A ARTE QUE BROTA DAS ÁGUAS DO PANTANAL PELAS MÃOS DA ARTISTA ADAIELE ALMEIDA

Adiele Almeida na exposição Pantanal em mim
Adaiele Almeida apresenta a tela: "Aquilo que também somos" na exposição "Pantanal em Mim", em Cáceres/MT - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista.

A ARTE QUE BROTA DAS ÁGUAS DO PANTANAL PELAS MÃOS DA ARTISTA ADAIELE ALMEIDA

A artista plástica e pedagoga, Adaiele Almeida, transforma as vivências do território pantaneiro em pontes de conexão entre a comunidade e suas raízes. Nascida e residente em Cáceres (MT), município esculpido pelas curvas do Rio Paraguai, ela traz no DNA artístico uma relação profunda com o bioma, cultivada desde a infância e convertida em combustível para sua pesquisa estética e fazer artístico.

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Autodidata, Adaiele desenvolve uma produção que flutua entre a pintura em óleo sobre tela e a técnica mista, onde a exploração de texturas e materiais alternativos dá corpo às suas narrativas visuais. Seu trabalho vai além da contemplação: trata-se de um manifesto poético sobre preservação ambiental, pertencimento, infância e memória coletiva. Cada imagem criada busca resgatar a sensibilidade e despertar lembranças de um território que pulsa e resiste.

A potência de sua obra também se alimenta de sua atuação na Educação Infantil. Como professora, Adaiele promove uma simbiose perfeita entre a arte e as salas de aula. Para ela, a expressão artística é uma ferramenta viva de engajamento social, capaz de aproximar crianças e moradores locais da riqueza cultural e ambiental que os cerca, fortalecendo a identidade com a terra onde vivem.

Tela memória das aguas da artista plástica mato-grossense adaiele almeida
Título: "Memória das Águas", dimensão: 60X80 cm, técnica mista, ano: 2026 - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista.

Conexão com as Comunidades, Tecnologia e Expressão Digital

O compromisso social de Adaiele Almeida estende-se para além dos ateliês, salões e muros dos museus, alcançando as comunidades ribeirinhas de Cáceres. Em uma busca contínua por democratizar o acesso à cultura, a educadora e artista desenvolve oficinas artísticas e ações educativas moldadas especificamente para as crianças que vivem às margens do Rio Paraguai. Essas iniciativas conectam a juventude local à sua própria realidade por meio da sensibilidade estética.

Expandindo suas fronteiras de atuação, Adaiele realizou em 2026 um workshop em parceria com o SENAC intitulado “Arte Expandida: Criatividade, Tecnologia e Expressão Contemporânea”. O evento foi um marco ao fundir a produção tradicional com novas ferramentas tecnológicas, ampliando o debate sobre o papel da arte na educação do século XXI.

Estudantes assistem ao workshop Arte Expandida do Senac no Museu da caixa d'água
Cuiabá/MT: Workshop “Arte Expandida: Criatividade, Tecnologia e Expressão Contemporânea” - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista

Alunos participando na pratica das oficinas
Wokshop: “Arte Expandida: Criatividade, Tecnologia e Expressão Contemporânea”.Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em Cuiabá - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista

Essa relevância multifacetada tem atraído os holofotes da mídia regional. A trajetória da artista foi tema de destaque no programa É Bem Mato Grosso, da TV Centro América (afiliada à Rede Globo), consolidando seu nome na cena cultural do estado. Paralelamente, Adaiele constrói uma sólida presença digital, utilizando as redes sociais como uma extensão de seu ateliê. Em setembro de 2026, ela celebrou a marca de 30 mil seguidores no Instagram, criando uma comunidade digital engajada e apaixonada por arte, processos criativos e pela urgência da preservação ambiental.

 

Um Manifesto Visual do Bioma

Toda a produção de Adaiele orbita em torno de eixos fundamentais: Pantanal, natureza, memória, pertencimento, infância, preservação ambiental, território, cultura e educação. Seus quadros funcionam como um diário coletivo de uma das regiões mais ricas e ameaçadas do planeta.

Para a artista, pintar e educar são formas de sobrevivência e celebração da identidade. Ela resume essa simbiose profunda com uma declaração que ecoa em cada pincelada:

“O Pantanal não é apenas o lugar onde nasci. É a forma como aprendi a sentir o mundo.”

Tela da artista plástica mato-grossense, Adaiele Almeida
Tela: "Como quem volta para casa". Técnica: Óleo sobre tela, Dimensão: 60X80 cm - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista

Para Além das Telas: Adaiele Almeida Transforma Objetos Diários em Manifesto Pantaneiro

A arte viva de Adaiele Almeida pulsa com as cores, as texturas e os mistérios do bioma pantaneiro. Reconhecida por sua profunda conexão com a natureza, a artista plástica transforma sua inspiração artística em um manifesto itinerante, provando que a expressão cultural não precisa ficar restrita às paredes de uma galeria. Suas temáticas, que celebram a fauna, a flora e a essência do cerrado e do Pantanal, ganham novos suportes e utilidades, transbordando para além das telas tradicionais.

