
legado de orgulho identitário e um alerta visual sobre o futuro dos biomas que
sustentam a vida no estado.
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| Exposição Coletiva "Biomas de Mato Grosso" - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista |
· Conferência: COP Pantanal – Saberes e Ações pelo Clima
A
arte e a educação ambiental andaram juntas na COP Pantanal, conferência
realizada entre os dias 10 e 12 de novembro de 2025,
no Auditório Maria Sophia Leite (SEMATUR), em Cáceres
(MT). Realizado pela UNEMAT e pelo IFMT, o evento promoveu debates
científicos e culturais alinhados à COP30. A programação uniu a população local
e destacou a conexão entre a preservação e a identidade regional.
O
grande diferencial cultural da conferência foi a mostra coletiva “2º Saberes
em Artes” – Expo COP Pantanal. A exposição não contou com artistas
comerciais, mas sim com produções de povos originários, comunidades
tradicionais, grupos de inclusão e estudantes da rede pública. O público
participou ativamente no saguão da Sicmatur, votando nas obras que melhor representavam
a luta contra a crise climática através do 2º Prêmio "Vera Hiroko
Okazaki Vieira".
O
Legado de Adaiele Almeida no Evento
Embora
a exposição tenha seguido um formato estritamente coletivo e comunitário, a
essência do evento dialogou diretamente com a trajetória da artista plástica
cacerense Adaiele Almeida. Reconhecida como uma das principais vozes da nova
geração de artistas locais, ela representou o espírito da mostra por meio de
dois pilares principais:
•
Arte-Educação de Base:
Como professora da rede municipal de Cáceres, a atuação de Adaiele refletiu a
estrutura da própria COP Pantanal, que baseou suas mostras em projetos
escolares focados nos patrimônios bioculturais da região.
•
Identidade e Memória:
As técnicas de pintura a óleo e acrílica consagradas por Adaiele — famosas por
retratar a fauna, a flora e a rotina ribeirinha às margens do Rio Paraguai —
serviram de espelho para as narrativas visuais apresentadas no circuito.
Dessa
forma, os métodos de conscientização ambiental defendidos pela educadora e
artista reforçaram a proposta da conferência, que utilizou quadros, maquetes e
fotografias para dar voz a quem vive e protege o bioma pantaneiro.
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| Conferência: "COP Pantanal – Saberes e Ações pelo Clima" - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista |
Arte
contemporânea em Cuiabá:
Exposição coletiva uniu denúncia social e reflexão sobre a infância
Com
obras de 26 criadores, a mostra "Quando a Arte Grita" ocupou
espaços culturais da capital mato-grossense e destacou o trabalho sensível da
artista Adaiele Almeida.
Entre
os dias 24 de novembro de 2025 e 31 de janeiro de 2026, Cuiabá sediou a 6ª
edição da exposição coletiva Quando a Arte Grita. O evento cultural, que
passou pelo Centro Cultural Casa Cuiabana e pelo Cine Teatro Cuiabá, foi
realizado pela Associação dos Artistas Plásticos de Mato Grosso (ARTEMAT) em
parceria com a UNEMAT. Sob a curadoria de Isabel Araujo, Carolina Marcório,
Agnaldo Rodrigues da Silva e Bosquê, a mostra reuniu trabalhos de 25 criadores
mato-grossenses e um convidado de São Paulo, utilizando a arte contemporânea como
ferramenta de denúncia contra as desigualdades, a violência e a degradação
ambiental.
Um
dos destaques da edição foi a participação da artista plástica Adaiele Almeida,
cuja obra integrou o Eixo Temático "Infância". A artista
apresentou a pintura em óleo sobre tela intitulada "Se Ela Puder
Voar", que funcionou como um manifesto visual em defesa dos direitos e
da proteção das crianças. O trabalho chamou a atenção do público ao propor uma
reflexão profunda sobre a urgência de se garantir liberdade, criatividade e
segurança na fase inicial da vida, combatendo o sofrimento e a opressão que
atingem os menores.
Do
ponto de vista técnico e conceitual, a obra de Adaiele Almeida construiu
um diálogo potente ao contrapor dor e esperança. A artista combinou o uso
expressivo de cores e luzes na pintura com elementos reais anexados à montagem,
como correntes de verdade. Essa dualidade simbolizou as amarras do
aprisionamento e da violência, ao mesmo tempo em que exaltou o desejo do voo
poético da liberdade. O conceito central defendeu o resgate do ser criança,
reforçando a premissa de que a infância deve ser rigorosamente preservada e
livre de violências.
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| 6ª edição da exposição coletiva Quando a Arte Grita. Tela: "Se ela puder voar", dimensões: 80X100 cm, técnica: òleo sobre tela - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista |
A
exposição "Pantanal Mato-grossense", um Projeto Especial idealizado
pela artista plástica Adaiele Almeida, resgatou a pureza e a fragilidade do
principal bioma da região
através dos olhos da infância em Cáceres, em maio de
2025. Contemplado pelo edital 09/24 da Lei Aldir Blanc, o evento uniu
cultura e Arte-Educação ao transformar a EMEI
Professora Dulsângela de Almeida em um espaço de imersão e conscientização
ambiental.
