Iberê Camargo [Pintor, Gravurista e Professor Brasileiro]


Iberê Camargo - Artista de rigor e sensibilidade únicos, é um dos grandes nomes da arte brasileira do século 20. Autor de uma obra extensa, que inclui pinturas, desenhos, guaches e gravuras, nasceu em Restinga Seca, interior do Rio Grande do Sul, Brasil, em 1914. 

Em 1927, iniciou seu aprendizado em pintura na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria. Em 1936, mudou- se para Porto Alegre, onde conheceu Maria Coussirat Camargo. E foi com tela e tintas dela, então estudante do Instituto de Belas Artes, que Iberê pintou seu primeiro quadro, às margens do Riacho, na Cidade Baixa – assim começou o namoro do casal e assim “começou o pintor”. Em 1939, Iberê e Maria se casaram. Em 1942, ano de sua primeira exposição, o artista e sua esposa mudaram-se para o Rio de Janeiro, onde viveram por 40 anos.
 
Admirador e amigo de artistas brasileiros como Goeldi e Guignard, em 1948 viajou para a Europa (através de um Prêmio de Viagem ao Estrangeiro, conquistado com sua obra Lapa, de 1947) em busca de aprimoramento técnico. Durante sua estada, visitou museus, realizou cópias dos grandes mestres da pintura e estudou gravura e pintura com Giorgio De Chirico, Carlo Alberto Petrucci, Leoni Augusto Rosa, Antonio Achille e André Lhote.

De volta ao Brasil, em 1950, Iberê conquistou inúmeros prêmios e participou de diversas exposições internacionais, tais como Bienal de São Paulo, Bienal de Arte Hispano-Americana em Madri, Bienal de Veneza, Bienal de Gravuras em Tóquio, entre outras exposições importantes. Foi no final dos anos 1950 que, devido a uma hérnia de disco que o obrigou a pintar no interior de seu ateliê, o artista desenvolveu um dos temas mais recorrentes em sua pintura: os Carretéis. São estes brinquedos de sua infância que o levaram, mais tarde, à abstração, e que estiveram presentes em sua obra até a fase final.


Na década de 1980, retomou a figuração. Mas, ao longo de toda sua produção, nunca se filiou a correntes ou movimentos. Em 1982, retornou a Porto Alegre, onde produziu duas de suas séries mais conhecidas: as Idiotas e os Ciclistas.

Iberê Camargo faleceu em agosto de 1994, aos 79 anos, deixando um grande acervo de mais de 7 mil obras, entre desenhos, gravuras e pinturas. Grande parte desta produção foi deixada a Maria, sua esposa e companheira inseparável, cuja coleção compõe hoje o acervo da Fundação Iberê Camargo.



Formação

1927 – Santa Maria RS – Estuda no Internato de Santa Maria, Escola Cacequi, e inicia estudos de pintura na Escola de Artes e Ofícios
1928 – Santa Maria RS – É aluno de pintura de Frederico Lobe e Salvador Parlagreco (1871 – 1953), na Escola de Artes e Ofícios
1936/1939 – Porto Alegre RS – Curso técnico de arquitetura do Instituto de Belas Artes de Porto Alegreca.1936/ca.1939 – Porto Alegre RS – Estuda pintura com Fahrion (1898 – 1970)
1942 – Rio de Janeiro RJ – Com bolsa do governo do Estado do Rio Grande do Sul, começa a cursar a Enba, porém abandona o curso por não tolerar o academismo vigente
1942 – Rio de Janeiro RJ – Estuda gravura em metal com Guignard (1896 – 1962) e Hans Steiner
1943 – Rio de Janeiro RJ – Funda, com outros artistas, o Grupo Guignard
1947 – Rio de Janeiro RJ – Recebe prêmio de viagem ao estrangeiro
1948/1949 – Roma (Itália) – Estuda com Giorgio de Chirico (1888 – 1978), Carlos Alberto Petrucci, Antônio Achille e Leone Augusto Rosa
1949/1950 – Paris (França) – Estuda com André Lhote (1885 – 1962) 


Iberê Camargo – Natureza-Morta – 128 x 209 cm

Curiosidades 

De Iberê…

- As figuras que povoam minhas telas envolvem-se na tristeza dos crepúsculos dos dias de minha infância, guri criado na solidão da campanha do Rio Grande do Sul.

- Não há um ideal de beleza, mas o ideal de uma verdade pungente e sofrida que é a minha vida, é tua vida, é nossa vida, nesse caminhar no mundo.

- Sou impiedoso e crítico com minha obra. Não há espaço para alegria.’

- Acho que toda grande obra tem raízes no sofrimento. A minha nasce da dor.