Ao transpor seus traços para objetos do dia a dia — como jaquetas jeans, canecas de louça e cadernetas tipo Moleskine —, Adaiele cria pontes afetivas entre o público e o meio ambiente. Cada peça se torna um fragmento de história que se move e habita o espaço urbano, transformando quem as usa ou consome em guardiões da memória pantaneira.

A própria artista traduz o propósito desse desdobramento de seu trabalho:

"Pantanal em Pele foi uma coleção que fiz, inspirada na fauna pantaneira, realizei 7 intervenções artísticas em Jaquetas jeans, para que a obra fosse para além da tela, uma forma de levar o Pantanal com a gente, onde estivermos. E as canecas e moleskines foram pensadas como uma lembrança das obras, ou da exposição como foi a Pantanal em Mim. Mantendo essa história e memória em seu cotidiano, mesmo que de uma forma mais simples."

Produtos que levam a arte para além da pele e acompanha no dia a dia
Projetos: "Pantanal em Pele", "Canecas de Louça" e "Capas de cadernetas tipo Moleskine" - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista

Com essa abordagem, as jaquetas funcionam como telas vestíveis e dinâmicas, enquanto as canecas e cadernetas inserem a beleza selvagem do Pantanal nos pequenos rituais diários — seja no café da manhã ou nas anotações de uma rotina corrida. A arte de Adaiele Almeida, portanto, democratiza o acesso à sensibilidade estética, permitindo que a força da nossa biodiversidade nos acompanhe em cada passo, traço e momento.

 

Histórico de exposições e projetos

 Adaiele Almeida — Artista Plástica

Desde 2023, a artista desenvolve uma presença contínua no circuito de artes visuais de Mato Grosso, participando de mostras coletivas, salões e projetos culturais com foco na identidade territorial e na preservação ambiental.


2023

· 4ª Exposição Coletiva Traços da Terra

A 4ª Exposição Coletiva ‘Traços da Terra’ reuniu arte e sustentabilidade em Cuiabá.

A Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso (ARTEMAT) realizou, entre agosto e setembro de 2023, a 4ª Exposição Coletiva Traços da Terra. O evento teve como objetivo principal promover uma reflexão sobre as marcas da passagem humana e a preservação do meio ambiente. A mostra reuniu pinturas, esculturas e fotografias de dezenas de criadores regionais, estudantes e coletivos locais, com foco na descentralização da produção artística do estado.

Entre os participantes, estava a artista plástica cacerense Adaiele Almeida, integrante oficial da ARTEMAT. O trabalho apresentado pela pintora esteve alinhado à proposta ecológica do evento, trazendo narrativas visuais sobre pertencimento e sustentabilidade baseadas em suas memórias de infância vividas às margens do Rio Paraguai.

O circuito expositivo ocorreu em duas etapas na capital mato-grossense:

  • Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT): de 28 a 31 de agosto de 2023.
  • Cine Teatro Cuiabá: de 2 a 8 de setembro de 2023.

A organização e a curadoria da mostra foram conduzidas pela artista plástica e diretora da ARTEMAT, Isabel Araújo. O projeto foi viabilizado por meio de parcerias com a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), a MT Escola de Teatro e a ALMT, consolidando-se como um dos marcos do calendário das artes plásticas no estado em 2023.



2024

· Exposição coletiva “Bem-Aventurados – Arte Cristã”

A artista plástica cacerense foi um dos nomes da exposição coletiva “Bem-Aventurados – Arte Cristã”, circuito cultural que movimentou o Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MAS-MT). A mostra reuniu 33 artistas locais — em alusão à idade de Cristo — com a proposta inovadora de recriar a narrativa bíblica por meio da arte contemporânea e do uso de materiais reciclados.

Com foco na sustentabilidade e na responsabilidade social, o projeto dividiu a trajetória de Jesus em salas temáticas. Sob a curadoria de Carlos Bosquê, Carlos Pina, Isabel Araujo e Micheli Fanalli, o evento foi realizado em parceria entre a Secel-MT, o MAS-MT, a Ação Cultural e a Artemat.

Coube a Adaiele Almeida a responsabilidade de fechar o circuito na terceira e última sala da exposição, intitulada “O Fim e o Reinício”. Suas obras abordaram os momentos mais dramáticos e significativos da fé cristã: a Crucificação e a Ressurreição. Utilizando técnicas mistas e elementos reciclados, a artista transformou o descarte em poesia visual, provocando no público uma reflexão profunda sobre o sacrifício, o fim de ciclos e o recomeço espiritual.

exposição coletiva “Bem-Aventurados – Arte Cristã”, circuito cultural que movimentou o Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MAS-MT)
Tela de Adaiele Almeida: "Chamas da Ambição" - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista
· Exposição Cotidiano Ribeirinho: Representações de Identidades

Cultura e preservação ambiental marcam a participação de Adaiele Almeida em exposição na capital.

Entre outubro e novembro de 2024, Cuiabá sediou a exposição coletiva "Cotidiano Ribeirinho: Representações de Identidades", um evento gratuito que reuniu o talento de 20 artistas plásticos mato-grossenses articulados pela Artemat. Dividida em duas fases — a primeira no Shopping Estação Cuiabá e a segunda no Cine Teatro Cuiabá —, a mostra teve como objetivo central debater a diversidade sociocultural, as belezas e os desafios enfrentados pelas comunidades tradicionais, além de ressaltar a importância da fauna e da flora dos biomas locais.