A
mostra ganhou vida a partir de atividades que incentivaram crianças de origem
ribeirinha a retratarem suas próprias vivências pantaneiras em desenhos.
Inspirada por essas expressões genuínas, Adaiele criou obras que
serviram como um manifesto de preservação e resistência, contrapondo o
esquecimento dos adultos à sensibilidade das futuras gerações. Mais do que uma
exibição artística, a iniciativa consolidou-se como um convite à reflexão
social sobre a urgência de proteger um dos ecossistemas mais ricos do país.
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| Exposição "Pantanal Mato-grossense". EMEI Professora Dulsângela de Almeida - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista |
· Exposição Individual “Pantanal em Mim”
A
arte que pulsa e abraça o público: a sinergia na mostra “Pantanal em Mim”
Muito
além de uma galeria contemplativa, a exposição individual “Pantanal em Mim”,
da artista plástica cacerense Adaiele Almeida, consolidou-se como um
vibrante ponto de encontro, diálogo e transformação cultural em Mato Grosso.
Sob a curadoria de Dayana Trindade, a mostra — que estreou em Cáceres e seguiu
em temporada de absoluto sucesso no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em
Cuiabá — quebrou a barreira do distanciamento tradicional entre obra e
espectador. O grande trunfo do projeto foi transformar a sensibilidade das
telas em uma experiência viva e interativa, conectando profundamente a
artista, a comunidade e o bioma pantaneiro.
A
veia educadora de Adaiele ditou o ritmo da mostra, desenhada para criar
memórias afetivas reais. Por meio de uma imersão que uniu o analógico e o
digital, o público deixou de ser apenas testemunha para se tornar parte da
narrativa. Enquanto os adultos se conectavam com a ancestralidade e a urgência
ambiental das telas em óleo e acrílica, as crianças eram convidadas a
"tocar" o Pantanal. Oficinas gratuitas de modelagem em argila
e a criação de móbiles com elementos coletados na própria natureza, como cipós
e folhas secas, permitiram ao público infantil traduzir em texturas e relevos
as mensagens de preservação ecológica pintadas pela artista.
Essa
troca genuína expandiu as fronteiras do museu e abraçou a comunidade em
múltiplas dimensões. A tecnologia em 3D, realizada em parceria com o Senac,
ofereceu uma imersão virtual pelas paisagens pantaneiras, enquanto práticas de
yôga e feiras de artesanato local integraram bem-estar social e economia
criativa ao espaço artístico. Essa intensa resposta do público e o forte
impacto pedagógico transformaram o cronograma da capital: diante do fluxo
constante de visitantes e turmas escolares, a mostra teve sua permanência
prorrogada até o dia 31 de outubro de 2026. Mais do que registrar o
sucesso de público, a extensão coroa uma exposição onde a arte cumpriu seu
papel mais nobre: o de aproximar pessoas, despertar pertencimento e eternizar a
identidade mato-grossense através
do afeto mútuo.
Portfólio de Adaiele De Almeida
Artista Plástica
Contato: adaielealmeida5542@gmail.com | WhatsApp:
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Sobre
a Artista
Adaiele
de Almeida é uma
artista plástica e educadora mato-grossense natural de Cáceres (MT).
Filha de ribeirinhos, sua produção visual nasce e floresce no coração do
Pantanal, tendo o Rio Paraguai como sua principal matriz afetiva e estética.
Autodidata, Adaiele utiliza a arte contemporânea, a pintura e o uso criativo de
materiais reciclados para traduzir não apenas as belezas e cores da fauna e da
flora locais, mas também para pautar debates fundamentais sobre a preservação
ambiental, a identidade cultural das comunidades tradicionais e as aflições
climáticas de seu tempo.
Por meio de suas pinceladas e texturas, transforma memórias de infância em narrativas de forte impacto social e inclusivo. Sua atuação estende-se a projetos de extensão universitária e ações focadas no despertar da consciência ecológica em crianças de origem ribeirinha, reafirmando seu compromisso de que a arte deve gerar impacto dentro e fora das telas.
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| Adaiele Almeida apresenta a tela "Doce Esperança". Dimensão: 80x90 cm. Técnica: mista - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista |
🎨 Exposições Individuais
2026
- Exposição
Individual “Pantanal em Mim”
- Período: 08 de agosto a 31 de outubro de
2026
- Local: Museu do Morro da Caixa D'Água
Velha — Cuiabá / MT
- Descrição: Primeira exposição individual da artista, estabelecendo uma conexão íntima com o Rio Paraguai e a identidade cultural mato-grossense. A programação contou com oficinas sensoriais e artísticas direcionadas ao público infantil.
🖼️ Exposições Coletivas
2025
– 2026
- 6ª
Edição da Exposição Coletiva “Quando a Arte Grita”
- Período: 24 de novembro de 2025 a 31 de
janeiro de 2026
- Local: Centro Cultural Casa Cuiabana e
Cine Teatro Cuiabá — Cuiabá / MT
- Descrição: Mostra com a participação de 26
artistas mato-grossenses. Utilizou a arte contemporânea como ferramenta
de reflexão social, denúncia contra desigualdades, combate à violência e
preservação ambiental.