- A vida dói… Para mim, o tempo de fazer perguntas passou.

- O auto-retrato do pintor é pergunta que ele se faz a si mesmo, e a resposta também é interrogação.

- A verdade da obra de arte é a expressão que ela nos transmite. Nada mais do que isso!

Minha contestação é feita de renúncia, de não-participação, de não-conivência, de não-alinhamento com o que não considero ético e justo. Sou como aqueles que, desarmados, deitam-se no meio da rua para impedir a passagem dos carros da morte. Esta forma de resistência, se praticada por todos, se constituiria em uma força irresistível. O drama trago-o na alma. A minha pintura, sombria, dramática, suja, corresponde à verdade mais íntima que habita no íntimo de uma burguesia que cobre a miséria do dia-a-dia com o colorido das orgias e da alienação do povo. 

Não faço mortalha colorida. Por que sou assim?

Porque todo homem tem um dever social, um compromisso com o próximo.

Frases e pensamentos de Iberê Camargo 

“Arte, para mim, foi sempre uma obsessão. Nunca toquei a vida com a ponta dos dedos. Tudo o que fiz, fiz sempre com paixão.”

“As figuras que povoam minhas telas envolvem-se na tristeza dos crepúsculos dos dias da minha infância.”

“Só a imaginação pode ir mais longe no mundo do conhecimento. Os poetas e os artistas intuem a verdade. Não pinto o que vejo, mas o que sinto.”

“A realidade é um enigma que o tempo não banaliza, e o homem não decifra. Ela é a esfinge que nos devora.”

“No fundo, um quadro para mim é um gesto, é o último gesto.”

“O drama, trago-o na alma. A minha pintura, sombria, dramática, suja, corresponde à verdade mais profunda que habita no íntimo de uma burguesia que cobre a miséria do dia-a-dia com o colorido das orgias e da alienação do povo. Não faço mortalha colorida.”

“É preciso que o fruto que está dentro do artista amadureça no vagar do
tempo. Aquele que tem pressa em vendê-lo, fará frutos de cera ou irá
apanhá-los no pomar do vizinho.”

“Debruço-me sobre este misterioso poço, insondável, que existe em cada
homem.”

“O pintor é o mágico que imobiliza o tempo.”


Iberê Camargo – Paisagem – 54 x 64 cm

 Livros de Iberê Camargo

Livro – Gaveta dos guardados

Autor: Iberê Camargo

Editora: Edusp

O texto que deu origem a este volume é parte do trabalho de mestrado da autora no Departamento de Psicologia Social da Universidade de São Paulo. Cláudia Valladão reconstitui historicamente a obra de Segall valendo-se de abordagem instigante e inusual que relaciona psicologia e arte. Examinando minuciosamente a fortuna crítica do pintor e comparando-a aos seus escritos, o texto promove a interação da auto-imagem de Segall com sua imagem construída pela crítica, a partir das concepções da “estética da recepção”. 

Livro – Gaveta dos Guardados

Autor: Iberê Camargo/ Augusto Massi

Editora: Cosac Naify

Livro de memórias que reúne breves textos de Iberê Camargo (1914-93), um dos mais importantes pintores brasileiros do século XX. Esses exercícios de memória da infância e de sua formação como artista extravasam o caráter de autobiografia e, extremamente lapidados, apresentam uma literatura doce e dolorida a um só tempo. Iberê recorda a infância distante do epicentro da arte que frequentaria anos mais tarde; o erotismo inocente e incisivo do adolescente; a autonomia e o mistério do universo da pintura. Um precioso esboço biográfico, que, mais do que ajudar a compreender o artista, desdobra o homem, ser envolto em silêncio e tragédia. Com organização e apresentação de Augusto Massi, a edição inclui 37 imagens, que retratam o artista e momentos de sua vida. 

Livro – Correspondência 
Autor: Iberê Camargo/ Mário Carneiro

Edição Casa da Palavra/Centro de Arte Hélio Oiticica/Rio Arte, 1999

Este livro traz a correspondência entre Iberê Camargo e Mario Carneiro.
As cartas foram escritas entre 1953 a 1969 e muitas vezes Mario Carneiro encontrava-se na Europa, por onde essas cartas viajavam.
Troca de cartas sobre as técnicas e possibilidades da gravura.