Um dos destaques do evento foi a participação da artista plástica Adaiele Almeida. Natural de Cáceres (MT), a pintora levou para as galerias a força de suas memórias de infância e sua profunda conexão afetiva com o Rio Paraguai e o bioma pantaneiro. Suas criações, desenvolvidas em tinta acrílica sobre tela, dialogaram perfeitamente com a proposta da mostra ao retratar cenários marcantes como canoas atracadas às margens dos rios, paisagens repletas de piraputangas e a íntima relação das famílias locais com as águas.

Adaiele apresentou na exposição a obra "Os ribeirinhos amazônicos", tela que sintetizou a sensibilidade da artista em registrar a vida e a identidade dos povos que habitam as margens dos rios. Ao lado de nomes como Dayana Trindade — que assinou a curadoria — e de uma homenagem especial à renomada Marlene Kirchesch, Adaiele Almeida utilizou seu espaço para celebrar a cultura regional e promover um importante alerta sobre a necessidade de preservação ambiental, deixando uma marca sensível na memória do público cuiabano.

Artistas presentes na exposição "Cotidiano Ribeirinho".
Tela "Doce Esperança" de Adaiele Almeida. Exposição coletiva "Cotidiano Ribeirinho: Representações de Identidades" - Fotografia: Acervo Pessoal da artista

· Primeira edição da Exposição “Saberes em Arte”

Em uma celebração que uniu a identidade cultural e a preservação ambiental do Pantanal, a cidade de Cáceres sediou, a partir de 5 de junho de 2024, a primeira edição da Exposição Saberes em Arte. O evento integrou ações culturais, acadêmicas e de extensão da UNEMAT (Universidade do Estado de Mato Grosso), em uma parceria com a comunidade local e com a ARTEMAT (Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso). As atividades ocuparam espaços públicos e institucionais marcantes, como a Praça Duque de Caxias e o campus universitário.

O grande destaque da mostra foi a valorização do patrimônio biocultural da região através das artes visuais. Entre os nomes consagrados que participaram do circuito, a artista plástica cacerense Adaiele Almeida teve papel fundamental ao enriquecer a exposição com suas produções intimamente ligadas à identidade pantaneira e ribeirinha. Suas obras dialogaram diretamente com as propostas ecológicas e educacionais do evento, expressando as vivências e a urgência de salvaguardar o bioma local.

Além de Adaiele, o público pôde conferir intervenções e pinturas ao vivo de figuras renomadas do cenário mato-grossense, como Rimaro e Carlos Alberto Bosquê — um dos idealizadores e curadores da ARTEMAT —, além de trabalhos de educadores e artistas como Carlos Viana Costa e Clair Birck. A primeira edição do evento também abriu espaço para novos talentos da fotografia e de instalações críticas, premiando produções de jovens acadêmicos como Polielson Otil da Silva, Lourena Araújo Félix e Elisângela de Oliveira Silva, consolidando a exposição como um marco na integração entre arte, ciência e os saberes tradicionais do Mato Grosso.

uma celebração que uniu a identidade cultural e a preservação ambiental do Pantanal, na cidade de Cáceres
Exposição "Saberes em Arte" - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista

· Exposição Jejé de Oyá

Arte e ancestralidade: Adaiele Almeida celebrou a identidade mato-grossense na Exposição Jejé de Oyá

Lançada na noite de 17 de abril de 2024, na galeria A Casa do Parque, em Cuiabá (MT), a exposição coletiva "Jejé de Oyá — Em Tributo pela sua História" homenageou o legado e o nonagenário de José Jacintho Siqueira de Arruda. Ícone da cultura cuiabana, Jejé foi alfaiate, colunista social e carnavalesco. O evento gratuito marcou a abertura oficial do Prêmio Jejé de Oyá, iniciativa dedicada a enaltecer o protagonismo negro na capital.

Sob a curadoria de Flávia Salem, Dayana Trindade e Marcela Lopes, a mostra reuniu 31 artistas locais que exploraram telas, esculturas, colagens, poesias e vestimentas de Carnaval. Entre os nomes que integraram o acervo, a artista plástica Adaiele Almeida ganhou destaque por sua sensibilidade ao conectar a memória do homenageado às raízes geográficas e afetivas do estado.

Diferente de outros criadores, que optaram por retratar as roupas extravagantes ou a figura física do colunista, Adaiele mergulhou no conceito de território e ancestralidade. Suas telas, conhecidas pelas cores vibrantes e pela marcante identidade pantaneira, dialogaram diretamente com o amor que Jejé nutria por Mato Grosso. A contribuição da artista evidenciou o sentimento de pertencimento regional defendido pelo alfaiate ao longo de toda a sua trajetória cultural.

Seguindo a proposta de acessibilidade e inclusão de toda a mostra coletiva, as criações apresentadas por Adaiele Almeida também foram adaptadas para proporcionar experiências táteis e audiodescrição, garantindo uma imersão artística democrática para todo o público presente.