2025
- Exposição
Coletiva “Biomas de Mato Grosso”
- Período: Outubro de 2025
- Local: Assembleia Legislativa de Mato
Grosso (ALMT) — Cuiabá / MT
- Descrição: Obras focadas no diálogo sobre o
desenvolvimento sustentável e na valorização dos biomas locais (Amazônia,
Cerrado e Pantanal).
- Exposição
“Pantanal Mato-grossense”
- Período: Maio de 2025
- Local: EMEI Professora Dulsângela de
Almeida — Cáceres / MT
- Descrição: Projeto voltado a despertar a
consciência ambiental e valorizar a cultura pantaneira por meio da arte,
focado especialmente em crianças de origem ribeirinha.
2024
– 2025
- Exposição
Coletiva “Bem-Aventurados – Arte Cristã”
- Período: Novembro de 2024 a Fevereiro de
2025
- Local: Museu de Arte Sacra de Mato
Grosso (MAS-MT) — Cuiabá / MT
- Descrição: Recriação inovadora da narrativa
bíblica (da Anunciação à Ressurreição) abordando os 33 anos da história
de Jesus Cristo. Proposta pautada na arte contemporânea com o uso de
materiais reciclados.
2024
- Exposição
“Cotidiano Ribeirinho: Representações de Identidades”
- Período: Outubro e Novembro de 2024
- Local: Exibição em duas fases — Shopping
Estação Cuiabá e Cine Teatro Cuiabá — Cuiabá / MT
- Descrição: Debate sobre a diversidade
sociocultural, belezas e desafios das comunidades tradicionais,
ressaltando a relevância da fauna e flora dos biomas locais.
- Primeira
Edição da Exposição “Saberes em Arte”
- Período: Junho de 2024
- Local: Espaços públicos e
institucionais, incluindo a Praça Duque de Caxias e o campus
universitário — Cáceres / MT
- Descrição: Vinculada aos projetos de
extensão da UNEMAT (Universidade do Estado de Mato Grosso), como o "Transforma-ações:
Integrando Saberes para ações sustentáveis", realizado em
parceria com a comunidade e a ARTEMAT (Associação dos Artistas Plásticos
do Estado de Mato Grosso).
- Exposição
Coletiva “Raízes Vivas - Arte e Cultura dos Povos Indígenas”
- Período: Maio de 2024
- Local: Várzea Grande Shopping — Várzea
Grande / MT
- Descrição: Homenagem ao Dia dos Povos
Indígenas Originários, celebrando a ancestralidade e as manifestações
culturais nativas.
- Exposição
“Jejé de Oyá”
- Período: Abril de 2024
- Local: A Casa do Parque (com
programações associadas no Espaço Bemtivi Cultural) — Cuiabá / MT
- Descrição: Mostra inclusiva com experiência
tátil e audiodescritiva, reunindo telas, esculturas, colagens, poesias e
fantasias carnavalescas. Integrou a abertura oficial do Prêmio Jejé de
Oyá 2024, focado no protagonismo negro da capital.
2023
- 4ª
Exposição Coletiva “Traços da Terra”
- Período: Agosto e Setembro de 2023
- Local: Assembleia Legislativa de Mato
Grosso (ALMT) / Cine Teatro Cuiabá — Cuiabá / MT
- Descrição: Reflexão visual sobre as marcas
da passagem humana e a relação do homem com o meio ambiente.
🏛️ Conferências, Festivais e Outras
Participações
- Conferência:
COP Pantanal – Saberes e Ações pelo Clima (2025)
- Período: 10 a 12 de novembro de 2025
- Local: Auditório Maria Sophia Leite
(SEMATUR) — Cáceres / MT
- Contribuição: Participação ativa nos debates
climáticos que resultaram na Carta do Pantanal, documento com
demandas regionais para o diálogo climático global.
- FIPE
(Festival Internacional de Pesca Esportiva) (2026)
- Período: Julho
- Local: Cidade de Cáceres / MT
- Contribuição: Estendeu a “Exposição Pantanal em
Mim” durante o Festival. O evento aconteceu no espaço onde fica a ARTEMAT,
sede onde havia sido realizada a primeira fase da exposição.
- FIPE
(Festival Internacional de Pesca Esportiva) (2025)
- Período: Agosto
- Local: Cidade de Cáceres / MT
- Contribuição: Atuação/Exposição artística no
Festival Internacional de Pesca Esportiva.
- FIPE
(Festival Internacional de Pesca Esportiva) (2024)
- Período: Julho
- Local: Cidade de Cáceres / MT
- Contribuição: Atuação/Exposição artística no
Festival Internacional de Pesca Esportiva.
- FIPE
(Festival Internacional de Pesca Esportiva) (2023)
- Período: Julho
- Local: Cidade de Cáceres / MT
- Contribuição: Atuação/Exposição artística no
Festival Internacional de Pesca Esportiva.

















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