TRINTA E CINCO FRASES ATRIBUÍDAS AO SIGMUND FREUD [Raul Arruda Filho]

TRINTA E CINCO FRASES ATRIBUÍDAS AO SIGMUND FREUD


– Contra os ataques é possível nos defendermos: contra o elogio não se pode fazer nada. 

– Nenhum ser humano é capaz de esconder um segredo. Se a boca se cala, falam as pontas dos dedos.

– De erro em erro, vai-se descobrindo toda a verdade. 

– Todo tratamento psicanalítico é uma tentativa para libertar o amor recalcado.

– O instinto de amar um objeto demanda a destreza em obtê-lo, e se uma pessoa pensar que não consegue controlar o objeto e se sentir ameaçado por ele, ela age contra ele. 

– Existo onde não penso.

– O sonho é a satisfação de que o desejo se realize. 

– O falso é às vezes a verdade de cabeça para baixo.

– O intelecto nunca descansa até conseguir audiência. 

– Não me cabe conceber nenhuma necessidade tão importante durante a infância de uma pessoa que a necessidade de sentir-se protegido por um pai.

– O sonho é a estrada real que conduz ao inconsciente. 

– Seriamos melhores, se não fossemos tão bons.

– Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada! 

– Nós nunca somos tão desamparadamente infelizes como quando perdemos um amor.

– A renúncia progressiva dos instintos parece ser um dos fundamentos do desenvolvimento da civilização humana. 

– O homem enérgico e que é bem sucedido é o que consegue transformar em realidades as fantasias do desejo.

– Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa. 

– A religião é comparável a uma neurose da infância.

– A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz. 

– A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos.

– O pensamento é o ensaio da ação. 

– Se quiseres poder suportar a vida, fica pronto para aceitar a morte.

– O estado proíbe ao indivíduo a prática de atos infratores, não porque deseje aboli-los, mas sim porque quer monopolizá-los. 

– A nossa civilização é em grande parte responsável pelas nossas desgraças. Seríamos muito mais felizes se a abandonássemos e retornássemos às condições primitivas.

– A ciência não é uma ilusão, mas seria uma ilusão acreditar que poderemos encontrar noutro lugar o que ela não nos pode dar. 

– É escusado sonhar que se bebe; quando a sede aperta, é preciso acordar para beber.


– A sede de conhecimento parece ser inseparável da curiosidade sexual. 

– Eduque-o como quiser; de qualquer maneira será educado mal.

– Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais tem que servir contra as guerras. 

– Os judeus admiram mais o espírito do que o corpo. A escolher entre os dois, eu também colocaria em primeiro lugar a inteligência.

– A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois liberdade envolve responsabilidade, e a maioria das pessoas tem medo de responsabilidade. 

– Um dia, quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste.

– Não permito que nenhuma reflexão filosófica me tire a alegria das coisas simples da vida. 

– Somos feitos de carne, mas temos que viver como se fôssemos de ferro.

– Em última análise, precisamos amar para não adoecer. 

O mundo psicanalítico em 1922. Em pé (da esquerda para a direita): Otto Rank, Karl Abraham, Max Eitingon, Ernest Jones. Sentados: Sigmund Freud, Sándor Ferenczi e Hans Sachs.


Raul J.M. Arruda Filho, Doutor em Teoria da Literatura (UFSC, 2008), publicou três livros de poesia (“Um Abraço pra quem Fica”, “Cigarro Apagado no Fundo da Taça” e “Referências”). Leitor de tempo integral, escritor ocasional, segue a proposta por um dos personagens do John Steinbeck: “Devoro histórias como se fossem uvas”. 






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