Exposição coletiva "Jejé de Oyá — Em Tributo pela sua História"
Exposição coletiva "Jejé de Oyá — Em Tributo pela sua História". Tela: "Cores de Jejé", dimensões: 70 X 50cm, técnica: mista - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista

· FIPE (Festival Internacional de Pesca Esportiva) — Cáceres / MT

Das águas do Rio Paraguai às telas de Adaiele Almeida: a história e a evolução artística do FIPe em Cáceres

O Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres (FIPe) consolidou-se ao longo das décadas como o maior evento turístico de Mato Grosso e uma das manifestações culturais mais expressivas do Brasil. Nascido da paixão pelas águas do Rio Paraguai, o festival transformou a identidade do município e, em suas edições mais recentes, expandiu suas fronteiras para além do esporte, tornando-se uma vitrine de prestígio para as artes visuais através de nomes como o da artista plástica Adaiele Almeida.

A rica trajetória do evento teve início em 1979. Naquele ano, os entusiastas Aderbal Michels, seu pai Bertolino Michels e o jornalista Luizmar Faquini viajaram para uma gincana de pesca em Barra do Bugres. Inspirados pelo coordenador da prova, Adelino Ferreira (conhecido como "Pirangueiro"), os idealizadores decidiram trazer o conceito para Cáceres. Com o apoio imediato do então prefeito Ivo Scaff,  irmão do médico, escritor e membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML), Ivens Cuiabano Scaff,  a primeira edição — originalmente chamada de Festival do Peixe — foi realizada em 1980 com apenas doze equipes locais. O crescimento foi meteórico: em 1992, o FIPe entrou oficialmente para o Guinness Book como o maior festival de pesca embarcada em água doce do mundo, acumulando posteriormente recordes nacionais nas categorias infantojuvenil e sênior.

Nesses 46 anos de história, o festival não ocorreu em três anos específicos: em 2013, quando foi cancelado por falta de orçamento e indisponibilidade de repasses financeiros públicos necessários para a sua estrutura; em 2020, devido à suspensão decorrente das restrições sanitárias mundiais causadas pela pandemia da Covid-19; e em 2021, permanecendo sem ser realizado pelo segundo ano consecutivo em razão da continuidade das medidas de segurança e controle da crise sanitária.

Se no século XX o foco do festival esteve concentrado na consolidada competição náutica e de barranco, a retomada e as edições mais recentes integraram de forma definitiva a riqueza da economia criativa pantaneira. Embora os artistas plásticos locais e regionais sempre tenham participado de forma orgânica das festividades da cidade, as artes visuais ganharam um espaço oficial, estruturado e de grande destaque no festival a partir de 2023, durante a histórica 40ª edição do FIPe. Nesse ano, foi firmada uma parceria inédita e formal entre a Secretaria Municipal de Turismo e Cultura de Cáceres e a Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso (ARTEMAT).

Atualmente presidida pelo artista plástico Carlos Alberto Bosquê, a entidade sempre confirmou a participação de diversos criadores no FIPe com o objetivo de fortalecer as artes visuais na programação. De acordo com Bosquê, a proposta buscou ampliar o acesso da população à produção local. "Queremos que o público tenha a oportunidade de conhecer a riqueza das artes plásticas produzidas em nosso Estado. Essa parceria fortalece a cultura e valoriza nossos artistas", destacou o presidente.

Entre os nomes que consolidaram essa união, a participação de Adaiele Almeida foi um dos grandes destaques, marcando presença de forma consecutiva nas últimas quatro edições do festival. Filha de ribeirinhos e profundamente conectada às suas raízes, a artista e professora cacerense utilizou o pavilhão da ARTEMAT no circuito do evento para eternizar o cotidiano, a fauna e a flora do ecossistema que inspirou os fundadores do FIPe na década de 1980. Suas telas, carregadas de cores vibrantes e mensagens focadas na preservação ambiental, atraíram a atenção de turistas e moradores locais. Além de expor, a artista promoveu oficinas públicas voltadas à nova geração, unindo o legado histórico de proteção ao Rio Paraguai com a educação artística. Ao resgatar a memória dos pioneiros e abrir espaço para a identidade visual de Adaiele, o FIPe provou que sua verdadeira força reside na capacidade de celebrar e salvaguardar a alma do Pantanal.

O Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres (FIPe) consolidou-se ao longo das décadas como o maior evento turístico de Mato Grosso
Exposição Coletiva: FIPE (Festival Internacional de Pesca Esportiva - 2025) - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista

·Exposição Coletiva "Raízes Vivas - Arte e Cultura dos Povos Indígenas

Arte mato-grossense em destaque: Adaiele Almeida celebrou ancestralidade na exposição "Raízes Vivas"

Entre os meses de abril e maio de 2024, o Várzea Grande Shopping, em Mato Grosso, transformou-se em um polo de exaltação à identidade originária com a realização da Exposição Coletiva "Raízes Vivas - Arte e Cultura dos Povos Indígenas". O evento, que permaneceu aberto à visitação pública até o dia 18 de maio daquele ano, nasceu de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo de Várzea Grande e a Associação dos Artistas Plásticos de Mato Grosso (ARTEMAT). Com produção cultural de Angélica Schimidt e curadoria de Bia Pinheiro e Isabel Araujo, a mostra prestou uma sensível homenagem ao Dia dos Povos Indígenas, celebrando as manifestações nativas e a força da ancestralidade regional.