Livro – Iberê Camargo: Catálogo Raisonné (Vol. 1, Gravuras)
Iberê Camargo - Vórtice I - 100 x 141 cm
Autor: Mônica Zielinsky
Editora: Cosac Naify
No Brasil, a obra da maior parte dos artistas importantes ainda não foi devidamente organizada e catalogada. Nessa área pouca coisa está sistematizada: os documentos não estão compilados e avaliados e, muitas vezes, a datação e a atribuição dos trabalhos é controversa. Nesse sentido, o Catálogo raisonné de Iberê Camargo é fonte indispensável para quem se interessa pelo artista e pela história da arte brasileira. Os catálogosraisonnés são um tipo peculiar de livro. Diferente da monografia, não se trata de uma interpretação crítica da obra, com tom de ensaio. O interesse é descritivo e documental. A partir de uma lista exaustiva de imagens comentadas com base em critérios estritos, a publicação oferece uma visão completa da obra do artista, ou de um aspecto dessa obra, com muitas ilustrações e informações detalhadas, incluindo também um texto onde a trajetória do artista é sintetizada e interpretada. A publicação é consequência do trabalho desenvolvido por uma equipe de pesquisadores coordenada por Mônica Zielinsky. O grupo levantou o acervo de trabalhos e documentos, classificou, catalogou e organizou a coleção. Nos catálogos de Iberê Camargo, as obras foram separadas pelo meio de expressão e cada volume tratará de uma linguagem diferente. Este primeiro volume trata da produção gráfica do artista. O itinerário vai de suas primeiras experiências com a gravura no Rio de Janeiro dos anos 1940 até os seus trabalhos finais, de 1994. Nessa narrativa, a autora acompanha sua evolução técnica e estilística e nos conta suas opiniões sobre a gravura.

Livro – No Andar do tempo 
Autor: Iberê Camargo
Editora: L&PM
Um livro publicado pela L&PM Editores. No andar do tempo ­– 9 contos e um esboço autobiográfico era o nome da obra que, em pouco mais de 100 páginas, trazia além do que o título prometia, mais dez ilustrações do pintor gaúcho de renome internacional.
Os cinco primeiros textos de No andar do tempo, escritos na década de 80, eram marcados pela ironia e segundo escreveu o jornalista Antonio Hohfeldt na orelha do livro “Atingem certa dimensão metafísica por trás da brincadeira aparente”. “Ao fazer a barba pela manhã, vejo pelo espelho um mosquito pousado na parede do banheiro, às minhas costas. É apenas um traço vertical, minúsculo risco a creiom, na alvura vítrea do azulejo. Vou aniquilá-lo, penso comigo, com um golpe de toalha. Concedo-te a vida somente o tempo que necessito para fazer a barba. Devo usar a lâmina com cuidado, devagar, para não cortar o lábio superior já chupado pela idade. Torno a fitar o mosquito. Ele continua imóvel na imagem do espelho, à espera, sem o saber, de sua morte, como todos os viventes.” escreveu Iberê Camargo em “O mosquito”, conto que abre o livro.
Há outros quatro contos escritos por Iberê Camargo na década de 1950. Mais densos e dramáticos do que os primeiros, eles às vezes trazem os mesmo elementos de suas pinturas, como mostra um trecho de “O relógio”: “Sobre a enxada enrola-se estranha serpente: um suspensório. Ele o desenlaça e com a arte o estende por terra, desenhando um ipsilone. Encontra também um soldadinho de chumbo com a perna quebrada, uma cornetinha e carretéis…”

Já em “Um esboço autobiográfico”, que fecha o livro, Iberê Camargo conta desde seu nascimento: “Nasci em 18 de novembro de 1914, no Rio Grande do Sul, em Restinga Seca, onde meu pai era o agente da Estação da Viação Férrea” até sua visão de mundo: “Vejo o mundo ameaçado pela insanidade. Em 1984, em Porto Alegre, pintei um cartaz de rua que dilacerou na chuva e no vento, e escrevi um texto em solidariedade àqueles que se opõem ao holocausto nuclear. É preciso criar no Brasil uma consciência ecológica. Talvez um partido. Tenho sempre presente que a renovação é uma condição da vida. Nunca me satisfaz o que faço. Vejo nisso um estímulo permanente à criação. Ainda sou um homem à caminho.”
Este era Iberê Camargo. Eternizado em palavras e pinturas.

Livros sobre Iberê Camargo

Livro: Tríptico para Iberê 
Autor: Daniela Vicentini, Laura Castilhos, Paulo Ribeiro
Coedição: Fundação Iberê Camargo
Com três ensaios sobre a obra pictórica e literária de Iberê Camargo, este livro revela um retrato do artista feito em três tempos: como um tríptico, possuem identidade singular, podendo ser lidos tanto individualmente quanto em conjunto. Em “Iberê Camargo: o vermelho e o azul”, Daniela Vicentini discute a produção pictórica de Iberê Camargo. Já “Los carretes en la obra de Iberê Camargo”, de Laura Castilhos, se detém nos carretéis, elemento que marcou boa parte da produção do artista. Completando o volume, no ensaio “Que forças derrubaram o ciclista? Iberê Camargo, escritor”, Paulo Ribeiro demonstra como a literatura do artista é produzida sob a influência de sua criação plástica.
A publicação tem o duplo objetivo de incentivar a criação de novos ensaios e pesquisas sobre Iberê Camargo e sua obra, bem como estimular a produção crítica acerca da arte brasileira.