O grande destaque da mostra residiu na reunião de importantes nomes das artes plásticas do estado, com especial ênfase para a participação da artista Adaiele Almeida. Conhecida por um trabalho profundamente conectado às suas vivências em Cáceres (MT), a pintora levou para o espaço cultural sua assinatura marcante, que utiliza elementos da fauna, da flora e das águas para dialogar sobre pertencimento e preservação ambiental. Embora os registros oficiais e a divulgação institucional tenham focado no conjunto coletivo e no tema geral da valorização identitária — sem detalhar os nomes individuais das telas expostas — a sensibilidade e a forte identidade pantaneira de Adaiele integraram harmonicamente o propósito do evento.

Ao lado de criadores como Carlos Bosque, Micheli Fanalli, Reinaldo D’Arruda, Thelma P. F. C., Deuseni Felix, Bia Pinheiro e Bel Beo, Adaiele Almeida ajudou a consolidar a exposição como um marco efêmero, mas persistente, na memória cultural de Várzea Grande. O ecossistema de Mato Grosso e a cosmologia dos povos originários ganharam vida nas pinceladas do grupo, reafirmando o papel da arte regional como ferramenta de denúncia, afeto e salvaguarda da história brasileira.

Arte mato-grossense em destaque: Adaiele Almeida celebrou ancestralidade na exposição Raízes Vivas
Exposição Coletiva "Raízes Vivas - Arte e Cultura dos Povos Indígenas" - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista



2025

· Exposição coletiva “Biomas de Mato Grosso”

As Cores das Águas e das Matas: Adaiele Almeida Leva a Essência do Pantanal à Assembleia Legislativa

O saguão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) transformou-se em um poderoso manifesto visual em defesa do meio ambiente durante o mês de outubro de 2025. Integrando a agenda oficial de discussões da Pré-COP 30, a exposição coletiva “Biomas de Mato Grosso” reuniu a potência criativa de seis artistas plásticos da terra. No centro dessa celebração cultural e ecológica, os olhos do público, também, se voltaram para a sensibilidade e o realismo das telas da artista cacerense Adaiele Almeida.

Criada às margens do Rio Paraguai e vinda de uma tradicional família de pescadores, Adaiele trouxe para a Capital a força de suas raízes. Suas pinturas, desenvolvidas em óleo, acrílica e técnica mista, funcionam como janelas vivas para o cotidiano das comunidades tradicionais. Ao retratar a rotina de pescadores, a fauna, a flora e as ricas paisagens que dividem espaço entre a Amazônia e o Pantanal, a artista plástica converteu memórias de infância em um chamado urgente pela preservação ambiental e pela valorização da identidade regional.

Sob a curadoria minuciosa da também artista e pesquisadora Dayana Trindade, a mostra propôs um diálogo profundo sobre sustentabilidade e cultura. Ao lado de Adaiele, o coletivo de expositores contou com os artistas Carlos Bosquê, Valdir Ricardo, Victor Hugo, Thelma “Além dos Olhos” e a própria Dayana. Juntos, o grupo utilizou a arte para retratar a vivência de comunidades ribeirinhas e indígenas, mapeando os contrastes e as belezas do Cerrado, da Amazônia e do Pantanal mato-grossenses.

Para Adaiele Almeida, a oportunidade de expor em um espaço de grande circulação política e social reforça o papel da arte como ferramenta de transformação. Mais do que contemplação, suas telas deixaram em Cuiabá um legado de orgulho identitário e um alerta visual sobre o futuro dos biomas que sustentam a vida no estado.

O saguão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) transformou-se em um poderoso manifesto visual em defesa do meio ambiente durante o mês de outubro de 2025
Exposição Coletiva "Biomas de Mato Grosso" - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista

· Conferência: COP Pantanal – Saberes e Ações pelo Clima

A arte e a educação ambiental andaram juntas na COP Pantanal, conferência realizada entre os dias 10 e 12 de novembro de 2025, no Auditório Maria Sophia Leite (SEMATUR), em Cáceres (MT). Realizado pela UNEMAT e pelo IFMT, o evento promoveu debates científicos e culturais alinhados à COP30. A programação uniu a população local e destacou a conexão entre a preservação e a identidade regional.

O grande diferencial cultural da conferência foi a mostra coletiva “2º Saberes em Artes” – Expo COP Pantanal. A exposição não contou com artistas comerciais, mas sim com produções de povos originários, comunidades tradicionais, grupos de inclusão e estudantes da rede pública. O público participou ativamente no saguão da Sicmatur, votando nas obras que melhor representavam a luta contra a crise climática através do 2º Prêmio "Vera Hiroko Okazaki Vieira".

O Legado de Adaiele Almeida no Evento

Embora a exposição tenha seguido um formato estritamente coletivo e comunitário, a essência do evento dialogou diretamente com a trajetória da artista plástica cacerense Adaiele Almeida. Reconhecida como uma das principais vozes da nova geração de artistas locais, ela representou o espírito da mostra por meio de dois pilares principais:

• Arte-Educação de Base: Como professora da rede municipal de Cáceres, a atuação de Adaiele refletiu a estrutura da própria COP Pantanal, que baseou suas mostras em projetos escolares focados nos patrimônios bioculturais da região.

• Identidade e Memória: As técnicas de pintura a óleo e acrílica consagradas por Adaiele — famosas por retratar a fauna, a flora e a rotina ribeirinha às margens do Rio Paraguai — serviram de espelho para as narrativas visuais apresentadas no circuito.

Dessa forma, os métodos de conscientização ambiental defendidos pela educadora e artista reforçaram a proposta da conferência, que utilizou quadros, maquetes e fotografias para dar voz a quem vive e protege o bioma pantaneiro.

A arte e a educação ambiental andaram juntas na COP Pantanal, conferência realizada entre os dias 10 e 12 de novembro de 2025, no Auditório Maria Sophia Leite (SEMATUR)
Conferência: "COP Pantanal – Saberes e Ações pelo Clima" - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista

· 6ª edição da exposição coletiva "Quando a Arte Grita"

Arte contemporânea em Cuiabá: Exposição coletiva uniu denúncia social e reflexão sobre a infância

Com obras de 26 criadores, a mostra "Quando a Arte Grita" ocupou espaços culturais da capital mato-grossense e destacou o trabalho sensível da artista Adaiele Almeida.

Entre os dias 24 de novembro de 2025 e 31 de janeiro de 2026, Cuiabá sediou a 6ª edição da exposição coletiva Quando a Arte Grita. O evento cultural, que passou pelo Centro Cultural Casa Cuiabana e pelo Cine Teatro Cuiabá, foi realizado pela Associação dos Artistas Plásticos de Mato Grosso (ARTEMAT) em parceria com a UNEMAT. Sob a curadoria de Isabel Araujo, Carolina Marcório, Agnaldo Rodrigues da Silva e Bosquê, a mostra reuniu trabalhos de 25 criadores mato-grossenses e um convidado de São Paulo, utilizando a arte contemporânea como ferramenta de denúncia contra as desigualdades, a violência e a degradação ambiental.

Um dos destaques da edição foi a participação da artista plástica Adaiele Almeida, cuja obra integrou o Eixo Temático "Infância". A artista apresentou a pintura em óleo sobre tela intitulada "Se Ela Puder Voar", que funcionou como um manifesto visual em defesa dos direitos e da proteção das crianças. O trabalho chamou a atenção do público ao propor uma reflexão profunda sobre a urgência de se garantir liberdade, criatividade e segurança na fase inicial da vida, combatendo o sofrimento e a opressão que atingem os menores.

Do ponto de vista técnico e conceitual, a obra de Adaiele Almeida construiu um diálogo potente ao contrapor dor e esperança. A artista combinou o uso expressivo de cores e luzes na pintura com elementos reais anexados à montagem, como correntes de verdade. Essa dualidade simbolizou as amarras do aprisionamento e da violência, ao mesmo tempo em que exaltou o desejo do voo poético da liberdade. O conceito central defendeu o resgate do ser criança, reforçando a premissa de que a infância deve ser rigorosamente preservada e livre de violências.

Exposição coletiva uniu denúncia social e reflexão sobre a infância
6ª edição da exposição coletiva Quando a Arte Grita. Tela: "Se ela puder voar", dimensões: 80X100 cm, técnica: òleo sobre tela - Fotografias: Acervo Pessoal da Artista

· Exposição “Pantanal Mato-grossense”

A exposição "Pantanal Mato-grossense", um Projeto Especial idealizado pela artista plástica Adaiele Almeida, resgatou a pureza e a fragilidade do principal bioma da região através dos olhos da infância em Cáceres, em maio de 2025. Contemplado pelo edital 09/24 da Lei Aldir Blanc, o evento uniu cultura e Arte-Educação ao transformar a EMEI Professora Dulsângela de Almeida em um espaço de imersão e conscientização ambiental.

A mostra ganhou vida a partir de atividades que incentivaram crianças de origem ribeirinha a retratarem suas próprias vivências pantaneiras em desenhos. Inspirada por essas expressões genuínas, Adaiele criou obras que serviram como um manifesto de preservação e resistência, contrapondo o esquecimento dos adultos à sensibilidade das futuras gerações. Mais do que uma exibição artística, a iniciativa consolidou-se como um convite à reflexão social sobre a urgência de proteger um dos ecossistemas mais ricos do país.