Livro: Iberê Camargo – Origem e Destino 
Iberê Camargo - Andamento I - 130 x 184 cm 
Autor: Vera Beatriz Siqueira 
Coedição: Fundação Iberê Camargo
Este livro traz um painel extremamente cuidadoso e enriquecedor, tanto para os que conhecem e acompanham a obra de Iberê Camargo (1914-93), quanto para aqueles que procuram uma introdução ao universo do artista. A professora Vera Beatriz Siqueira (1962-) do Instituto de Artes da UERJ, refaz a trajetória do pintor desde seus primeiros desenhos no interior do Rio Grande do Sul, passando pelos estudos no Rio de Janeiro e Europa, no ateliê de André Lhote.

Os quatro capítulos marcam suas diferentes fases da pintura e desenho, ressaltando sua relação com os objetos (principalmente os carretéis e garrafas) e a busca pelo gesto criador. Ilustrados com 51 imagens, cada capítulo traz ao final um comentário analítico de críticos como Rodrigo Naves e Ronaldo Brito, que jogam luz sobre algumas das principais telas do artista.
Influenciado por Guignard, Iberê Camargo é um dos mais importantes artistas brasileiros do século xx. Foi premiado como o melhor pintor nacional na VI Bienal de São Paulo (1961). Era também desenhista e gravador. 

Livro – Experiência Crítica 
Autor: Ronaldo Brito; Sueli de Lima
Editora: Cosac & Naify
Este livro reúne ensaios publicados entre 1972 e 2002. Na primeira parte estão reunidos os textos que abordam o ambiente cultural brasileiro num sentido amplo. Os artigos incluem os primeiros escritos do autor, para o semanário Opinião, depois para O Globo e para o Folhetim. São crônicas sobre o cenário cultural brasileiro que questionam os salões de arte, comentam os livros lançados no período e ironizam a política pública voltada para a cultura. Os temas passam também pelo surrealismo, por Manet e Miró, assim como textos escritos por ocasião da morte de artistas como Picasso. Na segunda parte, o livro aborda um panorama do cenário artístico do qual o autor é parte constitutiva. Aí estão 45 textos sobre 40 diferentes artistas cujas trajetórias tiveram seu ponto de partida nos anos 50 e 60, como Amilcar de Castro, Eduardo Sued, Iberê Camargo e Sergio Camargo. A partir dos anos 60, na passagem para os 70, ele escreve sobre Tunga, Iole de Freitas, Waltercio Caldas, José Resende, Antonio Dias e Cildo Meireles. E ainda estão incluídos textos sobre artistas mais recentes, das décadas de 80 e 90, como Elizabeth Jobim, Fábio Miguez, Fernanda Junqueira, Gabriela Machado. 

Livro – Iberê Camargo – Desassossego do Mundo 
Autor: Paulo Venâncio Filho
Edição Silvia Roesler/Instituto Cultural The Axis/Pactual, 2001

Esta edição, segundo os autores, foi realizada com o apoio e colaboração da Fundação Iberê Camargo instituída em outubro de 1995 com o objetivo de preservar e divulgar a obra do artista. Seu acervo inicial, doado por Maria Coussirat Camargo, compreende diversas fases da produção de Ibere Camargo, e uma vasta documentação que registra sua trajetória; Livro ilustrado. 201 p; 

Livro – Mestre Mordeno 
Autor:Ronaldo Brito
Edição Centro Cultural Banco do Brasil, 1994 (Catálogo)

Este seria, sob alguns aspectos, um primeiro ensaio de retrospectiva da obra de pintura de Iberê Camargo. Catálogo de exposição realizada no Centro Cultural Banco do Brasil RJ jul/out 1994 e na Galeria Iberê Camargo Porto Alegre nov/dez 1994, ilustrado 83 p.



Livro – Conversações com Iberê Camargo 
Autor: Lissette Lagnado
Editora: Iluminuras, 1994

Este livro é leitura obrigatória para o público que desconhece a obra do artista aclamado como o maior pintor brasileiro da atualidade e para os estudiosos das artes plásticas contemporâneas.




Exposições Individuais

1942 
Porto Alegre RS – Individual, no Palácio do Governo 
1944 
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria de Arte Casa das Molduras 
1946 
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Ministério da Educação e Saúde 
1947 
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria de Arte Casa das Molduras 
1951 
Resende RJ – Individual, no MAM/Resende 
1952 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Biblioteca Nacional 
1954 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Ibeu Copacabana 
1955 
Porto Alegre RS – Individual, no Clube de Gravura 
1958 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria GEA 
1959 
Washington (Estados Unidos) – Individual, na Pan American Union Gallery 
1960 
Montevidéu (Uruguai) – Individual, no Centro de Artes e Letras
Porto Alegre RS – Individual, no Margs 
1962 
Rio de Janeiro RJ – Exposição dos Painéis Realizados para Cia. de Navegação Costeira, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Iberê Camargo: retrospectiva, no MAM/RJ 
1963 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie 
1964 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino 
1965 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino 
1966 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino 
1969 
Porto Alegre – Individual, no Instituto de Idiomas Yazigi
Santa Maria RS – Individual, na Biblioteca Municipal 
1970 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Gabinete de Arte de Botafogo
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Barcinsky 
1972 
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Atelier do Artista 
1973 
Londres (Inglaterra) – Individual, na O’Hana Gallery
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Ianeli
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Maison de France 
1974 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Aliança Francesa 
1975 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Luiz Buarque de Holanda e Paulo Bittencourt 
1976 
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino 
1977 
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Oficina de Arte 
1977 
Santa Maria RS – Individual, na Galeria Iberê Camargo 
1978 
São Paulo SP – Individual, na Cristina Faria de Paula Galeria de Arte 
1979 
Paris (França) – Individual, na Galerie Debret
Porto Alegre RS – Individual, no Margs
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria de Arte Ipanema 
1980 
Curitiba PR – Iberê Camargo: retrospectiva de desenhos, na Biblioteca Museu Guido Viaro
Porto Alegre RS – Iberê Camargo: retrospectiva de desenhos, no Margs
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria do Centro Comercial 
1981 
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria do Centro Comercial
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Acervo Galeria de Arte 
1982 
Porto Alegre RS – Individual, no Margs
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Cláudio Gil Studio de Arte 
1983 
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Tina Presser 
1984 
Fortaleza CE – Iberê Camargo: desenhos, pinturas e gravuras, na Galeria Multiarte
Porto Alegre RS – Iberê Camargo, Aquele Abraço!, no Centro Municipal de Cultura – exposição iconográfica comemorativa ao seu 70º aniversário
Porto Alegre RS – Iberê Camargo: retrospectiva, no Margs
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Tina Presser