A exposição "Pantanal Mato-grossense", um Projeto Especial idealizado pela artista plástica Adaiele Almeida, resgatou a pureza e a fragilidade do principal bioma da região
Exposição "Pantanal Mato-grossense". EMEI Professora Dulsângela de Almeida - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista


 2026

· Exposição Individual “Pantanal em Mim”

A arte que pulsa e abraça o público: a sinergia na mostra “Pantanal em Mim”

Muito além de uma galeria contemplativa, a exposição individual “Pantanal em Mim”, da artista plástica cacerense Adaiele Almeida, consolidou-se como um vibrante ponto de encontro, diálogo e transformação cultural em Mato Grosso. Sob a curadoria de Dayana Trindade, a mostra — que estreou em Cáceres e seguiu em temporada de absoluto sucesso no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em Cuiabá — quebrou a barreira do distanciamento tradicional entre obra e espectador. O grande trunfo do projeto foi transformar a sensibilidade das telas em uma experiência viva e interativa, conectando profundamente a artista, a comunidade e o bioma pantaneiro.

A veia educadora de Adaiele ditou o ritmo da mostra, desenhada para criar memórias afetivas reais. Por meio de uma imersão que uniu o analógico e o digital, o público deixou de ser apenas testemunha para se tornar parte da narrativa. Enquanto os adultos se conectavam com a ancestralidade e a urgência ambiental das telas em óleo e acrílica, as crianças eram convidadas a "tocar" o Pantanal. Oficinas gratuitas de modelagem em argila e a criação de móbiles com elementos coletados na própria natureza, como cipós e folhas secas, permitiram ao público infantil traduzir em texturas e relevos as mensagens de preservação ecológica pintadas pela artista.

Essa troca genuína expandiu as fronteiras do museu e abraçou a comunidade em múltiplas dimensões. A tecnologia em 3D, realizada em parceria com o Senac, ofereceu uma imersão virtual pelas paisagens pantaneiras, enquanto práticas de yôga e feiras de artesanato local integraram bem-estar social e economia criativa ao espaço artístico. Essa intensa resposta do público e o forte impacto pedagógico transformaram o cronograma da capital: diante do fluxo constante de visitantes e turmas escolares, a mostra teve sua permanência prorrogada até o dia 31 de outubro de 2026. Mais do que registrar o sucesso de público, a extensão coroa uma exposição onde a arte cumpriu seu papel mais nobre: o de aproximar pessoas, despertar pertencimento e eternizar a identidade mato-grossense através do afeto mútuo.

Exposição Pantanal em Mim da artista Plástica Matogrossense, Adaiele Almeida
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Adaiele Almeida
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição pantanal em mim
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Descrição invisível para o Google
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
ADAIELE ALMEIDA: EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM
Exposição Pantanal em mim.
EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL PATANAL EM MIM

 

Portfólio de Adaiele De Almeida

Artista Plástica

Contato: adaielealmeida5542@gmail.com | WhatsApp: 65 999307346 |  Instagram | Facebook | TikTok | Site Comercial

 

Sobre a Artista

Adaiele de Almeida é uma artista plástica e educadora mato-grossense natural de Cáceres (MT). Filha de ribeirinhos, sua produção visual nasce e floresce no coração do Pantanal, tendo o Rio Paraguai como sua principal matriz afetiva e estética. Autodidata, Adaiele utiliza a arte contemporânea, a pintura e o uso criativo de materiais reciclados para traduzir não apenas as belezas e cores da fauna e da flora locais, mas também para pautar debates fundamentais sobre a preservação ambiental, a identidade cultural das comunidades tradicionais e as aflições climáticas de seu tempo.

Por meio de suas pinceladas e texturas, transforma memórias de infância em narrativas de forte impacto social e inclusivo. Sua atuação estende-se a projetos de extensão universitária e ações focadas no despertar da consciência ecológica em crianças de origem ribeirinha, reafirmando seu compromisso de que a arte deve gerar impacto dentro e fora das telas.

Tela da artista plastica mato-grossense Adaiele Almeida
Adaiele Almeida apresenta a tela "Doce Esperança". Dimensão: 80x90 cm. Técnica: mista - Fotografia: Acervo Pessoal da Artista


🎨 Exposições Individuais

2026

  • Exposição Individual “Pantanal em Mim”
    • Período: 08 de agosto a 31 de outubro de 2026
    • Local: Museu do Morro da Caixa D'Água Velha — Cuiabá / MT
    • Descrição: Primeira exposição individual da artista, estabelecendo uma conexão íntima com o Rio Paraguai e a identidade cultural mato-grossense. A programação contou com oficinas sensoriais e artísticas direcionadas ao público infantil.

🖼️ Exposições Coletivas

2025 – 2026

  • 6ª Edição da Exposição Coletiva “Quando a Arte Grita”
    • Período: 24 de novembro de 2025 a 31 de janeiro de 2026
    • Local: Centro Cultural Casa Cuiabana e Cine Teatro Cuiabá — Cuiabá / MT
    • Descrição: Mostra com a participação de 26 artistas mato-grossenses. Utilizou a arte contemporânea como ferramenta de reflexão social, denúncia contra desigualdades, combate à violência e preservação ambiental.

2025

  • Exposição Coletiva “Biomas de Mato Grosso”
    • Período: Outubro de 2025
    • Local: Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) — Cuiabá / MT
    • Descrição: Obras focadas no diálogo sobre o desenvolvimento sustentável e na valorização dos biomas locais (Amazônia, Cerrado e Pantanal).