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Thomas Cohn Arte Contemporânea
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Cláudio Gil Studio de Arte
Santa Maria RS – Individual, na UFSM. Centro de Artes e Letras – comemorativa ao seu 70º aniversário
São Paulo SP – Individual, na Galeria Luisa Strina 
1985 
Porto Alegre RS – Iberê Camargo: trajetórias e encontros, no Margs 
1986 
Curitiba PR – Individual, na Galeria Max Stolz
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Tina Presser
Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ
São Paulo SP – Individual, no Masp
Vitória ES – Individual, na Galeria Usina 
1987 
Brasília DF – Individual, no Espaço Capital Arte Contemporânea
Campo Grande MS – Individual, na Galeria Art-Con
Caxias do Sul RS – Individual, na Galeria Soluzzione
Florianópolis SC – Individual, na Galeria Espaço de Arte
Montevidéu (Uruguai) – Individual, no Centro de Exposições do Departamento Cultural
Pelotas RS – Individual, na Galeria Van Gogh
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Tina Presser
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Paulo Klabin
Santa Maria RS – Individual, na Galeria Matiz
São Paulo SP – Individual, na Galeria Luisa Strina
São Paulo SP – Individual, na Galeria Montesanti Roesler
São Paulo SP – Individual, na Galeria Paulo Klabin
Uberaba MG – Individual, na M. D. Galeria de Arte 
1988 
Aracaju SE – Individual, na Galeria Alvaro Santos
Pelotas RS – Individual, na Galeria Van Gogh
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Tina Zappoli
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Montesanti
São Paulo SP – Individual, na Documenta Galeria de Arte 
1989 
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Tina Zappoli
Porto Alegre RS – Individual, no Margs
Santana do Livramento RS – Individual, na Galeria Ponto D’Arte 
1990 
Pelotas RS – Individual, na Galeria Van Gogh
Porto Alegre RS – A Gravura de Iberê Camargo: uma retrospectiva, no Espaço Cultural BFB
Porto Alegre RS – Individual, na Casa de Cultura Mario Quintana
Rio de Janeiro RJ – A Gravura de Iberê Camargo: uma retrospectiva, no MNBA
Rio de Janeiro RJ – Individual, na EAV/Parque Lage
Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ
São Paulo SP – A Gravura de Iberê Camargo: uma retrospectiva, no MAM/SP
São Paulo SP – Iberê Camargo: ciclistas no Parque da Redenção, na Galeria Montesanti Roesler 
1991 
Passo Fundo RS – Individual, no Espaço de Arte
Porto Alegre RS – Individual, no Instituto Goethe
Rio de Janeiro RJ – Individual, na EAV/Parque Lage
São Paulo SP – A Gravura de Iberê Camargo: uma retrospectiva, no MAM/SP
São Paulo SP – Individual, na Galeria Montesanti Roesler
São Paulo SP – Individual, no Masp 
1992 
Fortaleza CE – Individual, na Galeria Multiarte
Porto Alegre RS – Individual, no Centro Municipal de Cultura 
1993 
Florianópolis SC – Iberê Camargo: pinturas, no Masc
Porto Alegre RS – Iberê Camargo: retratos de amigos, no Hotel Center Park.
Porto Alegre RS – Individual, na Usina do Gasômetro
Ribeirão Preto SP – Retrospectiva de Gravuras de Iberê Camargo, no Museu de
Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi
Salvador BA – Individual, no Escritório de Arte da Bahia
São Paulo SP – Individual, Galeria Camargo Vilaça 
1994 
Porto Alegre RS – Homenagem a Iberê Camargo, no Margs
Porto Alegre RS – Individual, no Espaço Cultural Fiat
Rio de Janeiro RJ – Iberê Camargo Mestre Moderno, no CCBB
São Paulo SP – Individual, no CCSP. Divisão de Artes Plásticas


Exposições Coletivas

1943 
Rio de Janeiro RJ – Grupo Guignard, no Diretório Acadêmico da Enba (desmontada à força por um grupo de alunos da Enba, é reinaugurada na ABI) 
1944 
Belo Horizonte MG – Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana
Londres (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts
Norwich (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum
Rio de Janeiro RJ – 50º Salão Nacional de Belas Artes – Divisão Moderna, no MNBA 
1945 
Baht (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Victory Art Gallery
Bristol (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery
Buenos Aires (Argentina) – 20 Artistas Brasileños, nas Salas Nacionales de Exposición
Edimburgo (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery
Glasgow (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery
La Plata (Argentina) – 20 Artistas Brasileños, no Museo Provincial de Bellas Artes
Manchester (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery
Montevidéu (Uruguai) – 20 Artistas Brasileños, na Comisión Municipal de Cultura
Rio de Janeiro RJ – 51º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1946 
Rio de Janeiro RJ – 52º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA 
1947 
Montevidéu (Uruguai) – Pintura Contemporânea Brasileira
Rio de Janeiro RJ – 53º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA – prêmio de viagem ao exterior 
1948 
Johanesburgo (África do Sul) – Pintura Contemporânea Brasileira 
1951 
Madri (Espanha) – Bienal de Madri
São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon 
1952 
Rio de Janeiro RJ – Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ 
1953 
Porto Alegre RS – 4º Salão do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro RJ – 2º Salão Nacional de Arte Moderna, no MNBA 
1954 
Rio de Janeiro RJ – Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura 
1955 
Madri (Espanha) – Bienal de Madri
Porto Alegre RS – Arte Brasileira Contemporânea, no Margs
Rio de Janeiro RJ – Salão Carioca 
1956 
Barcelona (Espanha) – 3ª Bienal HispanoAmericana
Nova York (Estados Unidos) – Coletiva, no Museu Guggenheim
Rio de Janeiro RJ – 5º Salão Nacional de Arte Moderna
São Paulo SP – 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP 
1957 
Buenos Aires (Argentina) – Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Moderno
Montevidéu (Uruguai) – Grabados Brasileños, no Instituto de Cultura Uruguayo-Brasileño
Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Arte Moderna 
1958 
Cidade do México (México) – 1ª Bienal Interamericana de Pintura y Grabado, no
Instituto Nacional de Bellas Artes
Porto Alegre RS – 1º Salão Pan-Americano de Arte
Quito (Equador) – Exposição de Gravura Brasileira 
1959 
Rio de Janeiro RJ – 30 Anos de Arte Brasileira, na Galeria Macunaíma
São Paulo SP – 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
Washington (Estados Unidos) – Pan American Union, no Smithsonian Institution 
1960 
Cidade do México (México) – 2ª Bienal Interamericana do México, no Palácio de Belas Artes
Nova York (Estados Unidos) – Latin American Painters and Painting, no Solomon R. Guggenheim Museum
Rio de Janeiro RJ – 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Doze Artistas Brasileiros, na Galeria Bonino
Tóquio (Japão) – International Biennial Exhibition of Prints, no The National Museum of Modern Art 
1961 
Rio de Janeiro RJ – 1º O Rosto e a Obra, no Galeria Ibeu Copacabana
Rio de Janeiro RJ – Natureza Morta na Pintura, na Galeria Ibeu Copacabana
Rio de Janeiro RJ – O Rio na Pintura Brasileira, na Biblioteca Estadual da Guanabara
São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho – prêmio de melhor pintor nacional
Tóquio (Japão) – 6ª Bienal de Tóquio 
1962 
Minneapolis (Estados Unidos) – New Art of Brazil, no Walker Art Center
Rio de Janeiro RJ – Exposição dos dois painéis realizados para Cia. de Navegação Costeira, no MAM/RJ
São Paulo SP – Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP
Veneza (Itália) – 31ª Bienal de Veneza 
1963 
Rio de Janeiro RJ – 1º Resumo de Arte JB, no Jornal do Brasil
Rio de Janeiro RJ – A Paisagem como Tema, na Galeria Ibeu Copacabana
São Paulo SP – 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 
1964 
Rio de Janeiro RJ – O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana 
1965 
Barcelona (Espanha) – Ocho Grabadores Brasileños, na Galería René Metras
Londres (Inglaterra) – Coletiva, no Royal College of Art
Paris (França) – Salon Comparaisons, na Galerie Stubel 
1966 
Austin (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, na The University of Texas at Austin. Archer M. Huntington Art Gallery
Bonn (Alemanha) – Brasilianische Kunst Heute
Cidade do México (México) – Pintura y Grabado del Brasil, no Museo de Arte Moderno
New Haven (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, na na The Yale University Art Gallery
New Orleans (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no Isaac Delgado Museum of Art
Salvador BA – 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas – prêmio aquisição
San Diego (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no La Jolla Museum of Art
San Francisco (Estados Unidos) – Art of Latin America since Independence, no San Francisco art Museum
São Paulo SP – Meio Século de Arte Nova, no MAC/USP 
1967 
Rio de Janeiro RJ – 5º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ 
1968 
Tóquio (Japão) – International Biennial Exhibition of Prints 
1971 
Rio de Janeiro RJ – 9º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
São Paulo SP – 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 
1972 
São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio 
1973 
Liubliana (Iugoslávia – atual Eslovênia) – 10ª Bienal Internacional de Gravura, na Moderna Galerija Ljubljana
Rio de Janeiro RJ – Gravura Brasileira no Século XX, no MNBA 
1975 
Japão – 2ª Exposição de Belas Artes Brasi-Japão, no Centro Lume
Rio de Janeiro RJ – 2ª Exposição de Belas Artes Brasi-Japão, no Centro Lume
São Paulo SP – 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
São Paulo SP – 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Assembléia Legislativa do Estado 
1977 
Belo Horizonte MG – 5º Salão Global de Inverno, na Fundação Palácio das Artes