  • Exposição “Pantanal Mato-grossense”
    • Período: Maio de 2025
    • Local: EMEI Professora Dulsângela de Almeida — Cáceres / MT
    • Descrição: Projeto voltado a despertar a consciência ambiental e valorizar a cultura pantaneira por meio da arte, focado especialmente em crianças de origem ribeirinha.

 

2024 – 2025

  • Exposição Coletiva “Bem-Aventurados – Arte Cristã”
    • Período: Novembro de 2024 a Fevereiro de 2025
    • Local: Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MAS-MT) — Cuiabá / MT
    • Descrição: Recriação inovadora da narrativa bíblica (da Anunciação à Ressurreição) abordando os 33 anos da história de Jesus Cristo. Proposta pautada na arte contemporânea com o uso de materiais reciclados.

2024

  • Exposição “Cotidiano Ribeirinho: Representações de Identidades”
    • Período: Outubro e Novembro de 2024
    • Local: Exibição em duas fases — Shopping Estação Cuiabá e Cine Teatro Cuiabá — Cuiabá / MT
    • Descrição: Debate sobre a diversidade sociocultural, belezas e desafios das comunidades tradicionais, ressaltando a relevância da fauna e flora dos biomas locais.

  • Primeira Edição da Exposição “Saberes em Arte”
    • Período: Junho de 2024
    • Local: Espaços públicos e institucionais, incluindo a Praça Duque de Caxias e o campus universitário — Cáceres / MT
    • Descrição: Vinculada aos projetos de extensão da UNEMAT (Universidade do Estado de Mato Grosso), como o "Transforma-ações: Integrando Saberes para ações sustentáveis", realizado em parceria com a comunidade e a ARTEMAT (Associação dos Artistas Plásticos do Estado de Mato Grosso).

  • Exposição Coletiva “Raízes Vivas - Arte e Cultura dos Povos Indígenas”
    • Período: Maio de 2024
    • Local: Várzea Grande Shopping — Várzea Grande / MT
    • Descrição: Homenagem ao Dia dos Povos Indígenas Originários, celebrando a ancestralidade e as manifestações culturais nativas.

  • Exposição “Jejé de Oyá”
    • Período: Abril de 2024
    • Local: A Casa do Parque (com programações associadas no Espaço Bemtivi Cultural) — Cuiabá / MT
    • Descrição: Mostra inclusiva com experiência tátil e audiodescritiva, reunindo telas, esculturas, colagens, poesias e fantasias carnavalescas. Integrou a abertura oficial do Prêmio Jejé de Oyá 2024, focado no protagonismo negro da capital.

2023

  • 4ª Exposição Coletiva “Traços da Terra”
    • Período: Agosto e Setembro de 2023
    • Local: Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) / Cine Teatro Cuiabá — Cuiabá / MT
    • Descrição: Reflexão visual sobre as marcas da passagem humana e a relação do homem com o meio ambiente.

🏛️ Conferências, Festivais e Outras Participações

  • Conferência: COP Pantanal – Saberes e Ações pelo Clima (2025)
    • Período: 10 a 12 de novembro de 2025
    • Local: Auditório Maria Sophia Leite (SEMATUR) — Cáceres / MT
    • Contribuição: Participação ativa nos debates climáticos que resultaram na Carta do Pantanal, documento com demandas regionais para o diálogo climático global.

  • FIPE (Festival Internacional de Pesca Esportiva) (2026)
    • Período: Julho
    • Local: Cidade de Cáceres / MT
    • Contribuição: Estendeu a “Exposição Pantanal em Mim” durante o Festival. O evento aconteceu no espaço onde fica a ARTEMAT, sede onde havia sido realizada a primeira fase da exposição.

  • FIPE (Festival Internacional de Pesca Esportiva) (2025)
    • Período: Agosto
    • Local: Cidade de Cáceres / MT
    • Contribuição: Atuação/Exposição artística no Festival Internacional de Pesca Esportiva.

  • FIPE (Festival Internacional de Pesca Esportiva) (2024)
    • Período: Julho
    • Local: Cidade de Cáceres / MT
    • Contribuição: Atuação/Exposição artística no Festival Internacional de Pesca Esportiva.

  • FIPE (Festival Internacional de Pesca Esportiva) (2023)
    • Período: Julho
    • Local: Cidade de Cáceres / MT
    • Contribuição: Atuação/Exposição artística no Festival Internacional de Pesca Esportiva.

  


O Pantanal em telas: Fragmentos da poesia visual de Adaiele Almeida, em painel.

Tela da artista plástica mato-grossense Adaiele Almeida
"Pantanal em mim"
Tela da artista plástica mato-grossense Adaiele Almeida
"O Entardecer no Pantanal"
Tela da artista plástica mato-grossense Adaiele Almeida
"Flor do entardecer"
Tela da artista plástica mato-grossense Adaiele Almeida
"Enquanto houver céu azul"
Tela da artista plástica mato-grossense Adaiele Almeida
Raízes
Tela da artista plástica mato-grossense Adaiele Almeida
Onça-pintada
Tela da artista plástica mato-grossense Adaiele Almeida
"Arara-vermelha"
Tela da artista plástica mato-grossense Adaiele Almeida
"O salto da sobrevivência"



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Revista Biografia.

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