Brasília DF – 5º Salão Global de Inverno
Japão – 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
Rio de Janeiro RJ – 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
Rio de Janeiro RJ – 5º Salão Global de Inverno, no MNBA
Roma (Itália) – 10ª Quadriennale Nazionale d’Arte di Roma
São Paulo SP – 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
São Paulo SP – 5º Salão Global de Inverno, no Masp 
1978 
São Paulo SP – As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall 
1979 
São Paulo SP – 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 
1980 
Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici 
1981 
Osaka (Japão) – Exposição Latino-Americana de Arte Contemporânea Brasil/Japão, no National Museum of Art 
1982 
Lisboa (Portugal) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Londres (Inglaterra) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery
Penápolis SP – 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
Porto Alegre RS – Homenagem a Iberê Camargo, no Margs
Rio de Janeiro RJ – Entre a Mancha e a Figura, no MAM/RJ 
1983 
Porto Alegre RS – Do Passado ao Presente: as artes plásticas no Rio Grande do Sul, no Cambona Centro de Arte
Rio de Janeiro RJ – 3 x 4 Grandes Formatos, na Galeria do Centro Empresarial Rio
Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Auto-Retratos Brasileiros, na Galeria de Arte Banerj 
1984 
Fortaleza CE – 7º Salão Nacional de Artes Plásticas
Porto Alegre RS – Gravuras: uma trajetória no tempo, no Cambona Centro de Arte
Ribeirão Preto SP – Gravadores Brasileiros Anos 50/60, na Galeria Campus USP-Banespa
Rio de Janeiro RJ – 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Intervenções no Espaço Urbano, na Funarte. Galeria Sérgio Millie
Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras
Rio de Janeiro RJ – Viva a Pintura, na Petite Galerie
São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e autoretrato da arte brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal 
1985 
Porto Alegre RS – 1ª Mostra de Ováis, na Galeria do Arco
Porto Alegre RS – Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Margs
Porto Alegre RS – Pré-Visão: gaúchos na Bienal, na Galeria Tina Presser
Rio de Janeiro RJ – 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Encontros, na Petite Galerie
Rio de Janeiro RJ – Seis Décadas de Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
São Paulo SP – 18ª Bienal Interncional de São Paulo, na Fundação Bienal 
1986 
Brasília DF – Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
Rio de Janeiro RJ – A Nova Flor de Abacate, Grupo Guignard-1943 e Os Dissidentes-1942, na Galeria de Arte Banerj
Rio de Janeiro RJ – Iberê Camargo: trajetória e encontros, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial
São Paulo SP – Iberê Camargo: trajetória e encontros, no MAM/SP 
1987 
Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris
Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Rio de Janeiro, Fevereiro, Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte Banerj
São Paulo SP – O Ofício da Arte: pintura, no Sesc 
1988 
Ribeirão Preto SP – Lívio Abramo, Iberê Camargo e Amilcar de Castro, na Casa da Cultura
Rio de Janeiro RJ – O Tempo e o Vento, na Galeria de Arte Ipanema
Salvador BA – Os Ilustradores de Jorge Amado, na Fundação Casa de Jorge Amado
São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
São Paulo SP – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia 
1989 
Copenhague (Dinamarca) – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg
Fortaleza CE – Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural da Unifor
Lisboa (Portugal) – Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Porto Alegre RS – Arte Sul 89, no Margs
Porto Alegre RS – Galeria Tina Zappoli: 8º aniversário, na Galeria Tina Zappoli
Recife PE – Jogo de Memória
Rio de Janeiro RJ – Gravura Brasileira: 4 temas, na EAV/Parque Lage
Rio de Janeiro RJ – Jogo de Memória, na Montesanti Galleria
Rio de Janeiro RJ – Rio Hoje, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Tina Zapolli visita Saramenha, na Galeria Saramenha
São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
São Paulo SP – 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – Gesto e Estrutura, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
São Paulo SP – Jogo de Memória, na Galeria Montesanti Roesler 
1990 
Atami (Japão) 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
Brasília DF – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
Curitiba PR – 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
Porto Alegre RS – 1990: aos nossos artistas, na Galeria Tina Zappoli
Porto Alegre RS – 1º Salão Nacional de Arte Contemporânea da UFRGS, no Museu Universitário da UFRGS
Rio de Janeiro RJ – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
Rio de Janeiro RJ – Ibeu: 1940 – 1990, na Galeria Ibeu Copacabana
Rio de Janeiro RJ – Primavera 90, na Galeria H. Stern
São Paulo SP – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão
Sapporo (Japão) 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
Tóquio (Japão) 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 
1991 
Rio de Janeiro RJ – Mário Pedrosa, Arte, Revolução e Reflexão, no CCBB
São Paulo SP – A Árvore de Cada Um, na Galeria Nara Roesler
São Paulo SP – Sobre a Árvore, na Galeria Montesanti Roesler
São Paulo SP – Sobre o Branco, na Galeria de Arte São Paulo 
1992 
Cachoeira do Sul RS – Francisco Stockinger e Iberê Camargo
Curitiba PR – 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
Poços de Caldas MG – Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa da Cultura
Porto Alegre RS – 1992, na Galeria Tina Zappoli
Porto Alegre RS – Arte Contemporânea: destaques do Sul, no Espaço Cultural Edel Trade Center
Porto Alegre RS – Históricos, no Margs

Porto Alegre RS – Mário Pedrosa, Arte, Revolução e Reflexão, no Centro Municipal de Cultura
Rio de Janeiro RJ – 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
Rio de Janeiro RJ – De Debret a Iberê, no Museu da Cidade
Rio de Janeiro RJ – Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB
Rio de Janeiro RJ – Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB
São Paulo SP – Branco Dominante, na Galeria de Arte São Paulo 
1993 
Fortaleza CE – 23 Anos, na Galeria Ignez Fiuza
Niterói RJ – 2º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
Porto Alegre RS – 1993, na Galeria Tina Zappoli
Rio de Janeiro RJ – Arte Erótica, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
Rio de Janeiro RJ – Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB
Rio de Janeiro RJ – Gravuras de Amilcar de Castro, Antonio Dias, Iberê Camargo e Sérgio Fingermann, na EAV/Parque Lage
São Paulo SP – Poética, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud 
1994 
Porto Alegre RS – 1994, na Galeria Tina Zappoli
Porto Alegre RS – Zero Hora 30 Anos, na Agência de Arte
São Paulo SP – Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, no Masp
São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal






Iberê Camargo
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